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Frases de Matt Ianella

57 frases

⁠- Denso - Tão somente como o óleo, não se diluindo nem misturando. Aquele que invariavelmente unindo-se aos de sua mesma densidade, não se auto corroendo na ferrugem da vaidade.
⁠O universo no conselho a persistir, Da mudança repentina no horizonte. Sussurrando um novo tempo por vir,
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⁠O universo no conselho a persistir, Da mudança repentina no horizonte. Sussurrando um novo tempo por vir, Que ainda havia juventude nessa fonte. Como uma espécie de surdez, Tal ignorância em não enxergar. Medo de destruir a terrestre solidez, E permitir toda a paisagem sideral mudar. A vibração positiva indicando uma rota, Mente preparada faz introdução. Coração na mesma cegueira idiota, Rejeita do cosmos a instrução. Quiza a grandeza de Urano não permita, Observar galáxias como outros continentes. Visitar outro sol, a Via láctea cogita, Me aquecer no calor das estrelas cadentes.

⁠O cabelo vai dizer, os olhos vão dizer, os traços vão dizer, mas se a pele não disser, a boca não tem o que dizer. É a pele que sente, é ela que não mente, antes ela fosse transparente, e por igual todos mostrar. Foi ela quem sofreu no açoite, de dia e de noite, cada rasgo, cada…
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⁠O cabelo vai dizer, os olhos vão dizer, os traços vão dizer, mas se a pele não disser, a boca não tem o que dizer. É a pele que sente, é ela que não mente, antes ela fosse transparente, e por igual todos mostrar. Foi ela quem sofreu no açoite, de dia e de noite, cada rasgo, cada corte, resilientemente forte, toda ferida de morte, pelos séculos perpetuar. Quem sofre é o preto, nesse racismo em panfleto, e pra todo humor negro obsoleto, não há reposição cultural pra reparar. Que se cale o moreninho, nem se meta o escurinho, que aceita apelidinho, pra pele negra nomear. Muito é fácil advogar a causa, já ganha, injustiçada, por cada gota derramada, do nobre sangue negro ainda a pingar. Seja aqui ou aruanda, até dentro da umbanda, se fechem as portas de wakanda, pro falso negro não entrar.

⁠Tá na moda e eu não sou a moda. Sou a árvore desse galho que poda. Mais que só a carência, amor é a tendência e cafona é a vazia foda. Te oriente, sou decente, a maldade está na mente e eu não sei me insinuar. Não sou alma descarada, nem de santo tenho nada. Não me curvo ao deli…
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⁠Tá na moda e eu não sou a moda. Sou a árvore desse galho que poda. Mais que só a carência, amor é a tendência e cafona é a vazia foda. Te oriente, sou decente, a maldade está na mente e eu não sei me insinuar. Não sou alma descarada, nem de santo tenho nada. Não me curvo ao deliberado, é só uma questão de palpite, ter o desejo ponderado, à tudo que tem um limite. Ainda sou orgânico, sei sentir e existir, mesmo que forçado ao mecânico, do padrão a se seguir.

⁠O embate nunca foi em ser minoria, e sim desunião. Exército que entre si diverge, criando maiores barreiras que as já postas. Mas só estamos aqui, por que vieram antes de nós. Exercemos nossos direitos, e ainda não como deveríamos, mas graças a cara que um dia foi dada à tapa. E…
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⁠O embate nunca foi em ser minoria, e sim desunião. Exército que entre si diverge, criando maiores barreiras que as já postas. Mas só estamos aqui, por que vieram antes de nós. Exercemos nossos direitos, e ainda não como deveríamos, mas graças a cara que um dia foi dada à tapa. E os radares foram destruídos, sensores que barravam a ida e vinda, gerando perseguições de morte que perpetuam até hoje. Silêncio também é resposta, mas não quando se é um exército com um arsenal e muita bala. Calado é o acovardado, incubado, que omite suas verdades. Quem assume, luta, e não passa batido, passa batendo, com o punho doído, se defendendo.

⁠Cada sentimento é um trecho Cada trecho me rendia Me rendia o desfecho
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⁠Cada sentimento é um trecho Cada trecho me rendia Me rendia o desfecho De uma nova poesia. E o que tem dentro expor Sem nenhum problema De dentro pra fora compor Nos dedos um novo poema Me esvaziar num papel Me jorrar de escrever Mesmo fechado o tempo Com palavras abrir o céu Te molhar de chover Nos trechos de um sentimento.

⁠Orgulho de mim, é cabeça erguida. Não é nariz em pé, é ser dono da própria vida. Longe do que é soberba, é humildade demais até, e de tanto que pisada, de se submeter já cansada, resolveu usar a fé. É somente postura, na glória e na luta, que estiver por chegar. Ainda que super…
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⁠Orgulho de mim, é cabeça erguida. Não é nariz em pé, é ser dono da própria vida. Longe do que é soberba, é humildade demais até, e de tanto que pisada, de se submeter já cansada, resolveu usar a fé. É somente postura, na glória e na luta, que estiver por chegar. Ainda que superioridade pareça, não julgue nem desmereça, mas primeiro conheça, pra depois falar.

