O que não mata te fortalece. Ops!!! Na verdade deixa alguma sequela...
Frases de Gregórian J.P
16 frases
Louco Heavy Metal Que força é esta que me arranca do chão Um som vibrante na alma que me seca as veias
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Louco Heavy Metal Que força é esta que me arranca do chão Um som vibrante na alma que me seca as veias Você é verdade, vida nossa filosofia Posso esta triste, alegre, com amor ou com ódio Você é para todas as emoções Louco Heavy Metal Louco Heavy Metal Possui várias vertentes, mas a essência é única Nossas negras camisas perpetuam os grandes deuses que fizeram história Não o escolhemos somos escolhidos por ele Com os nossos punhos para cima declaramos em coro toda nossa agonia Nosso grito, nossos sentidos como espartanos em batalha Louco Heavy Metal Louco Heavy Metal Você será para todo o sempre Sua nação esta espalhada pelos quatro cantos do mundo Se existir um céu que os anjos estejam com guitarras e não harpas Se existir o inferno lá estaremos em casa Somos sua personificação, somos um exército composto por generais Louco Heavy Metal Louco Heavy Meta
Alma Inteligível No mundo em que vivemos essência como a sua é rara Pra quem não tem sensibilidade é chocante, uma tapa na cara
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Alma Inteligível No mundo em que vivemos essência como a sua é rara Pra quem não tem sensibilidade é chocante, uma tapa na cara Neste mundo de incoerência sente-se enfadada O mundo não lhe cabe se sente erroneamente culpada Sua beleza contrasta com implosões existencialistas Somatiza toda assumpção de nobres sentimentos Vai entender que gênios nascem póstumos será realista Cada um tem sua velocidade, terá seu momento Seus olhos ávidos se anunciam Mostram forças incontroláveis Outrora apenas a leveza de uma libélula Em sua alma leva autoflagelação... É implacável Um corpo frágil com espírito selvagem Consegue ser bruta na aparência de bailarina flutuando no lago Uma estrela contra o decadente Oferecendo aos tolos tua simpatia execrável Eis a figura que almeja felicidades atônitas O tédio que digere a priori e mesmice Perdida num louco labirinto humano A frustração lhe perfura não aceita tais dementes Os dias lhe darão perfeitas respostas Um passo a frente nessa punição de ser atemporal Mulher de cheiro doce com olhar eloqüente Num mundo de plástico onde prevalece o banal
Liberdade Vigiada Vive a vida em companhias Não importa as alegrias
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Liberdade Vigiada Vive a vida em companhias Não importa as alegrias Pelas noites as escuras Não importa o que procura Não suporta a palhaçada Dessa liberdade Vigiada, vigiada, vigiada Só existe a justeza do olhar lançado Liberdade vigiada é tudo aquilo que não quer Arrepende-se todo dia pela sua simpatia Vida latria e atrevida Vida cheia de feriadas Não se importa com as porradas Amanhã é um outro dia Não suporta a palhaçada Dessa liberdade Vigiada, vigiada, vigiada Nunca deixará que alcancem tais desejos: Animus rem sibi, habendi Animus possidendi Animus necandi
Sozinha Eu acordei assustada Na vastidão do meu quarto eu escutava o eco dos meus batimentos cardíacos
