Frase de GIL M. FLEMING
Arrasto minhas pesadas mãos pela folha em branco Suplico, em vão, que a musa venha me visitar Após algumas horas, desisto e me conformo No entanto, mesmo sem inspiração Mesmo sem o sopro revigorante da paixão Volto, como um escravo, à lida poética No afã de dar à luz parcas linhas, corto a respiração Não permitindo ao corpo nem o prosaico movimento Buscando na extática a palavra que falta, a frase que completa
No pensador.ai desde