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Frases de Hiast Liz

98 frases

Você já foi uma mala Eu sigo levando tudo, Na mala cabe um absurdo
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Você já foi uma mala Eu sigo levando tudo, Na mala cabe um absurdo Não entendo porquê Tudo o que preciso para sobreviver É de mim mas não funciona assim. Na mala cabe tudo, tudo o que faz viver Tudo que faz doer, saudades, lembranças e andanças Na mala cabe tudo Curvas, caminhos, distâncias, Presença, ausência, arrogância Na mala cabe tudo, não sei como levar Mas nessa mala ninguém pode tocar Essa mala sou eu Tudo, tudo, tudo Tudo o que me tem Tudo, tudo, tudo Tudo, meu bem Nessa mala cabe tudo, cabe você e cabe eu Cabe meus pais, minha familia Cabe tudo, tudo, tudo Cabe o que foi, cabe o que será Cabe tudo de mim cabe, cabe de você Cabe o que foi, cabe o que será Não posso deixar você levar Essa mala sou eu.

Na porta da minha casa Os lares retratam a alma Nos cômodos da nossa casa
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Na porta da minha casa Os lares retratam a alma Nos cômodos da nossa casa Seu riso fará morada Não importa por onde irás, Sei que dentro do retrato não sairás, A distância não é quilométrica Acessar a memória é instantâno, Realço a parte que eu sou a morada Numa lembrança desgraçada, Parece que faz pirraça Mas é tudo que me acalma. Sem pretextos para sofrer Abri a porta e rua á fora Seguirei levando você.

Eu sei você precisa conversar com alguém que não seja eu
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Eu sei você precisa conversar com alguém que não seja eu Então vai Parece que não te entendo mais Não me julgue meu amor Não sei o que fazer Não consigo ver você sentindo dor Então vai Lá fora há um belo dia E quando retornar pra casa Não esqueça jamais Eu te amo demais Meu amor Não sei o que fazer Eu não consigo ver você sentindo dor Meu amor não sei o que fazer Qual foi a curva que eu perdi você? Quero te dizer por mais distante que eu esteja nunca sai daqui Meu amor não sei o que fazer Não sei te dizer o você precisa ouvir Meu amor não sei o que fazer Eu não consigo ver você partir Então vai... Não vai... Então vai.

A7M a vida te trouxe Bm7
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A7M a vida te trouxe Bm7 e não dá pra entender C#m7 Em7 foi tão sutil te conhecer AM7 e andar pelas calçadas Bm7 de almas dadas C#m7 Bm7 sem medo de perder A7M falando sobre tudo C#m7 sol ou chuva Bm7 luz ou escuro Em7 teu riso em meu caminho A7M faz feito o luar Bm7 C#m7 enquanto houver vida Bm7 C#m7 quero te carregar A7M. pelas calçadas Bm7 de almas dadas C#m7 sem medo de perder Bm7 sem medo de errar A7M nós vamos andar Bm7 pelas calçadas C#m7 de almas dadas A7M falando sobre tudo Bm7 até sem dizendo nada C#m7. Bm7 o amor é pra quem tem almas laçadas

no nosso paladar manjericão samambaia
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no nosso paladar manjericão samambaia hortelã cidreira alecrim coentro toda cor e toda pele injere mesmo tempero mesmo mastigar todo humano no mesmo mundo todo mundo no mesmo lugar

a mulher na história é a peça mais bonita na Grécia, em Roma
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a mulher na história é a peça mais bonita na Grécia, em Roma nas fotografias e líricas hei de sempre se destacar pelo locomover ou pelo respirar intrínsecos detalhes á observar para abrir os olhos e nela enxergar foi quando seu cheiro soprou os lírios do jardim chamado solidão que em meus olhos pairou novamente a mansidão. enchendo de emoção esse duro coração, não há nada mais profundo para expressar essa gratidão além dessa canção.

Fala Numa janela cheia de janelas Há quem toma um café olhando para elas,
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Fala Numa janela cheia de janelas Há quem toma um café olhando para elas, Há quem não resista, então entra e sai por cada uma delas, Há quem entra e fica na que julgou ser a mais bela. (...) Janelas, janelas, janelas Há as que se se abrem, Há as que se fecham, Há as que emperram, Há as que se quebram. A vida é ela, Uma janela cheia de janelas. Qualquer que seja a escolha, A vida é ela, Tu é quem faz dela. Janelas, janelas, janelas Por ela vejo o sol nascer Por ela vejo o sol se pôr Janelas... Janelas... Janelas Por ela passou meu amor Por ela vejo a minha dor. Assisto a esse espetáculo E entendo que nada acabou Preciso abrir a janela E contemplar de novo a cor Janelas, janelas, janelas Lá vem de novo o amor.

