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Frases de Hiast Liz

98 frases

Sabe quando a alma grita? Então, a minha está a gritar. É um sopro de emoção que me invade
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Sabe quando a alma grita? Então, a minha está a gritar. É um sopro de emoção que me invade Em cada um desses seus detalhes. Seus gestos, feitos e afetos. Seu jeito, nosso elo... Algo maior que mim, algo que não cabe Só aqui, algo que vai ficar até depois de qualquer fim.

Vários ângulos II Vontade do teu toque... Do teu corpo dividindo o mesmo calor que o meu.
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Vários ângulos II Vontade do teu toque... Do teu corpo dividindo o mesmo calor que o meu. De te beijar como quem não quer parar... De tuas pernas, nas minhas entrelaçar. Vontade de te respirar, e me derramar De te deslizar com a boca até onde ela guiar Te arrancar suor, a ti me entregar Vontade de te marcar, e marcar... Ofegante ficar, ouvir baixinho Meu nome tua boca falar. Meus movimentos tua respiração acompanhar. Vontade de te estraçalhar e te derramar Me estraçalhar e me derramar para que eu Pudesse matar toda essa vontade que há.

Rasgar-me ao meio Talvez como em mais das tantas páginas dessa mesma história. Sim, isso é desleal. Mas nessa sinto que há mais profundidade, como quando o gume a alma invade. Em duas partes minha razão se parte, em dois sentidos seguem meus sentimentos. É difícil dizer, é difí…
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Rasgar-me ao meio Talvez como em mais das tantas páginas dessa mesma história. Sim, isso é desleal. Mas nessa sinto que há mais profundidade, como quando o gume a alma invade. Em duas partes minha razão se parte, em dois sentidos seguem meus sentimentos. É difícil dizer, é difícil até mesmo sentir. Por hora o que há de mais racional e confortante é o isolo. 17.07.2016

Suas peculiaridades, seus detalhes, sua pose, todas essas facas. Os punhais e amores. Tudo seu tão seu tão só, pintado de cores, várias! Seu mundo, seu riso e sua veste. Seu semblante e o corpo que te veste, sois tu todo tal sentimento, sendo esse ser
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Suas peculiaridades, seus detalhes, sua pose, todas essas facas. Os punhais e amores. Tudo seu tão seu tão só, pintado de cores, várias! Seu mundo, seu riso e sua veste. Seu semblante e o corpo que te veste, sois tu todo tal sentimento, sendo esse ser que se aquece em lamentos, me alimento do seu fôlego, abraço a causa e contigo torço, meu inteiro te 'intera', teu inteiro me tem e visse versa a esse vago e além...

Agora tudo o que me resta é a seriedade na face, a angústia na fala e o lacrimejar sem cessar dos olhos. Até parece que estou correndo de tudo, fugindo das situações sem resistência alguma. Então que seja... Não seria humano sentir tanto tudo e viver tudo o quanto se sente de do…
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Agora tudo o que me resta é a seriedade na face, a angústia na fala e o lacrimejar sem cessar dos olhos. Até parece que estou correndo de tudo, fugindo das situações sem resistência alguma. Então que seja... Não seria humano sentir tanto tudo e viver tudo o quanto se sente de dor, essa é minha melhor escolha, ir... Mas ir apenas comigo, refletir e induzir minha mente a aceitar que tudo o que de dor se sente, é preciso.

De todas as definições, você é linda mais que demais… E sobre o que eu sinto, oito dias da semana eu amo você. Se for pra saber o quanto isso vai durar… Só enquanto eu respirar.
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De todas as definições, você é linda mais que demais… E sobre o que eu sinto, oito dias da semana eu amo você. Se for pra saber o quanto isso vai durar… Só enquanto eu respirar. E que o seu azul ilumine a cada dia mais. Que o meu respirar te respire por vastas horas. E que eu não saia de ti assim… Porque você não vai sair de mim.

Cada vez que você parte eu não sinto os pés no chão Acima do solo estou flutuando mesmo em terra firme Mas minhas pegadas, quase apagadas
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Cada vez que você parte eu não sinto os pés no chão Acima do solo estou flutuando mesmo em terra firme Mas minhas pegadas, quase apagadas Não negam o quanto eu a amo A cada despedida, não sou mais o mesmo Certo que a cada vez que te vejo me inundo Entro novamente em nosso mundo…

Quando eu te ver novamente Quando eu te ver novamente, posso ficar segurando sua face
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Quando eu te ver novamente Quando eu te ver novamente, posso ficar segurando sua face e olhar nos seus olhos por alguns minutos? posso te abraçar um abraço demorado até os corpos ficarem suados? quando nossos corpos se reconhecerem posso pousar sua cabeça em meu ombro e sentir as peculiaridades do teu cheiro? posso fingir que o tempo nunca passou e que a vida pousou onde tu fizestes de mim travesseiro?… 23.02.2017

