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Frases de Malbersu

29 frases

Algumas canções atingem em cheio a definição do ABC musical que diz ser a música a principal manifestação dos diversos afetos da nossa alma mediante o som. Estas canções pra vida frequentemente é um retalho da vida flutuando nas ondas sonoras. Os temas falam das identidades ou d…
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Algumas canções atingem em cheio a definição do ABC musical que diz ser a música a principal manifestação dos diversos afetos da nossa alma mediante o som. Estas canções pra vida frequentemente é um retalho da vida flutuando nas ondas sonoras. Os temas falam das identidades ou das intenções de reforça-las. O caminho é esse. É no todo ou em parte um caminho que você vai inventando como e quando pode. Eis a vida e suas sonoridades!

Errou a fantasia comum sobre o certo e o errado. Errei nas veredas tortuosas do acerto. Não encontrei um lugar para guardar as minhas ilusões
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Errou a fantasia comum sobre o certo e o errado. Errei nas veredas tortuosas do acerto. Não encontrei um lugar para guardar as minhas ilusões Era tarde e eu vi o sol quando já não lembrava mais do amanhecer A noite estava próxima Era mais um final de dia Eu pensava como se fosse um nós Era mais um final ou seria outro começo? Precipitava o nós, mais uma vez ignorando o eu, ladeira abaixo imaginando, sempre imaginando, um verdejante planalto no alto da descida. Teria alguma coisa errada nisso?

Eis que faço minha referência ao amor. Não ao amor que não sentimos, não ao amor que proclamamos, não ao amor que juramos, não ao amor que desejamos, ao amor que toma posse, domina e rege as pulsações consciente e inconsciente, identificado ou não é força propulsora, é razão de e…
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Eis que faço minha referência ao amor. Não ao amor que não sentimos, não ao amor que proclamamos, não ao amor que juramos, não ao amor que desejamos, ao amor que toma posse, domina e rege as pulsações consciente e inconsciente, identificado ou não é força propulsora, é razão de existir, é riso e choro, é alegria e dor, coragem e medo, é tantas coisas indefiníveis e indescritíveis que só resta sentir, falar é nada dizer.

Cada dia a felicidade tem uma nova cara. Ela é uma imagem caprichosamente editada, figura judiciosa e indulgente, compreensiva, às vezes. A felicidade está entalhada na lâmina do dia, na projeção do ideal lançado à nossa frente, no crédito imaginário, em alguma ordem muito provis…
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Cada dia a felicidade tem uma nova cara. Ela é uma imagem caprichosamente editada, figura judiciosa e indulgente, compreensiva, às vezes. A felicidade está entalhada na lâmina do dia, na projeção do ideal lançado à nossa frente, no crédito imaginário, em alguma ordem muito provisória e precisa em si mesma. Sempre há um mistério oculto na felicidade, folclore na névoa narrativa, na fantasia etérea, nas tentativas líricas e também nas maniqueístas de circundar a realidade. É nestes tons oníricos que a felicidade emite sua melodia sedutora, e nos leva de novo para o interior da caverna.

O túnel do tempo é um enorme vazio Tuas queixas o som da queda Mas você olha pro alto e vê uma plataforma qualquer que dizem ser um lugar aprazível
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O túnel do tempo é um enorme vazio Tuas queixas o som da queda Mas você olha pro alto e vê uma plataforma qualquer que dizem ser um lugar aprazível Dizem ser ali o reino do amor Esta logo ali um pouco acima do seu mergulho Esta logo ali na cápsula mais vistosa dos seus ideais A vida segue em outro lugar Sempre em outro lugar

Exageros triviais da imaginação, de certas especulações, de fantasias concentradas, do âmbito das aventuras, do apelo do silêncio e da solidão, da reabilitação da coragem, da escapada de mais um personagem do drama para a comédia, da entrega a lassidão, do vazio redundante ao des…
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Exageros triviais da imaginação, de certas especulações, de fantasias concentradas, do âmbito das aventuras, do apelo do silêncio e da solidão, da reabilitação da coragem, da escapada de mais um personagem do drama para a comédia, da entrega a lassidão, do vazio redundante ao desejo inacessível, só exageros.

Uma grande plateia assiste embevecida a explicação do grande personagem: O homem pode criar o espectador, o espectador apela para o controle remoto, o controle remoto ilude o espectador, traído pela ansiedade, atraído pela suposta obviedade de suas escolhas, ele, o expectador, si…
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Uma grande plateia assiste embevecida a explicação do grande personagem: O homem pode criar o espectador, o espectador apela para o controle remoto, o controle remoto ilude o espectador, traído pela ansiedade, atraído pela suposta obviedade de suas escolhas, ele, o expectador, simula um drama disponível, simplifica seus conflitos e é dominado por uma lassidão que o mantém como um eterno espectador.

