Frase de Gislene Camargos
“Brevidades” e eternidades Nem preciso fechar os olhos para “voltar” no tempo... “ver” e “sentir” de novo e “de cor” minha mãe e seu forno de barro na varanda da minha infância... Um forno mágico movido a lenha e amor... toda a arte de fazer biscoitos de todos os tipos e sabores e cores... Geralmente, sexta era o dia de “abastecer” as latas de alumínio... O dia “intirim”, todos os meus “sentidos” envolvidos nessa poética mineira biscoiteira as gamelas, por entre farinha e ovos gemiam e recebiam a mão feita pão de minha mãe, “mãos de fada”! entre fogo e varredura o forno e minha mãe multiplicavam pães... de queijo, broas, roscas, sequilhos, bolos... uma literatura de “brevidades” e eternidades!
No pensador.ai desde