Pular para o conteúdo

Frases de Múcio Bruck

263 frases

Para gostar de poesia... Não basta apenas lê-la. Buscar sentir o que sente o poeta no momento da criação da obra é quase impossível. O que leva o poeta (ou poetisa), a escrever versos que nos emocionam? Que momento é esse o da criação, da construção da obra? Introspectivo, quase…
Continuar lendo

Para gostar de poesia... Não basta apenas lê-la. Buscar sentir o que sente o poeta no momento da criação da obra é quase impossível. O que leva o poeta (ou poetisa), a escrever versos que nos emocionam? Que momento é esse o da criação, da construção da obra? Introspectivo, quase sempre sem atenção às métricas ou rimas, sem o desejo pleno de muitas vezes, ser entendido ou compreendido... o poeta escreve para si, entrega, sem segredos, o que rasga-lhe a alma ou a alegra, mesmo que passageira, traduz nas letras de sua virtude, não raro, o que se identifica com o desejo silencioso do outro que não consegue exprimir um sentimento gêmeo, mas o sente... e o que lê, admira, sereno e profundamente tocado!

Quem sabe amar, aceita com alegria e encanto que a outra parte venha residir e viver dentro de seu coração... habitar seu peito, passear por sua alma: de maneira pulsante, sentida, desejada, sem distâncias, um território onde não vingam desculpas... nem mentiras, sem aquela dor c…
Continuar lendo

Quem sabe amar, aceita com alegria e encanto que a outra parte venha residir e viver dentro de seu coração... habitar seu peito, passear por sua alma: de maneira pulsante, sentida, desejada, sem distâncias, um território onde não vingam desculpas... nem mentiras, sem aquela dor cortante que rasga o bom do amor ... quem sabe amar, nunca esta só e conhece o bem e nele faz florescer e acontecer o imprevisível, o inesperado, faz da alegria colorida e bem vinda, um universo em favor desse sentimento raro, mesmo tendo a consciência de que, em algum momento, não terá a reciprocidade dessa oferta! Quem sabe amar, sabe ofertar, sem nada esperar em troca!

No vão do tempo... Envelheci porque muito vivi E vivo, entre suspiros de alegria
Continuar lendo

No vão do tempo... Envelheci porque muito vivi E vivo, entre suspiros de alegria Pelos meus vigias, meus descendentes Silentemente amados em segredos e magia Envelheci e não vi bem como se deu Estava ocupada demais em cuidar Preparar a casa para a festa esperada Festa de ter pronta a face a ser beijada Chegada que sentida, eu desfruto Que me emociona, sem medo de me conter Sou mais lúcida que na mocidade Essa é a grandeza de ter longa idade Chegada de quem gerei... ou não Pois sou mãe, sou a poesia sã Rimas sem métricas e sem intenções Só vida, transitando por mil emoções Suporto e me conformo com partidas Porque também tive meu bom tempo De ir e vir e assim, me fiz quem sou Um tantin de flor, um mar de amor

Colhi uma muda de jasmim No jardim mais belo que vi Cuidei da plantinha que havia em ti
Continuar lendo

Colhi uma muda de jasmim No jardim mais belo que vi Cuidei da plantinha que havia em ti E a plantei num cantinho em mim Sigo a vida, sentindo seu cheirn Feliz demais por ser assim Mesmo que distante de tudo, enfim De você, de seu olhar, num sem fim A saudade machuca só um tantin Pois brinca em meu quintal Um gêmeo faceiro de seu anjin

Por ti querer... Meu céu e meu bom residia em seu olhar Era eu, passageiro alado visitando-te
Continuar lendo

