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Frases de João Starkaiser

35 frases

Superação O autoconhecimento, dando espaço à libertação do outro dentro da gente que não queremos deixar, nossa parte reprimida, a verdade comprometida e a ação indevida difíceis de encarar, coisas que não abrimos mão. Mas, é preciso escolher e muito temos a fazer para o alívio…
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Superação O autoconhecimento, dando espaço à libertação do outro dentro da gente que não queremos deixar, nossa parte reprimida, a verdade comprometida e a ação indevida difíceis de encarar, coisas que não abrimos mão. Mas, é preciso escolher e muito temos a fazer para o alívio brotar, assumindo a responsabilidade, superando os dogmas, abandonando a maldade para outra realidade trazer, sem nosso viver complicar

A Verdade É! Parece-me uma condescendência a impressão de que as pessoas não pensam no que dizem. Todavia, quando deparo-me, principalmente com aquelas que falam alto ao expor seus argumentos, sem consideração a impor seus ditos, querendo que acreditemos, quando sabemos a verdad…
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A Verdade É! Parece-me uma condescendência a impressão de que as pessoas não pensam no que dizem. Todavia, quando deparo-me, principalmente com aquelas que falam alto ao expor seus argumentos, sem consideração a impor seus ditos, querendo que acreditemos, quando sabemos a verdade, e nos ira quando cientes de que a mentira continua, porque compreender a verdade nos esclarece e capacita, sabendo que define a realidade, pois é real, representa o alicerce da liberdade, que nos auxilia a assimilar e entender o mundo em que vivemos, nos mune de compreensão, compaixão e felicidade, é eterna, nunca muda, nunca acaba, que a conheçamos ou não.

Coexistência A religião é fundada em especulações teológicas, e a ciência é baseada em fatos observados. Mas, podem coexistir. Porém, devemos respeitar ambas as disciplinas em seus sentidos especulativos ou expostos. Se desconstruíssemos religião e ciência, os dois conhecimento…
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Coexistência A religião é fundada em especulações teológicas, e a ciência é baseada em fatos observados. Mas, podem coexistir. Porém, devemos respeitar ambas as disciplinas em seus sentidos especulativos ou expostos. Se desconstruíssemos religião e ciência, os dois conhecimentos poderiam se complementar e coexistir sem exclusividades mútuas. Embora a religião seja fundada em hipótese teológica e, represente um conjunto de valores pelos quais vivemos nossas vidas, as imposições dogmáticas, tornam quase impossível separar o espiritualismo do axioma, o bastante para que os fiéis permitam que a razão coexista com os fragmentos resultantes de fé. Apesar de não existir uma mutualidade espontânea e exclusiva entre a evolução e o desígnio inteligente, alguns conciliam a doutrinação da religião com o aprendizado da ciência, e podem harmonizar uma analogia entre a fé e a visão de mundo, sem permitir que a fé interfira ou priorize sobre fatos incontestáveis. Afirmar uma teoria ou a outra, é uma busca inútil, pois o homem não é equipado, não tem a pureza, o merecimento, nem é imbuído com a capacidade e a desenvoltura para sobreviver mentalmente compreendendo o conteúdo da razão dos princípios, o dom dos saberes que originaram e destinaram ele e as coisas antes mesmo de sua própria existência.

Como seremos? O juízo que reflete de modo saliente, sobre eventos relevantes de prodígios da ideologia das teorias sociais e a cultura sobre a natureza da realidade peculiar e íntima atual, que compreende a erradicação das diferenças que incluem a eliminação das distinções e da…
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Como seremos? O juízo que reflete de modo saliente, sobre eventos relevantes de prodígios da ideologia das teorias sociais e a cultura sobre a natureza da realidade peculiar e íntima atual, que compreende a erradicação das diferenças que incluem a eliminação das distinções e da marginalização de espécie, etnia e camada social que compõem a sociedade atual controlada pela mídia e a tecnologia progressiva na nova tendência de consumo, reversão de papeis, transformação nas artes, na harmonia visual, estruturas políticas, sociais e na manufatura e técnicas avançadas de qualidade diversa nos guiando para uma nova ordem social, trazendo mudança capital para a vida humana e social, nos leva a refletir sobre quais pressupostos nos aguardam nos dias a vir.

