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Frases de Marques Bueno

109 frases

“A dor que corrói a alma” O jantar, os talheres, as flores raras enfeitando a mesa, o vinho da cor do pecado, o aroma dos sabores... só não contava com tua ausência. Os minutos martelam minha mente, a cada hora passada sinto-me mais carente, Deus castiga-me de forma velada... p…
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“A dor que corrói a alma” O jantar, os talheres, as flores raras enfeitando a mesa, o vinho da cor do pecado, o aroma dos sabores... só não contava com tua ausência. Os minutos martelam minha mente, a cada hora passada sinto-me mais carente, Deus castiga-me de forma velada... pois sou pecador inocente. A cama vazia, o perfume da última noite, as gargalhadas, os abraços, aquela vida encantada... o destino mata muito além da alma,sonhos,ilusões,bem que gostaria. As cartas esparramadas pela mesa, o anel em que seu dedo brilhava; agora apenas papel e lataria... inegavelmente o amor foi maior,reluzia. Uma simples jornada era o que queria, mas a vida possui suas trapaças, nada que amedronte, apenas destrói o que mais se almejava... um amor puro que nunca se esquecia.

“O doce torpor do absinto” Simples imaculado, vicio inacabado, sorriso tímido olhos avermelhados, teu nome não é um insulto, apenas algo que não se pode ler. Vertigens em forma de canção, momentos inesquecíveis, amigos eu sei que não, seu abraço é um alivio, infelizmente não vi…
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“O doce torpor do absinto” Simples imaculado, vicio inacabado, sorriso tímido olhos avermelhados, teu nome não é um insulto, apenas algo que não se pode ler. Vertigens em forma de canção, momentos inesquecíveis, amigos eu sei que não, seu abraço é um alivio, infelizmente não vivo atrelado a esta estúpida ilusão. Simples caminho coberto de escuridão, aliás, é um belo abrigo, só a morte é fiel companheira, toda vida é aventureira; apesar de tudo, sua propriedade não se pode ter. Vertigens nas cicatrizes alheias a nas almas que pediram socorro, estado pútrido daquela vida carente, brincadeira inocente que nunca sai da mente, trazendo pura inação.

“Tardes sufocantes” Adentrei em nossa casa e o silêncio sepulcral se fez presente, vazio pela casa, lembranças na mente. Olhei o velho relógio pendurado na parede acima de sua foto, e por mais que tentasse, ele sequer mudava sua rotina torturante.
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“Tardes sufocantes” Adentrei em nossa casa e o silêncio sepulcral se fez presente, vazio pela casa, lembranças na mente. Olhei o velho relógio pendurado na parede acima de sua foto, e por mais que tentasse, ele sequer mudava sua rotina torturante. O telefone não toca, os pássaros sequer ciscam em nosso jardim, o tempo parece uma afiada navalha, rasgando impiedosamente, minha saudade insolente. Os passatempos não me valem de nada, fechar os olhos além de doloroso, faz com que a distância engrandeça novamente. Agora as tardes são insignificantes, o sol escaldante não aquece um corpo ausente, o café se tornou amargo, a comida insuficiente. Volta logo, assim posso abrilhantar o sol divinamente.

“Um pouco confuso” Não posso ser julgado por ser inocente, não posso ser exaltado por não ter agido de forma decente. Não quero uma pessoa carente, também ninguém envolvente, quero apenas minha paz, não quero ser o autor de lágrimas latentes.
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“Um pouco confuso” Não posso ser julgado por ser inocente, não posso ser exaltado por não ter agido de forma decente. Não quero uma pessoa carente, também ninguém envolvente, quero apenas minha paz, não quero ser o autor de lágrimas latentes. Quero andar sozinho para assim trocar vivências com a solidão, a noite não vem acompanhada da ingratidão, mistério é esperar a escuridão. Posso até sorrir calado, riso para esquecer a procura de toda solução, não sei se amo a infinita estrada, também cansei de incitar confusão. A vida possui apenas uma fonte, mas este rio tem várias ramificações, e é em uma delas que escorre a dúvida deste infante poeta sem coração...

