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Frases de Poemas e Poesias Catarinenses - Face

55 frases

PRECIPÍCIO (Eduardo Pinter) Estou a beira do universo aspirando a poeira do sentimento
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PRECIPÍCIO (Eduardo Pinter) Estou a beira do universo aspirando a poeira do sentimento Extremo cuidado no penhasco do suspiro que ainda cativo Minha visão não alcança a ponta da lança que há horas joguei Talvez seja tão profundo quanto onde paira meus pensamentos E me cega ao encanto do cinza que deságua envolto desta dor 09 abril 2013 Eduardo Pìnter

Meu Momento que Ainda é Seu Fiz uma canção para você Com acordes imprecisos e inesperados
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Meu Momento que Ainda é Seu Fiz uma canção para você Com acordes imprecisos e inesperados Com letras enfatizando mágoas e flores Retiradas de tuas lágrimas e sorrisos Fiz uma cantiga de ninar Com meu sorriso bobo e olhar encantado Dedilhando meu violão há tanto esquecido Dedicando teu sono em sonetos monocórdios Desenhei teus olhos em folhas canzon Com meus lápis 6B e meus traços irregulares Trouxe novamente tua atenção à mim Trouxe novamente ressentimentos e um pouco de giz pastel Escrevi um poema com teu nome E nele meus parágrafos eram desconexos Que terminavam sempre em reticências Para nunca terminar o que a realidade me afanou Ofereci meu dia-a-dia Te tratei como poesia Lutei com frenesia Te enalteci em forma de supremacia Hoje deixei o dia voltado à mim Pintei meus quadros acinzentados Terminei meus textos de frases inacabadas Mudei meus móveis de lugar (...) Dediquei meu dia à você Os cinzas deram cores as tuas cores preferidas Minhas frases dedicaram as letras do teu nome E voltei a deixar meu quarto do mesmo modo como você o deixou Fabiano da Ventura

Vinte e Um Teus cabelos soltos ao vento Seus olhos de um brilho encantador
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Vinte e Um Teus cabelos soltos ao vento Seus olhos de um brilho encantador Assim te encontrei Na noite mais linda que por mim passou Teu sorriso carinhoso Tua voz suave como a brisa do mar Tuas mãos de menino (menino-homem que tanto amei) me acariciavam Levando-me ao céu Amor... Amor como foi bom... E mais um Vinte e Um Marilda dos Santos

CRÔNICA DE UM LEIGO de: Eduardo Pinter Uivamos ao clamor da paz mundial
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CRÔNICA DE UM LEIGO de: Eduardo Pinter Uivamos ao clamor da paz mundial Nesta terra que o apocalipse parece reger. Esta humanidade desumana viciada em desordem Perdeu o que talvez nunca teve: um coração. Jornais televisiveis, escritos e caricaturados Amam em ênfase a dor do próximo por audiência. E a pergunta mais imbecil que possa existir À família que acabara de perder um ente próximo: " como vocês se sentem?"... A falta de sensibilidade ou inteligência à questões cruciais Parece reinar sobre qualquer noção significativa À ordem humana ou racional. A impunidade, a diferença social, colabora com a violência; Mas os poderes dos poderosos só existem Quando um povo desolado porém, coerente de suas razões, Não se unem para uma mera questão: UNIÃO -- não para obter privilégios próprios, Mas para abraçar causas nobres onde todos deitarão Sobre a consciência voluntária e verdadeira em harmonia com a Unidade. 26 Abril 2013 Eduardo Pinter

PÓS-ATO Qual a conseqüência do beijo? Algo imensurável,
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PÓS-ATO Qual a conseqüência do beijo? Algo imensurável, Plausível, Desejável? Toque de dois sentimentos, Sutil, Entrelaçado, Que se algemam em paixão mutua, Constante, irreparável. Singultos ritmados, Arrepios frementes. Afagos, Desabafos. Nada disso, Apenas bocas entorpecidas Num cândido frenesi... JRicardo de Matos Pereira

