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Frase de Matt Ianella

Entenda que boa parte ou parte inteira deste pouco caso e desapego impresso, é só atuação proposital, na intenção de lhe afetar. E se te quero tanto assim e não demonstro, é porque mais de você pode ser feito para que me conquiste. E não mostrar a entrega, quando já é seu meu coração, causando o medo de não mais o ter. Onde sumir é a ideia. Realçar o abandono, provocando o gosto de fim. Pondo na tua mente uma incógnita, do motivo dos desprezos. Perdoe essa indelicadeza, é tudo fruto daquilo que um dia foi dor. Perdoe essas muralhas e fortalezas, minhas barreiras e incertezas, que me impedem de sorrir. Que me faz confundir o inofensivo, com algo nocivo, que possa me ferir. Eu te quero bem. Só perdoe minhas cicatrizes, minhas tentativas infelizes, de um passado a interferir.

Matt Ianella

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Pensador.com

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⁠O universo no conselho a persistir, Da mudança repentina no horizonte. Sussurrando um novo tempo por vir,
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⁠O universo no conselho a persistir, Da mudança repentina no horizonte. Sussurrando um novo tempo por vir, Que ainda havia juventude nessa fonte. Como uma espécie de surdez, Tal ignorância em não enxergar. Medo de destruir a terrestre solidez, E permitir toda a paisagem sideral mudar. A vibração positiva indicando uma rota, Mente preparada faz introdução. Coração na mesma cegueira idiota, Rejeita do cosmos a instrução. Quiza a grandeza de Urano não permita, Observar galáxias como outros continentes. Visitar outro sol, a Via láctea cogita, Me aquecer no calor das estrelas cadentes.

⁠Tá na moda e eu não sou a moda. Sou a árvore desse galho que poda. Mais que só a carência, amor é a tendência e cafona é a vazia foda. Te oriente, sou decente, a maldade está na mente e eu não sei me insinuar. Não sou alma descarada, nem de santo tenho nada. Não me curvo ao deli…
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⁠Tá na moda e eu não sou a moda. Sou a árvore desse galho que poda. Mais que só a carência, amor é a tendência e cafona é a vazia foda. Te oriente, sou decente, a maldade está na mente e eu não sei me insinuar. Não sou alma descarada, nem de santo tenho nada. Não me curvo ao deliberado, é só uma questão de palpite, ter o desejo ponderado, à tudo que tem um limite. Ainda sou orgânico, sei sentir e existir, mesmo que forçado ao mecânico, do padrão a se seguir.