Condolência ao meu sentir Dentre tudo o que há neste ser estupefato de pensamentos
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Condolência ao meu sentir Dentre tudo o que há neste ser estupefato de pensamentos agoniza a inevitável ausência Quem de mim sobreviveu Qual do meu eu, ainda é meu Esqueceu-me a essência, desalenta Em vida que nem de longe se vê Soou como eco num passado disperso a denegrida imagem de um ''não ser'' Engajado e afogado sob um estranho rastro que outrora fora deixado num agasalho Onde eu dia, freneticamente passo Onde eu hora, injustamente me acabo Onde eu minuto, desabo. Me desfaço em segundos Me disfarço, onde eu dia, obrigatoriamente renasço.

Odutacsal O peito enche, o respirar é fundo, Tem por hora mais de tu no meu mundo
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Odutacsal O peito enche, o respirar é fundo, Tem por hora mais de tu no meu mundo Que vivências de outrora poderiam captar, Enquanto não há presença, assola um desejar. Vaga ausência veio visitar, dia após dia Dentro dessa casa, tua lembrança faz lar, Num episódio simplório tropeço e peço A todos os deuses para me livrar. Inútil depois de saber que há marcas Que nem o tempo consegue apagar, Deixa sob tapetes, disfarçando sob o olhar. Garganta rasga enquanto a tarde cai O tempo passa, algo ali me distrai Sopro eólico na pele, reencontro minha paz.

Maltratado Veja bem meu bem Você não tem culpa dos outros corações
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Maltratado Veja bem meu bem Você não tem culpa dos outros corações Desamorizados e alados que por mim passaram Os que me ganhando de antemão Quebraram lentamente a ternura primeira desse meu coração Foram malvados ainda que fartos de desilusão Veja bem meu bem Você não merece minha ingratidão Essas feridas imaturas me deixam madura e duram Maltratando minha ocasião Espaços interditados que foram direcionados ao pivô da sensação Veja bem meu bem Você não tem culpa dessa confusão

Contemporâneo envaidecido sou. É que tem tanta coisa que eu engulo que até mesmo as sinapses choram,
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Contemporâneo envaidecido sou. É que tem tanta coisa que eu engulo que até mesmo as sinapses choram, pedindo que tudo apenas passe e essa vida seja minha amiga. De toda estrada, a história torta sigo. há sempre curvas do envaidecer que seja ego ou a ‘responsa’ de buscar caminhos mornos e ser. Sem dias de aconchego tudo que se sente é muito quente ou muito frio. percorro o caminho em extremidades desumanas. Qual a canção que arrebentou minha alma? Aonde sossega essa mente, amiga? e o potente latejar do peito. quem escondeu toda a ternura diga, em que curva findou o verso. O dialeto da esquina é curto é o –obrigado- é o - volte sempre- em dias rotineiros sofro o empedramento da essência tênue. A realidade é muito mais crua não cura muito buscar-se ser, por meio dessa ‘modernia’ louca contemporâneo envaidecido sou.

Cobertas ao chão Desde a sua descoberta A cruz não saiu da terra
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Cobertas ao chão Desde a sua descoberta A cruz não saiu da terra Onde já vem abençoando Onde todos seguem trabalhando Rica e diversificada a história Tem que ser contada Quem conhece a raiz Por ti fica mais apaixonado Cobertas jogadas ao chão Amor, trabalho e dedicação São valores que a Rua Grande Não abre de mão Nem as gameleiras de lá Sairão, são pilares da natureza Que os descendentes herdarão Eu moro na terra da sulanca Eu ando nas ruas santas "Dum" povo feroz e valente De gente que acolhe gente.

Esgueirar-se A cabeça meio na lua sonhando alto sem fazer piadas, olhar distante do aqui com o coração cheio do agora,
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Esgueirar-se A cabeça meio na lua sonhando alto sem fazer piadas, olhar distante do aqui com o coração cheio do agora, refazendo um novo eu, não esquecendo todos os velhos, quem se faz presente é como um presente, quem se faz da falta é o silêncio da saudade. Um mar de lembranças e vida, um mar de perspectivas. Frente ao futuro que no hoje se adoça, cheio do aqui e do agora.

