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Frases de Katiana Santiago

321 frases

Não há escuridão no coração, quando há estrelas, do poço pudemos vê-las… Do abismo contemplamos as lindas galáxias que nos iluminam…
Há escritos que libertam para a vida e outros que nunca terão absolvição Há palavras desencontradas mas que quando escritas tocam fundo a emoção… Desconstrói certezas já definidas alicerçadas e defendidas de uma tão fiel intenção!!!
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Há escritos que libertam para a vida e outros que nunca terão absolvição Há palavras desencontradas mas que quando escritas tocam fundo a emoção… Desconstrói certezas já definidas alicerçadas e defendidas de uma tão fiel intenção!!! Ouço tantos sons e aprecio tons, mas nunca será cinza meu coração…

Há um canto que se elabora como um canto gregoriano Na matriz da alma surgem canções, caminhos e muitos planos Se constrói e reconstrói cadeias e euforias, todo dia é sempre dia na busca da“satisfação”
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Há um canto que se elabora como um canto gregoriano Na matriz da alma surgem canções, caminhos e muitos planos Se constrói e reconstrói cadeias e euforias, todo dia é sempre dia na busca da“satisfação” A alegria é o som vida… Devemos nascer quantas vezes for preciso, Pois do abismo surgem essas canções.

Pode se entender a transgressão sem necessariamente ter se tornado um transgressor…pode se imaginar o calor que uma fogueira promove, é reflexo… assim também é a dor do amor… Há quem se limite, quem se guarde, quem se sustente, quem se equilibre com a “Dor que Sente”… Mas a ver…
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Pode se entender a transgressão sem necessariamente ter se tornado um transgressor…pode se imaginar o calor que uma fogueira promove, é reflexo… assim também é a dor do amor… Há quem se limite, quem se guarde, quem se sustente, quem se equilibre com a “Dor que Sente”… Mas a verdade é que se “esmiúça” partes, “espólios” valores extremos de um ser, fortunas e riquezas…Mas nunca se revela por completo aquilo que abriga dentro desse viver!

Pensando no caos e na ordem,imaginando o mundo como um grande atelier cheio de tintas por todos os lados.Porém, nenhum quadro pode ser pintado sem o pintor,seja com os pés, mãos ou língua. A arte da criação. Deus pintou a vida. Só ele misturou os elementos. É muita beleza e sime…
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Pensando no caos e na ordem,imaginando o mundo como um grande atelier cheio de tintas por todos os lados.Porém, nenhum quadro pode ser pintado sem o pintor,seja com os pés, mãos ou língua. A arte da criação. Deus pintou a vida. Só ele misturou os elementos. É muita beleza e simetria para se gerar sozinha.Tiro o chapéu para quem consegue pensar no caos criador, não consigo ser tão crédula assim.

Se fala, se abre, se escancara, mas nunca se “rasga” tudo de si… Vivencias extremas estão guardadas dentro de um “pote”, evitando ser lembradas, sofridas são recalcadas, somatizando o “corpo” do coração … As atitudes variam da mais ínfima inércia ao mais descontrolado das ações…
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Se fala, se abre, se escancara, mas nunca se “rasga” tudo de si… Vivencias extremas estão guardadas dentro de um “pote”, evitando ser lembradas, sofridas são recalcadas, somatizando o “corpo” do coração … As atitudes variam da mais ínfima inércia ao mais descontrolado das ações… O amor recalcado deixa de estar aprisionado ao mover a emoção, move o cotidiano,move o que tá guardado, “enclausurado”, sem as pressões…Há uma cura da loucura e das neuroses da alma que não é mais desesperada, transferiu para o outro sua dor e solidão.