Ícaro Os deuses o abençoaram com a liberdade, E um espirito aventureiro,
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Ícaro Os deuses o abençoaram com a liberdade, E um espirito aventureiro, Cheio de confiança e esperança Sobre o que o aguarda. Planeja a sua ida ao sol, Apolo não permitirá, os deuses Hão de lhe ajudar. Héstia o guiará. Com o fogo da paixão ela o presenteará. Ele não há de recusar o presente Que acabara de ganhar, nada irá se findar, Apenas começar. A deusa da lua se compadecerá Da filha de Vênus que ousa o desejar. Assim uma linda história há de se Inaugurar no livro de ouro da Mitologia. Onde todos os deuses vão abençoar Esta união, feita pelo coração. E todos os amantes vão se inspirar Para uma nova canção cantar. O nome de Ícaro hão gritar. O nome da filha de Vênus hão clamar. Todos vão querer vivenciar esta emoção Escrita no céu de uma doce ilusão. Daiane Bussularo

A Especial Eu lhe vi longe o bastante para perceber que você está aqui Guardando o que lhe é mais de agrado guardar.
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A Especial Eu lhe vi longe o bastante para perceber que você está aqui Guardando o que lhe é mais de agrado guardar. Um sol no tempo deste que chove, você faz sorrir, sentir e ver aos teus olhos-negros-mar o calor desta estação. No teu carisma você ainda guarda o maior dos afetos. Me guarda para as maiores e melhores histórias, Me espia para os maiores dos olhares, Que ainda está guardado no paraíso que nos espera. As melhores histórias ainda estão guardadas para serem contadas, estão acumulando energias para o grande dia: - o dia em que venceremos e teremos tudo o que queremos; paz e tranquilidade por tudo que juntos lutamos- E assim, seguiremos para outra batalha que certamente existirá. Ainda hoje só sabemos que precisamos ir mais além de nossos sonhos; Pois, infelizmente ainda não podemos concretiza-los. Temos muito ainda o que fazer até começarmos à seguir nossos sonhos; Mas, o mais importante é que sabemos que estamos realizando-os aos poucos. E é isso que nos deixa mais esperançosos para continuarmos a andar. --Como não poderia ser diferente, Comemoras hoje já um presente destes sonhos que temos: O auge de todas as mulheres -SER MÃE- Ser Mãe, nada mais é do que ser gigante, Do que ser todas as estrelas reunidas numa só; Nada mais é do que ter todo o universo ao seu alcance , Nada mais do que ser o nascimento e o crescimento de uma planta Que ira dar frutos sendo que destes frutos surgira outros frutos. Ser Mãe, nada mais é do que ser tudo sobre tudo É quem prepara o alimento para alimentar o seu filhote É quem aquece para sua criação não passar frio, É quem corrige erros para não voltar a comete-los, É quem orienta nas coisas certas para sempre continuar fazendo o certo. Afinal, o único sinônimo para esclarecer o significado de Mãe Nada mais é do que...Mãe! Eduardo Pinter maio de 1996 Divulgado por Marilda dos Santos

VAGANTE Renato Nova Me sinto vagando sem rumo
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VAGANTE Renato Nova Me sinto vagando sem rumo Olhos ausentes não vêem o caminho Sigo perdido sem destino Não encontro meu horizonte Sem abrigo nesta tempestade O frio da noite no coração Andando às cegas sem direção Na garganta um grito sufocante Não há estrelas no céu Em tudo ao redor reina o vazio Neste caminho soturno e sombrio Sua imagem cada vez mais distante. Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx – 30 de junho de 2006 - Renato Nova

NAS SOMBRAS DA SOLIDÃO Solidão não tem explicação Talvez seja um vazio dentro de nós
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NAS SOMBRAS DA SOLIDÃO Solidão não tem explicação Talvez seja um vazio dentro de nós Diferente seja à noite E a gente só Ouço então um sino ao longe A chuva cai e banha meus olhos Busco então me conter E não sofrer Entre a chuva e um sorriso Procuro ver além dos espaços Uma fuga, uma razão, Para viver Vago em sombras de meus pesadelos Confundo então meus sentimentos E me condeno, sem querer, A solidão......... escrita por Eduardo Pinter, Hilton Custodio Alves Junior e Renato Nova. não recordo a data.