Todos os meus pensamentos parecem estar enraizados naqueles instantes, é como um melodia triste que não tem fim. Então me pergunto para onde tudo isso irá me levar? A dor no peito, o riso na lembrança, as noites de insônia e os dias sem explicação, depois do fim é como ligar um p…
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Todos os meus pensamentos parecem estar enraizados naqueles instantes, é como um melodia triste que não tem fim. Então me pergunto para onde tudo isso irá me levar? A dor no peito, o riso na lembrança, as noites de insônia e os dias sem explicação, depois do fim é como ligar um piloto automático, até que o corpo crie fôlego e saia das profundezas dos sentimentos -ainda não cheguei nessa parte- e só assim, fora do mar, volta-se a respirar. Me pega pelos braços as lembranças nos momentos mais inimagináveis do meu dia-a-dia. Nada tem um fim real porque já foi, já foi e não se toca, não se muda, enquanto todos os sentidos do corpo falam, o coração emudece; não tem mais autonomia, não há mais possibilidades, como todo fim. Não sei aonde estarei ao buscar meu eu, a luta diária me faz perceber que eu não sei exatamente o porque de estar aqui, mas com peito apertado consigo sentir que não haveria lugar melhor para estar além da infeliz oportunidade de viver no mundo psicológico, o material é pura diversão, tudo está a sua volta, eu sou completa. Entretanto a escolha pelo mundo psicológico, a cruel escolha pelo sentir, te joga diante dos seus demônios e te deixa sem argumentos. O que pode ser feito? eu quem designei cada um desses demônios psicológicos, agora é hora de começar rege-los.

Saudade "sem-horas". Esse suspiro, aperta, maltrata, Me faz de uma enorme piada.
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Saudade "sem-horas". Esse suspiro, aperta, maltrata, Me faz de uma enorme piada. Meus nervos todos, defasa. No meu mundo, tortura ingrata. Trazendo o despeito do dia Deixando tristeza e alegria, A mente que não sente, sofria, Potencialmente ela sorria e ia. Viver o sentir é gesto corajoso Ninguém diz que a piada é feia, Saudade é bicho tenebroso, Mas nesse universo duvidoso Qualquer alma que ama anseia, Desse bicho que também é afetuoso.

Eu vou Eu vou andar por ruas vazias cantando As melodias dos sentimentos em vão,
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Eu vou Eu vou andar por ruas vazias cantando As melodias dos sentimentos em vão, Eu vou me refazer todo dia, para canta mais melodias de tudo que é ilusão. Eu vou flutuar na alegria de te ver todo dia numa nova invenção, Eu vou acreditar no amanhã e vou fazer minha prece para ter fé nessa história Que escorre pela minha mão.

Looping finito Parecia maldição, o que mais tinha nas curvas dessa estrada e nas entrelinhas? Tudo eu já previa, já sabia. Que saco! Não consigo parar de sentir. É redundante e faz todo sentido. Escolhas me trouxeram aqui. A brisa fresca do mesmo parque no mesmo horário, o café…
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Looping finito Parecia maldição, o que mais tinha nas curvas dessa estrada e nas entrelinhas? Tudo eu já previa, já sabia. Que saco! Não consigo parar de sentir. É redundante e faz todo sentido. Escolhas me trouxeram aqui. A brisa fresca do mesmo parque no mesmo horário, o café com o mesmo gosto amargo, o peso no emocional por ter feito tanto estrago. Não sinto mais como sentia, e tudo que cai sobre o peito é profundo, mas se mergulho, logo percebo, é bem raso; (quebrou a cara) subo engasgada, foi tudo muito limitado. Dentro desses dias, parece que tudo é alegria ao mesmo tempo que, não existe definição. A chama que arde no corpo inteiro diz quão contraditório seria definir o que não se sente. E não sentir é tão triste. Pareço estar perdida, devaneios da minha vida! Há sempre a mesma menina, as curvas, do riso. Há algo de muito verdadeiro nessa imensa mentira. Desci no beco, colho uma rosa! Subi contente para te entregar, sorriso aberto, você cheira profundamente a dama da noite. Por derradeiro nada de fato aconteceu, estou somente numa lembrança, a página que acabei de abrir no livro, e ali, com a rosa morta por entre as páginas urgiu uma fragrância: o cheiro do dia ecoou, nada mais fazia sentido. Meu corpo, agora trêmulo, não sente mais nada, parece desesperador, mas ao mesmo tempo, é calmo. Não sei o que sinto, porque não sinto nada! E se a morte fosse isso? O looping num pensamento finito. O último do último respirar, do último espasmo psíquico de consciência. O último dos últimos sendo sempre infinito dentro da sua finitude de pensar. Quantas vezes você morreria?

