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Frases de fatima j zuanetti

36 frases

deixar-me-ei assim como tentar
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deixar-me-ei assim como tentar parar uma tempestade... encharcada mas feliz pelos pingos da chuva a molhar meu rosto...

morro em haver um quase, morro
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morro em haver um quase, morro por saber mais ou menos, morro em ouvir nem tanto assim. morro quando me tocam as palavras eu tambem tô viva só se for para virar meu mundo de cabeça para baixo. e deixar derramar escorrer pelo chão o que havia de dentro mesmo sem saber o que queres então....

tudo aquilo que não pode
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tudo aquilo que não pode ser ouvido mas tem de ser dito e foi ... tudo aquilo que parece ser simples mas só dificulta. ... e na distancia permaneceu.... tudo aquilo que nunca precisei mas se fez necessário eu não indaguei enfim, tudo aquilo que eu sou ou que me fizeram ser... eu fiz pelo nosso amor....

foi buscando que encontrei
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foi buscando que encontrei mas não achei procurei por mais dei de cara com o incerto... continuaram as buscas, não sabia o que buscava, cansada de tudo menos de vasculhar. uma busca alucinante com direito a doses de frustração pelo caminho. vozes gemidos canções e passos dificultam o encontrar.... mas ainda pulsas, coração? que prevaleça, então, a esperança de encontrar não o que quero mas o que me faz feliz....

eis que susurro para teus
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eis que susurro para teus fantasmas a remoer tuas histórias não me deixas dormir... tuas palavras amordaçam a liberdade de meus atos.. fujo como uma tola de mim mesma dos outros... mas deveria arrancar-te do deus que há em ti que corre para mim como se aqui pudesse ter o ar que respiras... sempre assim não há nenhuma parte em mim que não ame a ti...

eu vejo os gritos mas
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eu vejo os gritos mas não ha voz a clamar eu sinto a veracidade das palavras mas elas elas são lançadas ao vento para que adormecer na saudade de um amor amanhecer molhado em lagrimas se foi tu quem quiseste assim? se foi tu quem amordaçou minha voz e em ausencias de palavras só para mim calou minha vontade em te ter eu que te sentia na distancia eu que de tão presente me anulei não era mais eu mas sim a sombra de um amor que reside em mim pois é tu me habita tu me consome tu que não me quer ainda persiste em mim tuas buscas tuas palavras teus devaneios tuas ilusões o que eu faço com tudo isso se tu não me quer....

e essa estranha vontade de escancarar
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e essa estranha vontade de escancarar mas falar o quê? eis meu abismo abusar em palavras e nada dizer seria tão mais fácil se eu pudesse dizer - te dizer tudo - com o silêncio... só olhando em teus olhos....

e na solidão de você
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e na solidão de você cresce um silêncio novo... recuo no tempo em buscas... e me perco entre o que não vivemos... sonhos que sonhamos de olhos abertos... voce caminhou em mim esta noite...

ahhh uma queda.... a quem diga que elas
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ahhh uma queda.... a quem diga que elas lavam a alma arrancam do pensar tudo que martiriza o ser acuado o ser magoado o ser crucificado... estou em queda... a me jogar perante meus atos... em queda livre sem asas sem alimentar ilusões... cair me espatifar juntar os cacos... pois a verdades das coisas... sera realmente verdade? sera que sou obrigada a engolir o que eu mesma plantei? não no ar sinto a liberdade das aguas de contornar obstaculos de arrancar pedras do caminho... pois a força de uma cachoeira da queda da agua ela muda o curso das coisas mal acabadas do silencio que agoniza da tristeja infligida... eis-me aqui neste lago transparente sem pensar sem sentir... envolta pelas energias buscadas... e nunca nunca mais morrer na praia...

o ridículo em mim... a marca registrada...
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o ridículo em mim... a marca registrada... a cicatris tatuada molhada pelos espasmos é que gosto de amar.... amo amar mesmo sofrendo. ... porque alguns nasceram para se render... chorar fincar a cabeça no chão e calar a voz.... eu ... estou aqui para viver para equilibrar a balança mesmo na beira da realidade quero sonhar lutando com a morte desse amor.... sangrando lagrimas que me fazem sentir a alegria de ser o que sou....

e já não basta para mim
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e já não basta para mim o óbvio quero o avesso quero externar aquilo que arde em mim quero aquilo que esteja além da minha compreessão quero aquilo que extravasa nas entrelinhas subtextos e indiretas que analiso na realidade que é minha vida... quero o dentro do teu silencio... quero calar esta dor...

