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Frase de João Starkaiser

ALÉM DO CREDO Vivemos num mundo dominado por crenças dogmáticas oferecidas por religiões despovoadas de lógica, antiquadas e até desumanas mantidas pela complacência. Às vezes, quando nos apaixonamos ou esperamos por algo além da razão, somos transigentes com a irracionalidade, muitas vezes cientificamente sem fundamento, politicamente ingênua, psicologicamente desinformada e contraproducente para os objetivos a serem compartilhados. O silêncio é precioso! Entretanto, a ausência de voz diante do erro é cumplicidade passível de culpabilidade! Nesse caso acredito que devamos reconsiderar nossa abordagem diante da vida e da sociedade, em face do aviltamento político ou de uma histeria errônea coletiva que provoque transformações sociais negativas e danosas. Comumente os preceitos para a conduta humana e a tomada dos arbítrios geralmente vêm da filosofia moral, leis e dos costumes tradicionais. Apesar da insistente e longa peleja da religião como um fator importante na formação da ética e na melhoria da condição humana, seus intentos trouxeram o exercício cruel de imposições, violência, inverdades e dogmatismos vazios. Tampouco, a ciência seria a norma para a prática de determinar os preceitos da ética e da moral, além de sugerir sobre a natureza do universo e articular o aumento de conhecimento para aliviar a dor e o sofrimento através de artifícios para melhorar as condições e as necessidades, tornando a vida humana mais agradável. A fé, como um relacionamento pessoal com o Divino, além de um sentimento positivo e útil para o crescimento emocional, é necessária ao comportamento humano. O homem é dotado de faculdades cognitivas para entender o mundo cotidiano de substâncias e eventos nítidos. Entretanto, a ausência de intuitividade que infringe as expectativas inatas e universais sobre a estrutura cotidiana do mundo com respeito as pessoas, animais, vegetação e o meio ambiente são inconsistentes com o conhecimento baseado em fato, ao sustentarem a crença em seres invisíveis e mutáveis, ou indivíduos que predizem eventos distantes no tempo ou no espaço indo de encontro às suposições efetivas sobre fenômenos físicos, biológicos e psicológicos. As crenças religiosas podem ser verdadeiras ou falsas. Entretanto, não são vazias, retendo e transmitindo ao homem o escape fortuito à suposta prova de verdade, tornando-se parte da cultura, provocando a ciência do ser e tornando-se memoráveis. Devido ao contexto histórico particular em que as crenças funcionam, podem praticamente conter sabedoria, apesar de quão absurdos possam parecer os credos fundamentais. Contudo, a aparente invalidez do pensamento religioso não representa a condição de mentalidade simples através de demonstrações de incoerência quanto à ausência de provas de aparição visual ou audível do ser no qual as crenças são sustidas, a despeito de algumas pessoas religiosas serem resolutamente irracionais em sua dedicação espiritual e tornem supérfluo o aspecto da devoção. Adeptos de algumas religiões assimilam a cerimônia da Celebração Eucarística que observa o sacrifício do redentor Yaohushua na cruz, como uma assimilação de canibalismo, devido ao consumo ritualístico simbólico do vinho e da hóstia significando o sangue e o corpo do Senhor, durante a Missa. Se pensarmos substancialmente e de modo empírico sobre as principais convicções religiosas, considerando a competitividade religiosa, distorções teológicas e o firmamento de ideias na memória humana, somos inclinados a presumir que são literalmente sem sentido, contra intuitivas e carecem de condições de verdade. Enquanto quase impossível, se as distintas conjecturas religiosas se unirem no dia a dia costumeiro, a informação pode ser facilmente armazenada, evocada e transmitida de maneira menos radicalizada, deixando o resto do mundo do senso comum inteiramente intacto, pois, as impressões supernaturais que causam nossas ansiedades existenciais como solidão, injustiça, miséria e a tragédia inesperada, tem um mínimo de presença e são de caráter contra intuitivo no cotidiano. No final de nossa existência, a intensa perspectiva da morte promove sentimentos religiosos entre todos os segmentos da população, uma afirmação que pode ser feita sobre a expectativa de todo ser humano, sem espaço para questionamentos de rejeição.

