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Frases de Halany Gomes

52 frases

Galope da despedida Disse a sua princesa: Logo voltarei, logo estarei aqui
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Galope da despedida Disse a sua princesa: Logo voltarei, logo estarei aqui Mas a sua tristeza Não a deixava permitir Quero que me leve No galopar do seu cavalo E me dizer que a mim tu queres De estar, pra sempre do meu lado Meu bem Eu sei que feliz tu não estais Leva o meu sabor, o meu clamor Comigo fica a ausência e nossa dor Mas o meu coração contigo vai

Deixa fluir Vou por aí Beber o mel que tenham a me oferecer
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Deixa fluir Vou por aí Beber o mel que tenham a me oferecer Distribuir o que passaram em mim ao nascer Vou por aí Curtir o que a vida tem a me valer Quero viver, transparecer e prevalecer Vou por aí Com trilhões de amores a me amar Tentando ser feliz em algum lugar Vou por aí Do mais justo ao que vai agradar Sou do bem, vou por aí.

No calor do teu abraço No calor daquele abraço Sentira o beijo e o mormaço
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No calor do teu abraço No calor daquele abraço Sentira o beijo e o mormaço Ao sentir se estranhou Primeira vez desse calor Achou estar mal por tanto Só não imaginava Que o amor lhe adentrando Tão espoleta estava O seu homem a segurou Lhe deu amasso e sussurrou: - Te quero como minha Como mulher e primeiríssima Te quero como agora Sem deixar para outrora Meu grande amor, amor meu Te entregas, meu coração é teu Depois de tanto aguço Mãos se entrelaçando Sussurrava aos soluços: Estou me entregando Perderam tanta energia Naquela noite, e agora Sem perceber que já raiava o dia Que seu amor encontrava a aurora A exaustão era inevitável O prazer inegável Agradeciam a Deus o amor que os tinha dado Pois graças a ele, acabavam de batizá-lo

O meu quente A sua temperatura fervente me acalenta A sua escassez de água por vezes me desidrata
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O meu quente A sua temperatura fervente me acalenta A sua escassez de água por vezes me desidrata A sua não-grande prosperidade me preocupa Mas não o troco por lugar nenhum do Sul. Os teus rostos sofridos do Sol O teu exôdo, o teu gritar silencioso O meu amigável Sertão Um jovem velho, já tão maltratado Uma flor já tão murcha O meu amigável Sertão Não te secas, amigável, não te secas Não some do meu coração

Momento não-certo Estou tentando. Evitando. Me negando. Mas não está dando certo. Em meus reflexos tem andado um ciúme absurdo, ciúme dos seus sonhos.
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Momento não-certo Estou tentando. Evitando. Me negando. Mas não está dando certo. Em meus reflexos tem andado um ciúme absurdo, ciúme dos seus sonhos. Talvez você não entenda o porque, mas a vida há de te apresentar e explicitar. Eles podem estar na sua cabeça todas as noites, podem te fazer sorrir, te ver sorrir. Eles podem te afagar, te acalentar, te tratar. Eles podem ver-te cochilar no seu próprio colo. Isso não pode acontecer, não pode se ativar. Tão fugaz, tão inestimável, no mesmo que é amável. Estou tentando. Evitando. Me negando. Mas não está dando certo.

Suas coisinhas Seu timbre, olhar e viver Seu andar, ser, e crer
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Suas coisinhas Seu timbre, olhar e viver Seu andar, ser, e crer São tão encanta dores Seus ciúmes, e formosuras Suas risadas, suas ironias e doçuras São tão instiga dores Suas paixões, palavras e virtudes Seus carinhos, vícios, e inquietudes São tão apaixona dores O seu gostar sem gostar O seu querer sem querer Faz-me bem enorme

