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Frases de Joe Lima

15 frases

Desfrute do mais belo fruto, sem deixar que controle a si mesmo.
São flores, são caminhos, São cores, são cativos, São dores que me resguardam,
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São flores, são caminhos, São cores, são cativos, São dores que me resguardam, São sonhos que me aguardam. Não quero dizer que estou triste ou que perigo, Mas a felicidade é tocável e não a vejo. Sinto como se fosse outra a causa para um eu aflito, E enquanto a sinto, a vida eu não vicejo. N'outro dia estava caminhando sem comoção, Como se o própria dia não fosse relevante, Mas pouco durou tal ingênua sensação, Pois o dia acaba, e outro chega. Então ali caminhando eu tomei consciência, Perdido num paraíso, sem objetivo, Estava vivendo a esmo, sem exigência. Mas quis que o dia mudasse e que este então seja: Que as flores floreassem pelos meus caminhos, Que as cores cativassem os meus momentos, Que as dores se resguardassem para um eu sozinho, Enquanto os sonhos se aproximassem com o tempo. Os flores não mudaram, nem as cores ou as dores do meu alento, Mas meus olhos já eram outros, prontos para um dia novo e sedento. Era eu que não mais queria, e que agora seguiria o vento, Que aponta para onde o sol conta, as histórias de um pensamento. Carpe Diem.

Que fizeste às pessoas? Têm sorrido tanto, Dizem que vive
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Que fizeste às pessoas? Têm sorrido tanto, Dizem que vive Sob um certo encanto, Naquela lagoa Que chamas de alma. Será que ele sabe? Em tudo há ela E com ela cabe Somente o amor. É diferente, distante e presente, Livre deste mundo, Com formas e o som cadente, De um universo só deles, De pensamentos profundo, E mesmo que latente, Vibra forte n'aqueles, De coragem e vivalma. Será que ele sabe? Em tudo há ela E com ela cabe Somente o amor. É inerte, inerente, Pois sempre o acompanhou. Toda a sua vida, Resume-se a esse alvor Que tornará a ser gente Quando diretamente o for Feito livro, toda lida Pelo seu amador. Será que ele sabe? Em tudo há ela E com ela cabe Somente o amor Enquanto o tempo, Se diverte com a morosidade, Observa no garoto, E com certa idade, Sorri tão contente Com aquele flerte De dois que em voto Juraram expor À prova, seu sonho De ver aquela flor, Tornar-se a árvore De uma família, vigente, Nascida em primor. Será que ele sabe? Em tudo há ela E com ela cabe Somente o amor

Quando tempo faz? Viveste para respirar, Mas já não importa mais
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Quando tempo faz? Viveste para respirar, Mas já não importa mais Pois agora chegou, Plangente e com dor Porém tem consigo vigor Ela te espera Não se esqueça da calma Ela te ora Lhe beija a alma Venha, estenda os braços Respira os melhores ares Foi Zéfiros quem os preparou Pode ver ao longe os traços? Eles nascem em pares Como foi você, quando a encontrou Ela te espera Não se esqueça da calma Ela te ora Lhe beija a alma Já pensaste enquanto vive? Ela não pode te comandar Suas decisões que o inclinem Para com ela poder professar A união indispensável É tua quando podê-la alcançar Ela te espera Não se esqueça da calma Ela te ora Lhe beija a alma Portanto se vá Ore e vigie, espalhe tua erudição Seja digno feito ela Que estendeu o coração Talvez esteja à hora Pois apesar de tudo Estás aqui Ela te espera Não se esqueça da calma Ela te ora Lhe beija a alma

Talvez fizesse bem, Aquela espera. Talvez fosse além,
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Talvez fizesse bem, Aquela espera. Talvez fosse além, Por ser tão bela. Mas talvez seja de quem, Só a venera. Talvez as histórias, Fossem histórias. Talvez os sonhos, Fossem sonhos. Mas talvez soassem suasórias, E o gosto pelo mistério, Sempre impera. Quem sabe seja impulso, E esperança, Quem sabe seja discurso, Pela temperança, Mas quem sabe seja percurso, E a insegurança, Só seja austera. Há quem diz que é verdade. E há quem diz que não se sabe. Há quem diz que é importante. E há quem diz que está distante. Quando determinarem, pelo menos, A resposta será sincera. Eu não sei quem está certo, Também não sei quem está mais perto. Mas se eu descobrir em algum verso, Sei que será tudo, mesmo que discreto, Para ela, que vive bela e terna. Em sua vida que é poeta.