Freud de fato foi um homem para além de seu tempo, só o livro "A Interpretação dos Sonhos" sofreu inúmeras reformulações, ele voltava atrás e revia, quando percebia que a coisa não era bem da forma como ele imaginava. Entendo a genialidade de Freud como da ordem da ousadia, ele n…
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Freud de fato foi um homem para além de seu tempo, só o livro "A Interpretação dos Sonhos" sofreu inúmeras reformulações, ele voltava atrás e revia, quando percebia que a coisa não era bem da forma como ele imaginava. Entendo a genialidade de Freud como da ordem da ousadia, ele não repetiu os jargões dos pré-freudianos que consistia em métodos atrelados a uma mudança de comportamento regada ao estilo pedagógico,ele deixou a sua marca, criou algo novo, percebeu o homem para além do sintoma, para além da doença, e é isso o "além" daquilo que aprendemos nos livros ou com a própria abordagem. A técnica sem uma percepção intuitiva que não comunga a intimidade e a humanidade do outro, é só técnica, não podemos tratar só com a técnica, do lado de lá há uma humanidade que sofre, de uma demanda de amor, coisa que Freud pontuou de forma grandiosa (Katiana Santiago)

Voltar no tempo... Só em pensar tenho enfado no pensamento Mas não é de descontentamento
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Voltar no tempo... Só em pensar tenho enfado no pensamento Mas não é de descontentamento Há alegrias saudáveis, lembranças douradas e relíquias amadas guardadas no labirinto do entendimento. Só de sentir a vida em seu desdobramento sinto que estou no meu melhor momento E é no encanto que se encanta meu encantamento do que está por vir trazido pelo coração... Há conflitos conflitantes que das cinzas dão o aprendizado e da solidão a canção, Sacia a velha sede no alto mar da distração. Não há uma latitude ou longitude que mensure o amor de uma intenção É pouso, depois é inquietação. A fortaleza se perde na fraqueza que aprisiona a paixão Não se conforma nos mares calmos, só nas turbulentas mares que navegam a própria ilusão. Eis a morada da paixão que vez ou outra tem a companhia de um amor da estação... Katiana Santiago

Há um canto que se elabora como um canto gregoriano... Na matriz da alma surgem canções, caminhos e muitos planos! Se constroi e reconstroi cadeias e vive as euforias, pois todo dia é sempre dia na busca da“satisfação”.
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Há um canto que se elabora como um canto gregoriano... Na matriz da alma surgem canções, caminhos e muitos planos! Se constroi e reconstroi cadeias e vive as euforias, pois todo dia é sempre dia na busca da“satisfação”. A alegria é o som vida! Devemos nascer quantas vezes for preciso, Pois do abismo surgem essas canções. Katiana Santiago

Podemos sonhar, porque de sonhos ninguém morre. Eles é quem nos socorrem, do mar escuro da distração. Podemos sonhar, porque só se morre de ausências, que são conseqüências, de vazios extremos e de alguma forma isso afoga a vida, e suicida a emoção.
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Podemos sonhar, porque de sonhos ninguém morre. Eles é quem nos socorrem, do mar escuro da distração. Podemos sonhar, porque só se morre de ausências, que são conseqüências, de vazios extremos e de alguma forma isso afoga a vida, e suicida a emoção. Podemos sonhar e cantar todo dia um verso, fazer um regresso, na infância feliz que brincava o coração, e nessa viagem contratar uma orquestra, para tocar as notas mais lindas de nossas ilusões. Podemos sonhar, porque os sonhos avivam segredos, transbordam apegos, afetos que enganam a insatisfação. Podemos sonhar, pois os sonhos são quentes, germinam sementes e desapropriam a solidão!