No inexistente laço com o amanhã Chegar sempre em novos lugares, estágios e reparos. O que há com a ideia de não entender o que se é fase? ''Aborrecentes'' aborrecendo, vivendo o emponderamento do momento, lá vem novas fases, novos lugares, novos amores.
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No inexistente laço com o amanhã Chegar sempre em novos lugares, estágios e reparos. O que há com a ideia de não entender o que se é fase? ''Aborrecentes'' aborrecendo, vivendo o emponderamento do momento, lá vem novas fases, novos lugares, novos amores. Novos e mais novos. Estágios da vida, estar á vida aos 15, 16, 17 anos... Não, aos 15; e bem derrepente aos 25 e isso continuamente logo passa, entretanto breve mesmo passará a lentidão despercebida e embutida nos segundos rústicos do dia a dia. Nos estágios de vivência em instantes e puro êxtase, nunca se é o fim do mundo e essa é uma realidade não dita, nunca percebida e que maltrata quem mal degusta o poder do agora. Feitos de boemia, o tudo continua acontecendo o ser continua mentalmente crescendo, tu que se foi, tu que se chega, tu que se vai e tu que não volta mais, todos sois eu, catando uma lembrança aqui, colhendo um pensamento ali, sois todos eles. Que dirá do amanhã, agora? Que fará do agora, no amanhã? Peso pensamental? realidade vivida? exercício de um sonho ou quem sabe padecer em lembranças desvairadas de uma vida não dita, nunca percebida e que tarde maltrata quem pouco degusta o inexistente laço com o amanhã.

Mói morcego Todo mundo mói O amor, a ausência,
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Mói morcego Todo mundo mói O amor, a ausência, A saudade, a presença, Mói o que foi, Mói o que será, Mói o que seria. Todo mundo mói, todo moer dói, Todo muído é um mundo vivido, Tem até moer pros perdidos que àquilo deixou de viver. Todo moer é morcego ataca ao quarto ou ao peito, que seja nas longas noites que seja nos belos dias, o morcego só não pousa naquelas almas vazias. O exercício de moer é o viver e aprender, Moer é preciso para espantar o inimigo Dentre todos ele é o mais perigoso, tal qual que dorme e acorda contigo. Moer é deitar a culpa na cama, É suspirar a saudade em lembrança É repensar o ato concebido E também o discurso não dito, É entender que triste de quem não mói nesse mundo tão feroz, será ele maldito. Moer é ir ao fundo do poço, É segurar as rédeas e não surtar, É dedicar-se ao que não dá para explicar, É o exercício de sanar, e o ‘agora’ explorar.

Um mar de epiléticos Você bem que podia morar do outro lado Da calçada, da rua ou do bairro,
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Um mar de epiléticos Você bem que podia morar do outro lado Da calçada, da rua ou do bairro, Para que sempre que eu quisesse te ver Pudesse piscar os olhos e olho no olho estaria eu diante do teu ser. Poderia até dançar esse jazz, quem sabe da noite fazer cartaz para avisar a saudade que ela não mais vai vencer... Mesmo diante disso eu confesso que a vontade é mar de epiléticos nadando com força nesse viver, sentir tua saudade, até que é boa, por isso te faço essa garoa de palavras que samba entre eu e você.

Pensamento cão Tudo nunca foi o acaso. Tudo está explicado.
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Pensamento cão Tudo nunca foi o acaso. Tudo está explicado. Todo preenchimento vago. Todo oposto ou fato. Tudo está conectado. Tudo, num instante calado. Dentro desse estado chamado solidão, ataca ao homem seu próprio cão criado e treinado para dissertação, do meio, do medo, do ato, inato. Calma, sossega a alma, tudo, tudo, tudo se passa em vão se não for o homem e seu próprio cão.

Seca e cortante, é como as foices do sentir me sondam, Não há mal no amar, não há mal no viver. É preciso ter força para se sobressair
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Seca e cortante, é como as foices do sentir me sondam, Não há mal no amar, não há mal no viver. É preciso ter força para se sobressair mas é preciso sanidade para não se perder. Quem disse que aquelas pernas irão me enganar mais uma vez? Meditando o sossego da existência é a única utopia que ando alimentando. Ora, vês! quem diria, logo esse mar de sensibilidade que fui. Ora, vês! eu diria, sou por mim o sentimento mais inconstante, amanhã direi que de nada disso sabia.

vejo a vida caindo por la adianta tentar mudar? selva de pedras vem devorar
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vejo a vida caindo por la adianta tentar mudar? selva de pedras vem devorar toda leveza que o mundo nos dá quando sento na varanda e o vento vem visitar lembro que o mal repele a paciência que eu devia andar mas tudo calmo então fica claro a mansidão dentro do olhar fugir pra alcançar parar para continuar veja dentro de si o paradoxo transversal a juventude transviada no eterno singular o mundo só precisa se respeitar não censure a vida alheia ferir seu semelhante não vai adiantar 2x no mundo há tanta fome para se matar então por que julgar o homem sendo tu também errante qual é o teu lugar dentro do singular? fugir pra alcançar parar para continuar veja dentro de si o paradoxo transversal a juventude transviada no eterno singular o mundo precisa se respeitar não censure a vida alheia ferir seu semelhante não vai adiantar 2x no mundo há tanta fome para se matar então por que julgar o homem sendo tu também errante qual é o teu lugar dentro do singular? Am Dm G ( C G/B ) Am Dm G Am Dm