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Frases de Joao G Ch

19 frases

⁠a embarcação já naufragada ratos alados sobrevivem ao caos essa foi só uma falsa jangada
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⁠a embarcação já naufragada ratos alados sobrevivem ao caos essa foi só uma falsa jangada uma psicose que levou ao mal estar de viver nesse lugar nascer, crescer e morrer o irreal será a única realidade e a mais pura de se contemplar

⁠se dois corpos não ocupam o mesmo espaço o que é que sinto durante nosso abraço? são as luzes de nossas almas se fundindo
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⁠se dois corpos não ocupam o mesmo espaço o que é que sinto durante nosso abraço? são as luzes de nossas almas se fundindo fusão ferro-carbono que resultou em aço asso então a lâmina de nosso destino futuro resulta do presente, de cada pequeno passo moldamos assim todo o nosso caminho marteladas que sentenciam nossos laços -mas eles são amigáveis ou amorosos? perguntou-me em meu ouvido direito sentimentos ainda duvidosos "peço para que repita, com todo o respeito. não ouço desse lado, tente falar com o lado racional... ele será objetivo, mas é deficiente emocional" a pessoa então se sente mal mas que mal isso faz? "é só falar no ouvido esquerdo, ele sabe o que faz" por favor, essa pergunta jamais isso é muito desprezível peço que não me veja nunca mais a dor é irreversível é doloroso demais mesmo que eu nunca mais te veja lembre-se que estamos fundidos para sempre, assim como dois metais o destino é o que quer que seja erros do passado já tornaram-se banais e onde quer que você esteja seus sentimentos são essenciais para que então eu me proteja de suas presentes atitudes boçais e o futuro assim não será no fim de um brilhoso altar será dentro de uma capela meu Eu melancólico sob a luz do luar meus sentimentos se foram, e isso te surpreenderá: não há o que fazer as emoções morrem a de todos também vai morrer não precisa temer não precisa chorar e não adianta tentar correr só adianta nunca mais amar

⁠infinitas vidas, vida infinita entao você realmente acredita que a irrealidade da vida
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⁠infinitas vidas, vida infinita entao você realmente acredita que a irrealidade da vida que tantas idas e vindas que tantas falas bonitas se tornam farsas movidas a ego? egocentrismo, o maior dos erros um vício, uma droga os restos dos cinzeiros cinza que acorda o homem perdido em seu abstrato canto inconscientemente corroído das chamas patológicas das relações ilógicas os segundos dos relógios passam lentamente lentos diálogos estressando minha mente desejos análogos ao nosso podre presente instantes oniscientes onipotentes mas não onipresentes presença marcante marcando o semblante uma energia potente potencialmente devastante devastando toda a gente que aqui viverá que aqui deixará a finita vida fluir

⁠e repetições, e repetições percebe por que afugento as emoções? não a vejo mais ao meu lado
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⁠e repetições, e repetições percebe por que afugento as emoções? não a vejo mais ao meu lado ja previa todas essas ações devo ter te assustado, [pois] nao sou marionete das suas decisões de seu leigo fracasso de suas fracas manipulações de sua extrema beleza ou de suas falsas provocações só aviso que nao percorra esse obscuro caminho essa assustadora masmorra que ilusionou um carinho sentimentos em gangorra formaram ja um ninho de futuras decepções mas dê-me sua delicada mão segure muito forte por favor, saia da escuridão de todo falso afeto e dessa precária situação chegue mais perto dê-me seu abraço seu forte abraço seu belo abraço carinhoso abraço que junta os estilhaços cola aqueles pedaços de nossa futura paixão de nossos futuros retratos

⁠Pobre homem novo em seu deserto pessoal Oasis pegando fogo
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⁠Pobre homem novo em seu deserto pessoal Oasis pegando fogo Fogo que queima o espiritual Droga de miragem Infernal O ideal que é imaterial Torna-se utópico, no final Um Demônio de areia Sua mente incendeia Em um trauma eternal Areia movediça Buraco negro mental A mente não dá justiça Para um pobre ser mortal A mente é submissa E o pobre homem já não é excepcional