Dúvida de uma tarde Tentou ser, mas não foi. Tentou ir, mas não deu e simplesmente saiu do carro. - Volta aqui, Mariles! Gritava o outro, enquanto a ele gritava o silêncio. A caminhar por a estrada avermelhada de pó do sertão, pensava sobre o que tinha o seu devido valor. Tinha…
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Dúvida de uma tarde Tentou ser, mas não foi. Tentou ir, mas não deu e simplesmente saiu do carro. - Volta aqui, Mariles! Gritava o outro, enquanto a ele gritava o silêncio. A caminhar por a estrada avermelhada de pó do sertão, pensava sobre o que tinha o seu devido valor. Tinha ouvido palavras tão marcantes, desde o amor, até o ódio, e simplesmente resolvera que não iria continuar. Não mais. Refletia se estava vivendo uma história inventada, quando seus pensamentos foram interrompidos por Matteo, novamente, a berrar: - Mariles! Exagerei ao falar aquilo, me desculpe! Mas ao virar-se o falou: - É claro, depois da invenção da palavra desculpa, pode-se fazer e dizer o que quer, sem precaução alguma! É normal e bom exagerarmos ao amar demais, estar feliz demais, mas ao magoar alguém, palavras assumem papeis de grandes espadas, e acredite, isso é tão anormal para mim. Pedro retruca: - Perdoa, Mariles! Sabe que te gosto tanto... Isso acontece por você me irritar com certos fazeres! Mas entra logo nesse carro, o sol já está nos deixando. Mariles, com receio da escuridão e do que frio que vinha junto dela, entrou. Já tinham vivido tantos prazeres e desprezares juntos que chegou a conclusão que 'eu te odeio' não é tão forte assim, não quando os dois estão de neurose, exaltados e com sistema irritante inflamado. Tentou ser, mas não foi. Tentou ir, mas não deu e simplesmente entrou no carro. Um amplexo pra quem entendeu! :)

Donzela dos porquês Ao ouvir uma afirmação Vem a ti, perguntar
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Donzela dos porquês Ao ouvir uma afirmação Vem a ti, perguntar Qual o intuito e razão Daquilo asseverar Acredita e faz interpretação "Tudo ocorre porque" Há motivo para ocorrer Uma miúda razão Para ser feliz, é necessário sorrir Para chorar, é preciso triste estar Para atrapalhar, é necessário intervir Para vencer, é preciso lutar Isso é tão pessoal Compreensível e real O que há em querer Não apenas viver? Não venha cogitar "Não é preciso interpretar" Não existe só sentir Eu sou de perseguir Para amar, é preciso encontrar Para viver, é necessário existir Para se ter amigos, é preciso cultivar Para cuidar, é necessário possuir

Desestimulo inter-pessoal Tenho um censor natural que se alarma quando as coisas não estão indo pro lugar certo (ou até mesmo, quando ainda estão para se tornarem concretas). Sinto -involuntáriamente- que está ocorrendo uma divergência de planos, pensamentos e metas, me fazendo…
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Desestimulo inter-pessoal Tenho um censor natural que se alarma quando as coisas não estão indo pro lugar certo (ou até mesmo, quando ainda estão para se tornarem concretas). Sinto -involuntáriamente- que está ocorrendo uma divergência de planos, pensamentos e metas, me fazendo crer que nada tenha o valor preciso para seguir adiante. Sem somar o público "desacreditado" ao meu redor e os sonhos irrealizáveis que me julgam ter. Porém, me permita pronunciar; sonhos os quais julgam impossíveis, não me assustam, somente me estimulam. E essa divergência frequente, vai deixar-me, sou tão forte contra isso, quanto aço inoxidável para com oxidação.

Tais Fins Ah, Pedro, meu querido Quanta coisa eu não vejo
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Tais Fins Ah, Pedro, meu querido Quanta coisa eu não vejo Pois quando dou de vista, já tem s'ido Fim do livro, da vida ou do beijo Ah, você, alegre Pedro Que se ilude que algo não tem seu fim Até o até a morte os separe morre Quando o fim da vida chega, assim Ah, meu Pedro, Pedro meu Tem fim até para nós O meu fim e o seu Que hoje somos apenas sós Mas meu Pedro, bem querer Não deixe que o nosso fim Te deixes tristemente entristecer E que você não se assuste ao saber Que o universo tem fim, sim Só não o chegaram ver Mas que você não penses Que nada vale viver Pois tudo é infinito Quando está dentro de você