...os sentimentos que nos chegam,
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...os sentimentos que nos chegam, contrariados até à última gota da razão, teimam em nos ferir de sofrimento em toda a plenitude do tentar dizer não... Não me procures sentimento e afasta de mim essa sensação de felicidade, sabendo tu que jamais será possível tal... e deixa falar a razão... Rogerio Amadeu Santos Moura......

ja sofri por isso...
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ja sofri por isso... sentimentos contrariados sangram por demais.... razão onde esta tu? que infeliz me faz... quero perder-me no que sinto... fascina-me meus instintos.... e na distancia entre o que havia...... e ousa em continuar... aliviada esta meu pensar..... pois amor.... amor é eternidade... pois jamais imaginei existir tal sentimento... aquele que na distancia não se perdeu... e abraça momentos meus...

vá se assim o quer
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vá se assim o quer mas não olhe para trás deixe que os sussuros as fendas... o vento que o acompanha continue na brisa que passa... fugir não deixa de ser uma saída já busquei entender ... não para aceitar mas para não doer a cicatriz a tatuagem que insiste em ficar desse adeus não dito não escrito mal pronunciado... já não tenho medo de ficar ainda sinto o coração pulsando ardendo sangrando ... isso me faz mais viva... me define... em ausencias tua imagem se dissipou você escreveu o seu destino ... apenas mais um pouco e a dor de um amor perdido ...achado .....excluido perdera seu valor... eu prefiro entender mais além ... alem desta amizade que me oferece fico com a parte mais bonita as lembranças em potes cheios de saudades.... http://memoriasdeumagueisha.blogspot.com.br/

tentei fugir... tentei abafar os meus gritos ...
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tentei fugir... tentei abafar os meus gritos ... vencer a natureza de meus atos e entendi que a realidade ofuscou a ilusão de uma outra vez voce despencou no abismo que havia entre nós e nas aguas se perdeu .... eu viajava em ilusões sonhos que de quimera não tinha nada passado lembranças acumuladas em caixas no porão hoje não sonho mais no pensamento voce se faz mas é tão distante que calou a voz vivo a perambular pelos instintos este é meu melhor lugar ele ora para um deus ateu infinito é teu poder de buscar não existe adeus pois a natureza é ela que me consola sou bicho sou animal selvagem garras afiadas finco no tempo este é meu desejo quero a nudez de um etermo fim...

não me venha com meias palavras
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não me venha com meias palavras pois eu quero seus olhos seus silencios ousam tocar minha face de olhares estou ate o pescoço quero a lingua a verter verdades quero não o que sinto mas navegar em aguas que conheço pois fomos um e o seu dentro habita em mim não fujas pois não ha lugar para se esconder que eu não te ache pois estou no dentro das coisas estas que te faz pensar dia apos dia a carne é fresca mas o pensar não se alastra ou a boca não fala... silencio quem é voce para nada dizer que razão ha em não sentir o que o coração clama... seus olhos não os vejo mas sinto a mão que chama.... sinto o entoar das palavras mesmo que diga não elas tambem não entendem a razão querem distancia daquilo que machuca faz doer sangra eu abdico de minhas asas chega de atravessar oceanos arranco-as como se a liberdade estivessem nas penas que caem... liberdade de não ter como alcançar... o que me faz muda o que me atinge tão profundamente que salta os olhos é a dor do silencio pois ele ele não me diz nada.....

não se preocupe aqueles
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não se preocupe aqueles que se amam de verdade nunca se separam, apenas andam juntos por caminhos diferentes..... pois o amor ahhhh o amor não morre jamais ele simplesmente muda de forma de lugar de estado um passarinho me cantou que os caminhos... nossos passos eles em algum lugar independente do tempo.... eles se cruzam.... é só esperar....