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Sozinha Eu acordei assustada Na vastidão do meu quarto eu escutava o eco dos meus batimentos cardíacos Olhei para o teto e me vi flutuando Eu só tinha olhos, não tinha boca e não tinha nariz Não me tinha Através dos meus olhos eu olhei pra dentro de mim Um gosto de sorvete me veio à boca Senti um olor de quando era criança! Era de mim mesma Eu me ilhava aflita... Não tinha boca eu me olhava Sozinha eu gemia Sozinha eu ficava Com os olhos gritava Sozinha e frustrada... Gélida, pálida e inerte Só No abismo da minha cama diante de tal situação eu grito Meu corpo inquieto. Não para Estico-me Me aperto me encolho Escolho-me Olhei para o teto e me vi flutuando Do teto no fundo do olho me vi esticando Flutuando eu deprecava não me ver acuada Eu era a esquivança do eu a vir Eu era uma borboleta nos ombros outrora no nariz Fiquei de pé encima da cama Estava meio tonta, mas a estese de me ver trouxe-me equilíbrio Olhava meu corpo que flutuava Meu corpo acalmava Eu não me aceitava Eu não sou eu Eu era um estado, não era lesiva eu era nociva e ativa Nutar não era de mim Flutuando eu me olhava Com semblantes pavidos Eu me olhava naquilo que eu não precisava ser Nem queria ser Entendi porque ali presente eu flutuava Esta era o que eu tirava de dentro de mim Era a renuncia e não agüentava Repudiava O meu flutuar era salutar Eu posso gritar Eu quero gritar Rasgar os pulmões Chorar e expurgar Reconhecer o que sou Não é o que sou Apenas um estado Sozinha. Só
Dói O mundo deu-me uma vida lacrimosa Vagando e catando pedaços de sentimentos sem consonância
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Dói O mundo deu-me uma vida lacrimosa Vagando e catando pedaços de sentimentos sem consonância Minha falta de misericórdia tornou-se honrosa É antídoto para almas fracas semelhantes aos medos de infância Andando dentre multidões numa profunda melancolia Kafkaniana Lembrando de todas as curas causadas mergulho em êxtase toda agonia Todos estes atos me expurgam de tal nirvana Meu corpo sofre cria por si só inevitável criogenia Agora fadado á estar dentro de deferentes seres, porém só Alimentando-me com fragmentos de sombras tortas Plantando nessas covas rasa meus escárnios sem nenhum dó Navegando a deriva, sem sentido e sem rota Que estranheza um ser explodindo em vida amar a morte Mais que esta vida em demasia não lhe cabe. Transborda. Algo grita dentro de mim esquizofrênico e forte No fundo existem rejeições sombrias para tais hordas Um dia os fantasmas abandaram este corpo introspectivo Teremos vidas incríveis e tangíveis Um corpo far-se-á feliz por não precisar se tal esfera receptiva Amputando pernas e mãos levando clareza em atormentados níveis Perdoe minha prolixidade temperada com surrealismo. Dói
Débeis Jogados do mundo Jogados no fundo
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Débeis Jogados do mundo Jogados no fundo Débeis imundos Impuros do fundo No fundo do ser... Escória dos seres Angustias e traumas De débeis a débeis Inúteis na instancia do fracasso Com características de inferioridade imanente Débeis no fundo e no sumo Débeis Lúgubres no abismo de suas consciências Inconscientes e Inconseqüentes Passeando entre si a realidade para ludibriar-se com fragmentos de felicidades Débeis inférteis Débeis imundos a serem ermos Débeis impróprios Próprios débeis Débeis resultados de uma zoofilia Débeis fingidos Débeis unidos Travestidos de seres ladinos mostrando os caninos Arquétipo da dor Pandos de futilidades Débeis pandemônios que se afligem Débeis fingidos dentro dessa santimônia Débeis que me contam o que não querem ser Débeis, débeis, débeis Débeis que rastejam Débeis que me suplicam asas, débeis que ganham asas. Para que eu cinicamente os deixe cair Débeis que caem, que se roem e se destroem Débeis de alma morfética Débeis insanos de corações férteis para cultivo de dor e cactos Débeis que não possuem espelhos... A verdade perfura Débil, débeis, débil, débeis... Débeis que se ajoelham... Débeis que ajoelharão Débeis!
Tem gente que se acha o último biscoitos da caixa... Um detalhe é que em muitas situações caixas com mais de cinco são descartadas e a gente nem se da conta que tinha esse RESTO.