Foi assim, e ela luou. Não veio nunca mais, por muito mais tempo, Mas voltou após, sentir o vento,
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Foi assim, e ela luou. Não veio nunca mais, por muito mais tempo, Mas voltou após, sentir o vento, Chamá-la ao garoto, Para dá-lo esperança, Para dá-lo alento, Para salvar-lhe a lembrança. E tornar-se um portento. Ele sempre a esperou Confuso na alma Se era verdade, ele se consolou Sem perder a calma Sem perder o amor. Seria a vontade, Ou seria a dor? Que lhe salvava, De seu clamor? Ela não estava ali, Mas era o fulgor De sua existência, De seu louvor. O garoto sentou-se Tão desanuviado Como se estivesse contente Como se desalentado Mas no fundo era ela Tão longe e irreal Que se tornara pungente Sorriu, respirou. Ele esperaria parado Por sua visita Pois um dia talvez, Viria catita E dele ouviria: “Tornou-se minha vida” Então foi assim, e ela luou.

A noite e os ventos suspiravam, As estrelas e os pássaros lhe admiravam Mas era o tempo que caminhava observando
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A noite e os ventos suspiravam, As estrelas e os pássaros lhe admiravam Mas era o tempo que caminhava observando Lento feito nuvem ao céu nublado E era ele que iria Acreditava e desta vez Com maior fé prosseguiria Para vê-la em placidez Oh, pobre jovem Consegues, podes mais Se és como nuvem Sabeis que é capaz Pois sendo ela, se carrega Até onde ela estás E era ele que iria Acreditava e desta vez Com maior fé prosseguiria Para vê-la em placidez Vê aquelas aves? Voarão até os montes Cruzarão longos mares E planarão sobre horizontes Como não poderia então, Espera-la até que apronte E era ele que iria Acreditava e desta vez Com maior fé prosseguiria Para vê-la em placidez Chegaste até o ponto Em que o tempo e teu dom Compreendem qualquer conto Sobre ela e o seu tom Porém agora tu já sabes Podes vê-la em inspiração E era ele que iria Acreditava e desta vez Com maior fé prosseguiria Para vê-la em placidez

Saberia ela como ele se sente? Incerto de tudo e por vezes contente Saberia ela que ele não mente?
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Saberia ela como ele se sente? Incerto de tudo e por vezes contente Saberia ela que ele não mente? Com ela é sincero sem saber se é vero Talvez os dois não soubessem Talvez não deveriam Talvez os dois se esquecem Mas se lembram com carinho Saberia ele quem é ela? Diferente e do seu jeito, tão bela Saberia ele como a espera? Quietamente inquieto Em sua inconstância que vem por certo Talvez os dois não soubessem Talvez não deveriam Talvez os dois se esquecem Mas se lembram com carinho Saberiam os poetas, que assim é o amor? Ou diriam os profetas que o nosso é temor? Não nos vemos, ou dizemos que é sonho e distante. O que será isso que não entendemos? O que nos fará se persevera com afinco? Dirá para nós que estamos sozinhos? Ou roubará a voz em que nós nos escondemos? Já não sei se procuro, Ou se a procura é minha, Mas sempre te esqueço, Para te ver em toda a vida.

