Frase de Joao G Ch
Eis o corpo - adoecendo de seu proprio Eu Escuridão, relogio parando; tudo o que sofreu É digerido pelo verme [quando morreu] Vomita toda a podridao, mágoa e todo o ser que há pouco comeu Resta o que, entao? A nao ser as efemeras lagrimas ali derramadas As lembranças jamais lembradas Somente a auto-decepçao Por nao ter cuidado, amado ou falado Por ter afugentado-se de qualquer emoção E o verme segue seu belo rumo Em busca da nova morte, em busca do novo túmulo Do novo sofredor que passou para o meu mundo Outra especie amargurada de tudo
No pensador.ai desde