Por ti querer... Meu céu e meu bom residia em seu olhar Era eu, passageiro alado visitando-te Gastando versos e rimas em intenção De me permitires adentrar-te o coração Na vida, que sentida é e sempre será Não via meus intentos como batalhas A serem vencidas para te ganhar Era mais entrega, desejo por te amar Sentia a alma crucificada, amarrada Tomada de planos a te ofertar Por mais querer que me houvesse Seu descuido não a permitia notar Queria eu ser seu presente e futuro Queria eu ser seu jardim... sua festa Viver sua flor, única a te encantar Ser quiçá, sua estrada, seu caminhar Deixar de vez de ser espectador de ti Tocar-te com mãos de afeto e ternura Ser teu colo, garantia de bem estar Viver de entregas... acontecer o sonhar

À deriva... Quem foi que disse que não há perigo De se ser sincero pra quem só olha
Continuar lendo

À deriva... Quem foi que disse que não há perigo De se ser sincero pra quem só olha Somente para o próprio umbigo E se nega a ter na vida um amigo? Quem foi que disse que é vaga A intenção de justeza no desejo De se fiar na honra e na retidão Mesmo que na cisma de um coração? Quem foi que disse que é mouca Desatenta, ignóbil e indiferente A ciranda que, inquieta se dança Nas emoções que seu eu não alcança? Quem disse é pequeno em si mesmo E desconhece os mistérios e o navegar Das naus que se lhe flutuam à deriva Pejadas e insólitas, já desencantadas

Milagre da Fé... Meu destino era via traçada Nos idos de janeiro de 1961
Continuar lendo

Milagre da Fé... Meu destino era via traçada Nos idos de janeiro de 1961 Partir, sem minha mãe merecer Em parto prematuro, inseguro de ser Seus gritos não eram de dor Eram de uma mãe que queria ter Nos braços, a vida evoluída no ventre Mesmo que imaturo naquele repente Mas lhe vieram vis intempéries Tanto tempo antes do tempo certo E sangrou, sangrou tanto e muito A se lhe precipitar a vida romper seu fio Tocou-lhe a face um calor de amor E pôde ouvir ao longe uma voz serena Que a consolou e deu segurança Reavivando a Fé, boa Graça e esperança Por um instante, deixara seu corpo Deitada num leito, fim de seu trilho Num repente, adornou-se de Luz Divina Ouviu:"devolvo-te a vida e a de teu filho!

Traduzir-se... É, necessário que, a princípio, sejamos leais aos nossos bons hábitos e sinceros princípios (se os tivermos, é claro), mesmo que não sejam eles aqueles em que há sequer uma centelha de Luz Divina, sem perda da verdadeira identidade! Somos o que fazemos e a traduç…
Continuar lendo

Traduzir-se... É, necessário que, a princípio, sejamos leais aos nossos bons hábitos e sinceros princípios (se os tivermos, é claro), mesmo que não sejam eles aqueles em que há sequer uma centelha de Luz Divina, sem perda da verdadeira identidade! Somos o que fazemos e a tradução de quem somos reside exatamente ae: se fizermos o bem, a vida se encarrega de nos agraciar com uma alegria autêntica, capaz de nos encantar ao ponto de, mesmo sem percebermos, temos a certeza de que, de alguma forma, temos a nossa Fé renovada, essa evidência se dá no reparo um olhar recebido ou na fala do agradecimento que venha do coração. Essa é a "vitrine", de quem certamente somos e nos tornamos no decorrer da vida, Cada ato sincero de benfazer lapida e trás mais luz, abençoando e agraciando nossa alma que, pouco a pouco vai sendo "talhada" por um Ser Divino. Mas, se, ao contrário se der, ou seja, se pouco nos importamos com o sofrimento alheio ou para ele, de alguma forma contribuirmos, nesse interin, o prazer de se sentir bem nos abraça, e se instala-nos o mal e isso propicia, situar-se a crueldade e a hediondez em nossos atos, a perspectiva será a de que jamais haverá um Santo a nos socorrer, ante numa necessidade! Nossa moral nasce a partir de nossas opções, por isso prevalece o desejo de buscamos caminhar na Luz: fazer da retidão e da beneficência, um estandarte com sinais e desejos de bem, um bem não "fabricado", mas um que é vivo em nós, nascemos já, donos dessa bendição!

