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Frase de Maria Aparecida Giacomini Dóro

Leveza do SER... Véus se rompem... Gélidas noites descortinadas Pelas sombras de um viver errante, Perdido, sem sentido Estou só? Não! Vozes distantes... Cortantes Ecos de minha consciência Revelam-se algozes de mim mesma Estou só? Não! Ausente... Inconsciente Lacunas abertas em átimos marcados, Vazados nas arestas do tempo Tempo... Que tempo? Ah! Aurora... Dissolvo as sombras, Apago o tempo em tempo Recomeço AGORA viver A leveza do SER!

Maria Aparecida Giacomini Dóro

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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OUTONO... Como avivar tuas marcas impressas em cada página que escrevo? Em cada crepúsculo que desenha o teu, o meu adormecer? Aqui o velho piano já não quebra mais o silêncio das horas, nem a tosca lareira abriga chamas de outrora... Restam-me apenas alguns poucos momentos cong…
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OUTONO... Como avivar tuas marcas impressas em cada página que escrevo? Em cada crepúsculo que desenha o teu, o meu adormecer? Aqui o velho piano já não quebra mais o silêncio das horas, nem a tosca lareira abriga chamas de outrora... Restam-me apenas alguns poucos momentos congelados na memória - quadros mudos que não fazem história - e as cinzas... Ali calçada molhada, transeuntes sem manto, folhas ao vento, natureza em pranto... Até quando? Não sei... Tristeza? Não! Melancolia, talvez... É... Mais um ciclo se fecha, adormecem as sementes de um novo amanhã... Maria Aparecida Giacomini Dóro