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Frases de Manoel Carmo

40 frases

⁠Poema Curto Meu destino é andar Ter asas para voar
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⁠Poema Curto Meu destino é andar Ter asas para voar Manter minha fé Beijar a terra com o pé Exaltar a gratidão Ter um elo de transformação Viver com a alegria Hoje é a cada dia Como que cantando hino Em atenção ao Pai Divino Pela graça que me conduz Ao NATAL DE JESUS.

⁠Amanhecer como metamorfose Minha moradia situa-se em meio a uma ativa artéria comercial da cidade. Hoje levantei pela manhã, àquela altura, a rua já em efervescência com movimentação de pessoas indo e vindo nas calçadas. Enquanto os carros numa direção única, em linha reta, ta…
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⁠Amanhecer como metamorfose Minha moradia situa-se em meio a uma ativa artéria comercial da cidade. Hoje levantei pela manhã, àquela altura, a rua já em efervescência com movimentação de pessoas indo e vindo nas calçadas. Enquanto os carros numa direção única, em linha reta, também ocupavam os espaços legais da via pública. Para surpresa, ademias, ao meu lado, vem a se manifestar sorrindo, um empàtico transeunte, apontando o dedo à riste, para uma placa comercial, com o nome Penélope e fazendo alusão quiçá, ao amor platônico entre Penélope e Ulisses. Assim, percebi a enorme contribuição que as criaturas, apenas espreitando coisas ou fatos podem espontaneamente, oferecerem aos avanços da vida cultural, social e econômica. Por outro lado, o avanço do fluxo de automóveis e de pessoas vai impactando numericamente, o espaço e a multiplicidade do comércio dalí, cada vez mais portas abertas e transações comerciais indicando um próspero dia de atendimento ao público consumista, sedento de suas demandas e longe do ponto de equilíbrio. Porém ali, todos a indicar suas labutas! Neste sentido, quão é relevante integrar as emoções destes momentos de felicidades e de realizações humanitárias, aonde basta observar o que se passa no cotidiano. Corroborando desta forma, em pouco tempo, a maioria já na sua ocupação, porém, uns ainda nos seus lanches matinais, outros como o fazem bilhões mundo a fora, buscando meios de suprirem as suas primeiras necessidades do dia a dia, de cada manhã. Importa isto, não só como relato cronista, mas sobretudo, como indicação da existência de uma harmonia natural de transmutação, em cada amanhecer, desde o cantar dos pássaros ao nascer do sol, a luz realça no firmamento. Por fim, esta esplêndida metamorfose é esperança aos seres vivos e faz com que imensurável número de criaturas exerçam o sacrossanto poder de ampla mobilidade, numa disseminação da seiva nobre da vida por toda natureza.

⁠Poética, Enseja Velhice e Encanta Criança Poeta pode ser novo Com criança se dá bem
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⁠Poética, Enseja Velhice e Encanta Criança Poeta pode ser novo Com criança se dá bem Acatar velho tambem Menestrel artigo do povo. Nada de desconfiança! Mas, objeto de estudo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Poética à velhice clama Vê fatos distorcidos Sempre muito parecidos Jamais perde a fama. Muito menos a esperança Junta grande e miúdo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. A poética é irreverente Na infância e na velhice Na astúcia ou na tolice Surgiu para ser descente. Com revelação de aliança Protegida com escudo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Velho, criança são dicotomia. Futuro de criança é sucesso Futuro de velho é bregueço Que seja noite ou seja dia. Da vida curta esperança O mundo mesmo sisudo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Perda na velhice vem cedo E avança em demasia Cresce a cada dia Cenário é de fazer medo. O corpo todo balança Fala pouco ou fica mudo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Perde a riqueza que fez Pára, pensa e falta alento Até o sorriso foi ao vento Não voltará outra vez. Quiçá, perde poupança Se torna um barrigudo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Perde o élan da intimidade A vivência com parente Dos amigos é um ausente Sim! Perde amizade. Vê espelho vê mudança É "live" sem conteúdo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Velhice é doação ética De aragem fisiológico Raiz é tronco biológico Com ressonância poética. Repleta de preconceito Fruto de apagão social Cada vez mais potencial Que bate a torto e a direito.