Não era pra ser assim... Mas o Criador precisou de mim Veio, me deu asas e coroou-me
Continuar lendo

Não era pra ser assim... Mas o Criador precisou de mim Veio, me deu asas e coroou-me Com áurea de Anjo e deu-me uma missão Cuidar na terra de cada irmão com paixão Ditou que vivente, residirei na eternidade Agora, minha Santa Abençoada morada E me agraciou estar presente, a cuidar-te Desvelado e perenal, lídima amada

Não penses que vim a dizer-te coisas amargas ou insanas, posto que meus modos, não são desse quilate! Mas, direi-te, ameno e delicadamente, com leveza na alma e certeza no coração, desejava-te cuidar no jardim de meu eu, assim, a veria desabrochar e, por cuidado e destino, seria…
Continuar lendo

Não penses que vim a dizer-te coisas amargas ou insanas, posto que meus modos, não são desse quilate! Mas, direi-te, ameno e delicadamente, com leveza na alma e certeza no coração, desejava-te cuidar no jardim de meu eu, assim, a veria desabrochar e, por cuidado e destino, seria eu, eterno para ti!

Hoje, 21 de Agosto de 2019, completam-se exatos 30 anos da passagem do grande artista Raul Santos Seixas, também conhecido como "Raulzito, Maluco Beleza, Pai do Rock Brasileiro". Nascido aos 28 de junho de 1945, na cidade de Salvador/Bahia, "Raulzito", em sua trajetória artístic…
Continuar lendo

Hoje, 21 de Agosto de 2019, completam-se exatos 30 anos da passagem do grande artista Raul Santos Seixas, também conhecido como "Raulzito, Maluco Beleza, Pai do Rock Brasileiro". Nascido aos 28 de junho de 1945, na cidade de Salvador/Bahia, "Raulzito", em sua trajetória artística, gravou mais de 20 discos, teve cinco esposas e sofreu com o alcoolismo, que lhe rendeu uma pancreatite aguda, motivo de sua morte. Seu estilo fundiu o rock com todos os ritmos brasileiros, do xote ao baião. Minha homenagem a esse artista, um dos grandes mestres da Cultura Musical Brasileira que, ainda hoje, tem suas canções, reconhecidamente elaboradas em versos e mensagens cada vez mais atuais e que em sua carreira, arrebanhou uma incalculável legião de fãs e centenas de artistas que sempre cantam e regravam suas obras, para nossa alegria e para que nossa consciência de cidadania seja sempre resgatada em seus mágicos e inesquecíveis temas! Gratidão, "Raulzito"!

Juramento do Cuidador de Idosos Eu juro, diante de Deus e dos homens, exercer a arte de cuidar, mostrando-me fiel aos preceitos da honestidade, caridade, do respeito e da dedicação a que fui imbuído e de livre e espontânea vontade, dedicar minha vida profissional a serviço da pe…
Continuar lendo

Juramento do Cuidador de Idosos Eu juro, diante de Deus e dos homens, exercer a arte de cuidar, mostrando-me fiel aos preceitos da honestidade, caridade, do respeito e da dedicação a que fui imbuído e de livre e espontânea vontade, dedicar minha vida profissional a serviço da pessoa que já se encontra na sua melhor idade, seja no interior dos lares, nas Instituições de Longa Permanência para a Pessoa Idosa ou qualquer lugar outro em que ela se encontre vivendo, consciente de que meus olhos serão cegos, minha língua calará os segredos que me forem revelados, por preceito e honra, elevando manter os ideais de minha profissão, obedecendo, incondicionalmente, a ética e a moral, para o bem maior do prestígio e suas tradições. Cumprindo com zelo e fidelidade esse juramento, goze eu, para sempre, a minha vida, minha arte de boa reputação entre os homens, com entrega incondicional, utilizando toda minha capacidade com eficiência, respeitando a dignidade humana, jamais me servindo da profissão para corromper os costumes ou favorecer o que não for o bem cuidar.”

