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Frases de João Starkaiser

35 frases

TRANSFORMAÇÃO A sensibilidade, a apreciação e a compreensão da vida nascem no afastamento das trevas dos enfrentamentos e das perdas conhecendo a diferença para mudar o pensamento e recomeçar.
ALÉM DO CREDO Vivemos num mundo dominado por crenças dogmáticas oferecidas por religiões despovoadas de lógica, antiquadas e até desumanas mantidas pela complacência. Às vezes, quando nos apaixonamos ou esperamos por algo além da razão, somos transigentes com a irracionalidade,…
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ALÉM DO CREDO Vivemos num mundo dominado por crenças dogmáticas oferecidas por religiões despovoadas de lógica, antiquadas e até desumanas mantidas pela complacência. Às vezes, quando nos apaixonamos ou esperamos por algo além da razão, somos transigentes com a irracionalidade, muitas vezes cientificamente sem fundamento, politicamente ingênua, psicologicamente desinformada e contraproducente para os objetivos a serem compartilhados. O silêncio é precioso! Entretanto, a ausência de voz diante do erro é cumplicidade passível de culpabilidade! Nesse caso acredito que devamos reconsiderar nossa abordagem diante da vida e da sociedade, em face do aviltamento político ou de uma histeria errônea coletiva que provoque transformações sociais negativas e danosas. Comumente os preceitos para a conduta humana e a tomada dos arbítrios geralmente vêm da filosofia moral, leis e dos costumes tradicionais. Apesar da insistente e longa peleja da religião como um fator importante na formação da ética e na melhoria da condição humana, seus intentos trouxeram o exercício cruel de imposições, violência, inverdades e dogmatismos vazios. Tampouco, a ciência seria a norma para a prática de determinar os preceitos da ética e da moral, além de sugerir sobre a natureza do universo e articular o aumento de conhecimento para aliviar a dor e o sofrimento através de artifícios para melhorar as condições e as necessidades, tornando a vida humana mais agradável. A fé, como um relacionamento pessoal com o Divino, além de um sentimento positivo e útil para o crescimento emocional, é necessária ao comportamento humano. O homem é dotado de faculdades cognitivas para entender o mundo cotidiano de substâncias e eventos nítidos. Entretanto, a ausência de intuitividade que infringe as expectativas inatas e universais sobre a estrutura cotidiana do mundo com respeito as pessoas, animais, vegetação e o meio ambiente são inconsistentes com o conhecimento baseado em fato, ao sustentarem a crença em seres invisíveis e mutáveis, ou indivíduos que predizem eventos distantes no tempo ou no espaço indo de encontro às suposições efetivas sobre fenômenos físicos, biológicos e psicológicos. As crenças religiosas podem ser verdadeiras ou falsas. Entretanto, não são vazias, retendo e transmitindo ao homem o escape fortuito à suposta prova de verdade, tornando-se parte da cultura, provocando a ciência do ser e tornando-se memoráveis. Devido ao contexto histórico particular em que as crenças funcionam, podem praticamente conter sabedoria, apesar de quão absurdos possam parecer os credos fundamentais. Contudo, a aparente invalidez do pensamento religioso não representa a condição de mentalidade simples através de demonstrações de incoerência quanto à ausência de provas de aparição visual ou audível do ser no qual as crenças são sustidas, a despeito de algumas pessoas religiosas serem resolutamente irracionais em sua dedicação espiritual e tornem supérfluo o aspecto da devoção. Adeptos de algumas religiões assimilam a cerimônia da Celebração Eucarística que observa o sacrifício do redentor Yaohushua na cruz, como uma assimilação de canibalismo, devido ao consumo ritualístico simbólico do vinho e da hóstia significando o sangue e o corpo do Senhor, durante a Missa. Se pensarmos substancialmente e de modo empírico sobre as principais convicções religiosas, considerando a competitividade religiosa, distorções teológicas e o firmamento de ideias na memória humana, somos inclinados a presumir que são literalmente sem sentido, contra intuitivas e carecem de condições de verdade. Enquanto quase impossível, se as distintas conjecturas religiosas se unirem no dia a dia costumeiro, a informação pode ser facilmente armazenada, evocada e transmitida de maneira menos radicalizada, deixando o resto do mundo do senso comum inteiramente intacto, pois, as impressões supernaturais que causam nossas ansiedades existenciais como solidão, injustiça, miséria e a tragédia inesperada, tem um mínimo de presença e são de caráter contra intuitivo no cotidiano. No final de nossa existência, a intensa perspectiva da morte promove sentimentos religiosos entre todos os segmentos da população, uma afirmação que pode ser feita sobre a expectativa de todo ser humano, sem espaço para questionamentos de rejeição.

