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Frases de Jeazi Pinheiro Souza

33 frases

⁠Conspiração Conspiração da­­­ Minha mente
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⁠Conspiração Conspiração da­­­ Minha mente Demente Vem inconsciente Domina e me fascina Coração de menina Inocente Vem ardente Domina minha sina Os meus anseios A alguém Os meus delírios A além Os meus desejos A aquém Os meus devaneios A ninguém Sanidade Como é saudável Tê-la Quando não Estou louco Lembro-me de todos Os problemas Loucura Como é formidável Vivê-la Quando não Estou são Esqueço-me de todos Os dilemas Jeazi Pinheiro in "O Último Poema".

⁠Só Sou só Somente
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⁠Só Sou só Somente Sozinho Solícito Solitário E solilóquio Mas Nunca Jamais Na solidão Entre O ortodoxo E o heterodoxo Sou um Enigma De uma religião Entre O complexo E o perplexo Sou um Paradigma De uma ilusão Sou só Como o sol Tão distante Quase um quatrilhão De quilômetros De outro ser Estrelário Sou só Nesse corredor Estacionário Viajando sozinho Nas vias deletérias Do fim Disputando no caminho Meu destino Com as bactérias Enquanto Meus germes Em mim Que tanto abomino Entre todas As matérias Transam nesse Meu corpo hospitalário Sou amor sedentário Como um oceano Sou um ser imaginário Sou tão insano Sou só um Ser humano Jeazi Pinheiro, in “O Último Poema”.

⁠Eu existencial Vivendo e aprendendo Com a vida ensinada,
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⁠Eu existencial Vivendo e aprendendo Com a vida ensinada, Sei um pouco de tudo... Sou um pouco do nada... Porém, em nada creio... Nem em tudo confio... Escrevendo, sempre anseio... Lendo então, desconfio... Vivo bem sem crença sim, Que nem delirando estou... Sem importar para mim Quem ainda está... Não sou! Ninguém me impõe conselhos Sobre velhos mistérios, A prostrar-me de joelhos Sob novos impérios. Mas, minha paz me convém, Sem alguém ou deus algum… Nem do mal – nem do bem... Pois não há, no além... Nenhum! Também, nem há alma Em mim... Nem me acalma Enfim: deuses, Anjos ou demônios! Tão bem, que me defina: Dopamina e serotonina, Na reação hormonal Dos meus neurônios! Apenas a Morte confina Toda força que domina Minha natureza sina Eterna que me fascina! Jeazi Pinheiro, "Eu Existencial" in "O Último Poema".

⁠Ser Mortal A cada tempo Que para vivo a pensar
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⁠Ser Mortal A cada tempo Que para vivo a pensar Sobre o tudo e o nada E já fico observando O que está Nessa minha idade Simplesmente acontecendo A cada tempo Que passa Mais consigo desacreditar Em certezas alheias De que tudo está sempre acabando Mas que sou eu Quem na realidade Está Eternamente Morrendo Jeazi Pinheiro, "Ser Mortal" in "O Último Poema".

⁠A Dor Da Vida A ânsia pela vida Eterna é contínua
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⁠A Dor Da Vida A ânsia pela vida Eterna é contínua E as lutas para não Morrer são constantes Na ganância que domina Seus mais Velhos mistérios Sempre estou Perdendo resquícios Para alguns Delírios amantes Agora que Conquistei a sina Dos meus mais Novos impérios Sou majestoso Nesse meu Eterno caminho Vencendo os pesadelos Do meu Próprio destino Antes da Minha Existência Havia uma Grande magia Sem lembranças Do que era Sem sonhos Sem dores Sem alegria Se enquanto Eu não existia Eu não sofria Antes de ter Nascido Viverei para Realmente esperar A eterna Morte e me livrar Desse sofrimento Perdido Jeazi Pinheiro, "A Dor Da Vida" in "Último Poema"

⁠A arte não reprime as pulsões nem repreende as paixões exprimidas por um artista. Em Justaposição, semelhantemente observável em diferentes continentes, em qualquer momento de seu estado emocional, jamais um artista se deixa fragmentar em predominância pela inveja, ciúme ou ganâ…
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⁠A arte não reprime as pulsões nem repreende as paixões exprimidas por um artista. Em Justaposição, semelhantemente observável em diferentes continentes, em qualquer momento de seu estado emocional, jamais um artista se deixa fragmentar em predominância pela inveja, ciúme ou ganância, pois se autosobrepõe ao universo sem disputa alguma para com outro artista, arte, ou outra pessoa qualquer em estado de sublimação.