Nem toda hora chove Espanto Nem tudo é feito um fio
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Nem toda hora chove Espanto Nem tudo é feito um fio Direto Nem toda palavra é desejo Tranquilo Nem todo silêncio é prosa Extinta Que me lembre Todo amor é metade Toda vida é dupla Toda luta passa Toda lenda escapa Toda fábula finda Só o avesso deste riso.

A última Luz Azul de Uma Alameda Chamada Esperança. O poema. Ja quase no final de uma alameda chamada Esperança, um grande poeta jazia morto ao lado de uma figueira que já não dava mais frutos. Um místico passou por ali e afirmou que aquele era um sinal dos tempos que estavam po…
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A última Luz Azul de Uma Alameda Chamada Esperança. O poema. Ja quase no final de uma alameda chamada Esperança, um grande poeta jazia morto ao lado de uma figueira que já não dava mais frutos. Um místico passou por ali e afirmou que aquele era um sinal dos tempos que estavam por vir, um crítico comentou a falta de intervalos na narrativa, um pesquisador descobriu a ignorância do poeta, um político recomendou a execração pública do poeta, um jornalista se prontificou a ridicularizar o poeta, alguém disse que nunca tinha lido poesia, muitos poetas ignoravam o poeta e nunca tinham passado naquela alameda, uma mulher afirmou ter sido amante do poeta, uma outra disse que o poeta sentia enorme paixão por ela, algumas outras desdenharam todas estas narrativas, os historiadores sentenciaram: este poeta nunca existiu. Uma bela mulher que olhou o corpo com perturbadora intensidade durante um longo tempo sussurrou pra si mesma: Eu já suspeitava que tudo isto não passava de puro charlatanismo de poeta menor. Todos os curiosos que estavam em torno corpo concordaram silenciosamente. Um bêbado que oscilava bem próximo do corpo declarou: Hoje cedo, quando a luz do dia ainda não havia chegado, tinha um intensa luz neste lugar, então eu vim ver o que era. Era só um farolete que ele segurava apontado pro céu. Tinha uma intensa luz azul, e mesmo já no final da noite, parecia um refletor. Repetiu quase num murmúriu: Parecia um refletor. Depois fui andar por aí, voltei agora pra pegar o farolete. Constatei, pra minha decepção, que alguém já tinha levado o farolete... A mulher bela interrompeu o bêbado rispidamente. Durante dia ninguém precisa de um farolete. Todos concordaram silenciosamente. Um anão, com os olhos furados, que estava entre os curiosos em torno do corpo, com uma voz muito grave disse em alto e bom tom. La lumière invisible de la nuit Todos, inclusive a bela mulher que mantinha o senho franzido e um olhar furioso, balançaram as cabeças afirmativamente.

Sejamos avaros no êxtase do ninho em chamas nas travessuras do céu no topo da fé muito particular nas delícias do perfume preso no mapa da pele
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Sejamos avaros no êxtase do ninho em chamas nas travessuras do céu no topo da fé muito particular nas delícias do perfume preso no mapa da pele as tardes as noites as manhãs olhos em fogo coração satisfeito um futuro repleto de mistérios do passado zombeteiro deformidades e veneno estão alí em gotas de desconfiança insensatez consentida fraqueza desejada teus feitiços meus delírios

Tome cuidado, você que pretende caminhar como um bom aventureiro. Tome cuidado com a máscara que esconde as deformidades desta pretensão Não vá correr na direção da víbora que o espera nas vagas semelhanças de paz. A paz largou tudo pelo caminho e correu na direção dos negócios…
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Tome cuidado, você que pretende caminhar como um bom aventureiro. Tome cuidado com a máscara que esconde as deformidades desta pretensão Não vá correr na direção da víbora que o espera nas vagas semelhanças de paz. A paz largou tudo pelo caminho e correu na direção dos negócios como uma boa aventureira. Vários negócios. E quem pode garantir todos estes negócios? A pretensão é o peso-pesado ao lado da paz nos negócios do ódio. O ódio sacudiu a cabeça e sorrio maliciosamente. Ninguém tem tanta pressa quanto o ódio. Sim, tudo isto é estranho. Sim, é ilógico. Muito bem, vamos falar sério. Só gostaria de saber, sem pressa, o que pode ser tão simples como um suspeito de nada ser?

