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Frase de Malbersu

Uma grande plateia assiste embevecida a explicação do grande personagem: O homem pode criar o espectador, o espectador apela para o controle remoto, o controle remoto ilude o espectador, traído pela ansiedade, atraído pela suposta obviedade de suas escolhas, ele, o expectador, simula um drama disponível, simplifica seus conflitos e é dominado por uma lassidão que o mantém como um eterno espectador.

Malbersu

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Malbersu

Errou a fantasia comum sobre o certo e o errado. Errei nas veredas tortuosas do acerto. Não encontrei um lugar para guardar as minhas ilusões
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Errou a fantasia comum sobre o certo e o errado. Errei nas veredas tortuosas do acerto. Não encontrei um lugar para guardar as minhas ilusões Era tarde e eu vi o sol quando já não lembrava mais do amanhecer A noite estava próxima Era mais um final de dia Eu pensava como se fosse um nós Era mais um final ou seria outro começo? Precipitava o nós, mais uma vez ignorando o eu, ladeira abaixo imaginando, sempre imaginando, um verdejante planalto no alto da descida. Teria alguma coisa errada nisso?

Algumas canções atingem em cheio a definição do ABC musical que diz ser a música a principal manifestação dos diversos afetos da nossa alma mediante o som. Estas canções pra vida frequentemente é um retalho da vida flutuando nas ondas sonoras. Os temas falam das identidades ou d…
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Algumas canções atingem em cheio a definição do ABC musical que diz ser a música a principal manifestação dos diversos afetos da nossa alma mediante o som. Estas canções pra vida frequentemente é um retalho da vida flutuando nas ondas sonoras. Os temas falam das identidades ou das intenções de reforça-las. O caminho é esse. É no todo ou em parte um caminho que você vai inventando como e quando pode. Eis a vida e suas sonoridades!

Eis que faço minha referência ao amor. Não ao amor que não sentimos, não ao amor que proclamamos, não ao amor que juramos, não ao amor que desejamos, ao amor que toma posse, domina e rege as pulsações consciente e inconsciente, identificado ou não é força propulsora, é razão de e…
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Eis que faço minha referência ao amor. Não ao amor que não sentimos, não ao amor que proclamamos, não ao amor que juramos, não ao amor que desejamos, ao amor que toma posse, domina e rege as pulsações consciente e inconsciente, identificado ou não é força propulsora, é razão de existir, é riso e choro, é alegria e dor, coragem e medo, é tantas coisas indefiníveis e indescritíveis que só resta sentir, falar é nada dizer.

Cada dia a felicidade tem uma nova cara. Ela é uma imagem caprichosamente editada, figura judiciosa e indulgente, compreensiva, às vezes. A felicidade está entalhada na lâmina do dia, na projeção do ideal lançado à nossa frente, no crédito imaginário, em alguma ordem muito provis…
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Cada dia a felicidade tem uma nova cara. Ela é uma imagem caprichosamente editada, figura judiciosa e indulgente, compreensiva, às vezes. A felicidade está entalhada na lâmina do dia, na projeção do ideal lançado à nossa frente, no crédito imaginário, em alguma ordem muito provisória e precisa em si mesma. Sempre há um mistério oculto na felicidade, folclore na névoa narrativa, na fantasia etérea, nas tentativas líricas e também nas maniqueístas de circundar a realidade. É nestes tons oníricos que a felicidade emite sua melodia sedutora, e nos leva de novo para o interior da caverna.