O calar da fala Perdidos no esquecimento do consumismo, envolvidos na fantasia digital, o ego inflado pela ganância de adquirir tecnologia de comunicação, devora o assunto e as pessoas, tornando nossa existência e colóquio cada vez mais virtual, dando espaço para o aperfeiçoamen…
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O calar da fala Perdidos no esquecimento do consumismo, envolvidos na fantasia digital, o ego inflado pela ganância de adquirir tecnologia de comunicação, devora o assunto e as pessoas, tornando nossa existência e colóquio cada vez mais virtual, dando espaço para o aperfeiçoamento da imagem, calando a fala e tornando a língua decadente, roubando nossa realidade audível, que aos poucos vai caindo no silêncio e destruindo o conceito do valor objetivo. Estamos vendo perecer o uso dos atributos naturais da essência dos sentidos, abolindo a espiritualidade, o sagrado, nossas crenças. E o nosso único escape reside em nos reencantar.

Biologia e relativismo moral A maioria das pessoas concebe a moralidade como uma criação social, um complexo composto de regras evoluídas através do tempo, do discurso e do debate, também, pela religião e os tratos culturais que normatizamos e aplicamos, apesar de não serem univ…
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Biologia e relativismo moral A maioria das pessoas concebe a moralidade como uma criação social, um complexo composto de regras evoluídas através do tempo, do discurso e do debate, também, pela religião e os tratos culturais que normatizamos e aplicamos, apesar de não serem universais à todas culturas. Apesar de aplicarmos um conjunto específico de conceitos organizados que sugere maneiras no pensar e agir, de modo integral nosso sentido moral repousa, relativamente, na biologia, que nos concede a vocação para a sensatez, nossa identificação e compreensão do próximo, a predisposição para ajudar os outros e, nos faculta o significado moral para desenvolver um sistema de normas que se aplica a sociedade, corrigindo, também, àqueles que fogem das regras. Podemos ver a moral no sentido de evoluir, de mudança. Também, numa acepção sem relativismos, de melhoria, como a emancipação da escravatura, a punição pelos crimes de tortura patrocinados pelo estado, a luta pela observação dos direitos humanos e a liberdade de expressão. Se levarmos em conta essa relatividade moral biológica, que, naturalmente, nos remete a um pensamento socialmente centrado em preconceitos de um grupo, percebemos que evoluímos nossa habilidade de pensar objetivamente.

De um lado, analisando o argumento da contingência, e por outro, a questão da impossibilidade de um infinito regresso temporal das causas, em sua curiosidade, o ser humano, pedindo uma explicação integral e conclusiva, alega a razão de algo existir, em lugar de nada ou outra cois…
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De um lado, analisando o argumento da contingência, e por outro, a questão da impossibilidade de um infinito regresso temporal das causas, em sua curiosidade, o ser humano, pedindo uma explicação integral e conclusiva, alega a razão de algo existir, em lugar de nada ou outra coisa, do que ocorre contingentemente. Também, questiona de modo pertinente, dedutivo e indutivo sobre as questões da contingência e necessidade, causação e explicação, a natureza e a origem do universo. Porém, na concepção de muitos, é evidente a existência do universo, e argumentos de uma causa sem causa, não substanciam a questão que o universo não é o término necessário da regressão.

Voltando aos fundamentos Numa época em que a função psíquica humana é entendida em termos de neurotransmissores, os preceitos da introspecção estão fora de moda, o progresso tira o conhecimento e a aplicação de alguns princípios e regras de arte valiosos, o artifício e habilidad…
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Voltando aos fundamentos Numa época em que a função psíquica humana é entendida em termos de neurotransmissores, os preceitos da introspecção estão fora de moda, o progresso tira o conhecimento e a aplicação de alguns princípios e regras de arte valiosos, o artifício e habilidade de escrever cartas e a simples comunicação pela fala, está cada vez mais, sendo suprimido pela relação virtual, precisamos nos encantar, outra vez, com a vida, para ajudarmo-nos a recuperar distinções que foram apagadas.

