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Frases de Malbersu

29 frases

⁠Em meio a esta escura fonte de silêncio, perplexidade, indignação e medo, onde já não sabemos mais o que desejamos saber ou que queremos entender, porque quase tudo é confusão em vasta integração com pessimismo e visões de vontades sem lugar, invocamos um teatro necessário, uma…
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⁠Em meio a esta escura fonte de silêncio, perplexidade, indignação e medo, onde já não sabemos mais o que desejamos saber ou que queremos entender, porque quase tudo é confusão em vasta integração com pessimismo e visões de vontades sem lugar, invocamos um teatro necessário, uma presença cênica em cada espírito desorbitado, no calor elucidativo dos risos e das lágrimas.

⁠Sua retorica vai pelos ares e com elas suas formas breves de repetir e repetir as angustias e pesares. Sua retórica vai pelos ares, seu exílio não explica suas ânsias, suas interpretações atropelam seus limites, suas palavras evaporam, sua memória é só melancolia, restando apena…
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⁠Sua retorica vai pelos ares e com elas suas formas breves de repetir e repetir as angustias e pesares. Sua retórica vai pelos ares, seu exílio não explica suas ânsias, suas interpretações atropelam seus limites, suas palavras evaporam, sua memória é só melancolia, restando apenas este sono, este corpo calado, esta alma falsa, indefinida e seca.

⁠Mais um, mais outros e outras, centenas, milhares, milhões, Lançado advertências com o corpo e a alma Com o saber direto da agonia, o saber que chega primeiro pelo vento Nada mais além do espanto, do medo, desta invisibilidade
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⁠Mais um, mais outros e outras, centenas, milhares, milhões, Lançado advertências com o corpo e a alma Com o saber direto da agonia, o saber que chega primeiro pelo vento Nada mais além do espanto, do medo, desta invisibilidade Esperando em todos os lugares

⁠Fazendo contas dos caminhos das rugas das coisas perdidas
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⁠Fazendo contas dos caminhos das rugas das coisas perdidas das rusgas das apostas do que já não me lembro de quando saí ganhando do muito que perdi dos sonhos das noites repetidas dos dias vagos passei horas fazendo contas depois de tudo que deu errado do tempo impondo gravidade do desespero clamando por suavidade das hegemônicas fragilidades das minhas formalidades ultrajadas das fantasias andrajosas da poesia movediça minhas distâncias gravadas em cada palavra em cada dissimulação nesta impiedosa memória desta existência desfolhada

⁠Subalternos da segurança, ainda envolvidos na substância viscosa que converte a coragem em avisos de arrependimento, quem decifrará mais este lote de desdém fetichista? Quem está seguro para mudar o mundo terceirizado sem prévio aviso? Quem, ainda em farrapos, inaugura repetidam…
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⁠Subalternos da segurança, ainda envolvidos na substância viscosa que converte a coragem em avisos de arrependimento, quem decifrará mais este lote de desdém fetichista? Quem está seguro para mudar o mundo terceirizado sem prévio aviso? Quem, ainda em farrapos, inaugura repetidamente o que é mais supérfluo nos piores empregos? Quem decifrará a incendiária vaidade nas numerosas intenções de paz? Numerosa é a fome e a miséria que a gente ignora nos pequenos zeros do soldo mensal. O que tenho a ver com todas estas máscaras inúteis? O que faço com estas esperanças provisórias depois de mais uma derrota? Ninguém escuta a vida como ela é. Triste é alegria de quem não consegue escutar a vida como ela é. Ouve-se em toda parte uma enorme variedade de discursos artesanais sobre o desespero de quem não escuta a vida como ela é.