Na partida, toda tempestade é infinita, há um mar de incertezas, limitando a vida. Desejos frustrados, como represa a colidir. Um inverno se destina assim, o anjo da morte sopra como querubim, mas, ao mesmo tempo derrama do seu amor sem fim. A passos lentos seguimos, fazendo do…
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Na partida, toda tempestade é infinita, há um mar de incertezas, limitando a vida. Desejos frustrados, como represa a colidir. Um inverno se destina assim, o anjo da morte sopra como querubim, mas, ao mesmo tempo derrama do seu amor sem fim. A passos lentos seguimos, fazendo do rastro um riacho, com correntes frescas, que levam a tristeza, que tentava se embalsamar. De repente, o espírito abraçou a doçura, a singeleza e a candura e a alma ficou pura, tornou-se um porto seguro, que antes era escuridão… Katiana Santiago

Ser um “continente” de pensamentos, é voar e ao mesmo tempo ficar preso ao vento, com asas contentes e também asas de descontentamento. É driblar o próprio sentimento, um oceano em brasas, que vai se afogando no esquecimento e se perdendo pelas cortinas da razão. Se todo céu fo…
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Ser um “continente” de pensamentos, é voar e ao mesmo tempo ficar preso ao vento, com asas contentes e também asas de descontentamento. É driblar o próprio sentimento, um oceano em brasas, que vai se afogando no esquecimento e se perdendo pelas cortinas da razão. Se todo céu fosse ilusão, não haveriam recalcamentos, nem dores confusas, tormentos, apenas o libertar de cada pulsação. Na pele que se habita, há indefinição, amor imperfeito, só arde no peito, transborda a sensação. E na travessia mais louca, ficamos com o céu da imaginação. Katiana Santiago

O inacabado volta como “fantasma” na escuridão, e vela atormentando o antigo destino, a quietude mais pura e singela relaxada de um coração. O inacabado torna pela madrugada, e adentra a alvorada pelas esperanças mais aflitas de uma ilusão, e a contra gosto inconsciente, trás as…
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O inacabado volta como “fantasma” na escuridão, e vela atormentando o antigo destino, a quietude mais pura e singela relaxada de um coração. O inacabado torna pela madrugada, e adentra a alvorada pelas esperanças mais aflitas de uma ilusão, e a contra gosto inconsciente, trás as cadeias das emoções. Seja pela luz do sol ou da lua, independente da estação, chuva ou sereno molhado, arado, retorna como rimas os flagelos das paixões. Só a alma pode ser encantada de delírios e alucinações, meia volta, retorna os velhos fantasmas, como em encruzilhadas e paralisam a vida na estação! Não há trem no caminho, avião ou navio, que nos sequestre das próprias solidões. É coisa do coração ficar sozinho, preso ao ninho, com lembranças, memórias que alcançam a própria infância, para entender o “mito” da recordação! Todo” fantasma” volta, mas nem sempre assombra… Katiana Santiago

Tudo é partida, partícula complexa é a vida, até a não vivida, tudo é despedida, e a saudade é sem definição. Porém, a vida é presente, e quem por ela passa contente alcançou sua “floração”. Tudo é morte, mas nem tudo morre, e é preciso conceber a separação!
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Tudo é partida, partícula complexa é a vida, até a não vivida, tudo é despedida, e a saudade é sem definição. Porém, a vida é presente, e quem por ela passa contente alcançou sua “floração”. Tudo é morte, mas nem tudo morre, e é preciso conceber a separação! Cada luto tem seu tempo, seu sofrer, sua “obsessão”. Todo fim é um começo, e apela o despertar da solidão. Recomeçar é morte, é vida, é água, é fogo e não há sorte, que preserve a emoção. Deveras ciclo suave, estamos de passagem, tudo é uma enorme paisagem, no mar afora das ilusões, e como vislumbra nossas percepções… E a vida pede passagem, ela é carruagem, que de aluguel vai morando nos corações! Katiana Santiago