Oeumesmo Malbersu Reminiscências 1 novembro 17, 2017
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Oeumesmo Malbersu Reminiscências 1 novembro 17, 2017 Resultado de imagem para imagens de anacoreta Estive lá. Perto do refúgio almejado, minha constante miragem. Quase tudo era autêntico e nada era excepcional. Era um simples devaneio, um caldeirão de fadigas, fenômeno corriqueiro de conflitos e confusos arrependimentos. Ladeira acima ladeira abaixo, as esquinas tinham as sombras e os imprevistos. Os dias inventavam repetições pérfidas, os sonhos cantavam suas tristes baladas, a melodia resistia, a harmonia avançava cautelosa na dianteira das luzes fugidias. Eu ainda lembro de seus risos escancarados para o mundo, mesmo sabendo que todas as promessas contidas nestes risos eram só artifícios ardilosos para enganar a escuridão voraz que só você conhecia.

Teu país é o amor exagero da alma armada de artimanhas
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Teu país é o amor exagero da alma armada de artimanhas volúpias vontades pequenas severas exigências nódoa do amor no branco quase gelo das inocências cristalinas matéria da metade do metal que a vida vende você compra e revende patriota de pátria estranha de pátria mercantil da mãe de aluguel do mártir emprestado ele mesmo ele mesmo da boina da estrela da morte prematura da vontade quase pura teu país é o engano fixado nos panfletos marcado nas bandeiras crivado na historia memoria da farsa que a fábula criou

À beira deste vasto labirinto onde esconde a razão e a loucura, eu vejo sonhos enovelando-se na letargia, na fadiga e no ceticismo das mentes honradas. Vejo este desprezo pegajoso orbitando a calma. Entre a intenção e a causa uma pedra ou uma enorme muralha. É a morte da indignaç…
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À beira deste vasto labirinto onde esconde a razão e a loucura, eu vejo sonhos enovelando-se na letargia, na fadiga e no ceticismo das mentes honradas. Vejo este desprezo pegajoso orbitando a calma. Entre a intenção e a causa uma pedra ou uma enorme muralha. É a morte da indignação brotando entre tantos protestos mudos.

Eu passei sem passar, porque se alguém resolvesse notar, só os defeitos iriam ficar. Eu tangenciei cada palavra, suas regras, seus descaminhos, só pra não te contar, que o mundo nunca deu pistas sobre um jeito qualquer de viver, sobre o segredo de se fazer amar, sobre como fazer…
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Eu passei sem passar, porque se alguém resolvesse notar, só os defeitos iriam ficar. Eu tangenciei cada palavra, suas regras, seus descaminhos, só pra não te contar, que o mundo nunca deu pistas sobre um jeito qualquer de viver, sobre o segredo de se fazer amar, sobre como fazer pra não errar na hora de dançar

⁠Um anarquista talvez seja também hipocondríaco Fica impressionado com a cor da própria pele Observa atentamente as placas ressequidas da perna
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⁠Um anarquista talvez seja também hipocondríaco Fica impressionado com a cor da própria pele Observa atentamente as placas ressequidas da perna A sensação de familiaridade com a falta de memoria e perseverança Não enfrenta o olhar fixo do antagonista Nao gosta da ideia de correr risco Tem pudor da sua neutralidade ideológica Persegue obsessivamente as facilidades e imagina privilégios Jamais consegue controlar o medo e teme ser controlado Ele faz café pensando na fidelidade, na sorte e outras divagações Ele está por aí o tempo inteiro flertando o esquecimento

Será hoje o dia de cantar uma canção que fale de segredos e vigília, dos amores distantes, do ódio organizado, onde o nada é tudo e o tudo é uma ilha minúscula no espírito? Eu nao sei cantar e nada inspira contar alguma coisa sobre um hábito, agora interditado, de abraçar, beijar…
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Será hoje o dia de cantar uma canção que fale de segredos e vigília, dos amores distantes, do ódio organizado, onde o nada é tudo e o tudo é uma ilha minúscula no espírito? Eu nao sei cantar e nada inspira contar alguma coisa sobre um hábito, agora interditado, de abraçar, beijar a face e sentir o ombro a ombro dos muitos e bons encontros. Ainda assim sei que é melhor criar um jeito de dizer sem o corpo que o hábito de amar começa nos olhos e perde-se no coração, ocupando todo espaço onde antes habitavam a tristeza e a solidão.

Não sei onde marco meus defeitos. É uma certa fartura de não saber como dizer, não sei como revelar este curto-circuito que monocordicamente assusta. É o corpo sem o corpo, a boca sem palavras, é o erro sem credencial, um tipo fora do tom, uma letra pra não ser sucesso, uma fardo…
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Não sei onde marco meus defeitos. É uma certa fartura de não saber como dizer, não sei como revelar este curto-circuito que monocordicamente assusta. É o corpo sem o corpo, a boca sem palavras, é o erro sem credencial, um tipo fora do tom, uma letra pra não ser sucesso, uma fardo de idéias que não rende nem peso, nem volume.

