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Frases de Gislene Camargos

94 frases

⁠Beloadormecido... Quero o teu sono profundo na fundura abissal dos meus olhos
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⁠Beloadormecido... Quero o teu sono profundo na fundura abissal dos meus olhos a velar pelo teu adormecer... Meus olhos tecem bordados e telas do teu corpo em repouso e pouso... Um pausa para pousar minha alma na tua sentir teu coração em “modo sono”... teu corpo parece flutuar no ar... Você “beloadormece”... na ternura e quentura de nossa literatura...

⁠Sonhos e voos... Enquanto “ocê invem”... vou inventando você dentro e fora de mim...
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⁠Sonhos e voos... Enquanto “ocê invem”... vou inventando você dentro e fora de mim... Um caminho de passarinho “avuano” ainda sem asas... pois, é no voo que se aprende a voar... é preciso acreditar e pular para o voo que ainda está escondidinho dentro da gente... é necessário encarar o medo... e encorajar o voo a nascer... “avuar” amar... no ar do coração... onde moram os sonhos bebêzinhos... com suas asinhas em penugem plumagem de sonhos revestida... Uma investida tida como um sopro do Deus Amor que mora dentro da gente...

⁠Nosso céu... Partida e chegada... uma jangada lançada no mar da vida...
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⁠Nosso céu... Partida e chegada... uma jangada lançada no mar da vida... flores jogadas no céu... Céu salpicado de rosas e jabuticabas adornam a jornada celebrada a cada partida e a cada chegada... Uma partitura de notas em concerto divino nos acariciam no ventre do amor em semeio... Semeadura de beija-flor... voo e pouso... Pouso e repouso no teu colo... onde tudo (re)começa e nunca termina... uma história de amor sem fim... sempre sublime a se inventar-se e nos reinventar... Você e eu... no nosso céu...

⁠Novos belos horizontes... Sou andarilha dos meus infinitos cercados de “novos belos horizontes”...
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⁠Novos belos horizontes... Sou andarilha dos meus infinitos cercados de “novos belos horizontes”... Ando mergulhada em ternuras e literaturas de “outros mundos”... Descabida em mim, mergulhada nas tuas ilhas e maravilhas... cercada por ti por todos os poros... são nossas peles que envolvem o encantamento deste momento... Momento de geografias delicadas e dedicadas a memórias favo de mel... Doçura que cura... doçura pura... cura pura... pura cura... você e eu inventando e desenhando ilhas outras... Outras melodias em dias e noites de pura poesia... Mania de poesia... eu ia e você vinha... Encontro, nem te conto, regado a cerveja e pureza

⁠Abtusida O teu sorrisão é mansidão e amplidão... “abtusida” e possuída pelo teu riso aberto...
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⁠Abtusida O teu sorrisão é mansidão e amplidão... “abtusida” e possuída pelo teu riso aberto... Sorrisão escancarado e marcado... teu sorriso imantado e abençoado me toca em mágica... hipnotizada e maravilhada na nossa ilha de amor cercados pelos nossos corpos em abraços e beijos sorridentes... O encontro abençoado entre dois sorrisos apaixonados...

⁠De corpo e alma lavada... entrei em conjunção com a chuva... uma interação profunda e de alma...
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⁠De corpo e alma lavada... entrei em conjunção com a chuva... uma interação profunda e de alma... a chuva brincava com meu corpo... deslizava e dançava... Sussurrava palavras de carícias em meio ao ventinho que assobiava e cantava “coisas” de outras dimensões... ações de assoprar e espraiar cura e literatura que atura com ternura medos antigos e empurra para uma libertação revelação... Viva o perdão de corpo e alma lavada...

⁠Mãos abraçadas Quando me fiz ninho você pousou...
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⁠Mãos abraçadas Quando me fiz ninho você pousou... trouxe caminho nossos corpos cama linho alma carinho Quando “chegaste”... a lua confirmou “terra firme” enlace mão coração de mãos abraçadas rodovia poesia rumo a Minas Chegamos destino agora, juntos... horizonte azul onde? dentro dos nossos olhos caminhos ninhos destinos linhos caminhos lindos risonhos

⁠Tua pele melanina doçura revelada vulcão incêndio desmedido
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⁠Tua pele melanina doçura revelada vulcão incêndio desmedido veludo labaredas Literatura enredo peles enredadas paredes balançam a lua entra pela janela e se aloja no inexistente espaço entre nossos corações teu peito travesseiro minha cabeça repousa nas batidas (des)compassadas do amor rendido gemido corpos gemem hino tido e sentido...

