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Frases de mfpoton

114 frases

Vamos botar esse bloco na rua e esticar esse cordão... Acreditar que podemos amar
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Vamos botar esse bloco na rua e esticar esse cordão... Acreditar que podemos amar e puxar uma corrente de emoção... Eu quero é cair na folia, porque sou um folião... Quero é aproveitar, porque a vida não pode ser séria , não... Não sou padre nem sou freira e retiro é coisa pra budista... O meu zen é na avenida, só acaba quarta feira e eu quero é brincadeira... Sair pelas ruas puxando samba que me leve a um lugar de verdade... Que é dentro do seu coração...

grito do silencio... tomado em fôlego por amor grito do silencio...
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grito do silencio... tomado em fôlego por amor grito do silencio... quebrando tabus velados como um grito no cristal... quebrando grito do silencio... quebrando o espaço... porque... eu grito... EU TE AMO mas apenas sussurrado... em gritos rasgados por não me conter e nem quero saber... apenas grito... queria gritar no pólo norte entre icebergs... para Deus ouvir o eco... e você saber...

Puro sangue a correr nas veias, pelos descampados
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Puro sangue a correr nas veias, pelos descampados de essência verde Sede de identificação da alma, na mais pura intimidade com o vento, profundamente selvagem Seu ser que aprendeu a surgir das sombras, onde não existi pressão, tão considerada normal mas tão ilegítima e imoral... à profundeza animal Deixe que a confiança surja, para acreditar na liberdade e poder criar familiaridade com a sua natureza...

Escrevo... como a um desabrochar de emoções escrevo porque te achei...
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Escrevo... como a um desabrochar de emoções escrevo porque te achei... o que outrora estava tão enterrado por toneladas de recursos loucos de defesa agora surgem como uma semente buscando o ar... o vento... a chuva...o sol... você... e nascendo... para a luz, simplesmente por acreditar nela... Escrevo... porque minha mente se mistura com as emoções e penso que ela seja seu coração... aonde quero chegar porque entrastes em meus sonhos... a me mostrar o que me recusavas a enxergar... e agora preciso tanto de você... descobri que eu te amo... Escrevo... porque me toma a voz a quem mais quero falar... juntando tanta coisa que na hora embrulha em nó na garganta... e o pensamento se atordoa e se perde não sabe se foge... esconde... o que sente Ah!... se esse amor compreendesse... ou será que nem sente... que medo de falar pra ti o quanto você me faz bem... e escrevo por não lhe falar... te mando mensagens... Que eu te amo...

Parecia tão consistente Quanto uma montanha Mas não passou de uma
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Parecia tão consistente Quanto uma montanha Mas não passou de uma Miragem... Que me seduzia Me vertia em sensualidades Agora se dasata numa sangria Como delírio no deserto No fimamento de um Oásis que se desanuvia No desejo de uma fonte Com água cristalina É como sentir saudade Daquilo que não houve Preciso parar de Acreditar em sonhos E buscar só a realidade A vida... Vou encarar tudo apenas Como uma perturbação emocional Que eclodiu em sentimentos Em arrebatamento... em amor... Vou cerrar meu sorriso... minha alegria... Pois tudo não passou de Uma alucinação deliciosa Uma cavalgada galopante De sentidos... Num corcel negro com franjas Ao vento... ao luar Deste meu entorpecimento Enlevamento... Que existiu apenas na minha imaginação... De um desejo... Por isso fiz pra ti esta poesia...

Ter um namorado e baixar a guarda ser menos,
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Ter um namorado e baixar a guarda ser menos, ser mais. É dar um beijo de batom vermelho no escuro do cinema e quando as luzes se acendem, rir, ficar quieta e deixar que todos percebam sua cara lambuzada. É te dar liberdade de ir e vir saber que podes chegar sem hora marcada. Mas nem tente se sentir bem sem a minha presença para que eu não pense que não tenho mais posse deste sentimento só meu, nosso... Saber que dentre seis bilhões de pessoas, tem um... o meu namorado!

Mantenha-se presente lembrando-me que existo ...
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Mantenha-se presente lembrando-me que existo ... Para que eu não me perca em mim mesma Nas minhas confusões e conflitos Quando te sinto, sinto a mim mesma, como uma transfusão de espíritos... Porque só você comprende este sentir, me fazendo compreender que eu existo... Não sei se isto é o amor ou um significado que preciso... Mas necessito que você perceba o quanto é importante pro meu espírito... Sua presença é tão forte, que me decifra os enigmas... Ah! Como compreender este tipo de emoção, que sempre busquei, nunca compreendendo bem Mas agora ao menos, Sinto...

Se me chamam de maluca Maluca nem sei se sou Vou para os neuróticos anônimos
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Se me chamam de maluca Maluca nem sei se sou Vou para os neuróticos anônimos Ah! Pra essa eu não vou Prefiro os neuróticos atuantes Pois ao menos vejo gente Que não sejam como eles Tão certinhos e corretos Que me detonam o coração Com tantas certezas Que sei lá do que são Se não tenho certeza nenhuma Nem de nada nem de ninguém Se ao menos busco dizer o que sou Não quero ser dona de nada Nem da droga da razão Tomara eu cuidar de mim E ainda ter que aturar os donos da questão.