⁠MORENA A tua sensualidade a suprime, Morena! Liberta a autoestima da tua distinção
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⁠MORENA A tua sensualidade a suprime, Morena! Liberta a autoestima da tua distinção Aos alheios olhares caprichosos da atenção Opinante sobre a tua beleza, Pequena! Sorria! É o teu brio que aquebranta a cena! Irradia no teu semblante o que queres. Anuncia, Morena, na tua face a afável pena Aos desesperos cômicos de outras mulheres! Desnuda a sutileza da tua aparência, Exaurindo a avidez com impertinência Nas vaidades femíneas do egocentrismo. Desprenda teus longos cabelos, com estilismo, Extravasando teu singelo olhar intelectual Com o teu majestosíssimo dom sensual!

Eterna Chama “Tomar a Morte como Conselheira”, Fez-me um homem mais presente!
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Eterna Chama “Tomar a Morte como Conselheira”, Fez-me um homem mais presente! Fez-me humanamente consciente! Fez-me da atitude ,uma boa maneira!! Aceitar a minha mortalidade, Fez-me da vida uma guerreira! Fez-me da esperança uma herdeira!! Fez-me da lembrança, uma saudade!! Esse fogo que me queima o coração É mais que a ardente chama da paixão, que me bate dentro do peito, todo dia... Esse fogo que me aquece toda a mente É mais que a fanal chama permanente, Que me ascende, com a sabedoria!

⁠⁠Parabéns Hoje acordei pensando o que faria Para sonetar algo para alguém...
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⁠⁠Parabéns Hoje acordei pensando o que faria Para sonetar algo para alguém... De repente, no alvorecer deste dia, Lembrei-me de ti, para te dar uns parabéns! Parabéns, amor! Pela data no calendário! Parabéns, amor! Pela vida sincera e serena! Parabéns, amor! Que se mantém bela e plena! Parabéns, amor! Pelo teu aniversário! Quero-te tão bem, que, conjugalmente, Em fidelidade e em confrontos, Hoje digo que continuo pronto... Para te dar o presente que eu mais quis, Dizendo baixinho em nossos encontros Que te amo e contigo continuo feliz!

⁠Aceitação Minha vida doer-me-á sem a prantear! A esperança na promessa é infinda,
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⁠Aceitação Minha vida doer-me-á sem a prantear! A esperança na promessa é infinda, E que a ninguém, jamais chegou, ainda, Fez-me aceitar meu pranto, sem o soluçar! Minha sina aceita-la-ei sem me angustiar! A tristeza serena com a alegria linda Na dança dos passos é sempre bem-vinda A que sai de mansinho sem se lastimar! Minha paz aceitar-me-ei, é o meu Eterno Fim… Vaidoso é o pensamento delirante, que me diz: " é porque nunca amaste que és um infeliz..." ... Felicidade... Dir-me-ás quem já amou, Ou é vaidade pura, que minha mente aceitou Em dissimular a dor, que está dentro de mim??!!

⁠Sem Explicação Tentar descrever o inexplicável Com tantas loucuras e alegrias
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⁠Sem Explicação Tentar descrever o inexplicável Com tantas loucuras e alegrias É como querer excitar o inexorável Com loucas ternuras e fantasias! Alguém loucamente afirmou que era “zeus”, Com a mitologia gloriosa do indubitável? Com o bom senso comum ao imaginável, Alguém ainda tenta afirmar que é “deus”! Quem exemplificou o “uno” ao multiplicável? Quem especificou que a evolução é adaptável? Quem citou a “precedência sobre a essência”? Tentando explicar a própria existência, Um homem é insanamente incrível, Querendo compreender o inexaurível!

