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Frase de Marques Bueno

“A verdade de cada um” Somos formados em falar mal dos outros, estamos dispostos a exceder desgostos, não ouvir nem um pouco e de tudo tirar nossa errada conclusão. Uns se acham deuses, outros se acham capazes, alguns inconseqüentes, outros não é bom nem falar. Vivemos nossa vida por aparência, algumas vezes vivemos em função de outros, não por gosto, talvez um incompreensível desconforto. Eu tenho certeza que sou o dono da razão, e isto, claro,você também tem,somos donos de opiniões repetitivas e moldadas pela mesmice e pela falta total de raciocínio e também por medo de não ser aceito pela maioria que sempre caminha para lugar nenhum. Os simples bate-papos já não têm a mesma verdade, os sentimentos estão maquiados, a gratidão deu lugar ao orgulho, a simples canção perdeu-se no escuro e nosso pensamento continua, infelizmente, obscuro. Nada está mal, tudo vai bem, não posso mais me expressar, mas tudo bem, não é meu pífio pensamento que conseguirá mudar o mundo, e é assim que pensa meu vizinho e o dele e o dele e etc. Somos fantoches da situação, porém um é mais chique que o outro e isto é o que importa, um possui uma roupa mais expressiva e seu carro do ano, enquanto o outro é apenas um coitado, e assim desgracadamente vamos remando nosso barquinho, sem saber o rumo que seguiremos, desconfiados é verdade, entretanto, sorrindo. Não dedico este cotidiano a ninguém, apenas digo que talvez seja o momento de efetuar a troca de nossos espelhos, pois a velha imagem já não agrada ninguém.

Marques Bueno

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Marques Bueno

“Tardes sufocantes” Adentrei em nossa casa e o silêncio sepulcral se fez presente, vazio pela casa, lembranças na mente. Olhei o velho relógio pendurado na parede acima de sua foto, e por mais que tentasse, ele sequer mudava sua rotina torturante.
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“Tardes sufocantes” Adentrei em nossa casa e o silêncio sepulcral se fez presente, vazio pela casa, lembranças na mente. Olhei o velho relógio pendurado na parede acima de sua foto, e por mais que tentasse, ele sequer mudava sua rotina torturante. O telefone não toca, os pássaros sequer ciscam em nosso jardim, o tempo parece uma afiada navalha, rasgando impiedosamente, minha saudade insolente. Os passatempos não me valem de nada, fechar os olhos além de doloroso, faz com que a distância engrandeça novamente. Agora as tardes são insignificantes, o sol escaldante não aquece um corpo ausente, o café se tornou amargo, a comida insuficiente. Volta logo, assim posso abrilhantar o sol divinamente.

“O doce torpor do absinto” Simples imaculado, vicio inacabado, sorriso tímido olhos avermelhados, teu nome não é um insulto, apenas algo que não se pode ler. Vertigens em forma de canção, momentos inesquecíveis, amigos eu sei que não, seu abraço é um alivio, infelizmente não vi…
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“O doce torpor do absinto” Simples imaculado, vicio inacabado, sorriso tímido olhos avermelhados, teu nome não é um insulto, apenas algo que não se pode ler. Vertigens em forma de canção, momentos inesquecíveis, amigos eu sei que não, seu abraço é um alivio, infelizmente não vivo atrelado a esta estúpida ilusão. Simples caminho coberto de escuridão, aliás, é um belo abrigo, só a morte é fiel companheira, toda vida é aventureira; apesar de tudo, sua propriedade não se pode ter. Vertigens nas cicatrizes alheias a nas almas que pediram socorro, estado pútrido daquela vida carente, brincadeira inocente que nunca sai da mente, trazendo pura inação.

“A dor que corrói a alma” O jantar, os talheres, as flores raras enfeitando a mesa, o vinho da cor do pecado, o aroma dos sabores... só não contava com tua ausência. Os minutos martelam minha mente, a cada hora passada sinto-me mais carente, Deus castiga-me de forma velada... p…
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“A dor que corrói a alma” O jantar, os talheres, as flores raras enfeitando a mesa, o vinho da cor do pecado, o aroma dos sabores... só não contava com tua ausência. Os minutos martelam minha mente, a cada hora passada sinto-me mais carente, Deus castiga-me de forma velada... pois sou pecador inocente. A cama vazia, o perfume da última noite, as gargalhadas, os abraços, aquela vida encantada... o destino mata muito além da alma,sonhos,ilusões,bem que gostaria. As cartas esparramadas pela mesa, o anel em que seu dedo brilhava; agora apenas papel e lataria... inegavelmente o amor foi maior,reluzia. Uma simples jornada era o que queria, mas a vida possui suas trapaças, nada que amedronte, apenas destrói o que mais se almejava... um amor puro que nunca se esquecia.