“Tempo de problemas” A acidez de tuas palavras é a paz de minha morada, teu elogio não me satisfaz; sofrer demais não é apogeu... O problema maior é não notar o teu, esperar um dia melhor pode ser como regar uma flor de madeira; não queria enxergar, mas tudo se escondeu...
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“Tempo de problemas” A acidez de tuas palavras é a paz de minha morada, teu elogio não me satisfaz; sofrer demais não é apogeu... O problema maior é não notar o teu, esperar um dia melhor pode ser como regar uma flor de madeira; não queria enxergar, mas tudo se escondeu... A atenção outrora tão bem falada é o que mais se perdeu, ironia é andar e errar de boca fechada; aliás, isto você não crê, muito menos eu... O pedaço de amor que ainda exala é o ultimo trocado esquecido no bolso da calça e trancafiados estão meus pesares; teus passos sumiram na beira na praia, todo esquecimento parece ser apenas meu... A solução não é encontrada na esquina, a fantasia do amor falhou, o desdém é a ordem do dia, tuas idéias não mais contagiam, desprenderam-se da carne; infelizmente sinto que algo além também morreu... O pedido para uma singela melhora não pode ser apenas meu, concordo que a vida é uma velha anedota, também que o destino é ardil e ateu; ninguém tem certeza de nada, respeito apenas a vontade de Deus.

"Sussurros ensurdecedores” Amar alguém não é um sacrifício desumano, é uma dádiva que sempre está engatinhando. Chorar por alguém não é convincente, esperar sempre a mesma resposta é vício insignificante.
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"Sussurros ensurdecedores” Amar alguém não é um sacrifício desumano, é uma dádiva que sempre está engatinhando. Chorar por alguém não é convincente, esperar sempre a mesma resposta é vício insignificante. Amar mesmo alguém é viver a cada respiração, não esperar sofrimento, vida sem perturbação. Chorar enquanto suspira é ler a carta manchada pelas lágrimas da última discussão tardia. Amar o sol que não vem, pode erroneamente culpar a noite por faltar sedução. Chorar pela falta de romantismo é esquecer a poesia declamada, não temendo o trovão. Amar a eloqüência de um sorriso é fácil para o coração, é bom; contagia. Chorar e se perder é trair a promessa de duas almas, influência vazia então.

“A verdade de cada um” Somos formados em falar mal dos outros, estamos dispostos a exceder desgostos, não ouvir nem um pouco e de tudo tirar nossa errada conclusão. Uns se acham deuses, outros se acham capazes, alguns inconseqüentes, outros não é bom nem falar. Vivemos nossa vi…
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“A verdade de cada um” Somos formados em falar mal dos outros, estamos dispostos a exceder desgostos, não ouvir nem um pouco e de tudo tirar nossa errada conclusão. Uns se acham deuses, outros se acham capazes, alguns inconseqüentes, outros não é bom nem falar. Vivemos nossa vida por aparência, algumas vezes vivemos em função de outros, não por gosto, talvez um incompreensível desconforto. Eu tenho certeza que sou o dono da razão, e isto, claro,você também tem,somos donos de opiniões repetitivas e moldadas pela mesmice e pela falta total de raciocínio e também por medo de não ser aceito pela maioria que sempre caminha para lugar nenhum. Os simples bate-papos já não têm a mesma verdade, os sentimentos estão maquiados, a gratidão deu lugar ao orgulho, a simples canção perdeu-se no escuro e nosso pensamento continua, infelizmente, obscuro. Nada está mal, tudo vai bem, não posso mais me expressar, mas tudo bem, não é meu pífio pensamento que conseguirá mudar o mundo, e é assim que pensa meu vizinho e o dele e o dele e etc. Somos fantoches da situação, porém um é mais chique que o outro e isto é o que importa, um possui uma roupa mais expressiva e seu carro do ano, enquanto o outro é apenas um coitado, e assim desgracadamente vamos remando nosso barquinho, sem saber o rumo que seguiremos, desconfiados é verdade, entretanto, sorrindo. Não dedico este cotidiano a ninguém, apenas digo que talvez seja o momento de efetuar a troca de nossos espelhos, pois a velha imagem já não agrada ninguém.