⁠⁠Sonho Louco Dormindo provei de um doce beijo teu, Tocando teus lábios numa cena de ternura
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⁠⁠Sonho Louco Dormindo provei de um doce beijo teu, Tocando teus lábios numa cena de ternura Como se estivéssemos num palco de loucura, Depois de encontrar num sonho meu! Sentindo tua face límpida e pura, Meu olhar sereno estremeceu Depois que tua pele cheirosa amoleceu O semblante de minha fisionomia dura! A espuma da minha saliva pouca Emudeceu toda a tua abóbada oca Depois que toquei no teu íntimo céu... Ouvindo o roufenho som "sabor de mel" Eclodir baixinho da tua voz louca! Sonhando te encontrei e beijei a tua boca!

Infelicidade Um outrem pedindo ajuda sem erguer a mão, Emite toda a sua angústia reprimida,
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Infelicidade Um outrem pedindo ajuda sem erguer a mão, Emite toda a sua angústia reprimida, Serenamente é outra pessoa sofrida, E sorridente, em seu estado de lassidão!! Mal-estar ou bem-estar comum de sofridão? É o "Alterego e o Amor-Fati" — é a Vida! É uma ampulheta de sangue — uma ferida Cicatrizada com o amor e a aceitação... Esse amor que satisfaz a quem interessa Aceitar a esperança na promessa Procrastinadora dessa tal felicidade... Uma criança que não sofre tanta realidade: "Às vezes, nos alheios mundo que percorro, Um adulto rindo, é um infeliz pedindo socorro!"

⁠Mensageiros Quem nunca quis aceitar em deleito Uma Mensagem avinda da Infinita Paz
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⁠Mensageiros Quem nunca quis aceitar em deleito Uma Mensagem avinda da Infinita Paz Para dizer que na vida a natureza faz Um Fim Fenomenalmente Perfeito? Quem sem medo por dentro do peito, Em desentranhas disse uma mensagem: “A vida é curta — é só uma passagem?” “A vida é breve — é o seu próprio leito?” Uma Mensagem Obscura avém da sorte De quem viver até perguntar-se: “quem sou?” “De onde vim?” “qual meu fim?” “para onde vou?” Uma Mensagem Oriunda da Eterna Escuridão Avém dizer ao mundo: "Todos Morrerão." Quem nunca foi Um Mensageiro da Morte?

⁠Minha Sina Nas profundezas dos meus íntimos momentos Poéticos, oriundos das belas poesias universais,
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⁠Minha Sina Nas profundezas dos meus íntimos momentos Poéticos, oriundos das belas poesias universais, Compostos nos versos dos meus poemas autorais, Rumo navegando ao mar dos meus pensamentos! Sigo rimando minhas céticas decassílabas surreais: “Quem retornou à vida após ter morrido, Ou se lembrou, de outra, após ter nascido, Nessa nau de reencarnações consubstanciais?” Nas densas ondas da minha imaginação aberta, Sob a frugal veracidade sina, vivo um poeta, Consciente da brevidade da minha estadia A bordo da incondicional resistente anomalia Existencial entre meu passado e meu futuro! Meu destino é a Morte… A Vida é meu Porto Seguro…

⁠Eterna Oração Senhora Dona Morte! A Ti confesso! Nesta vida de vontades que me deixa louco
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⁠Eterna Oração Senhora Dona Morte! A Ti confesso! Nesta vida de vontades que me deixa louco Todo desejo do mundo para mim é pouco. Retira de mim toda ânsia, é o que Te peço. Solícito, como um solitário antropo oco, Silenciosamente a solitude me conforta! Dona Morte! Sou um solilóquio moco! Seja a Perene Guardiã na minha porta. Com a fenomenal Áurea Oriunda Da Tua Obscura Fonte Mais Profunda Cubra meu pranto vazio, e o resto afasta... Deixa sair toda a utopia do meu desatino... Nasci só e Morrerei só — é meu destino! Expulsa todo prazer que não me basta...

⁠Dor Por que não aceitas a tua dor como direito, Tentando fugir do vazio da existência
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⁠Dor Por que não aceitas a tua dor como direito, Tentando fugir do vazio da existência Se a saudade é sempre a futura experiência, Que vem chegando te doendo no peito? Por que queres procrastinar o conceito da tua solidão, se somente há emergência nua à tua involuntária insurgência Crua, que só a Morte vencerá no teu leito? Despojado ao medo da grande lista De ritos mitológicos à tua essência, Apela-te à egéria simbologia mista... Ser humano da moralidade individualista! Procuras apenas esconder a iminência Dor da tua depressiva solidão moralista!