Olho favela na penumbra escuridão da noite
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Olho favela na penumbra escuridão da noite com luzes confundindo uma constelação submerso mundo submundo dos aflitos com lágrimas e sorrisos em levar mais um amanhã da superação humana A noite caindo e se derramando sobre a montanha em continuação a linha do horizonte é inconcebível querer entender... Até me faz criar raízes nesta pedra onde arpoo meus pensamentos em detrimento a este mar de sentimentos... As ondas borbulhantes vem em espuma branca engolfar as pedras e me faz pensar que somos como aqueles mariscos entre as ondas e os rochedos entre a realidade e a vida...

Letal como navalha Em corte profundo Sangrando a inocência
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Letal como navalha Em corte profundo Sangrando a inocência Extirpando em corte cirúrgico a infância Herança de pais e país Se nem pais tem País em pedaços de chão Com territórios demarcados por canalhas Políticos bradando salvações em saudações Da arrogância contrariada disfaçada De benevolência . Tem como destino a fatalidade das ruas Da verdade da miséria Das quais quem sobrevive formará uma nova raça Com alma de metal Coração destroçado Tendo marcas saltadas Navalha letal das esquinas, das ruas Da fatalidade da miséria O destino das ruas é a fatalidade. A vida não é sarcástica, mas sim o que fazem dela...

O amor é especial quando trás paz, alegria de viver e não de se esconder;
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O amor é especial quando trás paz, alegria de viver e não de se esconder; quando se sente a generosidade fluir pelas mãos, pois não só tens como também irradia o equilíbrio na vida; o conhecimento da alma de encontro a verdade e não das fantasias... a compreensão... e principalmente o sentir da liberdade, fluir como um encanto... na satisfação de se amar, simplesmente por causar felicidade.... Eu te amo, quando olho nos teus olhos e encontro os meus... quando te beijo e encontro desejos... quando te encontro nesta vida, para não ter que te buscar na próxima...

Quando te vejo sinto uma euforia tomar meu ser
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Quando te vejo sinto uma euforia tomar meu ser Este magnetismo inexplicável que me atordoa, como uma atração que me confunde... sensorial ou fantasia é que não me falta fantasias... Alço vôo com tanta facilidade que horas penso que meu mundo não é daqui Só mesmo, olhar para ti para me aterrissar ou ainda mais me confundir... Enquanto nesta incerteza de um sonho duvidoso Tentando entender... Ainda que neste momento quando busco o seu ser...

Quem é essa figura... Negro terno Longa barba
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Quem é essa figura... Negro terno Longa barba Chapéu ou cartola... Será que há Coelho Ou pombinhos lá... Num ritual preciso Com estirpe de mágico Mas sem sorrisos... Oh! Mundo... De gomos e guetos Como tangerina A cuspir-mos caroços Me faz pensar Como se fossemos Grandes mestres A pincelar Obras que julgamos Primas Mas que na verdade Somos todos meras caricaturas...

Rasgo folha amasso papel e esse barulho de buzina
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Rasgo folha amasso papel e esse barulho de buzina céu em cedilhas desconvidando o sol neste ostracismo lânguido dessa realidade invadindo como água úmida a me gelar o espírito a me tirar do sossego dos meus sonhos em aterrissagem de albatroz... não há humor que agüente a ausência forçada dos sonhos que nos gritam inconveniente atenção de dias frios de calor cadê você... não aparece, sumiu ou nunca existiu...

Meu sol, meu mar, meu ar... fincando bandeira de posse em meu chão em meu caminhar...
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Meu sol, meu mar, meu ar... fincando bandeira de posse em meu chão em meu caminhar... que a mim não me desferez nada além de vocês partirei em domínio deste território apossar-me, onde todos pensam ser posseiros ignorando-me... Onde deixei a ermo na minha tradução de vida se pudessem, levariam-me até meu pensar... em detrimento de mentalidades que sempre ignorei. Encontrar forças e retornar ao que a mim pertence antes que por numa espécie de troféu do domínio me levem além dos anos, também a alma... Preciso tanto renascer, ressurgir como a uma fênix das cinzas de mim mesma... Sozinho encontrar um caminho onde me arranque das garras do condicionamento onde me parece tudo perdido e triste... só falta você além de mim mesma...

Vi minha sombra no espelho E pensei não ser eu Parece que fugi de mim
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Vi minha sombra no espelho E pensei não ser eu Parece que fugi de mim E não sei pra onde fui Fiquei a pensar, por que Daquela imagem fria Foi que então percebi Que meu coração não estava ali Tentei, busquei Saber em que canto se enfiou E descobri num pássaro que cantava em flor Um canto de lamento e dor Uma lagrima em meu rosto brotou E como pedra rolou Na flor que desabrocha em cor A frieza de um amor Meu coração se despedaçou Em pedacinhos rolou Numa praia se formou Para eu construir castelinhos...