⁠Infância balaio No paiol das minhas memórias ainda debulho sonhos
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⁠Infância balaio No paiol das minhas memórias ainda debulho sonhos dedilho loucura invencionice pura moagem literatura abundância balaio ainda transborda vertigem importância tamanha aproxima boca manga carne devorada alada Sobrevoo livre as bolinhas de gude do maninho Roberto ainda quicam nos meus olhos fascínio nas dobras do tempo Em tempo, a menina ainda me nina!

⁠Sonho em prosa... Sonho estrada no céu... voo no mar...
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⁠Sonho em prosa... Sonho estrada no céu... voo no mar... mergulho na terra... Sonho janela sorrindo pro sol... Suspirando pra lua... Piscando pra estrela... Sonho chuva derramando ternura... Sol esquentando poesia... Poesia cutucando coração... Palavras envolvendo pele... Pele arrepios delírios... Delírios ao som chuva caindo... Sonho noite carícia de chuva... Chuva ternura entre mim e você... Um rio se abre em nossas bocas... Bocas caladas... inundadas! Dadas a encontro nossas almas... Almas tecendo verso e prosa... Prosa nossa em versos vivos!

⁠Nosso mantra Imersão introversão... uma versão nova de mim
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⁠Nosso mantra Imersão introversão... uma versão nova de mim submissão coração... afinando sonho intuição dedilhando canção! melodia poesia cantoria... Um “acorde” musical percorre rotas... as mais secretas em notas discretas abissais... labirinto abismo batismo batismo em minhas águas profundas gruta que se ilumina... ao tato... entremeada pelo “lençol sanguíneo” minas preciosas apontam um iceberg se desenha... tesouro à vista! para quem tem coração nos olhos... sorriso sonho mão oração! nosso mantra em comunhão...

⁠(Re)fazer-se semente... voltar ao útero mãe (Des)fazer-se em feto e afeto
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⁠(Re)fazer-se semente... voltar ao útero mãe (Des)fazer-se em feto e afeto (Des)manchar-se líquido fluido bolsa feita sangue amor (Re)unir corpo coração alma em cordão mágico “(re)invenção” (Re)ligação fruto flor raiz caule folha vento orvalho estrela lua (auto)fotossíntese luz (Re)iluminar-se e (re)acender-se Transcender e alcançar o outro Deus ponte horizonte amor luz semente sementeira vida...

⁠Braços alados Ainda “dispindurada” nos galhos arrisco a “doçura” que se oferece
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⁠Braços alados Ainda “dispindurada” nos galhos arrisco a “doçura” que se oferece na pontinha ... prontinha para a mordida ainda “estico” os braços ao infinito abismo lacuna para alcançar o “inalcançável” Vez ou outra ainda “espatifo” no chão... nesse voo rota e lá se vão perna... pé ... coração as pernas e pés se curam, de novo alçam voos... ah! O coração? levanta, sacode a “poeira da palavra amar”... e ama ainda mais... “novinho em folha” fênix coração... resolução poética uma tal cura “estésica”...

⁠Coração na praça Boquiaberto está meu coração... surpreendido e rendido!
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⁠Coração na praça Boquiaberto está meu coração... surpreendido e rendido! bendita e bem traçada as ondas quânticas em sua trança dança sagrada andança... Praça palco encontro beijo ensejo desejo sem receio... corpos em recreio piquenique abraços laços cesta de agrados alados... Abraçados em linhas que se buscaram e... “rabiscam” um enredo sem medo... Literatura arremedo em linhas bem traçadas... Nossa dança arrepia e (re)cria poesia principia amar!