⁠No Jogo Perde ou Ganha No meu tempo de criança Jogo era pouco conhecido
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⁠No Jogo Perde ou Ganha No meu tempo de criança Jogo era pouco conhecido Ainda tenho na lembrança. Não existia nem racha Às vezes jogo de peteca Era difícil bola à época De couro ou de borracha Peteca um jogo brasileiro Tradição de nosso índio De aquecer o corpo no terceiro. Peteca vem da língua tupi Feita de pena para arremeçar Pela força da mão espalmar Esporte do índio guarani. Às vezes é satisfação ou briga Jogo de azar, perda de dinheiro Sempre é ruína e entriga. Mas, chega como clarão do sol A criação que veio lá da Europa Que hoje, todo mundo topa Chamado jogo de futebol. Foi um paulista de sorte Chamado Charles Miller Trouxe da Inglaterra o esporte Que aqui se tornou popular Também algum material De regra hoje mundial Para no Brasil se jogar. O brasileiro abraçou A prática de jogar bola Antes de Clubes já começou. Em 1895, primeira partida Charles Miller disse eu escalo Das empresas de São Paulo O grupo da competição exigida. Tornou-se o futebol um sonho azul Nasce o Sport Club Rio Grande Primeira célula - Rio Grande do Sul Em São Paulo a Ponte Preta Terceiro depois do Rio Grandense Foi no Rio de Janeiro o Fluminense Daí o futebol no Brasil e no planeta Charles Miller era paulista Chamado "pai do futebol brasileiro" A sua época, um esporte elitista Mas, elevado processo de organização De maneira técnica natural Chegou a competição internacional Da relevância e admirável aceitação O povo brasileiro é merecedor O Brasil é o País do futebol! De cinco Copas mundiais vencedor Agora com trinta e duas seleções Enfrenta mais uma luta De uma serrada disputa Para mais o prêmio nestas competições. Nossa Seleção daqui a pouco vai jogar Rogo aos mistérios da Santa fé Para Seleção Brasileira ganhar Tem um time de grandes jogadores Todos muito bem treinados Pelos brasileiros admirados Como equipe de vencedores

⁠Natal é o nascimento de Jesus. Natal é uma data que nos remete ao sentimento do mais puro amor. Natal nos faz lembrar a importância do nascimento de um dia lindo.
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⁠Natal é o nascimento de Jesus. Natal é uma data que nos remete ao sentimento do mais puro amor. Natal nos faz lembrar a importância do nascimento de um dia lindo. A beleza do despetalar da rosa, do nascer de cada manhã e da visita dos Reis Magos ao menino Jesus, Maria e José, tudo a vê com este estado de Divindade que o Natal representa.

⁠Por onde passa a mudança Tudo no mundo muda Seja tamanho ou altura
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⁠Por onde passa a mudança Tudo no mundo muda Seja tamanho ou altura As vezes muda comprimento Então, muda espessura. Há quem mude por prazer Também se muda por tristeza E há quem muda na dúvida Ainda, os mudam com certeza. Tem quem muda por vantagens Ademais, quem muda de graça Os que acham difícil mudar Até de lado da rua ou da praça! Mudança inicia ao nascer Sai do silêncio ao choro Depois abre os olhos e ver Solta a língua diz desaforo.

⁠Vida é ilusão e só a bondade salva A causa da existência É parte de nossa vida
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⁠Vida é ilusão e só a bondade salva A causa da existência É parte de nossa vida Dentro da referência De certa meta escolhida Vida tem começo e fim A existência também Pois, o mundo é assim Na ilusão de viver bem. Inicia pela infância Com a ligação familiar De cuidado e elegância Como modo de nos criar Um mundo de fantasia De sonho, de amizade Brincadeira e alegria Confiança e lealdade. Vem a bela adolescência Com pendor independente Ignorância da vivência De algo mais consequente. Às vezes cheia de valores Daqueles da vida mundana Submissos a exploradores Que sempre ao tolo engana. Logo vem a maturidade Também a união conjugal Filhos de tenra idade Pensamento desigual Precisa estar convicto Se for mãe parece linda Pai já não é tão bonito Quando a mocidade finda. São vários os tropeços Na vida de cada um Às vezes sem endereços Nem rumo a lugar algum. Começo e fim da vida Independem de virtude Com a duração vencida Vem a morte ou finitude A finitude ao chegar Não traz cartão de visita! Vem só para exterminar Aquele de quem necessita. Não marca hora nem dia Nem pede licença a ninguém Chega de mão vazia Executa o que lhe convém. Aí, não tem mais escolha Diz a Sagrada Escritura O cristão vira uma bolha Desce a lúgubre sepultura! ... Assim, a vida é uma ilusão Difere apenas se houve nela bondade! O que abre caminho a salvação Volta a alma ao Pai na Eternidade!