⁠E lá nas profundezas de cada vazio uma nova grande luz então se acende Pensamentos gelados, a mente com frio
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⁠E lá nas profundezas de cada vazio uma nova grande luz então se acende Pensamentos gelados, a mente com frio Abre-se o ser ao seu novo consciente Onde o lado direito seria mais feliz e o lado esquerdo tornaria-se então eloquente Perdoa-se para todos, porém, de seus neurônios tão hostis O medo de calafrios é grande Que até a mais linda flor-de-lis Percebe que se arrepende Quando aquilo que nunca diz É o que mais torna-lhe infeliz

⁠Eis o corpo - adoecendo de seu proprio Eu Escuridão, relogio parando; tudo o que sofreu É digerido pelo verme [quando morreu]
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⁠Eis o corpo - adoecendo de seu proprio Eu Escuridão, relogio parando; tudo o que sofreu É digerido pelo verme [quando morreu] Vomita toda a podridao, mágoa e todo o ser que há pouco comeu Resta o que, entao? A nao ser as efemeras lagrimas ali derramadas As lembranças jamais lembradas Somente a auto-decepçao Por nao ter cuidado, amado ou falado Por ter afugentado-se de qualquer emoção E o verme segue seu belo rumo Em busca da nova morte, em busca do novo túmulo Do novo sofredor que passou para o meu mundo Outra especie amargurada de tudo

⁠e tu agora, o que farás? quando o tom luar deste brilho já não reluz mais seus cílios
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⁠e tu agora, o que farás? quando o tom luar deste brilho já não reluz mais seus cílios já não sei como ficarás, quiça, chorarás então que tu olhes para si busco a logicidade no buraco mais profundo eu juro, no mais profundo, obscuro e abstruso pôs-me tu em eterno frenesi eterno conflito, efêmero amor desapareceram já as infinitas cicatrizes que a todo momento agonizavam com a dor que já não sei quando criaram-se as raízes profundas diga-me as palavras que desejas que sejam agradáveis, já não flamejas mas mesmo que desagradáveis, despejas uma última vez de ouvi-la será para todos, um dia a mais se passa por mim, um dia a menos que caça em um breve futuro, minha alma escassa quando é que tu virá, ó donzela vestindo preto?

⁠No mais frio espaço existente uma alcateia tenta correr liderados por todos os lobos
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⁠No mais frio espaço existente uma alcateia tenta correr liderados por todos os lobos Fazem o Ser então sobreviver: - Aquele que mais a frente está Traça um caminho abstrato Em que o Ser pra algum lugar irá Traça as lembraças de um retrato Que o Ser para sempre lembrará Quando naquele dia estavam os dois Os dois sob a luz de um nublado luar Achando que para sempre iria durar O amor que ninguém jamais quis amar. - Já o que estava mais pra trás uma infeliz notícia tinha pra dizer Que o caminho à frente se ofuscará A alcateia vai dar a meia-volta, volver Ou o Ser então, gravemente se machucará Com a imagem daquela pessoa, aquela mesma que com ele estava ao luar Que encontrou um novo amor, que encontrou alguém para amar. - Dois lobos irmãos são os que tomam o meio Sentem o Ser tocar, sentem o Ser morrer Sentem o que é o amar que o Ser nunca conseguiu ter Porém, no vazio do frio ninguém brinca Abaixo do zero, uma estaca em seu peito finca Os irmãos sentem a dor Os irmãos sentem o pavor E eles também sentem a angústia Quando a morte exala o seu odor - E por fim, existem aqueles aqueles que que beiram as laterais Cada som do bárbaro frio que chega neles Para o Ser, tornam-se fatais A lástima de cada um de seus pais Tempos que já não são normais As luzes que já não brilham mais Relações que já ficaram banais Nenhuma delas essenciais Para o Ser, tornaram-se fatais. A alcateia então percorre sua jornada centenária Assim então o Ser morre Essa jornada foi um porre E os lobos são de uma mente imaginária