Oceania Tanta coisa solta, por assim dizer Que dentro de versos curtos não vai caber,
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Oceania Tanta coisa solta, por assim dizer Que dentro de versos curtos não vai caber, Rasga em meu íntimo sensação de labirinto É perder-se para se viver, e ao final se/te ter. Coisa quase religiosa, profundo para um só viver Poderia eu sacudir o mundo para então te dizer Que é dentro dos momentos lúbricos que meu eu Assusta-se ao entender: a palavra que sai da boca Escorrega no raciocínio, louca, parente do THC, Chega até as entrelinhas do entendimento mútuo, Causa uma inimaginável sensação de inescrúpulo Ao correr pelas vias de tão profundo mor prazer, Estraçalha por inteiro o que há de mais verdadeiro Imerso nas cousas intocáveis que há em um ser.

Olhar oceânico Menina dos olhos d’água Prefiro sonhar acordada,
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Olhar oceânico Menina dos olhos d’água Prefiro sonhar acordada, Enquanto revejo teu jeito Desenho em mente o brilho De ver esse teu sorriso Sorrindo por coisa e tal, Menina dos olhos d’água Quando contemplas a beleza nata Do mundo que nos permeia, Me levas a um precipício Que fica à beira desse teu riso, Nas curvas que o rodeia. Menina dos olhos d’água No mar dos seus dois sois Flutuo enquanto vivência, Padeço pois, quando te vejo Me afogo sonhando acordada, Teus olhos, oceanos perpassam.

Cegueira Hoje eu não pude olhar para o sol Brilhava demais, eu lembro.
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Cegueira Hoje eu não pude olhar para o sol Brilhava demais, eu lembro. Hoje, eu só quis ficar em casa Da janela sentia, o vento passava. Meu olhos não ardiam mais, Fechados, inquietos, dispersos, abertos. Hoje eu não sei mais para onde olhar Se não para dentro. Hoje o sol brilhava demais O vento passava trazendo a paz Risadas sortidas, buzinas malditas. Hoje eu não sei mais para onde olhar Se não para dentro.

Não dá para confiar em tudo que se sente Não se se sente com o corpo nem se sente com a mente. Então com o que é que se sente?
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Não dá para confiar em tudo que se sente Não se se sente com o corpo nem se sente com a mente. Então com o que é que se sente? Se sente com a falta, Se sente com a fala, Se sente com a alma, Ou se sente com a calma? Não dá para saber o que se passa. Sentir tudo e sentir muito, Não haveria muito sentido, Sentir como se fosse bandido. Correr e escorregar no medo, Um medo deserto, num mundo perverso Sem cheiro, sem gosto e sem cor, um medo sutil, da palavra amor.

Você é uma saudade Coisa que não se vê, Coisa que não se sente,
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Você é uma saudade Coisa que não se vê, Coisa que não se sente, Você é só uma saudade Que no coração invade. Coisa que não se finge, Coisa que não se vive, Você é como uma saudade Nesse coração laringe. Pulsa feito quem grita, No peito a lembranca garrida, Descarada, latente, amiga. Não posso intervir. Você? Há tempos fez-se de um sumir. Saudade é a única saída.

A cor Que se expressa E se dispersa
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A cor Que se expressa E se dispersa Que se difunde E se confunde E o vento funde Como em prece A essa pressa. Que cor é essa? Que se mistura E se aluda Que se interpreta E se entrega Que se encontra E se espreita Como num vértice. E qual a prece? Não se apressa!