Basta querer... Às vezes, a gente entende, num repente Porque existem pessoas com alma de serpente
Continuar lendo

Basta querer... Às vezes, a gente entende, num repente Porque existem pessoas com alma de serpente Não é para que sejam na vida, sobreviventes Mas sim, para causar, à revelia, nocividades silentes Quando descortinada tal intenção insana Não basta abandonar esse alguém, se distanciar Antes, há que se aproximar para revelar Que quem vive do ódio, jamais saberá amar Que malefício pode se perdurar ao beneplácito A medida que se conter na feitura da iniquidade Erudir, como plantar boa e sã semente, em efeito Luzindo a si e ao outro que o mundo tem jeito

Usando o amor fraterno como meio de obter lucro... Eu estava lá Sua camisa lavada, gola furada
Continuar lendo

Usando o amor fraterno como meio de obter lucro... Eu estava lá Sua camisa lavada, gola furada Lavada em amor de mãe, a secar no varal Depois de um traiçoeiro sucedido mal Eu estava lá A espera-te em prece a chegar Em saúde sã... sobrevivente De um tiro jamais malente Eu estava lá No reverso da sorte vencida Com o peito aborbido a prantear Sua ventura inópia do acidentar Eu estava lá Segurando sua mão, insone Feliz ao som de sua voz, inda ferido A ver-te alimentar-se a se banhar Eu estava lá No correr de muitas suas alegrias Na chegada de seu primeiro Fusca No descortinar de Beth, primeiro amar Eu estava lá Chamado a ajudar a salvar um bebe Que prematura, sua filha amada precisou De um CTI para se salvar e não a faltou Eu estava lá A segurar uma mão tão pequena Assistindo convulsões e cianoses Chorando cada parada respiratória Não, não deixei de estar presente A cada um dos dois meses Que na incubadora salvadora Via médicos a realizar milagres Eu estava lá Pagando contas que minhas não eram Jamais soubestes o quanto me foram caras Tudo era por amor, não pelas custas onerosas Eu estava lá Ao seu lado, mesmo que não vistes Enfermeiro cuidando de sua dor Irmão a orar, até você acordar Eu ainda estou aqui e sinto dores Todas as dores do mundo me tomam Não o vejo ao meu lado, não mais lhe sirvo Ser justo e ter consciência não cabem em ti

Tudo podemos, meu amigo Porque juntos, aprendemos a voar E o céu se tornou, pra nossa alegria
Continuar lendo

Tudo podemos, meu amigo Porque juntos, aprendemos a voar E o céu se tornou, pra nossa alegria Nosso território de sonhar, de ir e voltar E sempre, retornamos mais nobres Mais felizes, audazes e capazes Caminhando seguros, fortes e destemidos Pois, nossa amizade é sentida É compromisso de honra, de bem querer É dádiva que jamais irá se perder

Errei de ti... Tens as chaves que acessam meu melhor Os portões e as portas de minha candice
Continuar lendo

Errei de ti... Tens as chaves que acessam meu melhor Os portões e as portas de minha candice Recanto de um coração já descompassado Onde vigora minha vida, tua eis morada O que mais de mim esperavas? Gastei meu suor, derramei meu sangue Transbordei rios e mares de lágrimas Inventei versos, rezas, findei terços Me perdi no breu que em mim se deu Caminhei sem rumo, passos trôpegos Preso na dor atroz da ferida de uma saudade Crucificada, maculada, mal insosso em meu eu O que fostes minha, enfim? Namorada ausente? Nada esperei em troca: sequer um olhar Desses apaixonados, tomado de desejo Trago no peito o lamento: o erro de saber amar

Há os que nascem livres e sabem quando e para onde desejam alçar voo e há os que nascem com a sina de serem cativos! Esses são os que mais necessitam de cuidados e atenção! Logo, aceitam que o "cárcere" não é uma prisão, mas uma morada. Se os libertarmos, a "natureza lhes torna u…
Continuar lendo

Há os que nascem livres e sabem quando e para onde desejam alçar voo e há os que nascem com a sina de serem cativos! Esses são os que mais necessitam de cuidados e atenção! Logo, aceitam que o "cárcere" não é uma prisão, mas uma morada. Se os libertarmos, a "natureza lhes torna um território inglório"!