A canção aconchegante, Da noite, Lhe parecia delirante
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A canção aconchegante, Da noite, Lhe parecia delirante Mas perante as dores Soava num instante E os clamores tão bravos por natureza, Não passavam de louvores Calmos, em uma era, e era ela Que não estava ao seu lado Parado, inconstante Reflexivo e guiado O garoto não sonhava mais. Era acordado Mas não era capaz Talvez fosse o medo Mas o medo jamais, Superaria seu amor, Por ela, que atrela Seus desejos ao compor, Suas lembranças e insignificâncias Diárias, de uma rotina de passado E em sua mente ele voava, Não inspirado, mas acariciado Pela brisa, feito sopro que plainava Seus desejos e cansado Ainda era ela que o chamava "N'onde estás amor?" Ouvia ao longe, aquela fala O tom mais belo e sincero. Que voz seria esta, Se não dela e discreto Ele chorava ao som, certo De que o passado, estava ali Seu coração tamborilava Devia aceitar, tinha algo para cumprir. Dormiu, foi em sonho. Ela lhe sorriu a face rosada E ele bisonho, tentou se aproximar Cabelos ruivos bailaram em velada No sorriso inocente, estava a clara Sob a clareira, no clarão do luar.

Corrompe-lhe a dúvida, Rouba-lhe a luta, Mas salva-lhe a lira,
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Corrompe-lhe a dúvida, Rouba-lhe a luta, Mas salva-lhe a lira, De um sono profundo, Mas fraco de ira, Cheio de conduta, Onde todo o seu mundo, É seu, E dela. Um pinheiro, e o vermelho. Seus cabelos, suaves, Carregam o sereno, De uma alma tão grave, De abundância e segurança, Que guarda na palma, De destino pleno, Do alento que é primeiro É seu, E dela. Só sabem os deuses, Distantes e atentos Vigentes, não opulentos Mas de rico, o intento De nobre lembrança Será o legado É o acrescento É seu, E dela. Mas é dele a mente Que espera o eterno Terno amor, que guarda Para ela que só mente A sua chegada A tempos subalterno Do próprio destino Que de todos os homens Escolheu o menino Mas não importa a sina É seu, E dela.

Havia um riacho, E por ele um caminho. Cruzando-lhe, o garoto,
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Havia um riacho, E por ele um caminho. Cruzando-lhe, o garoto, Encontrou-se sozinho. Porém, distante sonhou, Em encontrar seu destino. Havia uma estrada, E nela, um poeta. Que dizia ser sábio, E tocava clarineta. Mas a música lembrava, O garoto de casa, E inquieto seguiu, Com sua historieta. Havia uma cidade, E nela pessoas, Convivendo, o garoto, Encontrou-se sorrindo. Mas a estrada o chamou, E após uma briga, Estava ele animado, Em perseguição do destino. Havia um magnata, Que ofereceu um sorriso. Era Trazido em moedas, Mas sua memória era um aviso. Fugiu então, o garoto, Da ganância e do perigo. Havia a saudade, Do que é fácil e distante. E do passado a memória, Atormentava enquanto diante. Mas a estrada que seguia, Prostrou-se perante, A jovem alma que riu, E continuou ele errante.

Qual era a cor do céu? Seus pensamentos angustiados, Se perderam e sem anel,
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Qual era a cor do céu? Seus pensamentos angustiados, Se perderam e sem anel, O compromisso era forjado. Sem pesar, e como fuga Lutava contra a culpa. Queria ser dela, mas a disputa Era cega e absoluta. Dizia para si, sê fiel, Porém, seu coração agora cansado Pedia por razão e era cruel, Sua paixão parecia um fardo. Sem pesar, e como fuga Lutava contra a culpa Queria ser dela, mas a disputa Era cega e absoluta Adiante, homem, viva seu fado, Sereno, e distante; Será como aqui, porém amado. Talvez perante; Seja sozinho, e será passado, O tempo, puro, presente Vivo, e venturo. Consequente, homem, viceje e a vida, Mostrar-lhe-á a dor, Nas noites e em suas brisas, Seguirá taciturno de amor, Antes mesmo da despedida, O alento, duro, ardente Esquivo e Inseguro. Só então, viverá a chance Que nem os Deuses Mais distantes, Poderiam lhe privar. Só então, viverá um romance Que embeleze, A sua espera; Porém ainda assim seguirá, a procurar. Sua vida afinal, já não é mais sua. E os dias que se seguirão, não são mais seus. Suas escolhas, que se farão, são pela única, E suas conquistas, que ocorrerão, o farão pelos teus: Cabelos avermelhados, Alma, e o adeus, para ninguém dado. Sim, é dela a cor do céu, Que se altera ao seu agrado Como é dela o garoto incréu, Para o eterno, suspiro, realizado.

