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Frases de Maria Aparecida Giacomini Dóro

134 frases

Descaminhos Marcas vazias, carimbos no nada... O que posso eu esperar dos temporais, além da fúria devastadora por onde passam e o cheiro da morte no ar?
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Descaminhos Marcas vazias, carimbos no nada... O que posso eu esperar dos temporais, além da fúria devastadora por onde passam e o cheiro da morte no ar? E do homem? No coração, a vingança; sobre a cabeça, um manto de luto...

_________________, nada que se possa dizer ou fazer anulará retalhos do tempo embebidos de dor e saudade... Silêncio, palavras, notas da vida não preenchem o vazio experimentado frente à definitiva travessia de quem amamos: você que - pelos sublimes elos do amor maior – ocupa lu…
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_________________, nada que se possa dizer ou fazer anulará retalhos do tempo embebidos de dor e saudade... Silêncio, palavras, notas da vida não preenchem o vazio experimentado frente à definitiva travessia de quem amamos: você que - pelos sublimes elos do amor maior – ocupa lugar cativo em nossos corações. No entanto, conforta-nos saber, este mesmo vácuo - com o passar das horas insípidas – abrirá clareira à significativas travessias esboçadas nas pautas do nosso viver. A morte é porta... AMOR, LIÇÕES e SAUDADE, sempre! P.S. A morte é condição para que possamos realizar novas e significativas travessias a cada amanhecer que desponta dentro de nós... Para mim, ela tem um significado especial: é porta do irreal ao real; da escuridão à luz; do trivial ao essencial; da "morte" à imortalidade... Assim, uma vida que desconhece o vácuo oriundo das sucessivas mortes experienciadas em alto mar é incapaz de vislumbrar a magnitude do porto que a aguarda.

É outono... Como folhas, quedo-me às horas sem horizonte de mãos vazias... Uns parcos grãos atirados ao solo, por certo, não germinarão. Então... Quebro o silêncio ou - resignada - aceito a queda? Cadê teu ombro, agora?
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É outono... Como folhas, quedo-me às horas sem horizonte de mãos vazias... Uns parcos grãos atirados ao solo, por certo, não germinarão. Então... Quebro o silêncio ou - resignada - aceito a queda? Cadê teu ombro, agora? Se vejo, não sinto; se sinto não há escolha, senão adormecer... E renascer em verdes dias.

Marcas... Pausa, ausência, silenciosa presença... Como denominar esse vazio impresso nas páginas insossas - outrora - vividas? Pensando bem... Que peso tem isso agora, se as marcas diluídas nos retalhos do tempo que passa não passam jamais? Ah, são tantas... Indeléveis e silenc…
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Marcas... Pausa, ausência, silenciosa presença... Como denominar esse vazio impresso nas páginas insossas - outrora - vividas? Pensando bem... Que peso tem isso agora, se as marcas diluídas nos retalhos do tempo que passa não passam jamais? Ah, são tantas... Indeléveis e silenciosas, pontuando momentos tão meus - retalhos nos quais eu evoluí sob a égide do teu intermitente s i l ê n c i o.

Divagações... Quem me dera ser águia a voar através do sol, desconhecendo - das próprias asas - os limites... Ou notas musicais - em âncoras transformadas - eternizando fragmentos de um tempo intensamente vivido... Ou, então, mar de águas claras, de ondas valentes, de mistérios…
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Divagações... Quem me dera ser águia a voar através do sol, desconhecendo - das próprias asas - os limites... Ou notas musicais - em âncoras transformadas - eternizando fragmentos de um tempo intensamente vivido... Ou, então, mar de águas claras, de ondas valentes, de mistérios profundos a transmutar sentimentos do (a) poeta em poemas versados no ontem, hoje, sempre...

Olhar distante... Quisera eu poder dissipar Essa névoa que envolve tua alma
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Olhar distante... Quisera eu poder dissipar Essa névoa que envolve tua alma Que eterniza a efemeridade do tempo Nas horas de solidão entre ti e o mar Sei bem, nada posso ou espero Se o temor me faz companhia Se as ondas se quebram em silêncio Se me vejo teu inverso, em agonia Então, O que mais tenho a dizer-te? Vai! Arranca de mim a última lágrima E deixa-me ir, contigo...

Vidas a ermo... Passos dispersos no chão batido Horizonte a muito esquecido
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Vidas a ermo... Passos dispersos no chão batido Horizonte a muito esquecido Eis o caminhar do homem Na mente que tolhe Dos pés, a firmeza No coração que sente Ou não, a tristeza Imersa em lágrimas ausentes... Ah! "É tão-somente uma vida" Uma história marcada Sentida Anulada por lapsos de memória...