Equilíbrio no viver Sendo a pluralidade a condição humana, numa cultura de neuroses, onde a maioria tornou-se insensível à distinção da complexidade em que a sociedade convive, lado a lado, entre o desespero e a satisfação, beirando o desequilíbrio trágico e as forças destrutiva…
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Equilíbrio no viver Sendo a pluralidade a condição humana, numa cultura de neuroses, onde a maioria tornou-se insensível à distinção da complexidade em que a sociedade convive, lado a lado, entre o desespero e a satisfação, beirando o desequilíbrio trágico e as forças destrutivas que tais circunstâncias criam, devemos buscar, independente do nosso potencial, alcançar a felicidade, sem exaltar um aspecto de nossa vida em prol de outro.

VIAJE SUA VIDA Se realizarmos a brevidade da vida vivendo na causa do outro, limitados por doutrinas e prescrições derivadas de conceitos alheios reprimindo nossa fala e nosso grito, confundindo nossa intuição e desviando-nos do rumo de nosso coração, entenderemos que nossa exis…
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VIAJE SUA VIDA Se realizarmos a brevidade da vida vivendo na causa do outro, limitados por doutrinas e prescrições derivadas de conceitos alheios reprimindo nossa fala e nosso grito, confundindo nossa intuição e desviando-nos do rumo de nosso coração, entenderemos que nossa existência é uma imitação.

A AUTONOMIA DO PENSAMENTO A consequência em si, é o teste e a única avaliação da verdade e da eficácia dos meios. Pois, apesar de parecer audacioso dizer isso, a imaginação é a moradia da verdade. Suposições que buscam conduzir ou limitar o saber, usando quaisquer fundamentos e…
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A AUTONOMIA DO PENSAMENTO A consequência em si, é o teste e a única avaliação da verdade e da eficácia dos meios. Pois, apesar de parecer audacioso dizer isso, a imaginação é a moradia da verdade. Suposições que buscam conduzir ou limitar o saber, usando quaisquer fundamentos erroneamente denominados racionais criados numa postulação do que deveria ser o uso ou os métodos de aplicação do conhecimento, independentemente do efeito sabido produzido pelos objetos na imaginação, deve ser falso e elusivo, arriscando ferir a imaginação buscando uma conclusão manipulada onde o raciocínio claro não é usado e o desfecho correto não é obtido.

CONTEMPLAÇÃO Às vezes, com paciência, entre uma imagem e um sonho, os afiados espinhos e os dilemas da vida acontece um instante espontâneo para enxergar o que você sempre viu e nunca percebeu, que tem uma medida eterna, e te tira a fome e o sono de entusiasmo ao realizar o evid…
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CONTEMPLAÇÃO Às vezes, com paciência, entre uma imagem e um sonho, os afiados espinhos e os dilemas da vida acontece um instante espontâneo para enxergar o que você sempre viu e nunca percebeu, que tem uma medida eterna, e te tira a fome e o sono de entusiasmo ao realizar o evidente.

