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Frases de GIL M. FLEMING

111 frases

⁠Se algum conselho pudesse dar, diria: MOVA-SE.
⁠A época mais feliz da minha vida, foi quando parei de buscar a felicidade. Se me fosse dado aconselhar alguém, diria: - não procure a felicidade. Aonde está escrito que nascemos para ser felizes.
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⁠A época mais feliz da minha vida, foi quando parei de buscar a felicidade. Se me fosse dado aconselhar alguém, diria: - não procure a felicidade. Aonde está escrito que nascemos para ser felizes. Nascemos para viver e para se viver plenamente é necessário dor, desespero, tristeza, perdas, derrotas, enfim, tudo o mais capaz de nos fazer sentir o pulsar da vida. A felicidade é só uma dentre as centenas de emoções e sensações que a vida nos oferece. Portanto, não fique se lamentando pela sua infelicidade, é também para isso que estamos aqui. Aproveite, aprenda, cresça, talvez seja sua última chance. Ser feliz, ou não, não é a questão. Nunca foi. O importante é a vida. Ao penetrar nessa verdade você terá a verdadeira felicidade, mesmo na infelicidade.

⁠Traiçoeiras verdades rondam meus pensamentos. Querendo me impingir conceitos métricos de sua lógica cartesiana. Querendo me enquadrar na sua teia melindrosa de figuras exatas.
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⁠Traiçoeiras verdades rondam meus pensamentos. Querendo me impingir conceitos métricos de sua lógica cartesiana. Querendo me enquadrar na sua teia melindrosa de figuras exatas. Querendo me submeter aos seus padrões rígidos, lúcidos, estóicos. Mas, num arroubo de embriaguez, bebo até o último gole de sonho. Lambuzo meu peito de esperanças incertas. Atrelo meu futuro a uma plêiade imaginária, luminosa. E assim me vejo feliz, longe de verdades, mas nem por isso perto de mentiras.

⁠Vida, o que é viver? Estou parado em qualquer lugar entre a felicidade e o sofrer Busco alimento no seu olhar
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⁠Vida, o que é viver? Estou parado em qualquer lugar entre a felicidade e o sofrer Busco alimento no seu olhar No entanto, a cada minuto que passa aumenta a fome de te ver E, à deriva, vejo-me na fronteira da razão Perdido, num misto de loucura e lucidez Ávido pelo seu contato, um dedo, um fio de seu cabelo Tudo o que toco em você é fonte de prazer infinito Seus cabelos, seus olhos (sempre brilhantes), sua boca franca Já não tenho mais forças sequer para suportar sua presença Parece que a cada dia morro um pouco Porém, como um moribundo que recusa o adeus Sigo na esperança de um toque de suas mãos (belas, macias, cheirosas) Um abraço repleto de sentimento Ou, ainda, num delírio de fé Um beijo, sincero, calmo, apaixonado.

⁠Que sentimento estranho é este? Sem nome e sem corpo Por um lado limitado por sua própria condição irreal Contudo, poderoso a ponto de submeter a realidade aos seus caprichos
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⁠Que sentimento estranho é este? Sem nome e sem corpo Por um lado limitado por sua própria condição irreal Contudo, poderoso a ponto de submeter a realidade aos seus caprichos Já não sou capaz de dizer o que é mais doloroso Estar longe de você, separados pelo espaço físico Ou estar perto de você, porém, afastados os corações Palavras já me cansam e não são capazes de dissolver a força dessa condição Só restam dois caminhos: Submeter-nos aos desejos cruéis e ocultos deste estranho sentimento Ou insurgir contra sua tirania e ditar nosso próprio destino A submissão traria consigo o amargo gosto da covardia e da triste lembrança do que poderia ter sido A insurreição poderia deixar terríveis marcas, as quais não podemos sequer vislumbrar Quanto a mim, sempre preferi a luta Antes enfrentar o que nos aflige e assumir as cicatrizes da batalha, do que deixar que nosso caminho seja traçado por outros Meu coração, no entanto, continua sangrando, porque não sei de você.

⁠Sublime desejo, Que impetuosamente destrona a razão Que incendeia meu corpo, denunciado pela vultuosidade
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⁠Sublime desejo, Que impetuosamente destrona a razão Que incendeia meu corpo, denunciado pela vultuosidade Que expande o membro fazendo evidente sua urgência Lateja, esbraveja, peleja Na procura por espaço, invade e apreende Na insana necessidade se torna proeminente Na atitude inquieta causa transtorno Grita, luta, farta Enfim liberto, busca a prisão Enfim descoberto, busca discrição Enfim satisfeito, busca renovação Aliviado, cansado, amado.