DE CORPO E ALMA letra: Marilda dos Santos Noite de lua
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DE CORPO E ALMA letra: Marilda dos Santos Noite de lua Noite sozinha Nas paredes do meu quarto Fico a imaginar: Sei que estás longe Que em breve vais voltar De corpo e alma pra me amar De amores intrigantes De passados distantes Vênus e Marte sempre serão grandes amantes Não me condene Pelo meu mundo sem ação O que importa Se estou presa a este mundo? Se é nesse mundo Que eu sei te amar loucamente! Quando te critico Por fazer o que vem na cabeça Não é por mau E sim um modo de te proteger E também medo de te perder (28 Dez 1993) Marilda dos Santos

Olhos e coração Renato nova – 2006 Entre brumas de sofrimento
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Olhos e coração Renato nova – 2006 Entre brumas de sofrimento brilham olhos de tristeza Incertos perante a beleza oculta na solidão. Perdido no firmamento olhos repletos de sentimentos Sufocando o coração... Coração que transborda lamentos Busca na névoa a certeza Que o amor que tanto almeja traga luz à escuridão. Perdidos no sofrimento Buscando a luz a cada momento Seguem juntos e solitários Olhos e coração. Renato Nova

ODEIO A MENTE QUE MENTE FACE A FACE As muralhas desabam pela ignorância que a bondade cristaliza ao ser. Muitas vezes, explodir na decadência dos rumos se faz presente a leveza
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ODEIO A MENTE QUE MENTE FACE A FACE As muralhas desabam pela ignorância que a bondade cristaliza ao ser. Muitas vezes, explodir na decadência dos rumos se faz presente a leveza E a desordem persiste vingar o justo pois a falência da bondade é démodé. E ao lado mora o carrasco que lhe alisa com a adaga na ferida da ingenuidade. É decadente a decadência do ser quando a felicidade não lhe é permitido; Fazendo deste amargo um ódio pleno à felicidade alheia Como se um sorriso à sua sombra refletisse o que realmente lhe passa à mente. Mente que mente e desmente quando face a face se penetra ao olhar. E da dúvida somente há uma certeza: não tenho mais certeza de nada. Não sei mais em quem confiar! Eduardo Pinter 18 Out 2013

CLARO AMIGO JOSÉ de: Eduardo Pinter Oh, caro amigo José.
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CLARO AMIGO JOSÉ de: Eduardo Pinter Oh, caro amigo José. Teus pensamentos andam confusos Porque você os confundem Com tantos sonhos profundos. Teu orgulho não tem a liberdade, Nem pingo de razão Para obrigar teus amigos A entender teu próprio coração. Mas, meu caro amigo José, Se nos mares onde navegas A chuva não bate forte, dúvidas terás do valor da chuva À que te negas. Caro amigo José, A vida é bela outrora nobre Mas, se ela não brilha como você quer É porque tua luz tornou-a pobre. Assim, outrossim se vai, José. Quando ofuscas o reluzir Tornando-se ofensivo Na juntura de seus amigos. Meu caro amigo José, Se perderes as esperanças Tua fragrância escassa Perderá o alicerce da vida. 16 Jan 1998 Eduardo Pinter

Letras perdidas de um poema esquecido... Frases longínquas num amanhecer qualquer. Sou eu,
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Letras perdidas de um poema esquecido... Frases longínquas num amanhecer qualquer. Sou eu, rabisco desordenado do inusitado, rubrica do querer aflorado, singulto de um coração que chora e sente... Como se desvencilhar da solidão, Algoz que me condena? Como retratar o belo, qdo teu rosto na lembrança encena? Como orvalhar a flor, pétala por pétala, adubando/nutrindo o sentimento? Nutrir, querer, desejar e ter, verbos que se misturam/entrelaçam com os adjetivos que a ti são destinados: bela, linda, diva de meu mundo, sacerdotisa de meu sentimento... 22.09.13 JRicardo de Matos Pereira