NOSSO DOM, NOSSA VIDA Desde a teoria da Grande Explosão de George Gamow e o sacerdote Georges Lemaître, e as várias teorias sem comprovação que relatam outras narrativas, a mente científica está cativa imaginando a matéria se organizando no planeta em partículas, átomos, compost…
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NOSSO DOM, NOSSA VIDA Desde a teoria da Grande Explosão de George Gamow e o sacerdote Georges Lemaître, e as várias teorias sem comprovação que relatam outras narrativas, a mente científica está cativa imaginando a matéria se organizando no planeta em partículas, átomos, compostos orgânicos, bactérias, animais e cérebros conscientes. Existe uma unidade de sentidos de imensa beleza que impacta no dia a dia nossa vida, e está concentradamente infiltrada nas funções biológicas e nos traços mentais humanos. Como seres sociais, na fluidez do processo de interação em nossos relacionamentos com outras pessoas, envolvendo nossos corpos, rostos e emoções enquanto falamos, gesticulamos e sorrimos, construímos elos de aceitação ou motivos de rejeição, desenvolvendo a universalidade nos relacionamentos da natureza humana. Dessas interações surge a simpatia, a amizade, o desejo e o amor. Porém, o que é o paradoxo fundamental da vida, o amor, a mãe de todas as dependências afetivas? Uma união de sabores errados e gostos certos onde os gestos consentem o amor? O centro de todas as questões humanas? Uma ilusão positiva, ou um devaneio de experiência? O amor gera a união, e a proximidade, também, causa afeição profunda. Contudo, do desentendimento ou na falta de compreensão, às vezes, como um recurso inteligente, acontece a vontade de mudar a mente buscando a liberdade das convicções, que não ocorre sem custo, pois, cria cisão e desmanches, consequentemente, se as referências de amor humano mudarem, mesmo suavemente, a crueldade social e política aumentará. Quanto à ciência autointitulada como descobridor e desenvolvedor de soluções para os problemas físicos e as questões humanas, o que diz sobre as origens do amor no esquema das coisas, além de associar esse intenso sentimento com as áreas do sistema compensativo presente no cérebro que produz a dopamina, e cogitar que a ontologia do amor é um componente da consciência, portanto, uma provável questão significativa para pesquisa? Nas tradições religiosas, exclusivamente a cristã, o amor, que anima a vida e a criatividade, é uma qualidade primordial de Deus e, portanto, eternizado. Quanto à nossa percepção pessoal sobre o significado de tão nobre e indispensável sentido que une as pessoas e engrandece a espécie humana? É o amor um vício poderoso, muitas vezes positivo que nos deleita com o êxtase e nos faz lutar contra a profunda tristeza que, comumente, sua perda nos causa? Finalmente, ao amarmos as pessoas com os defeitos que os olhos notam, entramos em conflito com as imperfeições que o coração perdoa.