⁠Muito é fácil culpar pelo esquecimento, quando também nos esquecemos. Não lembrar é reciprocidade livre, além de ninguém ser insubstituível. Só some algo que se perdeu. E se perdeu, larga de mão ou procura? Laços foram feitos para serem amarrados ou cortados. Só se cobra presenç…
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⁠Muito é fácil culpar pelo esquecimento, quando também nos esquecemos. Não lembrar é reciprocidade livre, além de ninguém ser insubstituível. Só some algo que se perdeu. E se perdeu, larga de mão ou procura? Laços foram feitos para serem amarrados ou cortados. Só se cobra presença, quando o seu afeto não tem ausência. Culpa é abandonar no passado o que tem significado, por um erro que não foi perdoado, um braço a torcer que não foi dado. É século XXI e distância física não impede contato. Quem esqueceu, esqueceu, isso é fato.

Entenda que boa parte ou parte inteira deste pouco caso e desapego impresso, é só atuação proposital, na intenção de lhe afetar. E se te quero tanto assim e não demonstro, é porque mais de você pode ser feito para que me conquiste. E não mostrar a entrega, quando já é seu meu cor…
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Entenda que boa parte ou parte inteira deste pouco caso e desapego impresso, é só atuação proposital, na intenção de lhe afetar. E se te quero tanto assim e não demonstro, é porque mais de você pode ser feito para que me conquiste. E não mostrar a entrega, quando já é seu meu coração, causando o medo de não mais o ter. Onde sumir é a ideia. Realçar o abandono, provocando o gosto de fim. Pondo na tua mente uma incógnita, do motivo dos desprezos. Perdoe essa indelicadeza, é tudo fruto daquilo que um dia foi dor. Perdoe essas muralhas e fortalezas, minhas barreiras e incertezas, que me impedem de sorrir. Que me faz confundir o inofensivo, com algo nocivo, que possa me ferir. Eu te quero bem. Só perdoe minhas cicatrizes, minhas tentativas infelizes, de um passado a interferir.

⁠Uso o que tenho, preciso do que possuo ou posso alcançar. Nem me lembro do que podem me oferecer, e se lembro, trato logo de um improviso que substitua. Conheço bem a face da humildade de saber pedir sim, é que minhas preferências tem sido pelos meus próprios joelhos se ralando…
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⁠Uso o que tenho, preciso do que possuo ou posso alcançar. Nem me lembro do que podem me oferecer, e se lembro, trato logo de um improviso que substitua. Conheço bem a face da humildade de saber pedir sim, é que minhas preferências tem sido pelos meus próprios joelhos se ralando na escalada. E esse fato não me isenta de dar a mão na boa vontade. Sei dar até o braço ao que carecer, mas jamais os pés que me trouxeram até onde cheguei.

⁠Há quem goste mesmo é das falsidades. Sorrisos e abraços, beijos no rosto e elogios forçados, antes de qualquer verdade que lhe doa. Há quem se aparte do que é bruto, sincero, do que não foi lapidado. Não sabendo lidar com a nudez da face, como se fossem grosserias as transparên…
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⁠Há quem goste mesmo é das falsidades. Sorrisos e abraços, beijos no rosto e elogios forçados, antes de qualquer verdade que lhe doa. Há quem se aparte do que é bruto, sincero, do que não foi lapidado. Não sabendo lidar com a nudez da face, como se fossem grosserias as transparências, mantendo-se sempre perto do que é fútil e manequim.

⁠Quando toda a pena vale, não é a distância que afasta, do contrário, é a que torna mais claro o caminho. E ainda que longo de ser percorrido, é nas resistências das extremidades, que se tem as certezas do que se quer e há aposta sem receio. Onde pra uns toda distância a visão tu…
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⁠Quando toda a pena vale, não é a distância que afasta, do contrário, é a que torna mais claro o caminho. E ainda que longo de ser percorrido, é nas resistências das extremidades, que se tem as certezas do que se quer e há aposta sem receio. Onde pra uns toda distância a visão turva, pra outros é o que ilumina nas estradas cada curva.

⁠Desculpe-se você com a vida, e pare de culpá-la. Como um detetive sempre buscando um novo suspeito, culpado por seus crimes inafiançáveis. Já não cabe mais culpar a vida ou o que lhe venha acarretar numa infelicidade. Descubra o espelho. Se veja! Dói tanto assim se apontar? É tã…
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⁠Desculpe-se você com a vida, e pare de culpá-la. Como um detetive sempre buscando um novo suspeito, culpado por seus crimes inafiançáveis. Já não cabe mais culpar a vida ou o que lhe venha acarretar numa infelicidade. Descubra o espelho. Se veja! Dói tanto assim se apontar? É tão difícil parar de procurar o erro ao derredor? Acha melhor endividar algo em culpa, do que assumir o que é defeituoso?

⁠É no amor que a gente realiza quem nós somos. Viver de forma egoísta, é nunca se realizar como pessoa. Independente de alguém ser chamado ao matrimônio, ao celibato ou sacerdócio, se essa pessoa vive para si mesma ou para o próprio prazer, ela não é feliz! Isso em qualquer âmbit…
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⁠É no amor que a gente realiza quem nós somos. Viver de forma egoísta, é nunca se realizar como pessoa. Independente de alguém ser chamado ao matrimônio, ao celibato ou sacerdócio, se essa pessoa vive para si mesma ou para o próprio prazer, ela não é feliz! Isso em qualquer âmbito de relacionamento. Se eu tiver uma amizade, não serei feliz buscando apenas a minha felicidade. Isso namoro, família, amizade, casamento... Falo de reciprocidade, sem isso não há plenitude.