“Outra noite sombria” O meu dia fora carregado apenas de perfeição, para onde caminhava, tudo me sorria, um minuto exacerbado... não me atingia. Os beijos e abraços, soberba magia, demoras e atrasos, isto não existia, a fera estava amansada, nada mais, muita alegria.
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“Outra noite sombria” O meu dia fora carregado apenas de perfeição, para onde caminhava, tudo me sorria, um minuto exacerbado... não me atingia. Os beijos e abraços, soberba magia, demoras e atrasos, isto não existia, a fera estava amansada, nada mais, muita alegria. Os desejos, os pedidos, mera esperança em vão, a noite se aproximava, o tempo não parava e o minuto corria. O dia disse até logo, deixando a paz para o próximo dia, todo sonho se tornou incerto, aguardava pela covardia. Os fantasmas me apunhalavam, a sede de vingança, isto sim existia, queria uma noite silenciosa; meu pecado enfim... não permitia.

“Santo ou demônio” Atitudes tão estranhas, sentimentos sem fim, solidão como forma de alívio, busca vaga, uma estrada sem leis. Busca inacabada por aquilo que se perdeu, um longo período de marasmo, só não chore desta vez.
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“Santo ou demônio” Atitudes tão estranhas, sentimentos sem fim, solidão como forma de alívio, busca vaga, uma estrada sem leis. Busca inacabada por aquilo que se perdeu, um longo período de marasmo, só não chore desta vez. Cavalgue pelos mais penosos caminhos, a chuva e a tempestade ás vezes podem trazer um amor; suspire. Demônios têm o dom de perturbar nossas almas, a sua flor é recheada de espinhos, tormenta distante. Espreite a batalha insuperável, o inferno é uma bela canção e teu paraíso está apenas em construção. Fundamental é acordar e sentir-se bem, não importa o mal que se fez; errado outra vez. Generosos são aqueles que enxergam um pouco mais com o coração, homens castos, defeitos que emanam soluções. Harmoniosas são as palavras que curam as dores, não possuo esta felicidade, minhas palavras murcham a flor. Insistentes foram os romances, exigentes as decepções; tanto faz um abraço ou um sorriso, nunca tive noção. Jeitoso quando acaricio com minhas mãos, jubiloso quando digo não, justiceiro ou não é apenas escolha; opção.

“Vida simples” Sujeito aos tropeços de uma vida iniciada com os conselhos de sábios inconseqüentes, traduzindo frases cada vez mais obsoletas e apimentadas de vícios vazios. Trapaceando com quem nunca ninguém conseguiu enganar, ultrapassando pequenos espaços que sua mente não v…
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“Vida simples” Sujeito aos tropeços de uma vida iniciada com os conselhos de sábios inconseqüentes, traduzindo frases cada vez mais obsoletas e apimentadas de vícios vazios. Trapaceando com quem nunca ninguém conseguiu enganar, ultrapassando pequenos espaços que sua mente não viu e o que viu ninguém lhe pediu. Uma vida repleta de crises e mesmo assim vou sorrindo, estragando tudo que fora planejado e ainda assim conseguindo o que se imaginou, ou seja, um fim. Um bom dia a tudo que se criou, uma vida sem atrativos, uma vida em dissabor, desenhos incolores, assim vou partindo. Não quero a vida de um desgraçado, não quero uma vida bandida, quero apenas poder respirar, ter domínio de meus dias, cantar e poder ser ouvido, chorar e esquecer do martírio,gritar e ouvir vários xingos. Esta é uma vida exemplar, não peço nada demais, espero apenas paz e alivio.

“Precioso segredo” P reciso de perdão, mas não de amigo; R eceio tudo ter sido em vão, belo castigo;
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“Precioso segredo” P reciso de perdão, mas não de amigo; R eceio tudo ter sido em vão, belo castigo; E spero pra te dar a mão, sinto perigo; C aminho pela contramão, busco um artigo; I nsisto nesta direção; estou perdido contigo; O vento muda a estação, quebrando o trigo; S audades não aprecio, vem ficar comigo; O uço apenas uma voz que vem do velho jazigo; S ugiro uma distração, lindo rosto sorrindo; E scondo de meu coração, mas estou partindo; G aroa é meu choro e meu corpo vai caindo; R ebato teu sentimento e assim continuo fugindo; E stou sofrendo por amor, um dia acabo não resistindo; D oi saber o quanto se ama, finjo estar dormindo, O segredo é sabido, não escondo de ninguém o que vou sentindo.

