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Frase de Manoel Carmo

⁠MONTANHA expulsa monstro Montanha é obra Divina De esplendor imaginário Um palco, um cenário. Dado pela natureza Árvore grossa, arbusto fino Composta de réptil e canino De fortaleza e fraqueza. A montanha é um corpo Não é um simples monte Que realça no horizonte. Ela tem sua história Anos de evolução E até distruição Mas, também bela memória Como longa cordilheira De nascimento distante Tem uma vida importante. De enorme inspiração Com semente a germinar Planta, a frutificar Pra sua renovação Entre os que lhe dão vida Têm aqueles que constroem Mas, também os que destroem. Como monstros assombrosos Protagonistas de ruínas Tem até, agressões creditinas Com prejuízos espantosos. Tem doença verdadeira Alí, na raiz da montanha Numa crueldade tamanha. Para montanha um abalo Com encosta destruída Paisagem desguarnecida E o monstro nela a cavalo. O monstro vai ao cume Reforça suas patas Dá fim a bichos das matas. Queima e solta fumaça Trazendo um calor ardente De temperatura efervecente E a montanha se embaraça. Daí, a cordilheira desperta! Para o monstro expulsar E nunca mais lhe atacar. Combatendo sua maldade Provando que é mais forte E não vai temer a morte Porque é fatalidade. Assim agiu a montanha Deixando de ser passiva Portanto, mais proativa. Pois o monstro no degredo E com os recursos da terra Fez declaração de guerra Expulsou-lhe sem medo . A montanha é uma metáfora É meu corpo, é minha vida É minha saúde abatida. O monstro é um grande mal Que chegou como freelancer Trazendo-me um câncer No período do lockdown.

Manoel Carmo

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Pensador.com

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Outras frases de Manoel Carmo

⁠Poema Curto Meu destino é andar Ter asas para voar
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⁠Poema Curto Meu destino é andar Ter asas para voar Manter minha fé Beijar a terra com o pé Exaltar a gratidão Ter um elo de transformação Viver com a alegria Hoje é a cada dia Como que cantando hino Em atenção ao Pai Divino Pela graça que me conduz Ao NATAL DE JESUS.

⁠No Jogo Perde ou Ganha No meu tempo de criança Jogo era pouco conhecido
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⁠No Jogo Perde ou Ganha No meu tempo de criança Jogo era pouco conhecido Ainda tenho na lembrança. Não existia nem racha Às vezes jogo de peteca Era difícil bola à época De couro ou de borracha Peteca um jogo brasileiro Tradição de nosso índio De aquecer o corpo no terceiro. Peteca vem da língua tupi Feita de pena para arremeçar Pela força da mão espalmar Esporte do índio guarani. Às vezes é satisfação ou briga Jogo de azar, perda de dinheiro Sempre é ruína e entriga. Mas, chega como clarão do sol A criação que veio lá da Europa Que hoje, todo mundo topa Chamado jogo de futebol. Foi um paulista de sorte Chamado Charles Miller Trouxe da Inglaterra o esporte Que aqui se tornou popular Também algum material De regra hoje mundial Para no Brasil se jogar. O brasileiro abraçou A prática de jogar bola Antes de Clubes já começou. Em 1895, primeira partida Charles Miller disse eu escalo Das empresas de São Paulo O grupo da competição exigida. Tornou-se o futebol um sonho azul Nasce o Sport Club Rio Grande Primeira célula - Rio Grande do Sul Em São Paulo a Ponte Preta Terceiro depois do Rio Grandense Foi no Rio de Janeiro o Fluminense Daí o futebol no Brasil e no planeta Charles Miller era paulista Chamado "pai do futebol brasileiro" A sua época, um esporte elitista Mas, elevado processo de organização De maneira técnica natural Chegou a competição internacional Da relevância e admirável aceitação O povo brasileiro é merecedor O Brasil é o País do futebol! De cinco Copas mundiais vencedor Agora com trinta e duas seleções Enfrenta mais uma luta De uma serrada disputa Para mais o prêmio nestas competições. Nossa Seleção daqui a pouco vai jogar Rogo aos mistérios da Santa fé Para Seleção Brasileira ganhar Tem um time de grandes jogadores Todos muito bem treinados Pelos brasileiros admirados Como equipe de vencedores

⁠Poética, Enseja Velhice e Encanta Criança Poeta pode ser novo Com criança se dá bem
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⁠Poética, Enseja Velhice e Encanta Criança Poeta pode ser novo Com criança se dá bem Acatar velho tambem Menestrel artigo do povo. Nada de desconfiança! Mas, objeto de estudo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Poética à velhice clama Vê fatos distorcidos Sempre muito parecidos Jamais perde a fama. Muito menos a esperança Junta grande e miúdo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. A poética é irreverente Na infância e na velhice Na astúcia ou na tolice Surgiu para ser descente. Com revelação de aliança Protegida com escudo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Velho, criança são dicotomia. Futuro de criança é sucesso Futuro de velho é bregueço Que seja noite ou seja dia. Da vida curta esperança O mundo mesmo sisudo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Perda na velhice vem cedo E avança em demasia Cresce a cada dia Cenário é de fazer medo. O corpo todo balança Fala pouco ou fica mudo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Perde a riqueza que fez Pára, pensa e falta alento Até o sorriso foi ao vento Não voltará outra vez. Quiçá, perde poupança Se torna um barrigudo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Perde o élan da intimidade A vivência com parente Dos amigos é um ausente Sim! Perde amizade. Vê espelho vê mudança É "live" sem conteúdo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Velhice é doação ética De aragem fisiológico Raiz é tronco biológico Com ressonância poética. Repleta de preconceito Fruto de apagão social Cada vez mais potencial Que bate a torto e a direito.