FORMAÇÃO E CONDUTA HUMANA Nossa natureza nos capacita a raciocinar e agir de forma moral, ir ao encalço da virtude e desenvolver ao mais alto grau possível nosso caráter moral, combinando a reflexão e a repetição centralizada para nos nortear no caminho certo na busca da beleza,…
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FORMAÇÃO E CONDUTA HUMANA Nossa natureza nos capacita a raciocinar e agir de forma moral, ir ao encalço da virtude e desenvolver ao mais alto grau possível nosso caráter moral, combinando a reflexão e a repetição centralizada para nos nortear no caminho certo na busca da beleza, que parece ser a moradia da verdade universal, absoluta e imutável que, também, pode habitar na aparente imperfeição, quase sempre por necessidade, e na noção imprecisa do bem e da condição humana, com o objetivo final de viver uma existência expressiva com a excelência que nos distingue do resto da criação. Para vivermos bem, precisamos observar as leis naturais e estarmos conscientes dos direitos naturais, com a compreensão dos conceitos do privilégio da concessão e deveres, da moralidade e suas relações, a justiça e o bem comum, a autoridade e o problema da injustiça legal. Então, nos tornamos em adultos com anatomia e hormônios que definem nossa situação, mas, não determinam nossos papéis na sociedade. Não podemos viver autenticamente, a menos que possamos buscar objetivos auto escolhidos observando o paradigma das leis e do direito natural e a restrição razoável à liberdade dos indivíduos evitando que prejudiquemos uns aos outros. Com a habilidade de lidar com ideias divergentes é discuti-las abertamente, deixamos a verdade vencer através de argumentos e suas limitações, não pela força, usando o poder da razão e apreciando de um ponto de vista puramente lógico, com base no modo como as coisas parecem opostas ao feitio como pensamos que sejam, considerando, para dar sentido às nossas decisões, que exista uma situação de causa e efeito, pois, tudo o que realmente vemos é uma coisa após outra. Sem a pretensão de sermos iguais, devemos perseguir a virtude e a bondade para criarmos espaço para a harmonia íntima e social em nossas diferenças, e sermos mais um instrumento dentro da diversidade de pessoas e perspectivas promovendo uma sociedade equilibrada, considerando a relevância de interiorizar a paridade entre o que temos e o que não controlamos centralizando nosso esforço e faculdades no que possuímos ao mesmo tempo em que lidamos com equidade e justiça com as coisas que não regemos. O externalismo da representação e a diferença entre a necessidade e prioridade como a liberdade, ansiedade e autenticidade, são parte do pensamento do homem consciente da ausência de racionalidade e da possibilidade de eventualidades em sua vida causando a necessidade imediata de significar sua existência. Como seres pensantes, devemos considerar as questões que desafiam pressupostos básicos sobre nós mesmos, preocupando-nos no sentido de como agir a respeito e sendo cautelosos em nossas ações ao confrontarmos as diferentes provocações no curso de nossa vida, sempre avaliando o equilíbrio entre nossos interesses e a harmonia que buscamos para viver bem.

DE FATO Parece uma condescendência a impressão que as pessoas não pensam no que dizem. Todavia, quando nos deparamos com indivíduos exaltados ao expor seus argumentos, impondo seus ditos, querendo que acreditemos ser a verdade, nos iramos com a continuação da mentira. Compreend…
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DE FATO Parece uma condescendência a impressão que as pessoas não pensam no que dizem. Todavia, quando nos deparamos com indivíduos exaltados ao expor seus argumentos, impondo seus ditos, querendo que acreditemos ser a verdade, nos iramos com a continuação da mentira. Compreender a verdade nos esclarece e capacita na aproximação da realidade que representa o alicerce da liberdade, nos auxiliando a assimilar e entender o mundo em que vivemos, munidos de compreensão, compaixão e felicidade por sua perenidade e imutabilidade, que a conheçamos ou não.

