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Frases de Maria Aparecida Giacomini Dóro

134 frases

Insanos momentos Caminhos abertos Passos incertos
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Insanos momentos Caminhos abertos Passos incertos Gritos surdos dentro de mim Busco um nada Não sei onde, nem porque...

Nuances da vida... Sob o crepúsculo Agoniza mais um dia
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Nuances da vida... Sob o crepúsculo Agoniza mais um dia Minutos mais, Minutos menos E, como seus precedentes, Novo náufrago No oceano do tempo... Sob o crepúsculo Agoniza mais um dia E, como seus precedentes, Prisão/insegurança Ou mudança/solução Pra tantos itinerantes Da vida... Sob o crepúsculo Pulsa um coração, Alienado e descontente Preso a devaneios oníricos A lamentar momentos Que seguramente vazaram Pelos ralos do tempo... Sob o crepúsculo Pulsa um coração, Desperto e consciente Determinado a viver, Como dádiva especial, Átimos singulares Desse flash existencial...

Num flash, um sonho... Num flash... A arte,
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Num flash, um sonho... Num flash... A arte, Prisão de átimos Antes nunca existidos Depois jamais repetidos Num flash... Expressão registrada, Prisão consumada Do rosto Do olhar... Da vida em cena, Vencendo o tempo Que vai perdê-la Num flash... Expressão registrada, Prisão consumada Do medo Da angústia... Da dor que corrói a alma, Vencendo o tempo Que vai esquecê-la Num flash, um sonho... Liberdade!

TIMONEIRO... No barco, SONHOS No leme, FORÇA
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TIMONEIRO... No barco, SONHOS No leme, FORÇA No mar, CORAGEM No horizonte, ESPERANÇA No infinito, FÉ No coração, AMOR! Acima do ter, SER Acima do falar, AGIR Acima do julgar, COMPREENDER Acima de tudo, AMAR! Agora vai, timoneiro Singra os mares, Calmos ou revoltos mares existenciais E... Sejas FELIZ!

Se eu soubesse... Rafaella, minha doce menina, Não tenhas medo!
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Se eu soubesse... Rafaella, minha doce menina, Não tenhas medo! Eu sou você no futuro Vim te contar Um segredo Antes, porém, me acompanhe Ao dezembro da vida, Pois lá recordarás Página por página vivida Chegamos! Rafaella, minha doce menina, Não tenhas medo! Vou te contar o segredo Lembra-te do dia em que nasceste? Do ciúme provocado Do colinho disputado Com a maninha Raianna Lembra-te dos teus cinco anos? Ciúmes, beicinhos e lágrimas... Que desapareçam as rivais! Eras a namoradinha do papai Lembra-te dos teus dez anos? Com as amiguinhas, exigente E as histórias contadas Pra mamãe confidente Lembra-te dos teus treze anos? Das bonecas esquecidas Dos medos e dúvidas Das paixões escondidas Lembra-te dos teus quinze anos? Da liberdade almejada Das dores, amores e sonhos... Da responsabilidade cobrada Lembra-te dos teus vinte anos? Dos trinta? Dos quarenta? Dos cinquenta? Dos sessenta? E tantos outros mais... Rafaella, minha doce menina, Não tenhas medo! Não tenhas medo da vida Dos anos que passam, Das lembranças que ficam Pois cada página construída É deveras importante Se intensamente vivida

Se eu pudesse... Se eu pudesse, nas lindas manhãs orvalhadas,
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Se eu pudesse... Se eu pudesse, nas lindas manhãs orvalhadas, raios de sol espalhar pra iluminar tua estrada Se eu pudesse, nas cálidas tardes de verão, a fúria do mar aplacar pra ouvir teu coração Se eu pudesse, nas amenas noites de outono, canções ao piano tocar pra embalar teu sono Se eu pudesse, nas gélidas madrugadas , lágrimas no teu rosto enxugar pra aliviar tuas dores caladas Se eu pudesse, a alegria e o amor incondicional, numa fina taça dissolver pra te oferecer nesta data especial Se eu pudesse, minha querida amiga, juro que tudo faria pra ver-te feliz todo dia

Compassos e descompassos virtuais Concebo a virtualidade como meio disponível para se criar significativos laços amistosos, apesar da distância geográfica. Para muitos, revela-se como porta de acesso a um mundo de sonhos; de fantasias que desejam viver junto a seres utópicos –…
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Compassos e descompassos virtuais Concebo a virtualidade como meio disponível para se criar significativos laços amistosos, apesar da distância geográfica. Para muitos, revela-se como porta de acesso a um mundo de sonhos; de fantasias que desejam viver junto a seres utópicos – misteriosos habitantes das telas – dotados de refinadas qualidades e escassos defeitos... Conscientemente, um campo onde - desprovidos do contato físico - precisamos redobrar os sentidos para lermos o oculto nas palavras trocadas, nas imagens distorcidas que inevitavelmente despertam sentimentos; um campo onde precisamos ouvir a voz do silêncio para captarmos a essência do outro, sutilmente, revelada nas entrelinhas do que escreve e/ou nas ondas que emite. A cautela e a seletividade são poderosas aliadas tanto no mundo real quanto no virtual, visto que expressivo número de homens e mulheres mascara sua verdadeira identidade, devotando-se a jogos emocionais manipulados por uma criança interior profundamente ferida. Sondarmos a essência do outro e nos revelarmos despojados de máscaras não é tarefa fácil, porém a prudência e a retidão demarcam caminhos para evitarmos provar, mutuamente, o gosto amargo da decepção...