A nau e o sonho... Era tudo um imenso breu Nada se via além da vante
Continuar lendo

A nau e o sonho... Era tudo um imenso breu Nada se via além da vante Nada se ouvia, calmaria, fé e desejo Eu, um Orfeu sem guerras Em pequena nau adaptada para pesca Buscava nas cordas arpejos esquecidos Iscas alçadas em anzóis, adormeciam nas águas À espera dos peixes, sempre bem vindos Justaposta para o prazer da pesca De nada carecia: vinho e amor havia Para a aventura sonhada e de valia Coragem habitava o peito: tudo se podia

Apagar da chama... Não conheci amor outro, senão o seu Mas, como disse o poeta, em sua inspiração
Continuar lendo

Apagar da chama... Não conheci amor outro, senão o seu Mas, como disse o poeta, em sua inspiração Em vívida experiência, ao amor verdadeiro "Mas que seja infinito enquanto dure" E se viver for sentir, em mágicos minutos O arrepio na alma que silente se inquieta Desde a alvorada até o dito consumar De seu corpo a trazer-te ao meu amar Infindos momentos, antecederão o encontro Meu coração cativo, a perder o freio das batidas E no entrelaço do abraço, ditarás a sentença ávida Que seu ardor feneceu, saberei: valeste minha vida

Milagre da Fé... Meu destino erá via traçada Nos idos de Janeiro de 1961
Continuar lendo

Milagre da Fé... Meu destino erá via traçada Nos idos de Janeiro de 1961 Partir, levando meu filho desejado Em parto esperado, mas fora do prazo Meus gritos não eram de dor Eram de uma mãe que queria ter Nos braços a vida evoluída No ventre, até o momento do nascer Mas vieram-me as intempéries Tanto tempo antes do tempo certo E sangrei, sangrei tanto e muito Que se precipitava a vida romper seu fio Tocou-me a face um calor de amor E pude ouvir ao longe uma voz serena Que me consolou e deu esperança Reavivava na Fé, boa lembrança Por um instante, deixei meu corpo Ao lado do leito, fim de meu tempo Em pé, tomada de luz, ditosa e grata Ouvi:"devolvo te a vida e a de teu filho!"

Versos de um reverso... Caminho lentamente, renitente Pisando pedras gastas, seculares
Continuar lendo

Versos de um reverso... Caminho lentamente, renitente Pisando pedras gastas, seculares Molhadas pela fina chuva que cai Lavando ladeiras, sequer me distrai Sigo sem atenção por cada esquina Encontro um pouco do eu que já fui Um guerreiro sem guerras a lutar Canoeiro que não aprendeu a pescar Disparo olhares a lumiar neblina Companhia fria, cinza, arredores sem som Teço em mim um viver de desejos Que enseja na chegada, ter seus beijos Mas, se já não estiveres a minha espera Apenas viajo em seu olhar e me vou Me atenho na ponte que me presenciou Talhar dois corações onde tudo começou

Belo Horizonte... Sinto orgulho de minha mineiridade Que faz vibrar em meu peito o ardor
Continuar lendo

Belo Horizonte... Sinto orgulho de minha mineiridade Que faz vibrar em meu peito o ardor Da emoção de ver florir nos jardins De minha emoção, honra e paixão A cidade que nasci, se acende em mim Na beleza de cada canto, cada esquina E são nos jardins, parques e lagoas Que reside um pouco que muito ensina Meu querer não se resume a cuidar-te Vai além... atravessa matas e montanhas Sigo confiante, passando veredas e bela fonte Encantos do verde vivo de um Belo Horizonte