Pular para o conteúdo

Frase de Gislene Camargos

⁠Braços alados Ainda “dispindurada” nos galhos arrisco a “doçura” que se oferece na pontinha ... prontinha para a mordida ainda “estico” os braços ao infinito abismo lacuna para alcançar o “inalcançável” Vez ou outra ainda “espatifo” no chão... nesse voo rota e lá se vão perna... pé ... coração as pernas e pés se curam, de novo alçam voos... ah! O coração? levanta, sacode a “poeira da palavra amar”... e ama ainda mais... “novinho em folha” fênix coração... resolução poética uma tal cura “estésica”...

Gislene Camargos

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Gislene Camargos

⁠FARÓIS E ANZÓIS Teus olhos são faróis... Teus olhos são anzóis...
Continuar lendo

⁠FARÓIS E ANZÓIS Teus olhos são faróis... Teus olhos são anzóis... me fisgam para dentro de você e de mim! semente verde esperança verdes profundos suaves fortes destemidos adentram meu corpo Pousam e repousam no meu coração... nossas almas em sorrisos abraçadas sabem que é hora de seguir estrada juntinhas a estrada é feita sonho utopia batizada na pia sagrada Abençoados no céu aqui na terra... Agora e sempre! Amém!

⁠PÔR DO SOL MÁGICO O pôr do sol me põe em mim... de novo... me (re)compõe...
Continuar lendo

⁠PÔR DO SOL MÁGICO O pôr do sol me põe em mim... de novo... me (re)compõe... a praia da Graciosa é meu lugar mágico... onde me encontro “em estado de poesia”... Despida de cansaço e angústia... me visto de pôr do sol outra vez... o pôr do sol me sintoniza e «entroniza» o sagrado outra vez... ali me rendo ao enredo do sol em magia e estripulia... Ali alinha o teu e o meu caminho... pra onde tenha pôr do sol é pra lá que vamos... Vamos tecer e ser... e esquecer o não ter...Seremos...

⁠Lagoa encantada Vive em mim um estado febril um desatino aninhado
Continuar lendo

⁠Lagoa encantada Vive em mim um estado febril um desatino aninhado um terremoto apaziguado erupção lava estancada mar de ressaca enchente de rio uma Lagoa encantada cacimbas abissais... tantos ais calados tantos gritos silenciados tanto “trem lindo”... tanto “trem bão”... vivo assim maravilhada e assombrada! Um dínamo que me “anima” e “atiça”... Por dentre chamas e céu Nos vãos e devãos, perco o juízo e sou o que quiser... sem censura e sem juízo solta e revolta... toda hora é hora de dar a “volta por cima” e voar... por entre os escombros e paisagens celestiais “dar o ar da graça” e inventar outras rotas... Outros voos, sonhos outros..