Pular para o conteúdo

Frase de Halany Gomes

Donzela dos porquês Ao ouvir uma afirmação Vem a ti, perguntar Qual o intuito e razão Daquilo asseverar Acredita e faz interpretação "Tudo ocorre porque" Há motivo para ocorrer Uma miúda razão Para ser feliz, é necessário sorrir Para chorar, é preciso triste estar Para atrapalhar, é necessário intervir Para vencer, é preciso lutar Isso é tão pessoal Compreensível e real O que há em querer Não apenas viver? Não venha cogitar "Não é preciso interpretar" Não existe só sentir Eu sou de perseguir Para amar, é preciso encontrar Para viver, é necessário existir Para se ter amigos, é preciso cultivar Para cuidar, é necessário possuir

Halany Gomes

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Halany Gomes

Momento não-certo Estou tentando. Evitando. Me negando. Mas não está dando certo. Em meus reflexos tem andado um ciúme absurdo, ciúme dos seus sonhos.
Continuar lendo

Momento não-certo Estou tentando. Evitando. Me negando. Mas não está dando certo. Em meus reflexos tem andado um ciúme absurdo, ciúme dos seus sonhos. Talvez você não entenda o porque, mas a vida há de te apresentar e explicitar. Eles podem estar na sua cabeça todas as noites, podem te fazer sorrir, te ver sorrir. Eles podem te afagar, te acalentar, te tratar. Eles podem ver-te cochilar no seu próprio colo. Isso não pode acontecer, não pode se ativar. Tão fugaz, tão inestimável, no mesmo que é amável. Estou tentando. Evitando. Me negando. Mas não está dando certo.

O meu quente A sua temperatura fervente me acalenta A sua escassez de água por vezes me desidrata
Continuar lendo

O meu quente A sua temperatura fervente me acalenta A sua escassez de água por vezes me desidrata A sua não-grande prosperidade me preocupa Mas não o troco por lugar nenhum do Sul. Os teus rostos sofridos do Sol O teu exôdo, o teu gritar silencioso O meu amigável Sertão Um jovem velho, já tão maltratado Uma flor já tão murcha O meu amigável Sertão Não te secas, amigável, não te secas Não some do meu coração

No calor do teu abraço No calor daquele abraço Sentira o beijo e o mormaço
Continuar lendo

No calor do teu abraço No calor daquele abraço Sentira o beijo e o mormaço Ao sentir se estranhou Primeira vez desse calor Achou estar mal por tanto Só não imaginava Que o amor lhe adentrando Tão espoleta estava O seu homem a segurou Lhe deu amasso e sussurrou: - Te quero como minha Como mulher e primeiríssima Te quero como agora Sem deixar para outrora Meu grande amor, amor meu Te entregas, meu coração é teu Depois de tanto aguço Mãos se entrelaçando Sussurrava aos soluços: Estou me entregando Perderam tanta energia Naquela noite, e agora Sem perceber que já raiava o dia Que seu amor encontrava a aurora A exaustão era inevitável O prazer inegável Agradeciam a Deus o amor que os tinha dado Pois graças a ele, acabavam de batizá-lo