⁠Arrasto minhas pesadas mãos pela folha em branco Suplico, em vão, que a musa venha me visitar Após algumas horas, desisto e me conformo
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⁠Arrasto minhas pesadas mãos pela folha em branco Suplico, em vão, que a musa venha me visitar Após algumas horas, desisto e me conformo No entanto, mesmo sem inspiração Mesmo sem o sopro revigorante da paixão Volto, como um escravo, à lida poética No afã de dar à luz parcas linhas, corto a respiração Não permitindo ao corpo nem o prosaico movimento Buscando na extática a palavra que falta, a frase que completa

⁠Cinco Estrelas caem ao solo Admiro uma por uma e por detrás de seu brilho ofuscante posso ver a perfeita realidade Cada um de seus dedos prateados contando sua história, num bailar aleatório e hipnotizante
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⁠Cinco Estrelas caem ao solo Admiro uma por uma e por detrás de seu brilho ofuscante posso ver a perfeita realidade Cada um de seus dedos prateados contando sua história, num bailar aleatório e hipnotizante Obcecado pelas palavras que nelas vejo, excitado pelo que delas ouço, dou o primeiro passo Cuidadosamente, tentando esconder em um esforço sobre-humano minha ansiedade, aguardo seu comando E o tempo escorre com uma desigualdade enlouquecedora, confundindo meus sentidos já há muito avariados Segundos, dias, semanas, meses, anos Nunca soube ao certo quanto tempo se passou até que o primeiro fruto fulgurante me fosse colocado nas mãos Também não posso exprimir em palavras a multidão de sentimentos e sensações que me assolaram Do pouco que me foi dado conhecer menos ainda posso ensinar Ainda vejo sua ciranda de prata Ainda guardo e colho seus frutos

⁠Já não espero compreensão, nem te desperto mais no meio da noite. Ainda lembro dos cantos escuros, das lágrimas derramadas Sozinho, calado, para não permitir meu sofrimento, sei que desdenharias
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⁠Já não espero compreensão, nem te desperto mais no meio da noite. Ainda lembro dos cantos escuros, das lágrimas derramadas Sozinho, calado, para não permitir meu sofrimento, sei que desdenharias Hoje estou em paz, aprendi viver à sua margem, independente Encontro consolo no sorriso daqueles que de mim são parte, obra viva do meu ser Quanto ao fogo da paixão, digo: ainda vive, incomensurável Ávido por arder falta-lhe objeto, desespero do corpo, angústia da alma Contido, sigo, na esperança de uma nova curva, talvez alguém na beira da estrada, acostado, à espera do que tenho em abundância.

⁠Ainda ontem lembrei do último beijo que te dei Lembrei dos teus olhos brilhando, refletindo a luz dos meus Lembrei do quanto eu te amei e das palavras de amor ditas no ato de amar
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⁠Ainda ontem lembrei do último beijo que te dei Lembrei dos teus olhos brilhando, refletindo a luz dos meus Lembrei do quanto eu te amei e das palavras de amor ditas no ato de amar Ainda ontem senti o teu cheiro e ouvi o teu sorriso Como se você estivesse inteira dentro de mim Como se meu corpo existisse simplesmente para te abrigar Mas, hoje acordei sem você em mim Gritei teu nome e te procurei por todo meu corpo, porém não te encontrei Vazio, caminhei sob o sol e quando veio a noite fui dormir na esperança de te rever Ontem chorava pelo sofrimento de te amar e não poder tê-la Hoje choro por não ter ninguém por quem sofrer

⁠Poucas coisas na vida em sociedade são mais desgastantes e traumáticas que chamar a atenção e corrigir seu colega de trabalho ou subordinado. Portanto, se tem de fazer, faça-o rapidamente, evitando, assim, dias e noites de angústia e sofrimento antecipado, imaginando o momento…
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⁠Poucas coisas na vida em sociedade são mais desgastantes e traumáticas que chamar a atenção e corrigir seu colega de trabalho ou subordinado. Portanto, se tem de fazer, faça-o rapidamente, evitando, assim, dias e noites de angústia e sofrimento antecipado, imaginando o momento e pensando no que dizer e como dizer.