Híbrido Ando entre multidões escutando enigmas e pensamentos Num velho que me observa nas diagonais em estranhas separações
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Híbrido Ando entre multidões escutando enigmas e pensamentos Num velho que me observa nas diagonais em estranhas separações Aplicando doces doses de excrementos. Minha misantropia Pisando em espinhos sou libertino, alcalino. Subtil abstração O assombro no canto do quarto espantado com sua própria imagem Refletido em calúnias, ontogenias e falsos milagres Catatônico em inércias ouvindo The Great Jig In The Sky Famigerado causando metástases em débeis corpos que caem Não é o que é. Sempre existe uma forma diferente Material, voluptuoso, vulgar e demente Não cabe no tempo ou espaço. É espinho que já nasce com ponta Prefere arrancar os olhos como sinal de afronta O ontem e o póstumo regurgitando contratransferências Acometido pelas maldições dos malditos Esperando o soneto perfeito, a palavra que salva. O que não tem salvação Seguindo minhas sombras nos escarros por dedução E ele continua a me olhar numa nudez dissimulada Sabe que me conhece, me faz silencio em agonias gritantes em minha psique Acolho-me na criança perfeita bondades e maldades homeopatas Sou mago, magoa, esperança tempestuosa seu animus anima Rascunhos de sinônimos e rascunhos de rascunhos Um rosto moldado no instante da respiração Sofridamente maquiavélico preenchendo lacunas Um feto, um velho, um cão leproso a pétala perfeita. Ilusão Resultante de misturas para além. Sou Híbrido
Raro Amor Num universo abstrato Encontrei meu amor Apareceu linda, porém tristonha tinha alguma dor
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Raro Amor Num universo abstrato Encontrei meu amor Apareceu linda, porém tristonha tinha alguma dor Eu logo me aproximei queria escutá-la Sua essência entrou em mim, queria acalmá-la Neste pequeno início algo já se manifestava Com minhas palavras e meu carinho já a amava Ela é perfeita foi toda talhada em prosa Sentir-me um homem especial, descobri um diamante rosa Este sentimento é nobre forjado no aço da sensibilidade Amor que não acaba que só aumenta alimentado pela verdade Mesmo que distante sentindo sua falta e essas dores Mantenho-me inteiramente para teu corpo com cheiro de Flores Amar-te já é natural na minha vida, como respirar Mas sem você estou sufocado explodo de paixão, preciso me rasgar Temos uma vida e ser vivida Para construir grandes pedaços de felicidades e curar as feridas Com você meu universo é concreto sou livre e aberto Beijar-te, te amar de descobrir a todo o momento Esta junto de você e acabar com este tormento Estou triste sem você estou descoberto Não preciso de palavras difíceis pra escrever nosso poema Ele é simples, puro fala do nosso tema Minha única certeza na vida é te amar Acalma seu coração, que eu acalmo a minha alma, pois já vou lhe buscar
Nós Poetas Éis simples e imaculados em meros apanhados De almas se encontrando em vômitos de sentimentos
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Nós Poetas Éis simples e imaculados em meros apanhados De almas se encontrando em vômitos de sentimentos Próprios, alheios e fatídicos colonizadores neste canibalismo Esquecendo o sentido do que escreveu. Não importa não é mais seu Homens, aberrações ou emoções? Calejados e sensíveis de carne podre e alma nobre A caneta nervosa e choramingona no entorno dos seus soluços Revitalizando fragmentos e menções. Profundos sustos (...) Confunde-se entre mágoas e enganos Nestes olhares claustros e dantescos Entre clássico e arcaicos neantropianos Construindo ilusões nestes emaranhados grutescos Somos mortos, vivos, híbridos, sínicos e famintos Simplesmente frágeis e ilegais. Imortais Prisioneiros usando mentes como selas Sem travas, cadeados ou janelas Nossos sentimentos são corpos estranhos em nossa essência Nossas vontades apenas fragilidades Num mundo sem molde, inerte em antevidências Catando fragmentos de pessoas vazias e suas legalidades Enxergamos em surrealismo as normalidades abstratas Fitando pessoas andando umas sobre as outras Com palavras originadas de suas quelíceras Démodé, andrógenos, demônios de batina a pedra no lago. Somos poetas
Bossa de Schopenhauer De tudo nessa vida eu queria acreditar Que a verdade não machuca eu queria acreditar
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Bossa de Schopenhauer De tudo nessa vida eu queria acreditar Que a verdade não machuca eu queria acreditar Dolo não é minha forma de agir Estou afogado em meus pensamentos indubitáveis Sentado em uma pedra lhe esperando pra tocar Um metalzinho na viola eu quero só te impressionar Além do amor Além da morte De todo o meu presente eu queria aproveitar Do passado e do futuro não queria nem lembrar Para dessa forma então evitar a dor Realidade? Realidade? De todas as “certezas” eu queria não acreditar Que a morte não existe eu queria acreditar A ponto de nem hesitar Meu mundo é assim Pura vontade de uma representação Será que meu medo é da morte ou medo de não existir? Que mais terrível ironia ter medo da vida Em tudo nessa vida eu queria me desligar Essa verdade não existe Essa verdade é só uma herança Maldito Platão Maldito Cristão Gostaria que minha razão fosse friável Imploro minha libertação dessa podre erotomania Não preciso dessas coisas presentes e aparentes Terei um mundo melhor... Esse é descartável Este eu descarto!