⁠Universo paralelo Transcendendo a teoria das cordas o que segura o universo
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⁠Universo paralelo Transcendendo a teoria das cordas o que segura o universo É na verdade um mar de rosas Rosas murchas, espinhosas Infelizmente frias, e também dolorosas O princípio da incerteza Dita-me com clareza A exímia beleza do não saber onde estou com a velocidade em que estou com o amor que Tu manifestou Gato de Schrördinger Revirando-se na caixa Ele não sabe o que vê Ele não sabe o que acha Se o Universo irá morrer Ou ainda há de viver Viver como um ser sem outro que se encaixa

⁠o que odeio é a paz a paz, não a guerra a paz é uma maldição
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⁠o que odeio é a paz a paz, não a guerra a paz é uma maldição uma maldita que enterra meus sonhos, emoção a finita emoção efêmera emoção zero emoção interior em paz um grito lá atrás ele não aguenta mais ele não quer sofrer mais ele não quer não amar mais mas o grito ja traz consigo a emoção infinita emoção eterna emoção eterno looping mas que maldição

⁠sentimento gasto sentimento raso escolhas que já fiz
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⁠sentimento gasto sentimento raso escolhas que já fiz escolhas que agora faço o destino em um traço um futuro tão escasso caminhos que já andei caminhos que agora eu passo o coração mental sem seu marcapasso agora que torto o compasso o céu em mormaço nublando nosso abraço "não desistirei mais" sentimentos de aço segure em meu braço coração caiu no abismo coração em pedaços sentimentos em estilhaço escolhas que nunca mais farei que hoje ainda faço

⁠Ardentes sons chuvosos são os que rasgam meus tímpanos o que falar para uma pessoa que vive em ímpares? Já não vivo mais sobre a harmonia dos outros humanos
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⁠Ardentes sons chuvosos são os que rasgam meus tímpanos o que falar para uma pessoa que vive em ímpares? Já não vivo mais sobre a harmonia dos outros humanos Melodia da vida tocando em tons menores Belas vidas acompanhando seus compassos Claves de Sol iluminando suas vidas Enquanto eu, tropeço a cada passo Nem Clave de Fá é a base para a minha Orquestra vazia tocando em uma artéria no lado mais escuro da inexistente matéira a passagem era bela, agora só é velha assim como uma paixão, só é deletéria quasi niente - Chego ao fim do espetáculo Só restam os batimentos, Acapella do Oráculo O tempo acabando: o violão parou a tuba parou o cello parou a Bossa Nova acabou Não restam batimentos, nem Acapella do Oráculo

⁠distúrbios de um imaginário hiperativo tudo o que penso é o tempo decorrido um cérebro em lágrimas
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⁠distúrbios de um imaginário hiperativo tudo o que penso é o tempo decorrido um cérebro em lágrimas e mais um organismo se esvaindo lamaçal já seco, pantanal fantasioso castelo que soa em um tom perigoso reis e mordomos trêmulos zero horas como um ser ocioso vejo seres intermináveis e indestrutíveis como essas vozes de validade temíveis ruínas ainda estão sangrando desabrochando a atual entropia das raízes oniciosidade, o que de melhor existe combustível de um coração que resiste cálamo do papiro existencial cálice cujo veneno sua queda assiste

⁠relatos de um ex-marinheiro afogado em seu complexo redor todo naufragado destinos que havia sonhado
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⁠relatos de um ex-marinheiro afogado em seu complexo redor todo naufragado destinos que havia sonhado sua alma ali havia deixado Atlântida, seu oásis enquanto cai com um profundo abismo se distrai belas palavras a alguém que nunca vai reluzir o amor jamais vai Netuno, rei dos mares, por onde Tu se escondes? aos prantos do marinheiro, por que Tu não respondes? êxitos conquistados por conta dos tremores falta de fé será a harmonia de seus clamores as águas vão afogando o ser mas nunca acabarão com as suas dores as águas matam o ser mas ele sempre viverá por seus amores

⁠cólera intolerável de uma mente descartável nunca existirá um destino tão maleável em que ninguém sabe onde toca
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⁠cólera intolerável de uma mente descartável nunca existirá um destino tão maleável em que ninguém sabe onde toca e ninguém sabe quem é o responsável por todo esse paralelismo imutável toda essa farsa da água que desloca águia passivamente anti-libertadora voando a negativos centímetros por hora implorando inconscientemente para o ser que ora em suas penas começar a pensar