DE QUÊ TRILHAS? Eu canso ao cansaço de quem me diz que no fim há de ter direção. Meu espaço que te libertou agora tenta escravisar quem nasceu na escravidão.
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DE QUÊ TRILHAS? Eu canso ao cansaço de quem me diz que no fim há de ter direção. Meu espaço que te libertou agora tenta escravisar quem nasceu na escravidão. Não tive liberdade mas tenho saudade daquela escuridão; Onde os atos são consumados pelas grades que me tiram a razão. Me afogo talvez, porque não tenho como respirar Tua questão é seu coração? Minha razão corrompe o avesso do que sinto do que tive ao passado. Porque quando há sentimento é o que foi para quando é de fato, Não o sentimento que neste exato momento esquece quanto era o acaso, Mas neste caso, que pensei que poderia contar com você, Não no que faz. Mas, o que poderia me fazer crescer. Talvez respiro o que me afoga! Eduardo Pinter 02102013

(sem título) de: José Ricardo de Matos Pereira No sonho inusitado que floresce... em meio a fronte que te circunda em flores...
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(sem título) de: José Ricardo de Matos Pereira No sonho inusitado que floresce... em meio a fronte que te circunda em flores... lampejos de um amanhecer que até então desconheço...!! Resquícios de um não saber... Constatações de tudo que se afloram, mesmo que em soluços que me prendem..., que me fazem relutar ao inevitável..., Teu, meu, nosso indecifrável e repentino desejo....!!!!

(sem título) de: José Ricardo de Matos Pereira Tudo fica
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(sem título) de: José Ricardo de Matos Pereira Tudo fica Nada vai dissipar o sonho Meu querer e teu desejo reunido Nada vai saciar o vento Folhas, Galhos e empecilhos... Nada vai estancar a dor Tua ausência é frasco sem perfume... Nada vai derrubar a flor, Que envolta em espinho te versificam e Me resume... Nada vai apagar meu desejo Fruto do querer que me arrebata Nada vai decifrar o que sinto... Poeira, sol Mar e poesia, Amor e solidão, O luar que me extasia

SE VOCÊ QUISER de: Hilton Custódio Alves Júnior/ (José Ricardo de Matos Pereira)
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SE VOCÊ QUISER de: Hilton Custódio Alves Júnior/ (José Ricardo de Matos Pereira) Vou virar mais uma noite em claro Vou tentar juntar os meus pedaços Vou ficar te relembrando a toa Esquecendo que o tempo voa Vou tentar rasgar o teu retrato, Teu perfume ainda esta no quarto Vou negar teu nome quantas vezes Minha solidão e magoa permitir Vou tentar pintar um novo quadro Sem as cores que você levou Sobre o nada rabiscar teu nome Com o pranto desbotar a dor Viajar perdido em outro corpo Procurando algum resquício teu Vou achar teus beijos em quantas bocas Tua indecisão e arrogância permitir Mas se você quiser, podemos se encontrar Mas se você quiser, estou te esperando lá Mas se você quiser...

Só (lidão) de: José Ricardo de Matos Pereira Eu sei,
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Só (lidão) de: José Ricardo de Matos Pereira Eu sei, Que mesmo sentindo calado, Na noite eterna e singular, No frio que agasalha a solidão..., Insólita e Indesejada. Eu sei, Que mesmo sonhando acordado, Virá o vulto...! A faísca que me integra, E, ao mesmo tempo me parte, Inconsequentemente... Eu sei, Que não deveria viver sem você... Que o albergue que procurava estava em teus olhos, e, Que teu sorriso simplificava até minhas palavras tortas..., Desconexas...! Eu sei, Que você nunca existiu. Você foi um sonho que passou. Você foi à luz que um dia raiou E, No entanto, Se dissipou...! Você foi o arrepio de meu desejo, A verdade de meu sentimento. A tristeza de meu lampejo, E, a tortura de meu esquecimento...!