“A vida em uma nota só” Pode ser tolice o que tenho a dizer, mas a mesmice certa vez, pode sim ser fonte para uma grande inspiração. Atropelo meus anseios quando procuro agir mudando a direção, não entendo o lisonjeio, meu simples pensamento evita andar na contramão.
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“A vida em uma nota só” Pode ser tolice o que tenho a dizer, mas a mesmice certa vez, pode sim ser fonte para uma grande inspiração. Atropelo meus anseios quando procuro agir mudando a direção, não entendo o lisonjeio, meu simples pensamento evita andar na contramão. Tenho desejo de ultrapassar o muro, meu cativeiro é frio e sem compaixão, mas não é desconhecido e traiçoeiro quanto à decepção. Não faço apologia à rotineira jornada, não sou sábio e não aprendi a lição, a vida permanece inalterada, bobagem insistir em emoção. Os anjos esqueceram-se de mim, tenho lampejos de quando soltei suas mãos, viver em uma nota só não é sorteio, digo isso sem o dom da persuasão.

“Um dia perfeito” Hoje não é um dia como outro dia... Hoje é o dia da canção que toca profundamente o escolhido coração...
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“Um dia perfeito” Hoje não é um dia como outro dia... Hoje é o dia da canção que toca profundamente o escolhido coração... Hoje é o dia da superação, dia de dedicação, dia de amor e da magia... Hoje é o dia de belos sorrisos, abraços quentinhos, sussurros ao pé do ouvido, histórias de devoção... Hoje é o dia do presente singelo e também do exorbitante, do toque na mão sem malicia e do beijo provocante... Hoje é o dia de todos amantes, amigos, maridos, esposas e também dos” ficantes”,das flores e das rosas e dos perfumes tocantes... Hoje é o dia daquele que ama e daquele que prometeu seu amor; feliz dia aos eternos namorados continuem assim, pois é este amor que contagia.

“Algo que possui seu valor” De que adianta uma palavra que cai ao vento, de que adianta ouvir a repetitiva velha canção, se o vento gelado é tormenta e a canção é apenas adereço de inútil decoração. De que adianta ouvir ordinário elogio, de que adianta ouvir caprichoso, sermão…
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“Algo que possui seu valor” De que adianta uma palavra que cai ao vento, de que adianta ouvir a repetitiva velha canção, se o vento gelado é tormenta e a canção é apenas adereço de inútil decoração. De que adianta ouvir ordinário elogio, de que adianta ouvir caprichoso, sermão se o elogio é uma farsa banida, nada vale teu tristonho sermão. De que adianta apoiar a cadeira quebrada ao relento, de que adianta romper a madeira de tua imaginação, se a cadeira não te acomoda e a madeira partiu-se com as mãos. De que adianta colher as flores, de que adianta pedir perdão,se as flores já estão mortas e se a falha não tem perdão. De que adianta transpirar velhacos desassossegos, de que adianta ansiar por momentos irrisórios de inspiração, se o desassossego é uma dúvida consigo mesmo e o ilustrado lampejo de inspiração dorme sem acalento. De que adianta satirizar a noite em que esquecemos de dar risadas, de que adianta muita confusão, a vida não dura nada; utópica convicção.

“(In) feliz” P obreza incrustada no coração; R eceio de sofrer desilusão;
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“(In) feliz” P obreza incrustada no coração; R eceio de sofrer desilusão; O nisciente, tolo por opção; F uturo incerto, mera insatisfação; U fano, mesmo sem visão; N avalha na carne, incisão; D ilúvio repetitivo, velha situação; A lívio vexatório,singela inquietação; T aciturno, nenhuma simples canção; R espeito inato, nunca perdão; I gnorante em certa ocasião; S aciado na palavra paixão; T alentoso, sequer causa exposição; E scrúpulos atormentados, errada dedicação; Z ombando sempre, costumeira degradação, A lvoroço da alma, alucinação.

