Frase de Poemas e Poesias Catarinenses - Face
VIOLÃO DE TAÇAS de: Eduardo Pinter O ventos sombrios da mente calada Acorda com vontade de se esconder Inspira a morte numa angústia abafada Mais puro que o frio não há como morrer Mais impuro e divino também não há como viver As questões se vão como se vão as questões Pr’algum lugar onde desvendas a incompreensão Pode-se fugir do inverno mas, não das estações Pode-se ignorar a alma mas, não o coração Não me é estranha esta sensação Acordar num silêncio vazio entre esta multidão Me faz pensar no que penso noturnamente Afogar-se num violão com taças e uma canção E se trancar na noite em meu próprio refúgio Talvez convidar amigos e descobrir que não sou o único 23 Ago 2013 Eduardo Pinter
Poemas e Poesias Catarinenses - Face
No pensador.ai desde