DISTANTE de: Hilton Custódio Alves Júnior/ (José Ricardo de Matos Pereira)
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DISTANTE de: Hilton Custódio Alves Júnior/ (José Ricardo de Matos Pereira) Hoje distante de tudo O sol procura meu rosto Tentando achar um sorriso Há muito tempo esquecido Meu pensamento então voa Ele é um pássaro triste Cansado já sem força Tentando encontrar um abrigo Chora quando canta, Voa para esquecer Do passado sempre presente Que insiste em atormentar Voa, se perde no espaço Tentando se encontrar Soldado esquecido e sem guerra Sem forças pra lutar

ELA de: José Ricardo de Matos Pereira E ela surge em meio à multidão...
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ELA de: José Ricardo de Matos Pereira E ela surge em meio à multidão... O ambiente se transforma em apenas três, Ela... Eu... E o desejo soletrado, Ritmado pelo nuance de seu quadril envolto nos meus... Sonhos e contemplações, Virtudes e desabafos. E ela urge... Capciosa e repentina, No reverbo do amor ensandecida. Ela aparece feito fada em meus sonhos... E tudo se renova! As lágrimas já não são gotejadas, A lâmina da solidão já não me corta, E já não se reprisam os desafetos e rancores que me torturavam...!

Trechos de uma mente confusa em época de monografia - ( Faculdade) kkkkkkkk de: José Ricardo de Matos Pereira Um a um
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Trechos de uma mente confusa em época de monografia - ( Faculdade) kkkkkkkk de: José Ricardo de Matos Pereira Um a um a cada lágrima escrita; a cada sorriso retratado; a cada palavra chorada; a cada rosto esculpido; a cada rosa oferecida; a cada beijo moldado; a cada suspiro de desejo; e a cada semblante marcado vou constituindo o retrato de teu sentimento...! você sabia que o sorriso é a palavra que retrata a alma da pessoa? é onde se desperta os mais ricos e nobres dizeres... a felicidade estampada e não mais adormecida... Cacto do desejo, seiva desértica de minha existência, que inebria meus sentidos, que racionam as lágrimas, que impulsionam o querer, ratificando o sentir despropositadamente, apenas por desejar e provar do mel que adocica o coração e que afugenta a incredulidade e os desamores... Kithaaran – mar/2005 Cata-Vento [verso] Cata-vento, Moinhos que carregam os dizeres que proclamo..., Nos versos inusitados que urgem repentinamente, Nos verbos loucos que antecedem o beijo; Leva brisa amiga..., leva o pouco de mim que ainda resta..., leva o sonho que ainda não sonhei..., leva a lágrima que ainda não verti..., leva as frases da poesia que ainda não compus..., leva esse soluço desritmado que canto e traga... traga de volta a inspiração..., a lembrança e até mesmo a agonia de te amar, calado... apenas te sentindo... te tocando...! Kithaaran – fev/2005 Tua voz ainda paira em meus pensamentos, Teus lábios ainda são incógnitas que pretendo desvendar, São morteiros em que sucumbo a fala e apaziguo os meus temores... Amar..., Amar..., Enfim, Apenas te amar...! Kithaaran – fev/2005 Vem sono e afugenta a solidão que me aflora, Traga teu belo rosto em meus devaneios, Traga teu corpo junto ao meu para que eu possa tocá-la, envolvê-la em meus braços e contorná-la com um simplificado beijo..., Inesperado..., Apenas bocas em transe, lábios cúmplices do desejo que aflora, que urge repentinamente e extasia... Kithaaran – jan/2005 Sou o orvalho que cintila, a gota de êxtase que inebria, saliva roubada de teus lábios trêmulos de desejo...! Kithaaran – 03/jul/2005 Chega de badalações e de poesia. Adeus Corações e a Boemia! Agora me concentrarei apenas na monografia...! Jura, heheheeh!!!