Não são suas aquelas canções que tentavam falar o tempo todo das coisas perdidas, da vida que passada fazendo contas de perdas e ganhos, dos cabelos que caem por trás da tintura, dos caminhos percorridos atrás de algum desejo indefinido, do rascunho feminino, dos orgulhos desfeit…
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Não são suas aquelas canções que tentavam falar o tempo todo das coisas perdidas, da vida que passada fazendo contas de perdas e ganhos, dos cabelos que caem por trás da tintura, dos caminhos percorridos atrás de algum desejo indefinido, do rascunho feminino, dos orgulhos desfeitos nos contornos das pernas hospitaleiras, das aspirinas e cigarros da mais triste versão de uma história muito particular, das moscas voando sobre as louças, sobre a necessidade de esquecimento, sobre as tolas ostentaçoes inventadas? Não são suas aquelas canções que inventavam silabas introspectivas e retropictivas mágicas de alguns dos mais persistentes renascimentos, das palavras mastigadas e soltadas aos trancos, cheias de incoerências e violências pomposas?

Dia difícil. Dia dequeles que fazem a gente pensar no dia que o sonho existia. Um dia que começa com este alerta lúdico, esta ambição pueril de possibilidades claras, de concretizar ambições magenetizantes, organizar desejos. Organizar desejos? Fazer um meio viável de tocar o que…
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Dia difícil. Dia dequeles que fazem a gente pensar no dia que o sonho existia. Um dia que começa com este alerta lúdico, esta ambição pueril de possibilidades claras, de concretizar ambições magenetizantes, organizar desejos. Organizar desejos? Fazer um meio viável de tocar o que está fora de nós, encontrar o espelho mágico que reflete os entes cativos por trás das aparências. O espelho que diz ser o outro que você olha com distanciamento parte indissociável de você, parte do que em você é aceitável e também do que não é. O que incomoda e o que atrai no outro é parte do desejo de decifrar a si mesmo. Hoje é um dia de procurar contentamentos, formas breves de resistências, para reprodizir mais e mais contentamentos no amanhã, cuja face desafia qualquer previsão ou interpretação.

Na clausura densa e magética esteja alerta e lembre-se do acaso, da lucidez, do silêncio comovido, das miragens condensadas, das canções fortuitas, de certos instantes, das figurações patéticas, das palavras severas, dos abandonados, dos submergidos, dos espinhos, da face flutuan…
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Na clausura densa e magética esteja alerta e lembre-se do acaso, da lucidez, do silêncio comovido, das miragens condensadas, das canções fortuitas, de certos instantes, das figurações patéticas, das palavras severas, dos abandonados, dos submergidos, dos espinhos, da face flutuante, do desencanto, da criança torturada, do medo, do choro, do sonho resgatado, do sofrer, de esquecer, da boca tagarela do mundo, dos encontros, da forma sensivel que segue descompassada até repousar na paisagem outonal abandonando o eco do talvez.

O que fazer com esta bem intencionada algaravia vazia? O que fazer desta manifestação profética sobre a crista mui bela que enfeitiça os resumos ferozes? O que fazer com estas modestas tradução da voz de Deus? Deus imagem, impressões e sentimentos. Cris está na tímida designação…
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O que fazer com esta bem intencionada algaravia vazia? O que fazer desta manifestação profética sobre a crista mui bela que enfeitiça os resumos ferozes? O que fazer com estas modestas tradução da voz de Deus? Deus imagem, impressões e sentimentos. Cris está na tímida designação destas impressões. Ungida pelo sangue da última aurora, escapa do opróbrio e da glória. Cris está nesta simples crônica sobre o devir. Cris está louvando o infinito rumor do destino. É pura contemplação dos meus assombros.

⁠Mulher na sua requintada linha de conhecimento recorda detalhes do tentador e proibido engrenar da natureza. Mãe, filha, desobrigada, espontânea, precisa da urgência para descansar, nega todo resumo, nunca é mera coincidência, convidada engana os cálculos de subserviência, engan…
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⁠Mulher na sua requintada linha de conhecimento recorda detalhes do tentador e proibido engrenar da natureza. Mãe, filha, desobrigada, espontânea, precisa da urgência para descansar, nega todo resumo, nunca é mera coincidência, convidada engana os cálculos de subserviência, engana preferências, descarta as múltiplas insistências de ajustes e rótulos, disfarça barulhentas polêmicas com um cobiçado sorriso, recupera em todo conflito uma versão sábia e animada de si mesma, mantém o sorriso para repetir que a boca tem mais do que as palavras para dizer o que pretende dizer