SOMOS! Terceirizando a qualidade essencial de nossa existência para engenhos mecânicos que promovem a virtualidade, vivemos numa era em que nossos momentos mais significativos, paralelamente aos nossos afazeres mais triviais, com registros ativos e passivos documentados em banco…
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SOMOS! Terceirizando a qualidade essencial de nossa existência para engenhos mecânicos que promovem a virtualidade, vivemos numa era em que nossos momentos mais significativos, paralelamente aos nossos afazeres mais triviais, com registros ativos e passivos documentados em bancos de dados de memória com toda nossa vida inserida neles e distribuídos globalmente numa revisão contínua da nossa compreensão dos elementos principais do que significa ser humano com lembranças reproduzíveis, redefine nossa humanidade e influencia profundamente nosso futuro. O desenvolvimento da ciência com novas descobertas, novos conhecimentos e novas disciplinas acomoda uma nova visão de nós mesmos e do nosso lugar no universo que propõe uma mudança em quem somos num mundo ocupado por falsidade, trivialismo e mitos. No decurso de grande parte do século passado, através de observações cosmológicas, o conceito da uniformidade do universo e da singularidade das leis da física orientou o raciocínio científico. Apesar de a mecânica quântica ser considerada uma teoria bem sucedida e o fundamento para a compreensão de toda a física, à exceção da gravidade, não oferece uma descrição completa da natureza. Também, nem sempre atribui um valor preciso a uma propriedade física, porque, dentro do amplo espectro de interpretações que oferece, não descreve uma realidade externa, e as propriedades só acontecem no pensamento do observador. Tampouco, os fisicistas entendem os fenômenos quânticos, pois, somente propicia prognósticos relativos aos resultados das experiências. Deve haver outra explicação mais transparente a ser descoberta. O avanço da biologia adquirindo instrumentos que tornarão a forma humana mais modelar reprogramando tecidos humanos, possibilitando novas habilidades na reparação e regeneração do corpo humano, deixa entrever a possibilidade futura de ir além da restauração de corpos danificados, e possibilitar mudanças de segmentos e unidades em novos recursos e propriedades da estrutura, crescimento, funcionamento e reprodução de nosso organismo, aos poucos, nos livrando dos limites da forma fixa humana. O progresso da neurociência expondo a mente como um produto do cérebro, defendendo que uma questionável série de casualidades improváveis de condições levou aos meios indispensáveis para o surgimento da vida, nossa espécie e civilização tecnológica, através da espontaneidade, o fenômeno da bio informação e a auto-organização como a união do princípio máximo de ação que, supostamente, deu origem a vida, e que a identidade humana emerge gradualmente durante o desenvolvimento, põe em cheque as noções tradicionais e quase universais da espiritualidade das crenças confinadas às racionalizações e conceitos das pessoas sobre a Vida antes da vida, o após a morte e a recompensa e punição definitivas. A despeito da curiosa ciência da computação ignorar, e até mesmo se opor aos princípios do resto da ciência, a interatividade informática como ficção científica vem enfraquecendo seus princípios conceituais. Apesar das maravilhas industrializadas atuais, como carros auto dirigidos, entre tantos outros apetrechos modernos, estamos muito distante das máquinas "auto conscientes”, e não há chance de uma inteligência artificial substituir a era humana, pois, nenhum equipamento mecânico do computador está acelerando em nenhuma direção exponencial que supere o poder computacional de um cérebro e o controle humano. Do manejo inicial da pedra e do fogo, o homem moderno lida com ferramentas sofisticadas que possibilitam avanços extraordinários à sua cultura, saúde e bem-estar. Estamos em uma nova era de medicina personalizada, e nossos genes causadores de doenças cardíacas, oncogenes que promovem câncer de próstata, câncer de mama e causam estresse e infecção, podem ser alterados quando mudamos nossos hábitos. Portanto, nossos genes não são nosso destino! Tampouco, a ciência representa nossa essência! Sendo a realidade independente das reivindicações científicas, devemos abandonar as observações de cientistas como verdades objetivas, pois, algumas são verdadeiras, mas a maioria depende de tantas condições iniciais, que as colocam no limiar entre a realidade e a ficção. Por outro lado, o surgimento da ciência como uma instituição não inteiramente supersticiosa e corrupta está, aos poucos, trazendo a atenção do ser humano para problemas imediatos, cujas soluções dependem do rápido progresso em ciência e tecnologia. Na incognoscível possibilidade de sabermos a verdade de nossa origem, razão de ser e paradeiro, nos tornamos em contadores de histórias e experiências sem conhecimento do resultado de nossa narrativa. Assim é a ciência, que fará tudo ao seu alcance para suprimir a alma. Contudo, a verdade não reside entre a diferença de perspectivas. A verdade tem seu lugar próprio e singular no início e no fim de tudo e do todo existente! Apesar das limitações da compreensão atual, é válido repensar o que significa ser humano. Também, mais do que nunca, é essencial ponderarmos sobre nossa condição com relação ao mundo que nos rodeia e nosso estado como o único ser que faz acontecer e compreende suas ações e reações.