Queres amar com ternura? Deve-se está preparado para a cura, que o caminho é de travessura! É possível dar o que não se tem? o amor é algo além e transtorna a vil percepção. A pureza é feita de uma fortaleza que se abrigou com a emoção, se encolheu em segredos, se reservou em s…
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Queres amar com ternura? Deve-se está preparado para a cura, que o caminho é de travessura! É possível dar o que não se tem? o amor é algo além e transtorna a vil percepção. A pureza é feita de uma fortaleza que se abrigou com a emoção, se encolheu em segredos, se reservou em seus medos e guardou a intenção. E no coração há moradas bagunçadas, agitadas, animadas, tristes e outras recalcadas, mas cada uma usufrui da sua inquietação. E é pela força do encanto que preenchemos nossas casas, e nas moradas abrigamos fantasias para a alma, aliviadas pela paixão. Queres amar com ternura? Eis a cura: diz não a realização, faz do teu amor uma eterna ilusão, separa uma morada dentro da tua casa e faz dela um alçapão. Ame, mas só se encontrar um abrigo, tudo é indefinido, a vida não faz concessões. O tempo é um inimigo carrasco, que nos traça e deixa em pedaços, nos engole, sem permissão. E o relógio vai definindo, de história em história outros começos, dentre tantos adereços, desenrola teu enredo, que um dia terá pontuação. Katiana Santiago

Vem, e escreve no silêncio, que os dias se abreviam e no demais tudo é solidão. Vem florescer no jardim descontente da alma inquieta, que já pediu perdão. Vem enxugar as lágrimas da desolação, que no anseio, as duras custas adormece na inspiração.
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Vem, e escreve no silêncio, que os dias se abreviam e no demais tudo é solidão. Vem florescer no jardim descontente da alma inquieta, que já pediu perdão. Vem enxugar as lágrimas da desolação, que no anseio, as duras custas adormece na inspiração. Vem desdobrar esse porto seguro, sitiado de muros, que preserva a intenção. É um labirinto escuro, que escorrega e carrega toda falta de um coração. Vem escrever na omissão, o decreto de uma ilusão, que minha fraqueza tem pressa, e o tempo é carrasco da vida em questão. Vem desabrochar na escuridão. A luz é uma faísca que ilumina de longe a perdição. Vem, que no descolorir do compasso, há mil passos, e o vai e vem, volta sem direção. Vem agora e não demora, que pelas horas o frio já congela as veias, e as teias não se formam em qualquer estação, vem trazer o prazer, o querer, antes que a sina abata e leve essa pulsão. Vem… Katiana Santiago

Calar o sentido deixa aflito o próprio coração. Há um choque de razão, há ditos versos sem paixão, que sussurram qualquer gemido. As trilhas não envelhecem, só os pés se enfraquecem, mas não é pela indisposição.
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Calar o sentido deixa aflito o próprio coração. Há um choque de razão, há ditos versos sem paixão, que sussurram qualquer gemido. As trilhas não envelhecem, só os pés se enfraquecem, mas não é pela indisposição. A vida é uma audaz aventureira, guerreira em braços fortes da consolação. É duro traçar o sentido, investigando vestígios dentro da própria solidão. Pune velho castigo… Palavras não encontram um caminho, e se seguirem sozinhas, irão por qualquer direção. Mas elas saem com o desejo de encontrar o beija-flor , assim como a flor é para olhos, as palavras são para dor. A paixão é para a vida, assim como a vida é para o amor! Katiana Santiago

ADIAR Adiar alegrias é como guardar para mais tarde toda poesia que o coração ousou sonhar. Adiar alegrias é juntar cada grão de qualquer triste realidade e permitir que virem miragens para nos assombrar.
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ADIAR Adiar alegrias é como guardar para mais tarde toda poesia que o coração ousou sonhar. Adiar alegrias é juntar cada grão de qualquer triste realidade e permitir que virem miragens para nos assombrar. Adiar alegrias é deixar de observar a anunciação que faz o dia, um espetáculo bom ou ruim, mas que ainda nos deixa vivos aqui. Adiar alegrias é negar-se por inteiro e deixar os remendos da rotina dominar, é pautar-se pelos medos, e estranhar-se no espelho de si mesmo, buscando uma fuga que inclina a alma para qualquer lugar. Adiar alegrias é retornar para qualquer dia, repetindo a triste sina sem alternação. Adiar alegrias é não viver para colher o dia, é deixar de se encantar e se entregar a monotonia do tempo que nos rouba nossa juventude audaz. Adiar alegrias é perder o momento, é sepultar a semente ao vento e depois querer colher no ar. E no adiamento dos risos, só restará lembranças vazias e uma “embarcação naufragada” que a duras custas ficou abandonada, esquecida, suspira e ainda é inspirada e reflete sobre as cargas sustentadas, trazidas e levadas pelo porto do coração que se perderam, mas apenas no”alto mar” da distração. Katiana Santiago

