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Frase de Joao G Ch

⁠Nada digo eu para aquelas plumas quando as vi caindo Enquanto jogadas nas ruas passava dançando, sorrindo e nenhum pingo de mágoa escorria E as noites foram passando cada vez mais as plumas brilhando E cada vez mais o corpo decaía e nenhum sorriso mais -senão o delas- naquelas ruas surgia

Joao G Ch

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Pensador.com

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Outras frases de Joao G Ch

⁠se dois corpos não ocupam o mesmo espaço o que é que sinto durante nosso abraço? são as luzes de nossas almas se fundindo
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⁠se dois corpos não ocupam o mesmo espaço o que é que sinto durante nosso abraço? são as luzes de nossas almas se fundindo fusão ferro-carbono que resultou em aço asso então a lâmina de nosso destino futuro resulta do presente, de cada pequeno passo moldamos assim todo o nosso caminho marteladas que sentenciam nossos laços -mas eles são amigáveis ou amorosos? perguntou-me em meu ouvido direito sentimentos ainda duvidosos "peço para que repita, com todo o respeito. não ouço desse lado, tente falar com o lado racional... ele será objetivo, mas é deficiente emocional" a pessoa então se sente mal mas que mal isso faz? "é só falar no ouvido esquerdo, ele sabe o que faz" por favor, essa pergunta jamais isso é muito desprezível peço que não me veja nunca mais a dor é irreversível é doloroso demais mesmo que eu nunca mais te veja lembre-se que estamos fundidos para sempre, assim como dois metais o destino é o que quer que seja erros do passado já tornaram-se banais e onde quer que você esteja seus sentimentos são essenciais para que então eu me proteja de suas presentes atitudes boçais e o futuro assim não será no fim de um brilhoso altar será dentro de uma capela meu Eu melancólico sob a luz do luar meus sentimentos se foram, e isso te surpreenderá: não há o que fazer as emoções morrem a de todos também vai morrer não precisa temer não precisa chorar e não adianta tentar correr só adianta nunca mais amar

⁠infinitas vidas, vida infinita entao você realmente acredita que a irrealidade da vida
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⁠infinitas vidas, vida infinita entao você realmente acredita que a irrealidade da vida que tantas idas e vindas que tantas falas bonitas se tornam farsas movidas a ego? egocentrismo, o maior dos erros um vício, uma droga os restos dos cinzeiros cinza que acorda o homem perdido em seu abstrato canto inconscientemente corroído das chamas patológicas das relações ilógicas os segundos dos relógios passam lentamente lentos diálogos estressando minha mente desejos análogos ao nosso podre presente instantes oniscientes onipotentes mas não onipresentes presença marcante marcando o semblante uma energia potente potencialmente devastante devastando toda a gente que aqui viverá que aqui deixará a finita vida fluir

⁠e repetições, e repetições percebe por que afugento as emoções? não a vejo mais ao meu lado
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⁠e repetições, e repetições percebe por que afugento as emoções? não a vejo mais ao meu lado ja previa todas essas ações devo ter te assustado, [pois] nao sou marionete das suas decisões de seu leigo fracasso de suas fracas manipulações de sua extrema beleza ou de suas falsas provocações só aviso que nao percorra esse obscuro caminho essa assustadora masmorra que ilusionou um carinho sentimentos em gangorra formaram ja um ninho de futuras decepções mas dê-me sua delicada mão segure muito forte por favor, saia da escuridão de todo falso afeto e dessa precária situação chegue mais perto dê-me seu abraço seu forte abraço seu belo abraço carinhoso abraço que junta os estilhaços cola aqueles pedaços de nossa futura paixão de nossos futuros retratos