Frase de Matt Ianella
- Denso - Tão somente como o óleo, não se diluindo nem misturando. Aquele que invariavelmente unindo-se aos de sua mesma densidade, não se auto corroendo na ferrugem da vaidade.
No pensador.ai desde
- Denso - Tão somente como o óleo, não se diluindo nem misturando. Aquele que invariavelmente unindo-se aos de sua mesma densidade, não se auto corroendo na ferrugem da vaidade.
No pensador.ai desde
O universo no conselho a persistir, Da mudança repentina no horizonte. Sussurrando um novo tempo por vir,
O universo no conselho a persistir, Da mudança repentina no horizonte. Sussurrando um novo tempo por vir, Que ainda havia juventude nessa fonte. Como uma espécie de surdez, Tal ignorância em não enxergar. Medo de destruir a terrestre solidez, E permitir toda a paisagem sideral mudar. A vibração positiva indicando uma rota, Mente preparada faz introdução. Coração na mesma cegueira idiota, Rejeita do cosmos a instrução. Quiza a grandeza de Urano não permita, Observar galáxias como outros continentes. Visitar outro sol, a Via láctea cogita, Me aquecer no calor das estrelas cadentes.
O benefício de colher, não se dá somente ao ato de plantar, mas também ao de regar. Simples é derrubar as sementes pelo caminho, disso até os pássaros irracionais são capazes. Complexo é manter as pragas longe do plantio e o solo úmido até florescer.
Tá na moda e eu não sou a moda. Sou a árvore desse galho que poda. Mais que só a carência, amor é a tendência e cafona é a vazia foda. Te oriente, sou decente, a maldade está na mente e eu não sei me insinuar. Não sou alma descarada, nem de santo tenho nada. Não me curvo ao deli…
Tá na moda e eu não sou a moda. Sou a árvore desse galho que poda. Mais que só a carência, amor é a tendência e cafona é a vazia foda. Te oriente, sou decente, a maldade está na mente e eu não sei me insinuar. Não sou alma descarada, nem de santo tenho nada. Não me curvo ao deliberado, é só uma questão de palpite, ter o desejo ponderado, à tudo que tem um limite. Ainda sou orgânico, sei sentir e existir, mesmo que forçado ao mecânico, do padrão a se seguir.
O cabelo vai dizer, os olhos vão dizer, os traços vão dizer, mas se a pele não disser, a boca não tem o que dizer. É a pele que sente, é ela que não mente, antes ela fosse transparente, e por igual todos mostrar. Foi ela quem sofreu no açoite, de dia e de noite, cada rasgo, cada…
O cabelo vai dizer, os olhos vão dizer, os traços vão dizer, mas se a pele não disser, a boca não tem o que dizer. É a pele que sente, é ela que não mente, antes ela fosse transparente, e por igual todos mostrar. Foi ela quem sofreu no açoite, de dia e de noite, cada rasgo, cada corte, resilientemente forte, toda ferida de morte, pelos séculos perpetuar. Quem sofre é o preto, nesse racismo em panfleto, e pra todo humor negro obsoleto, não há reposição cultural pra reparar. Que se cale o moreninho, nem se meta o escurinho, que aceita apelidinho, pra pele negra nomear. Muito é fácil advogar a causa, já ganha, injustiçada, por cada gota derramada, do nobre sangue negro ainda a pingar. Seja aqui ou aruanda, até dentro da umbanda, se fechem as portas de wakanda, pro falso negro não entrar.