A linha do tempo Na linha do tempo a vivência é infinita. Minha linha do tempo, tem todas as minhas vidas.
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A linha do tempo Na linha do tempo a vivência é infinita. Minha linha do tempo, tem todas as minhas vidas. Escolho por onde irei, mas nunca aonde hei de estar, a vida do sub-sono vivo acordada, é como mais uma linha das nossas tantas estradas. Refletindo e caminhando em ruas que parecem desertos, penso que todo o resto nunca há de existir. No mundo desejável do sonho, eu reencontrei a ti. Que parte de mim não te larga? Meus olhos fechados na estrada, vivem muito mais? Que parte de mim não te traga? Qual parte da vida te traz?

O foco da infelicidade humana, é a utopia de mudar tudo aquilo que está fora do seu alcance. Ouço tiros, de onde vem? Parece que de alguém, para alguém. Quem? Os pedaços das nossas histórias são baleados. Como quem forja a própria morte, eu que atiro, em quem? De alguém para alg…
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O foco da infelicidade humana, é a utopia de mudar tudo aquilo que está fora do seu alcance. Ouço tiros, de onde vem? Parece que de alguém, para alguém. Quem? Os pedaços das nossas histórias são baleados. Como quem forja a própria morte, eu que atiro, em quem? De alguém para alguém? Quem fez do convívio uma hemorragia interna, deveria ser um completo ninguém. Mas quem, que de alguém para alguém, saiu ileso? Ouço ruídos, parece que os ratos conversam!

Para viver um amor sem sentir dor é preciso no mínimo sete cabeças, A primeira sustenta a vida inteira
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Para viver um amor sem sentir dor é preciso no mínimo sete cabeças, A primeira sustenta a vida inteira A segunda o ego e a vaidade. A terceira tu pede ajuda ao padre Que divino pecado carnal! É na quarta que tu te satisfaz, Com a chegada do bem sentimental, Mas na quinta a segunda te destrói E na sexta a saudade te atormenta É na sétima que tudo se apaga no estrago aos anos da beleza. Some todo o convívio e a destreza, sai da linha da vida o que se fez. E no vago que sobra ta guardado o eterno e tão grande da vez. Para viver um amor sem sentir dor, e viver uma vida em plenitude, é preciso amar a solitude das lembranças que na mente ficou. E para viver um amor sem sentir dor, nem as sete cabeças escapou.

É que a minha ideia do agora está enraizada na eternidade, o que direi a frente, eu, das curvas repentinas que invadem a estrada? Há traços, há olhares, motivos pelos quais a decisão tomanda anteriormente, se esvai. E de tudo que está pré moldado, o mais audacioso é a existência…
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É que a minha ideia do agora está enraizada na eternidade, o que direi a frente, eu, das curvas repentinas que invadem a estrada? Há traços, há olhares, motivos pelos quais a decisão tomanda anteriormente, se esvai. E de tudo que está pré moldado, o mais audacioso é a existência superior da maleabilidade, serei eu tudo aquilo que não sou, dentro de uma ideia enraizada na eternidade.

Tem algo de dentro que grita, espernia, faz birra. Chama atenção para a parte atingida, tudo contorce, tudo contrai. A parte que atrai, do lado de trás, é a panorâmica de uma vida vivida, da mágoa já difundida. Espreita! É o estado de alerta mais infantil que se pode ter. E é o…
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Tem algo de dentro que grita, espernia, faz birra. Chama atenção para a parte atingida, tudo contorce, tudo contrai. A parte que atrai, do lado de trás, é a panorâmica de uma vida vivida, da mágoa já difundida. Espreita! É o estado de alerta mais infantil que se pode ter. E é o que se tem. A dor é uma criança mimada.

Das coisas que não te disse: Como te amo? Não sei. Não sei bem verbalizar.
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Das coisas que não te disse: Como te amo? Não sei. Não sei bem verbalizar. A verdade é que viver É muito mais bonito. Jamais direi o contrário Do amor que há em meu peito, Te vejo e logo confirmo, Olhar em teus olhos É como respirar sorrisos, Revivo tua presença, teu toque, teu afago Respiro tua existência, mesmo quando tudo traduz-se nesse vago, Ainda assim, jamais direi o contrário do amor que há em meu peito, Sendo tudo poesia, a ausência amarga e fria, me leva a perceber, tem algo de angelical, para além do material, no amor que sinto por você.