NOSSO MUNDO A natureza sofisticada e sutil da realidade em sua consistência lógica discursiva está além de qualquer conjectura de filosofia preconcebida. No vazio de tudo, quando nada existia, a divindade da Mente indivisível sonhou o universo criando a realidade contendo o hom…
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NOSSO MUNDO A natureza sofisticada e sutil da realidade em sua consistência lógica discursiva está além de qualquer conjectura de filosofia preconcebida. No vazio de tudo, quando nada existia, a divindade da Mente indivisível sonhou o universo criando a realidade contendo o homem e seu mundo. Contudo, às vezes, a realidade parece influenciar o sonho e o sonho provocar a realidade. Muitos ilustrados sustentam que a realidade final é incognoscível. Seguindo esse pensamento, toda a realidade é desconhecida, sendo a prática meramente um fenômeno, e o conhecimento, apenas uma ilusão, nulificando toda consciência, história humana e suas práticas. Seria a realidade apenas um prodígio, se podemos voltar atrás num pensamento ou ato, mudando assim o desfecho de nossa própria realidade?

METAFÍSICA... A existência é o infinito que se desenrola, e os argumentos sobre nossa estadia e movimentos condicionados em nossa breve trajetória consciente no mundo buscam resumir a noção sobre o que é o Tempo e sua passagem, como uma mudança de um estado ou condição em relaçã…
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METAFÍSICA... A existência é o infinito que se desenrola, e os argumentos sobre nossa estadia e movimentos condicionados em nossa breve trajetória consciente no mundo buscam resumir a noção sobre o que é o Tempo e sua passagem, como uma mudança de um estado ou condição em relação a si mesmo ou a outras condições, numa abstração de mudança condicional, caracterizando o pretérito como uma indicação de um estado que possui condições que não mais existem, mas uma vez foram. O futuro, como um prenúncio que assinala para um estado que não tem condições atuais, mas que será ou poderá ser. Sendo o momento atual, algo que pode ser experimentado de uma forma ou de outra. Com uma metáfora simples, na ausência de conhecimento superior, que não possuímos, podemos definir o tempo adotando-o como a medida entre os eventos. Porém, o tempo não se resume à memória! O tempo é o axioma fundamental do universo! A memória e a imaginação, ambas pertencentes ao presente, podem parecer indistinguíveis uma da outra, uma representada por ocorrências familiares passadas e a outra pela projeção questionável de uma situação a ser realizada. Se existe um presente que trata de uma dimensão do tempo, existe também aqui o mecanismo que trata da linearidade das dimensões e do espaço. Porém, quanto à ideia persistente de que não existe lá e depois, apenas o momento/lugar atualmente ocupado? O ponto de fluxo do tempo tem um princípio de realidade que a teoria da relatividade não possui. Não há uma visão correta absoluta, independente do quão rápido é a passagem dos elementos. O contexto do tempo é entendido como relativo aos números imaginados dentro de números complexos. Espaço= tempo. Contudo, isso não representa que é possível substituir o tempo pela distância, mesmo supondo que o tempo não existe. Temos vários fósseis em diferentes níveis de resíduos que demonstram claramente um momento primordial na história do planeta. Poderia os ossos de dinossauros ser uma tese contrária à teoria presentista? Os dinossauros em sua mutação estruturada no esqueleto de pássaros existem no presente. Como considerar mudanças genéticas contínuas para se adequar à visão presentista? Se ouvirmos uma canção gravada hoje, e ouvirmos essa mesma canção amanhã, horas depois da primeira audição, essa gravação não existiria e estaríamos criando uma imaginação? Em nosso álbum de fotografias, estão retratadas imagens de nós mesmos, de outras pessoas e aspectos de elementos físicos com modificações aparentes das percebidas hoje. As fotos retratam a juventude de outrora demonstrada na coloração capilar, no peso e aspecto geral das pessoas. Poderiam as mesmas aparências de antanho compartilhar sincronicamente as conformações de hoje? A ação do tempo parece um cometa em suas voltas elípticas ao redor do sol, sempre direcionado para a origem obedecendo a sua singularidade no lugar do tempo e do espaço, deixando vestígios que apontam para a verdade eterna da sucessão da vida e do movimento dos elementos na Terra e no universo!