Na sutileza de uma pluma, onde somente o vento percebe a canção chegar. No toque leve de uma melodia de piano, como olhar de Amélie Poulain. Como uma cantiga de ninar.
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Na sutileza de uma pluma, onde somente o vento percebe a canção chegar. No toque leve de uma melodia de piano, como olhar de Amélie Poulain. Como uma cantiga de ninar. A fragrância pairando no ar buscando seu olfato, num aroma de orvalho. Em toque sutil e leve, onde somente a quem interessar. Onde embora pareça encoberto por um fog, mas uma sensação de profundidade. Mesmo que pareça solitário, mas com um sentido devasso e longe das incertezas. Longe de barulhos aguçados, numa penumbra acolhedora. Distante de interferências exaustivas, na leveza de uma pluma ao vento.

O coração esvaziou Acabou-se o tormento A boca selada sem lamentos
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O coração esvaziou Acabou-se o tormento A boca selada sem lamentos Não mais se empadece Na ânsia do momento De olhos vazios Com serenidade triste Num pacato arrependimento Dos pensamentos ardentes Que sumiam com o chão Te confundiam a alma Que subiam a mente Numa estranha confusão Agora sozinho sem sofrimento Numa enorme imensidão

Se o acaso não nos arrasta O que nos leva em arrastão Se não o acaso, então...
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Se o acaso não nos arrasta O que nos leva em arrastão Se não o acaso, então... Nos pega desprevenidos Como paixão... Mesmo sem querermos E quando nos carrega contra a vontade Os sonhos... E ainda ter que encontrar força Para seguir no fluxo Porque se retiver, represa. Estagna, pára. Se em fluxo... Num percurso correnteza Senão do acaso Então...

O tempo é uma ilusão Na contagem das voltas da terra... Como podemos classificar isto como tempo
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O tempo é uma ilusão Na contagem das voltas da terra... Como podemos classificar isto como tempo Pela seqüência dos dias e fatos... Pelo endurecimento dos sentimentos... O tal do amadurecimento O enruguecimento da pele O esquecimento ou a aceitação Ao que nos sentimos incapazes Quando descobrimos que somos humanos e não deuses Aí que o tempo castiga mais... Quando descobrimos ele.

Minha deusa Gaia Olhai pelo meu pequeno Ganhou o mundo
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Minha deusa Gaia Olhai pelo meu pequeno Ganhou o mundo E partiu ao seu destino Não me cabia mais nos braços Não o tenho mais em minha companhia Mas em tua Que sei que o guiara Pelos caminhos índigo Deste planeta Desta alma marinho como o céu Num entardecer Nutra meu menino Com o mesmo carinho que nutri Pois agora já não me pertence mais os cuidados Virou gigante Dono de si E os seus caminhos Entrego a ti Mãe terra

Não sei se sou teu desejo Mas sei que és meu sorriso Identifico-o pelo que sei
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Não sei se sou teu desejo Mas sei que és meu sorriso Identifico-o pelo que sei Nas emoções que carrego comigo Apenas em reconhecimento Sei que és o amor que sinto E que o reconheço em você Pois és o que acredito Não sei se te preencho Como as águas num oceano Mas a mim Sinto a atmosfera que respiro Do ar que preciso Do vento que me sopra Sem nenhuma ansiedade As caricias do tempo Se te encontro ou não Não sei Só sei que sei quem és Pela simples razão Da alegria que sinto E por saber Que você sabe exatamente O que eu sinto

Sua íris azul olhando para Minha transparência E eu te vendo no
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Sua íris azul olhando para Minha transparência E eu te vendo no Velho blue jeans Sobre dunas d’água Em mãos a velha guitarra Dum tamanho sonho E sentimento pelo mundo Seus dedos correndo as cordas Que tocavam minha alma Nos relampejos da adolescência Agora o Baume & Marcier Marcou esse tempo As flores num canto As cordas quebradas As lágrimas rolando Como pedras lançadas Não há volta no tempo Só nas lembranças guardadas Grampeada pelo endurecimento A vida se mostrou outra E nos amadurecemos... Mas aquele olhar continua eterno Quando olhamos para nos mesmos.

Você esta aí, agora... não é Não sei quem és Mas reconheço tua presença
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Você esta aí, agora... não é Não sei quem és Mas reconheço tua presença Por que não me leva logo Então... Fica a me fitar, Numa ascensão a A me observar, como proteção Por que... não sei... Sinto toda essa energia subir Fluir em corpo, como Uma dança louca De entrega... De corpo e alma Por senti-lo... No ritmo e coreografia da vida Que me proporcionas Cheia do seu amor Quero bailar, a noite toda Se o joelho me deixar... Com você em mim... Eu em você Como um todo Iluminado de azul Vestido púrpura E amor....