Que a chama do amor sem medida endosse teus desejos mais secretos, reeditando promessas firmadas no brindar da aurora, anuladas ante o crepúsculo dos anos que vem e vão, sucessivamente... E mais... Que essa intensa chama sustente o desabrochar de um novo tempo - um novo ciclo ma…
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Que a chama do amor sem medida endosse teus desejos mais secretos, reeditando promessas firmadas no brindar da aurora, anuladas ante o crepúsculo dos anos que vem e vão, sucessivamente... E mais... Que essa intensa chama sustente o desabrochar de um novo tempo - um novo ciclo marcado pelo desbravar de autênticos e promissores caminhos por ti mesmo (a).

Um sonho, um caminho sem fronteiras... E tu, caminhante... Passos incertos, vacilantes frente aos solos escarpados da vida? Dúvidas... Certezas... Cada qual carrega as suas, escolhendo compartilhá-las ou não com aqueles que – pelo amor sem medida e confiança merecida – conquist…
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Um sonho, um caminho sem fronteiras... E tu, caminhante... Passos incertos, vacilantes frente aos solos escarpados da vida? Dúvidas... Certezas... Cada qual carrega as suas, escolhendo compartilhá-las ou não com aqueles que – pelo amor sem medida e confiança merecida – conquistaram passe livre ao solo sagrado que as abriga. Ah, caminhante! Não olhes para trás, pois toda palidez inexplicável é passado... Segue em frente, hoje e sempre!

A dor me ensinou que... Os melhores momentos da vida não são necessariamente os mais agradáveis. São os mais expressivos no coquetel vital dos sonhos e pesadelos; das luzes e sombras; dos risos e lágrimas; das presenças e ausências; das dores e amores vividos... Momentos ímpares…
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A dor me ensinou que... Os melhores momentos da vida não são necessariamente os mais agradáveis. São os mais expressivos no coquetel vital dos sonhos e pesadelos; das luzes e sombras; dos risos e lágrimas; das presenças e ausências; das dores e amores vividos... Momentos ímpares que nos despertam do sono letárgico da indiferença e nos impelem à ação criativa, forçando-nos moldar um novo ser – sensível e amoroso - menos apegado às coisas triviais, mais comprometido com os valores essenciais desta preciosa dádiva chamada vida. Caminhar é preciso, mesmo que seja sobre brasas...

Meu presente é azul... O trivial não me fascina e nem me prende... ao contrário, abriga oportunidades ímpares para que eu possa exercitar o desapego (apego, para mim, significa prisão; desapego, liberdade). Num flash, reporto-me à águia - expressão viva da liberdade - modelo qu…
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Meu presente é azul... O trivial não me fascina e nem me prende... ao contrário, abriga oportunidades ímpares para que eu possa exercitar o desapego (apego, para mim, significa prisão; desapego, liberdade). Num flash, reporto-me à águia - expressão viva da liberdade - modelo que baliza meus passos por caminhos abertos, sinuosos ou escarpados da vida... por caminhos projetados no seio dos sonhos, aguardando sinal... As águias são livres e livres imergem no azul da serenidade, da paz de espírito; livres absorvem o laranja da alegria de viver, de viver o essencial... Essencial que suplanta o trivial, revestindo-se da mais pura simplicidade por motivo óbvio: revelar-se apenas aos que têm olhos para ver o "invisível" e coração para senti-lo. Meu presente é azul, laranja... de mil cores mais!

TIMONEIRO... No barco, SONHOS
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TIMONEIRO... No barco, SONHOS No leme, FORÇA No mar, CORAGEM No horizonte, ESPERANÇA No infinito, FÉ No coração, AMOR! Acima do ter, SER Acima do falar, AGIR Acima do julgar, COMPREENDER Acima de tudo, AMAR! Agora vai, timoneiro Singra os mares, calmos ou revoltos mares Mares existenciais... E sejas FELIZ, muito FELIZ!

Leveza do SER... Véus se rompem... Gélidas noites descortinadas
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Leveza do SER... Véus se rompem... Gélidas noites descortinadas Pelas sombras de um viver errante, Perdido, sem sentido Estou só? Não! Vozes distantes... Cortantes Ecos de minha consciência Revelam-se algozes de mim mesma Estou só? Não! Ausente... Inconsciente Lacunas abertas em átimos marcados, Vazados nas arestas do tempo Tempo... Que tempo? Ah! Aurora... Dissolvo as sombras, Apago o tempo em tempo Recomeço AGORA viver A leveza do SER!