Se és mais um que diz; sabeis que estou distante e bem feliz, enterrado n'onde o sol se esconde, e som se expande, aqui, piano e ando, sempre a sorrir. Se és daqueles que jamais; sabeis então que sou capaz, não irei corroborar o que algo de bom não faz, e por favor, senta e ouve…
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Se és mais um que diz; sabeis que estou distante e bem feliz, enterrado n'onde o sol se esconde, e som se expande, aqui, piano e ando, sempre a sorrir. Se és daqueles que jamais; sabeis então que sou capaz, não irei corroborar o que algo de bom não faz, e por favor, senta e ouve, entenda o que o piano te traz. Se te surpreende, então que você se sente, e o que o piano tem presente, faça o sentir ser só da gente, fechado na sala, pelo som cadente. Mas se depois você sonhar, saiba então que o meu sonho aqui está, de quimera a um servir, para o bem de alguém, que pode escutar. Como irmão ou família, em conversa de esquina, onde pouco se diz e tudo se explica, basta apenas um olhar para eu poder transpassar: Piano meu, fizemos uma verdade nova se aflorar, um sonho novo para transbordar o tempo e vencer no senso de se perder no ar.

Olá, você sereno, me disseram que és bem lento, mas não parece-me assim e sendo ti, te invejo por ser feliz. Vejo que a sua rotina não tem ordem, talvez nem sina, mas é diferente em cada dia, para que você deleite o inesperado, ou assim você me diz. Tentarei o mesmo, lhe inform…
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Olá, você sereno, me disseram que és bem lento, mas não parece-me assim e sendo ti, te invejo por ser feliz. Vejo que a sua rotina não tem ordem, talvez nem sina, mas é diferente em cada dia, para que você deleite o inesperado, ou assim você me diz. Tentarei o mesmo, lhe informo eu, seguirei os passos que você viveu, e a esmo viverei aprendendo como um aprendiz. Sim, eu sei, felicidade não se encontra, muito menos, ela se conta, é como a sensação do frio que uma brisa aponta, ou o calor que uma chama apronta, é um efeito colateral da nossa vida. Serei então, sereno eu, como você vê, já sou num instante, basta entender o que tu aprendeu, e que antes pra mim parecia irrelevante. Felicidade não é um desejo, nem sentimento, ela não é um algo, ou um estado, ouso dizer que não é contentamento nem mesmo um beijo! Felicidade não é busca, é obrigação. Vá, que irei-me então, vamos viver a rotina com disposição, e não ligue de me ligar quando vier, aliás, pode aparecer quando quiser! Vou estar aqui para te receber, com histórias e chá, para entardecer e a alma sentir que se sente bem. Sim, vá e volte, felicidade. Essa nossa é uma ótima, grande, amizade!

Boa noite. Espero que hoje você sonhe, e veja de relance um filho futuro, ou um filme noturno, ou então uma música, que te lembre o meu amor por você. Um dia desses eu conversei com o tempo, que me contou que os melhores destinos são secretos, impossíveis de imaginar, e são tra…
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Boa noite. Espero que hoje você sonhe, e veja de relance um filho futuro, ou um filme noturno, ou então uma música, que te lembre o meu amor por você. Um dia desses eu conversei com o tempo, que me contou que os melhores destinos são secretos, impossíveis de imaginar, e são trazidos lentos e bem discretos . Perguntei então, porque te conheci tão cedo, e pude ver o sonho mais lindo caminhar ao meu lado, e sorrir ensolarado, avivando todo o meu mundo, em tão longos momentos. Ele sorriu, e disse que é segredo. Espero que amanhã você acorde, que o sol te aguarde com vergonha do seu brilho, pra dividir espaço na tela que você forma, e aqui eu compartilho, que meu amor é como aurora, te seguindo pelo seu caminho, e esperando que você também ame a alguma hora. Para ser sincero, sou seu. É definitivo, feito promessa ou um compromisso, sei que ainda não me respondeu, pois nada te perguntei, ainda, se admito. Mas imagino se eu o fizesse, será que: Você casaria comigo?