A REALIDADE ININTERPRETÁVEL Em meio à ancestral hostilidade entre a certeza e o verdadeiro, a realidade, apesar de fantástica e divinamente desapegada que, às vezes, tentamos negar, é um resumo sucessivo de princípios de uma estrutura imóvel de fundamentos intuitivos e referênci…
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A REALIDADE ININTERPRETÁVEL Em meio à ancestral hostilidade entre a certeza e o verdadeiro, a realidade, apesar de fantástica e divinamente desapegada que, às vezes, tentamos negar, é um resumo sucessivo de princípios de uma estrutura imóvel de fundamentos intuitivos e referências em variáveis que alteram os sentidos, até mesmo a sanidade, só experimentada na ausência de percepção.

OPORTUNIDADE O que poderia ter sido uma abstração, e o que foi, ecoando na memória ao longo do caminho que não percorremos para a porta que nunca abrimos, permanece uma possibilidade perpétua num mundo apenas de especulação convergindo para um único tempo, pois, de certa maneira…
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OPORTUNIDADE O que poderia ter sido uma abstração, e o que foi, ecoando na memória ao longo do caminho que não percorremos para a porta que nunca abrimos, permanece uma possibilidade perpétua num mundo apenas de especulação convergindo para um único tempo, pois, de certa maneira, sempre findamos aqui no presente.

A AMIZADE NATURAL E O RELACIONAMENTO VIRTUAL Podemos idealizar que a formação das boas relações da amizade não demanda premissa, promessas, termos, condições, ou a corporalidade característica da proximidade entre as pessoas mutuamente correspondentes, e, que nossas emoções pode…
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A AMIZADE NATURAL E O RELACIONAMENTO VIRTUAL Podemos idealizar que a formação das boas relações da amizade não demanda premissa, promessas, termos, condições, ou a corporalidade característica da proximidade entre as pessoas mutuamente correspondentes, e, que nossas emoções podem ser apenas experimentadas por nossa mente, sem a imperatividade da presença física para desenvolver e manter o sentimento em nossa existência multidimensional. Como seres sociais, a própria sobrevivência de nossa espécie tem como fundamento nossa capacidade de constituir, entender e manter as amizades cumprindo as obrigações rituais dos relacionamentos, amando uns aos outros da maneira certa na amizade exigindo uma reserva moral sublime e ímpar, alheia aos benefícios, ciente dos deveres que a alimentam, numa relação voluntária e uniforme na confiança e certeza da boa avaliação da expectativa recíproca de boas ações. No entanto, cada vez mais somos atraídos pelo mundo da ‘internet’ que provêm a ilusão virtual de companheirismo sem as mesmas exigências de intimidade da amizade real, nos expondo à obesidade, ao tabagismo e outras facetas da saúde que são disseminadas pelo sedentarismo e a artificialidade ilusória nas redes sociais, nos remetendo, também, à horizontes sociais muito além de nós mesmos afetando os limites reais entre o natural e o postiço no relacionamento humano. Apesar de as restrições de tempo para manter amizades, antes do advento da mídia eletrônica através das redes sociais, quando era necessário horas para manter a correspondência tradicional através de cartas, cartões de Natal, aniversários, lembretes memoriais de outros eventos e celebrações, além da telefonia convencional, havia mais benefício salutar, alteridade e essencialidade nos relacionamentos. Com o aparecimento da ‘internet’ que propiciou redes sociais como o Facebook e o Tweeter, o território da emoção humana está mudando o aspecto sombroso da sensação arraigada da solidão, tornando-a menos consistente e mentalmente profunda, como era antes do alívio proporcionado pela tecnologia do relacionamento meramente existente na faculdade do homem, que redimensionou o isolamento emocional e existencial. Contudo, sendo a seleção do grupo uma continuidade razoável, evolutiva e plausível da natureza social dos seres humanos, contraposta à leviandade, agilidade e dinamismo da aquisição seletiva da amizade virtual que vai além da genuinidade de nossos gostos, da paridade de nossos genes e de nossa proximidade física, podemos taxar a ausência de razoabilidade, cuidado e realismo de uma escolha que faz pouco sentido aos fatos, a mente e a cultura social e histórica convencional do homem.