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Frase de Halany Gomes

Tais Fins Ah, Pedro, meu querido Quanta coisa eu não vejo Pois quando dou de vista, já tem s'ido Fim do livro, da vida ou do beijo Ah, você, alegre Pedro Que se ilude que algo não tem seu fim Até o até a morte os separe morre Quando o fim da vida chega, assim Ah, meu Pedro, Pedro meu Tem fim até para nós O meu fim e o seu Que hoje somos apenas sós Mas meu Pedro, bem querer Não deixe que o nosso fim Te deixes tristemente entristecer E que você não se assuste ao saber Que o universo tem fim, sim Só não o chegaram ver Mas que você não penses Que nada vale viver Pois tudo é infinito Quando está dentro de você

Halany Gomes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Momento não-certo Estou tentando. Evitando. Me negando. Mas não está dando certo. Em meus reflexos tem andado um ciúme absurdo, ciúme dos seus sonhos.
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Momento não-certo Estou tentando. Evitando. Me negando. Mas não está dando certo. Em meus reflexos tem andado um ciúme absurdo, ciúme dos seus sonhos. Talvez você não entenda o porque, mas a vida há de te apresentar e explicitar. Eles podem estar na sua cabeça todas as noites, podem te fazer sorrir, te ver sorrir. Eles podem te afagar, te acalentar, te tratar. Eles podem ver-te cochilar no seu próprio colo. Isso não pode acontecer, não pode se ativar. Tão fugaz, tão inestimável, no mesmo que é amável. Estou tentando. Evitando. Me negando. Mas não está dando certo.

O meu quente A sua temperatura fervente me acalenta A sua escassez de água por vezes me desidrata
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O meu quente A sua temperatura fervente me acalenta A sua escassez de água por vezes me desidrata A sua não-grande prosperidade me preocupa Mas não o troco por lugar nenhum do Sul. Os teus rostos sofridos do Sol O teu exôdo, o teu gritar silencioso O meu amigável Sertão Um jovem velho, já tão maltratado Uma flor já tão murcha O meu amigável Sertão Não te secas, amigável, não te secas Não some do meu coração

No calor do teu abraço No calor daquele abraço Sentira o beijo e o mormaço
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No calor do teu abraço No calor daquele abraço Sentira o beijo e o mormaço Ao sentir se estranhou Primeira vez desse calor Achou estar mal por tanto Só não imaginava Que o amor lhe adentrando Tão espoleta estava O seu homem a segurou Lhe deu amasso e sussurrou: - Te quero como minha Como mulher e primeiríssima Te quero como agora Sem deixar para outrora Meu grande amor, amor meu Te entregas, meu coração é teu Depois de tanto aguço Mãos se entrelaçando Sussurrava aos soluços: Estou me entregando Perderam tanta energia Naquela noite, e agora Sem perceber que já raiava o dia Que seu amor encontrava a aurora A exaustão era inevitável O prazer inegável Agradeciam a Deus o amor que os tinha dado Pois graças a ele, acabavam de batizá-lo