João Starkaiser

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Superação O autoconhecimento, dando espaço à libertação do outro dentro da gente que não queremos deixar, nossa parte reprimida, a verdade comprometida e a ação indevida difíceis de encarar, coisas que não abrimos mão. Mas, é preciso escolher e muito temos a fazer para o alívio brotar, assumindo a responsabilidade, superando os dogmas, abandonando a maldade para outra realidade trazer, sem nosso viver complicar

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O calar da fala Perdidos no esquecimento do consumismo, envolvidos na fantasia digital, o ego inflado pela ganância de adquirir tecnologia de comunicação, devora o assunto e as pessoas, tornando nossa existência e colóquio cada vez mais virtual, dando espaço para o aperfeiçoamento da imagem, calando a fala e tornando a língua decadente, roubando nossa realidade audível, que aos poucos vai caindo no silêncio e destruindo o conceito do valor objetivo. Estamos vendo perecer o uso dos atributos naturais da essência dos sentidos, abolindo a espiritualidade, o sagrado, nossas crenças. E o nosso único escape reside em nos reencantar.

Como seremos? O juízo que reflete de modo saliente, sobre eventos relevantes de prodígios da ideologia das teorias sociais e a cultura sobre a natureza da realidade peculiar e íntima atual, que compreende a erradicação das diferenças que incluem a eliminação das distinções e da…
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Como seremos? O juízo que reflete de modo saliente, sobre eventos relevantes de prodígios da ideologia das teorias sociais e a cultura sobre a natureza da realidade peculiar e íntima atual, que compreende a erradicação das diferenças que incluem a eliminação das distinções e da marginalização de espécie, etnia e camada social que compõem a sociedade atual controlada pela mídia e a tecnologia progressiva na nova tendência de consumo, reversão de papeis, transformação nas artes, na harmonia visual, estruturas políticas, sociais e na manufatura e técnicas avançadas de qualidade diversa nos guiando para uma nova ordem social, trazendo mudança capital para a vida humana e social, nos leva a refletir sobre quais pressupostos nos aguardam nos dias a vir.

Coexistência A religião é fundada em especulações teológicas, e a ciência é baseada em fatos observados. Mas, podem coexistir. Porém, devemos respeitar ambas as disciplinas em seus sentidos especulativos ou expostos. Se desconstruíssemos religião e ciência, os dois conhecimento…
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Coexistência A religião é fundada em especulações teológicas, e a ciência é baseada em fatos observados. Mas, podem coexistir. Porém, devemos respeitar ambas as disciplinas em seus sentidos especulativos ou expostos. Se desconstruíssemos religião e ciência, os dois conhecimentos poderiam se complementar e coexistir sem exclusividades mútuas. Embora a religião seja fundada em hipótese teológica e, represente um conjunto de valores pelos quais vivemos nossas vidas, as imposições dogmáticas, tornam quase impossível separar o espiritualismo do axioma, o bastante para que os fiéis permitam que a razão coexista com os fragmentos resultantes de fé. Apesar de não existir uma mutualidade espontânea e exclusiva entre a evolução e o desígnio inteligente, alguns conciliam a doutrinação da religião com o aprendizado da ciência, e podem harmonizar uma analogia entre a fé e a visão de mundo, sem permitir que a fé interfira ou priorize sobre fatos incontestáveis. Afirmar uma teoria ou a outra, é uma busca inútil, pois o homem não é equipado, não tem a pureza, o merecimento, nem é imbuído com a capacidade e a desenvoltura para sobreviver mentalmente compreendendo o conteúdo da razão dos princípios, o dom dos saberes que originaram e destinaram ele e as coisas antes mesmo de sua própria existência.