Frase de Manoel Carmo
Poética, Enseja Velhice e Encanta Criança Poeta pode ser novo Com criança se dá bem Acatar velho tambem Menestrel artigo do povo. Nada de desconfiança! Mas, objeto de estudo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Poética à velhice clama Vê fatos distorcidos Sempre muito parecidos Jamais perde a fama. Muito menos a esperança Junta grande e miúdo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. A poética é irreverente Na infância e na velhice Na astúcia ou na tolice Surgiu para ser descente. Com revelação de aliança Protegida com escudo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Velho, criança são dicotomia. Futuro de criança é sucesso Futuro de velho é bregueço Que seja noite ou seja dia. Da vida curta esperança O mundo mesmo sisudo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Perda na velhice vem cedo E avança em demasia Cresce a cada dia Cenário é de fazer medo. O corpo todo balança Fala pouco ou fica mudo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Perde a riqueza que fez Pára, pensa e falta alento Até o sorriso foi ao vento Não voltará outra vez. Quiçá, perde poupança Se torna um barrigudo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Perde o élan da intimidade A vivência com parente Dos amigos é um ausente Sim! Perde amizade. Vê espelho vê mudança É "live" sem conteúdo Parece encantar tudo Poética, velhice e criança. Velhice é doação ética De aragem fisiológico Raiz é tronco biológico Com ressonância poética. Repleta de preconceito Fruto de apagão social Cada vez mais potencial Que bate a torto e a direito.
No pensador.ai desde