“Ausência daquela canção” Meu erro maior, talvez,foi falar em demasia, tentar ser o melhor, viver uma vida que não existia... Teu pedido em dó maior ecoou bem alto, até onde não devia, o aglomerado de conselhos era o que eu temia...
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“Ausência daquela canção” Meu erro maior, talvez,foi falar em demasia, tentar ser o melhor, viver uma vida que não existia... Teu pedido em dó maior ecoou bem alto, até onde não devia, o aglomerado de conselhos era o que eu temia... Meu destino é bem pior, sou grato pela casa vazia, minha estigma é bem maior, lesiva estória feroz... Teu caminho para vida é um campo florido, o meu é a noite sombria, teu arco-íris talvez não seja capaz... Meu lampejo de bondade, não sorvia, não queria, faltou tua companhia, escravo de alma lavada, nada mais sorria... Teu sossego tem hora marcada, alguma palavra colocada para mais, é execrada, é heresia, o silêncio nunca serviu para nós, suprimia... Meu pecado maior é que eu nunca insistia, chorei, sorri e esqueci, coitado de quem imaginou vida parecida... Teu desleixo era o que menos me batia, tua razão era absurda, o que eu queria não cabia, engoli várias batalhas... Meu martírio é olhar para o espelho, o que consigo ver não me atrai, pequenos pedaços de nada... Teu amor não é doentio, muito menos varonil, é apenas uma falha perfeita, um olhar que não aprova, tardes sem apogeu...

“Perdoa e desculpa meus erros” É um desacordo errar, machucar, fazer com que escorram lágrimas, entristecer tudo à sua volta e em um joguete de palavras simplesmente pedir perdão. É um respirar sem fôlego, é engrandecer um simples transtorno, é saber magoar sem qualquer esforço…
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“Perdoa e desculpa meus erros” É um desacordo errar, machucar, fazer com que escorram lágrimas, entristecer tudo à sua volta e em um joguete de palavras simplesmente pedir perdão. É um respirar sem fôlego, é engrandecer um simples transtorno, é saber magoar sem qualquer esforço, é ser astuto e simbolicamente pedir candidamente, desculpas. É um velho desconforto, é suscitar sofrimento novo, talvez viver coligindo tombos, apontando as cicatrizes no velho corpo, novo pedido sem distinção, cordialmente, perdão. É um destino esparso, caminhando atrás de alguns passos, é a prece que não vem do coração, é a falha conhecida, teimosamente pedindo desculpas. É um livro que não faltam paginas, estão sem escrita, vêm apenas assinado desculpas e perdão, algo lastimável, passível quiçá um dia, de solução.

“A carta que queria o recomeço.” Hoje imaginei um dia para recomeçar, esperando o sol gelado do inverno, na esperança de que ele esquentasse meu gélido coração, tirando-me deste cruel desespero. Tudo o que queria era apenas dizer amo você, sem receio de falhar, sei que caminho…
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“A carta que queria o recomeço.” Hoje imaginei um dia para recomeçar, esperando o sol gelado do inverno, na esperança de que ele esquentasse meu gélido coração, tirando-me deste cruel desespero. Tudo o que queria era apenas dizer amo você, sem receio de falhar, sei que caminho longe da perfeição, somente pretendia não mais perder a direção. Acabei de ser o responsável por fazer verter em seu lindo rosto aquela lagrima de sangue, meu obcecado vexame, ultrapasso o respeito que é seu nome. Recomeço os dias contando quantas foram as noites, quantos momentos de descontrole,tempo perdido que à alma some,iludindo o destino,cão ferino,reles madrugadas. O banquete que preparei para nós serve agora apenas para alimentar os vermes, teu singelo desprezo latente encontrou minha escuridão, afogamo-nos no choro sem convicção.

“Descansar” ...a fala traída pelos anos de amor derramado,tempo perdido. ...a decadência de seu ensaio de desculpas,tépido bate papo.
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“Descansar” ...a fala traída pelos anos de amor derramado,tempo perdido. ...a decadência de seu ensaio de desculpas,tépido bate papo. ...a transparência ofuscada pelo descaso das frias noites em claro. ...a perdição que te implora e que nunca vai embora. ...a comovente espera de paz,detalhes ás vezes tão esquecidos. ...o pôr do sol que tantas brigas deixou de iluminar. ...o suspirar que traz dor à memória,particularidades nada envolvente. ...o apreço que desconheço,oriundo de um mal querer qualquer. ...o desassossego que acompanha tua voz,sussurros deixados ao léu. ...o cansaço perpetrado pelos erros maiores,pequena é minha aflição.