⁠União é magia do pendor Desde muito cedo Ouço falar de união
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⁠União é magia do pendor Desde muito cedo Ouço falar de união Também de reunião Isto não me faz medo! Elas se dizem universal Pois reunião é conferência União é convivência Que chega a ser conjugal Da reunião a união aflora Como as notas DÓ, RÉ MI Contêm a melodia sonora. Pendores de FÁ, SOL, LÁ SÍ O que de fato, o músico adora, Alegria, alegria pra mim e pra ti!

⁠O Espaço na Ótica do Tempo Agora, é meio dia! A data, vinte e dois
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⁠O Espaço na Ótica do Tempo Agora, é meio dia! A data, vinte e dois Novembro em agonia Chega 2022 depois. Nesta altura o sol brilha No entrada portão se oferece Mas, não há ninguém na trilha Na rua vazia, a solidão padece. Um carro ou outro no cenário No vizinho chora o menino Num eco imaginário Naquele estilo nordestino Em que tudo é precário Até da igreja o som do sino!

⁠MONTANHA expulsa monstro Montanha é obra Divina De esplendor imaginário
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⁠MONTANHA expulsa monstro Montanha é obra Divina De esplendor imaginário Um palco, um cenário. Dado pela natureza Árvore grossa, arbusto fino Composta de réptil e canino De fortaleza e fraqueza. A montanha é um corpo Não é um simples monte Que realça no horizonte. Ela tem sua história Anos de evolução E até distruição Mas, também bela memória Como longa cordilheira De nascimento distante Tem uma vida importante. De enorme inspiração Com semente a germinar Planta, a frutificar Pra sua renovação Entre os que lhe dão vida Têm aqueles que constroem Mas, também os que destroem. Como monstros assombrosos Protagonistas de ruínas Tem até, agressões creditinas Com prejuízos espantosos. Tem doença verdadeira Alí, na raiz da montanha Numa crueldade tamanha. Para montanha um abalo Com encosta destruída Paisagem desguarnecida E o monstro nela a cavalo. O monstro vai ao cume Reforça suas patas Dá fim a bichos das matas. Queima e solta fumaça Trazendo um calor ardente De temperatura efervecente E a montanha se embaraça. Daí, a cordilheira desperta! Para o monstro expulsar E nunca mais lhe atacar. Combatendo sua maldade Provando que é mais forte E não vai temer a morte Porque é fatalidade. Assim agiu a montanha Deixando de ser passiva Portanto, mais proativa. Pois o monstro no degredo E com os recursos da terra Fez declaração de guerra Expulsou-lhe sem medo . A montanha é uma metáfora É meu corpo, é minha vida É minha saúde abatida. O monstro é um grande mal Que chegou como freelancer Trazendo-me um câncer No período do lockdown.

⁠ Viva a vida Não basta estar vivo O importante é viver
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⁠ Viva a vida Não basta estar vivo O importante é viver Sentir corpo, sentir alma Sentir vida, sentir prazer Veja terra, céu e mares Veja árvore, folha e flor Veja dia, veja noite Sinta luz, sinta calor. Lembre de falar pra Deus Na voz vibrante do coração Fale aos filhos Seus. Mergulhe no mar da vida Afogue-se na paz Divina Na bênção de Deus ungida.

O HOMEM NO MUNDO DO FUTURO O homem do futuro, Foi nômade acerta idade
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O HOMEM NO MUNDO DO FUTURO O homem do futuro, Foi nômade acerta idade Passou por trabalho duro Por crise e felicidade Atuou no mundo escuro Que formou a globalidade Agora uma nova versão A sociedade do conhecimento Que com força e união É chegado o seu momento Da tecnologia e informação Usar saber e talento. O futuro da atual economia É software na computação Mudanças da biotecnologia Impulso na produção E a força da tecnologia Com internet e comunicação Mão de obra, matéria prima e capital Ainda é do homem a solução Os setores de produção tradicional São ferramentas da transformação Que destacam o cenário mundial Como regras da instituição. Conhecimento é fator de inovação. Não foge a economia de escala Flexibiliza o modelo padrão Que a criatividade o cala Nas premissas da profissão A sua capacidade embala. O profissional do conhecimento Muda os paradigmas de gestão. Pela força de seu talento Dar novo estilo à organização Eleva a cultura do invento Para maior satisfação Confiante na competência Desenvolve a excelência Como estratégico da atividade Equilibra a qualidade Gerencia com pessoas E faz sempre coisas boas. Em 17/11/2017