és a razão das minhas buscas
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és a razão das minhas buscas princípio das incertezas. calor dos meus desejos, meu pecado, verdadeira punição... ansiando envolver-te entre espinhos e petalas que lanças-te eis-me aqui sincera, afável, inteira... habitas o melhor de mim... longe de ti um amargo, vazio, obsceno, pobre... assim é você para mim... meu único caminho, o eterno fim. ..

o que deu nos meus desejos?
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o que deu nos meus desejos? estão fora de si! as vezes devaneios, as vezes delírios... solidão, lacunas, lacunas, apenas lugar vazio, lacunas, penso eu, espaço teu, nunca ocupastes, o encaixe... o portal da alma, os olhos, decaí e choram, falta brio, falta cor, falta um amor....

Há algum tempo já que me sinto assim... Cansada... Um cansaço fora do normal... No verdadeiro sentido da palavra! Um cansaço de pensamento que atormenta minha alma e me dificulta a respiração... Aquele mesmo cansaço que chega a provocar dor... Aquela dor que ninguém consegue ver,…
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Há algum tempo já que me sinto assim... Cansada... Um cansaço fora do normal... No verdadeiro sentido da palavra! Um cansaço de pensamento que atormenta minha alma e me dificulta a respiração... Aquele mesmo cansaço que chega a provocar dor... Aquela dor que ninguém consegue ver, mas que é bem real... É possível que seja minha alma querendo me deixar? Ou sou eu que não consigo ver mais nada além do vazio?...

tudo a ver tudo a moldar
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tudo a ver tudo a moldar tudo a parir derepente o caldo entonou e o copo antes quase a transbordar veio a gota d'agua e derramou-se sobre o que havia de acontecer e a realidade que existia foi-se como que por magia o esperado tornou-se fumaça e diçolvel no vento a passar.... que derradeira desilusão mas uma vez o destino me prega uma peça eu autora de meus dias cambaleando me sinto agora... na ponta dos pés ouso pisar para não desperta as feras.... acaso poderia eu saber ? que neste mundo quem manda é um covarde a se esconder de verdadeiros atos cavados no coração de quem ousa ser a diferença?

eu quero a razão dos acasos
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eu quero a razão dos acasos perdidos... quero minar a sede que se alastra sede de olhos a ver a face... sede dos limites vencidos... da cura do instante que mata do desaguar de lagrimas... do encanto que jaz no anonimato... de buscar ja me afoguei... sem ar o coração quer olhar atraves do que ve perder-se no destino abrigar-se no silencio invadir a veracidade das palavras não ditas ofuscar razão... razão? quero-a bem longe do que me pertence não á razão que a realidade desconheça sofrer? melhor assim do que ter um nó na garganta mutilando as palavras que gritam... palavras elas dilaceram quando silenciadas.... não as quero quando não ditas... acordar de uma ilusão e se sentir realizada pois a realidade doi mas pior seria deitar na frustração onde silencios são drogas a nos deixar extasiadas a luz no fim do tunel ja não mais clareia ofuscada pela minha ousadia em fazer aquilo que quero que aconteça e que seja ja!

desejos não escritos
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desejos não escritos pintados na noite entre lençóis e solidão... segredos vagando sedentos tingidos em devaneios nas linhas nas letras apenas ilusão explodindo nada serenos desejos mão que percorrem suor que escorre mão pedidas nas curvas do pensamento solta invadiam o dentro das coisas.... mas faltava você.... vem ficar comigo....

perdi e digo sei aonde perdi
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perdi e digo sei aonde perdi e não tenho coragem de voltar para buscar. .. é que eu perdi aí reencontrei de novo. .. mas perdi mais uma vez. .. eu perdi duas vezes no mesmo lugar.... perdi muito tempo... não eu não perdi. eu estou perdendo meu tempo.... eu perdi as palavras... na verdade estou repleto delas... na verdade não ouso falar...