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Frase de João Starkaiser

A AMIZADE NATURAL E O RELACIONAMENTO VIRTUAL Podemos idealizar que a formação das boas relações da amizade não demanda premissa, promessas, termos, condições, ou a corporalidade característica da proximidade entre as pessoas mutuamente correspondentes, e, que nossas emoções podem ser apenas experimentadas por nossa mente, sem a imperatividade da presença física para desenvolver e manter o sentimento em nossa existência multidimensional. Como seres sociais, a própria sobrevivência de nossa espécie tem como fundamento nossa capacidade de constituir, entender e manter as amizades cumprindo as obrigações rituais dos relacionamentos, amando uns aos outros da maneira certa na amizade exigindo uma reserva moral sublime e ímpar, alheia aos benefícios, ciente dos deveres que a alimentam, numa relação voluntária e uniforme na confiança e certeza da boa avaliação da expectativa recíproca de boas ações. No entanto, cada vez mais somos atraídos pelo mundo da ‘internet’ que provêm a ilusão virtual de companheirismo sem as mesmas exigências de intimidade da amizade real, nos expondo à obesidade, ao tabagismo e outras facetas da saúde que são disseminadas pelo sedentarismo e a artificialidade ilusória nas redes sociais, nos remetendo, também, à horizontes sociais muito além de nós mesmos afetando os limites reais entre o natural e o postiço no relacionamento humano. Apesar de as restrições de tempo para manter amizades, antes do advento da mídia eletrônica através das redes sociais, quando era necessário horas para manter a correspondência tradicional através de cartas, cartões de Natal, aniversários, lembretes memoriais de outros eventos e celebrações, além da telefonia convencional, havia mais benefício salutar, alteridade e essencialidade nos relacionamentos. Com o aparecimento da ‘internet’ que propiciou redes sociais como o Facebook e o Tweeter, o território da emoção humana está mudando o aspecto sombroso da sensação arraigada da solidão, tornando-a menos consistente e mentalmente profunda, como era antes do alívio proporcionado pela tecnologia do relacionamento meramente existente na faculdade do homem, que redimensionou o isolamento emocional e existencial. Contudo, sendo a seleção do grupo uma continuidade razoável, evolutiva e plausível da natureza social dos seres humanos, contraposta à leviandade, agilidade e dinamismo da aquisição seletiva da amizade virtual que vai além da genuinidade de nossos gostos, da paridade de nossos genes e de nossa proximidade física, podemos taxar a ausência de razoabilidade, cuidado e realismo de uma escolha que faz pouco sentido aos fatos, a mente e a cultura social e histórica convencional do homem.

João Starkaiser

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Superação O autoconhecimento, dando espaço à libertação do outro dentro da gente que não queremos deixar, nossa parte reprimida, a verdade comprometida e a ação indevida difíceis de encarar, coisas que não abrimos mão. Mas, é preciso escolher e muito temos a fazer para o alívio…
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Superação O autoconhecimento, dando espaço à libertação do outro dentro da gente que não queremos deixar, nossa parte reprimida, a verdade comprometida e a ação indevida difíceis de encarar, coisas que não abrimos mão. Mas, é preciso escolher e muito temos a fazer para o alívio brotar, assumindo a responsabilidade, superando os dogmas, abandonando a maldade para outra realidade trazer, sem nosso viver complicar

O calar da fala Perdidos no esquecimento do consumismo, envolvidos na fantasia digital, o ego inflado pela ganância de adquirir tecnologia de comunicação, devora o assunto e as pessoas, tornando nossa existência e colóquio cada vez mais virtual, dando espaço para o aperfeiçoamen…
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O calar da fala Perdidos no esquecimento do consumismo, envolvidos na fantasia digital, o ego inflado pela ganância de adquirir tecnologia de comunicação, devora o assunto e as pessoas, tornando nossa existência e colóquio cada vez mais virtual, dando espaço para o aperfeiçoamento da imagem, calando a fala e tornando a língua decadente, roubando nossa realidade audível, que aos poucos vai caindo no silêncio e destruindo o conceito do valor objetivo. Estamos vendo perecer o uso dos atributos naturais da essência dos sentidos, abolindo a espiritualidade, o sagrado, nossas crenças. E o nosso único escape reside em nos reencantar.

Como seremos? O juízo que reflete de modo saliente, sobre eventos relevantes de prodígios da ideologia das teorias sociais e a cultura sobre a natureza da realidade peculiar e íntima atual, que compreende a erradicação das diferenças que incluem a eliminação das distinções e da…
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Como seremos? O juízo que reflete de modo saliente, sobre eventos relevantes de prodígios da ideologia das teorias sociais e a cultura sobre a natureza da realidade peculiar e íntima atual, que compreende a erradicação das diferenças que incluem a eliminação das distinções e da marginalização de espécie, etnia e camada social que compõem a sociedade atual controlada pela mídia e a tecnologia progressiva na nova tendência de consumo, reversão de papeis, transformação nas artes, na harmonia visual, estruturas políticas, sociais e na manufatura e técnicas avançadas de qualidade diversa nos guiando para uma nova ordem social, trazendo mudança capital para a vida humana e social, nos leva a refletir sobre quais pressupostos nos aguardam nos dias a vir.

Coexistência A religião é fundada em especulações teológicas, e a ciência é baseada em fatos observados. Mas, podem coexistir. Porém, devemos respeitar ambas as disciplinas em seus sentidos especulativos ou expostos. Se desconstruíssemos religião e ciência, os dois conhecimento…
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Coexistência A religião é fundada em especulações teológicas, e a ciência é baseada em fatos observados. Mas, podem coexistir. Porém, devemos respeitar ambas as disciplinas em seus sentidos especulativos ou expostos. Se desconstruíssemos religião e ciência, os dois conhecimentos poderiam se complementar e coexistir sem exclusividades mútuas. Embora a religião seja fundada em hipótese teológica e, represente um conjunto de valores pelos quais vivemos nossas vidas, as imposições dogmáticas, tornam quase impossível separar o espiritualismo do axioma, o bastante para que os fiéis permitam que a razão coexista com os fragmentos resultantes de fé. Apesar de não existir uma mutualidade espontânea e exclusiva entre a evolução e o desígnio inteligente, alguns conciliam a doutrinação da religião com o aprendizado da ciência, e podem harmonizar uma analogia entre a fé e a visão de mundo, sem permitir que a fé interfira ou priorize sobre fatos incontestáveis. Afirmar uma teoria ou a outra, é uma busca inútil, pois o homem não é equipado, não tem a pureza, o merecimento, nem é imbuído com a capacidade e a desenvoltura para sobreviver mentalmente compreendendo o conteúdo da razão dos princípios, o dom dos saberes que originaram e destinaram ele e as coisas antes mesmo de sua própria existência.