Cada ilusão é única na candura de quem sonha. É aldeia, porto e estação da solidão. Em muitos sonhos dormem os vulcões em erupção que minam e sublimam vez ou outra pelo esconderijo inseguro da inquietação.
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Cada ilusão é única na candura de quem sonha. É aldeia, porto e estação da solidão. Em muitos sonhos dormem os vulcões em erupção que minam e sublimam vez ou outra pelo esconderijo inseguro da inquietação. Não se concebe a fraqueza pela incerteza que trás um coração, nem um ato é pensado quando há o mover de uma paixão. Nenhum amor é seguro, nem é tecido de certezas é escravo das lonjuras, das inconstâncias que o permeiam. É a ausência que sonha, é a falta que inspira, é a tragédia grega do amor que norteia a vida!

São as palavras que nos movem e nos acariciam As palavras também esquadrinham e “inscrevem” a alma na sua habitação. As palavras nos visitam sem justa causa em qualquer estação, nos sondam lentamente, seu toque é quente, e move os “oceanos” mais íntimos da vida em suas inquieta…
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São as palavras que nos movem e nos acariciam As palavras também esquadrinham e “inscrevem” a alma na sua habitação. As palavras nos visitam sem justa causa em qualquer estação, nos sondam lentamente, seu toque é quente, e move os “oceanos” mais íntimos da vida em suas inquietações. Pelas palavras construímos nossas miragens, alimentamos os sonhos ou afogamos de vez o coração… Nada se fez sem ela, nem a alegria ou dor, nem a guerra ou a paz, nem o ódio ou propriamente o amor. E vamos nos “inscrevendo” e do inscrito somos tão parte dele… As palavras que nos tocam de forma quente germinam sementes, que movem os oceanos mais particulares em suas aflições. Palavras são tatuagens marcadas por lembranças de tantas bagagens, e nossas leituras tão infinitamente particulares nos levam aos mares mais profundos das interpretações, segregam sentimentos, atormentam emoções. As palavras nos visitam como uma boa companheira de ilusões, se tocam, nos tocam, se misturam, nos misturam. E assim estamos “Inscritos” nos ditos, dos não ditos, repletos de malditas confusões. Katiana Santiago

Somos arrastados para qualquer travessia, a vida não tem guia. Há caminhos sofridos e há caminhos de tanta alegria, que fascinação! Não se vive nenhuma passagem cega, muda ou surda, dos dias aos anos as ilusões “remexem” as fantasias dormentes.
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Somos arrastados para qualquer travessia, a vida não tem guia. Há caminhos sofridos e há caminhos de tanta alegria, que fascinação! Não se vive nenhuma passagem cega, muda ou surda, dos dias aos anos as ilusões “remexem” as fantasias dormentes. Todo silêncio é ausente, e se destina a qualquer vil interpretação. Por isso a vida é ação presente, é quente, e é essa beleza que comove e encanta a emoção da gente… Inúteis são as certezas, elas são correntezas das sublimes e particulares agitações. E na travessia do caminho, as chamas sempre haverão de incendiar meu coração. Pois a noite ameaça o dia em qualquer estação. Aquilo que nos queima também serve para iluminar. Qualquer escuridão esquecida já teve um dia de “clarear” Eis vida que chama e é chama, chamas que nos queimam e que também nos levam à algum lugar! Katiana Santiago