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Frase de Joe Lima

Olá, você sereno, me disseram que és bem lento, mas não parece-me assim e sendo ti, te invejo por ser feliz. Vejo que a sua rotina não tem ordem, talvez nem sina, mas é diferente em cada dia, para que você deleite o inesperado, ou assim você me diz. Tentarei o mesmo, lhe informo eu, seguirei os passos que você viveu, e a esmo viverei aprendendo como um aprendiz. Sim, eu sei, felicidade não se encontra, muito menos, ela se conta, é como a sensação do frio que uma brisa aponta, ou o calor que uma chama apronta, é um efeito colateral da nossa vida. Serei então, sereno eu, como você vê, já sou num instante, basta entender o que tu aprendeu, e que antes pra mim parecia irrelevante. Felicidade não é um desejo, nem sentimento, ela não é um algo, ou um estado, ouso dizer que não é contentamento nem mesmo um beijo! Felicidade não é busca, é obrigação. Vá, que irei-me então, vamos viver a rotina com disposição, e não ligue de me ligar quando vier, aliás, pode aparecer quando quiser! Vou estar aqui para te receber, com histórias e chá, para entardecer e a alma sentir que se sente bem. Sim, vá e volte, felicidade. Essa nossa é uma ótima, grande, amizade!

Joe Lima

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Pensador.com

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Outras frases de Joe Lima

Desfrute do mais belo fruto, sem deixar que controle a si mesmo.
São flores, são caminhos, São cores, são cativos, São dores que me resguardam,
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São flores, são caminhos, São cores, são cativos, São dores que me resguardam, São sonhos que me aguardam. Não quero dizer que estou triste ou que perigo, Mas a felicidade é tocável e não a vejo. Sinto como se fosse outra a causa para um eu aflito, E enquanto a sinto, a vida eu não vicejo. N'outro dia estava caminhando sem comoção, Como se o própria dia não fosse relevante, Mas pouco durou tal ingênua sensação, Pois o dia acaba, e outro chega. Então ali caminhando eu tomei consciência, Perdido num paraíso, sem objetivo, Estava vivendo a esmo, sem exigência. Mas quis que o dia mudasse e que este então seja: Que as flores floreassem pelos meus caminhos, Que as cores cativassem os meus momentos, Que as dores se resguardassem para um eu sozinho, Enquanto os sonhos se aproximassem com o tempo. Os flores não mudaram, nem as cores ou as dores do meu alento, Mas meus olhos já eram outros, prontos para um dia novo e sedento. Era eu que não mais queria, e que agora seguiria o vento, Que aponta para onde o sol conta, as histórias de um pensamento. Carpe Diem.

Qual era a cor do céu? Seus pensamentos angustiados, Se perderam e sem anel,
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Qual era a cor do céu? Seus pensamentos angustiados, Se perderam e sem anel, O compromisso era forjado. Sem pesar, e como fuga Lutava contra a culpa. Queria ser dela, mas a disputa Era cega e absoluta. Dizia para si, sê fiel, Porém, seu coração agora cansado Pedia por razão e era cruel, Sua paixão parecia um fardo. Sem pesar, e como fuga Lutava contra a culpa Queria ser dela, mas a disputa Era cega e absoluta Adiante, homem, viva seu fado, Sereno, e distante; Será como aqui, porém amado. Talvez perante; Seja sozinho, e será passado, O tempo, puro, presente Vivo, e venturo. Consequente, homem, viceje e a vida, Mostrar-lhe-á a dor, Nas noites e em suas brisas, Seguirá taciturno de amor, Antes mesmo da despedida, O alento, duro, ardente Esquivo e Inseguro. Só então, viverá a chance Que nem os Deuses Mais distantes, Poderiam lhe privar. Só então, viverá um romance Que embeleze, A sua espera; Porém ainda assim seguirá, a procurar. Sua vida afinal, já não é mais sua. E os dias que se seguirão, não são mais seus. Suas escolhas, que se farão, são pela única, E suas conquistas, que ocorrerão, o farão pelos teus: Cabelos avermelhados, Alma, e o adeus, para ninguém dado. Sim, é dela a cor do céu, Que se altera ao seu agrado Como é dela o garoto incréu, Para o eterno, suspiro, realizado.

Havia um riacho, E por ele um caminho. Cruzando-lhe, o garoto,
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Havia um riacho, E por ele um caminho. Cruzando-lhe, o garoto, Encontrou-se sozinho. Porém, distante sonhou, Em encontrar seu destino. Havia uma estrada, E nela, um poeta. Que dizia ser sábio, E tocava clarineta. Mas a música lembrava, O garoto de casa, E inquieto seguiu, Com sua historieta. Havia uma cidade, E nela pessoas, Convivendo, o garoto, Encontrou-se sorrindo. Mas a estrada o chamou, E após uma briga, Estava ele animado, Em perseguição do destino. Havia um magnata, Que ofereceu um sorriso. Era Trazido em moedas, Mas sua memória era um aviso. Fugiu então, o garoto, Da ganância e do perigo. Havia a saudade, Do que é fácil e distante. E do passado a memória, Atormentava enquanto diante. Mas a estrada que seguia, Prostrou-se perante, A jovem alma que riu, E continuou ele errante.