⁠Amanhecer... A luz do amanhecer percorre o meu corpo toca a minha alma e meu coração
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⁠Amanhecer... A luz do amanhecer percorre o meu corpo toca a minha alma e meu coração e eu amanheço... hipnotizada me ponho a respirar e sentir o urdir dos sentimentos e sensações de alumbramento e arrebatamento... Pelos meus olhos, o cheiro do dia novinho brinca e tem gosto de jabuticaba madurinha no pé... um convite irrecusável para degustar e provar tudo de novo... de um jeito novo... olhar diferente... olhares múltiplos que abarcam e acolhem o sutil... o invisível... a energia que atrai o espetáculo da vida... um oráculo que se faz passarela e invade meus olhos crianças curiosos e perguntadores... Amanhece em mim, fome e sede... nem sei do quê...

⁠“Brevidades” e eternidades Nem preciso fechar os olhos para “voltar” no tempo...
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⁠“Brevidades” e eternidades Nem preciso fechar os olhos para “voltar” no tempo... “ver” e “sentir” de novo e “de cor” minha mãe e seu forno de barro na varanda da minha infância... Um forno mágico movido a lenha e amor... toda a arte de fazer biscoitos de todos os tipos e sabores e cores... Geralmente, sexta era o dia de “abastecer” as latas de alumínio... O dia “intirim”, todos os meus “sentidos” envolvidos nessa poética mineira biscoiteira as gamelas, por entre farinha e ovos gemiam e recebiam a mão feita pão de minha mãe, “mãos de fada”! entre fogo e varredura o forno e minha mãe multiplicavam pães... de queijo, broas, roscas, sequilhos, bolos... uma literatura de “brevidades” e eternidades!

⁠Coleciono manhãs... cada uma com seu cheirinho de dia bebê... dia sonhador na quina da noite
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⁠Coleciono manhãs... cada uma com seu cheirinho de dia bebê... dia sonhador na quina da noite madrugada prenhe de manhãs manhãs madrugadeiras! As rendeiras que tecem a manhã se despem de suas vestes ao tecer revestem seus corpos de raios de sol e de orvalho florido são feitas sol tecido nu Manhãs são imãs... imantada me deixo amanhecer hipnotizada sigo estrada sonho em estado sol nascendo Manhã sonhando amanhã!

⁠Aprendiz passarinho Chão acolchoado capim... céu colchão nuvem sonho
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⁠Aprendiz passarinho Chão acolchoado capim... céu colchão nuvem sonho Aprendiz de voo “passarim”... Somos asas carinho ninho caminho céu chão nuvem capim Vai e vem sem fim... Alecrim jasmim “cherim” essência poesia estesia... sonho sertão coração capim chão caminho céu nuvem ninho me fiz... sou ninho carícia silêncio ninho nuvem plumagem... nudez roupagem passarinho aragem passagem nuvem “passarinhar” é minha sina onde dobram os meus sinos e minhas asas se abrem... Amém!

⁠Cordão condão... Nas memórias do meu ventre ainda sinto “pezinhos” ensaiando
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⁠Cordão condão... Nas memórias do meu ventre ainda sinto “pezinhos” ensaiando vida... “mãozinhas” esboçando carinhos “coraçãozinho” plasmando amor! Filhotinh@s ainda tatuados em minha pele pele que se abre qual botão em rosa viva que abriga vida perfume essência o amor tecido em ciência Ciência paciência mistério em memória rio rio navegante filhotinh@s tripulação coração Cordão condão maravilhoso

⁠Amor passarinho... Passarinho caminho chão... “pezinhos” cheinho nuvem
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⁠Amor passarinho... Passarinho caminho chão... “pezinhos” cheinho nuvem chão e nuvem, encontro... de céu e terra, agora, sob e no andar voar passarinho! Nuvem no chão... chão nas nuvens Passarinho caminho voo... asas no céu... nuvem e chão, namoro... entre céu e terra passarinho cupido! Assim, meus olhos se enchem de estrelas no chão... e de flores no céu! semente passarinho... semeia no chão e nas nuvens! leva e traz sementes e segredos de um amor feito sementes estrelas flores... Amor chão estrelado terra... Amor nuvem flor céu... Amor assim terra e céu... Amor céu e terra! Assim seja eternamente! Amém!