Pensamento Pensamento me pega Pensamento me Pede
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Pensamento Pensamento me pega Pensamento me Pede Pensamento me repele daquilo que não quero perder Pensamento em você Pensamento me cega Pensamentos me ensurdecem Pensamento me deixa aguçado meu epiderme para ti Pensamento que te traz pra dentro de mim Pensamento me tira a razão Pensamento me faz emoção Pensamento me bate na cara Pensamente martela e diz você é a emoção que traz razão Pensamento no mundo Pensamento no meu mundo Pensamento meu mundo e você Pensamento, pensamento, pensamento... Pensamento logo penso, logo existo, Pensamento errado Pensamento em sua existência me faz pensar Pensamentos constantes Pensamento para te imaginar Pensamento para te construir Pensamento te traz tangível Para você existir e me fazer parar de pensar, porque você estará perto eu poderei te tocar não precisando mais imaginar.
Sereias Existem Num mundo gélido e fatídico eu rastejava Sofria na alma a não calma
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Sereias Existem Num mundo gélido e fatídico eu rastejava Sofria na alma a não calma Lagrimas eram maiores que sangue jorrava Putrefações dos corpos pós traumas Não deixe minha essência fenecer Amordaçar a minha fúria antes do amanhecer Coração batendo 4/4 até doer Sonos atormentados são assim: Dormimos sem nos mexer Noites? Dia? Não sei discernir Tento encaixar as palavras para sentir Agradeço a todos por me agredir Arranco meus olhos e enxergo melhor, assim eu não consigo fingir Poderia este, ser um poema de amor, de dor ou de alegria Mas nenhuma palavra representaria a melancolia Explode em ondas minhas reminiscências De pensamentos indubitáveis, totalidades de sombras e aparências Os queixos tremulam e mãos petrificadas materializam a dor Fluidos, pensamentos sugestivos e horror Destituído da essência comum e sem pudor Neste turbilhão de exageros retrato a nuance do olor Eu me pergunto sereias existe? Queria ludibria-me com um canto épico e sombrio Jogar-me sem noção de dor atraído pelo doce sombrio assobio Eu me pergunto sereias existe?
Gente Boba Tem gente que é boba Tem gente que é ridícula
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Gente Boba Tem gente que é boba Tem gente que é ridícula Tem gente boba que tem medo de ser ridícula Tem gente ridícula com medo de parecer boba Tem gente ridícula sendo ridículo sem esforço algum Ser bobo é respirar em insights O ridículo é a ausência da leveza O ridículo por essência nunca será bobo em sua existência
Anamnese O corpo declara o que a boca não reclama Expõe sua selvageria em gélida chama
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Anamnese O corpo declara o que a boca não reclama Expõe sua selvageria em gélida chama A língua tremula entra lábios turbulentos Nestes covardes atos falos, hipocrisias e tormentos E eu aqui prostrado mendigando suas verdades Cuspindo ilusões me rasgando em vaidade Num último suspiro diabólico, gélido e calejante Contentando-me com suas falácias num átimo