⁠Algo, o Eterno e o Nada Tudo existe! Eu existo! Algo existe! Tudo no mundo que é de mais moderno,
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⁠Algo, o Eterno e o Nada Tudo existe! Eu existo! Algo existe! Tudo no mundo que é de mais moderno, Que não se alimenta de algo, não resiste, Pois o Nada, jamais será Eterno!!!! Algo, no mundo, precisa de alguma coisa, Para continuar sempre existindo! Assim a Eterna Morte, com os sonhos na vida, Para permanecer sempre dormindo. O eterno, como o tudo, existencialmente tachado, E por muitos, consubstancialmente adorado, De nada precisou, pois nenhum jamais existiu... A vida eterna é a maior ganância do homem vil, Que faz do nada, Essencialmente algo, Para que se sinta sempre eternizado!!!!

⁠Nova Paixão - Novo Amor! Quando te beijei, amor, era primavera!! O Sol poente desaparecia no horizonte,
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⁠Nova Paixão - Novo Amor! Quando te beijei, amor, era primavera!! O Sol poente desaparecia no horizonte, E a lua cheia anunciava em plena fonte, Um novo romance, de uma nova era… Ah, o luar anunciava também outra quimera!! O vento dissipando as nuvens de emoção, Mostrou as luzes das estrelas, na paixão Que desencantou uma linda Cinderela!! O teu olhar reluziu todas as flores Que eu já vi no meu mundo de cores, E o teu cheiro, amor, era tom de jasmim… Foi o nosso primeiro encontro, num jardim: Um início de noite iluminada de cheia lua!! Uma aquarela que uniu a minha boca à tua!!! Jeazi Pinheiro — Mensageiros

⁠⁠⁠A Morte Eterna Nebulosa é a lembrança e temorosa sim, Na insana utopia do pensamento fugaz.
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⁠⁠⁠A Morte Eterna Nebulosa é a lembrança e temorosa sim, Na insana utopia do pensamento fugaz. Funesto é o esquecimento da memória assaz Do antes e o depois – é o início e é o fim... Faminta é a desilusão da natureza voraz Na fantasia da alegria exuberante que externa O excêntrico desejo conflitante da interna Busca pela felicidade – é a guerra que jaz! Jazida no âmago da deletéria matéria erudita E suscitada no pranto da segura jornada infinita – É a maior sorte esperançosa de um homem forte! É a absoluta obscuridade fenomenal que acalma Todo desespero da disputa infernal pela alma Passada e futura– é a Eterna Morte!

Luz Do Teu Olhar ⁠ No Manto azul ensolarado de emoção,
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Luz Do Teu Olhar ⁠ No Manto azul ensolarado de emoção, Vejo resplandecer minha paixão celeste! Vejo ressurgir meu pranto, que se repete, estilhaçando meu delicado coração! Luz que de longínqua imensidão faz ressurgir meu pesar distante! Luz que sempre se vai, estonteante, dispersando minha dramática solidão! Que grandiosa luz, Amor, que me insiste em mais um dia, que, na pétala de um flor, Numa gota de orvalho, reflete tão intensa dor! Amor! Essa Luz que rodeia nosso romance, Que me importa que todo dia eu a alcance Se o brilho do teu olhar não mais existe?!!!

⁠Amor Vencido Vício desse amor? Requinte de ternura teatral no seio da vida instável,
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⁠Amor Vencido Vício desse amor? Requinte de ternura teatral no seio da vida instável, Gíria fulcral da ânsia inesgotável, Infâmia surreal ou sensível loucura? Energia astral da emoção aceitável Na mente de desejos, abstrato puro Da indulgência ou deleite inseguro Da intuição humana ao inexplicável? Nobreza plantada no palco da fantasia Sedutora ou rica colheita da cortesia Indivisível do ser ao adaptável? Éteros mortais! O que dirão da antropia se temem o Obscuro? Quem responderia À sua dor: ─ A Morte Vence esse amor insaciável??