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Frase de fatima j zuanetti

ahhh uma queda.... a quem diga que elas lavam a alma arrancam do pensar tudo que martiriza o ser acuado o ser magoado o ser crucificado... estou em queda... a me jogar perante meus atos... em queda livre sem asas sem alimentar ilusões... cair me espatifar juntar os cacos... pois a verdades das coisas... sera realmente verdade? sera que sou obrigada a engolir o que eu mesma plantei? não no ar sinto a liberdade das aguas de contornar obstaculos de arrancar pedras do caminho... pois a força de uma cachoeira da queda da agua ela muda o curso das coisas mal acabadas do silencio que agoniza da tristeja infligida... eis-me aqui neste lago transparente sem pensar sem sentir... envolta pelas energias buscadas... e nunca nunca mais morrer na praia...

fatima j zuanetti

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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deixar-me-ei assim como tentar
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deixar-me-ei assim como tentar parar uma tempestade... encharcada mas feliz pelos pingos da chuva a molhar meu rosto...

uma oração aos demonios que teimam
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uma oração aos demonios que teimam em nos fazer rugir... hereges encapuzados anunciam a vitoria sobre a carne que se contorce... só mais um gole e não temeremos a sede de vingança.... veias que se inflamam procurando a solução um coração a explodir... mentes que somente param quando a droga efeito faz nossas eternas lembranças da qual somos contaminados quando amanhecemos de olhos abertos com espinhos na alma a sangrar pelos vãos... e os sonhos? viraram pó anunciaram que quando pensamos demais ficam acuados esperando as palpebras se cansarem... mais um gole letargico e eis a oração valha meu PAI esta nossa frustração perante ti me prosto tentando entender o sim e o não embora a ignorancia prevaleça sabes a largura da minha fé sabes que do alto vem a luz dando fim a escuridão eis-me aqui perante ti da-me a sua mão....

esquece esquece o mundo as coisas
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esquece esquece o mundo as coisas o lugar aquele em que me perdia em voce as rimas o toque a mão em meu corpo... desliga a vontade o anceio de todas tuas ancoras inclusive do eu... é assim que a paz toma conta da gente... se alastra por todo o caminho andado sozinho esquece o dia em que te deixei... pois eu ja esqueci agora só mantenho umido meus labios o beijo aquele que sonhado e não realizado esquece tudo apaga a luz e sonhe...

só o meu eco escuto nas esquinas
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só o meu eco escuto nas esquinas de minha alma... è um eco alto insano de busca.. pela tradução da verdade em ilusões... um medo exaustivo sorri em meio a alegria letargica... borrada pela espera... e no beco do meu ego aquele que só eu reconheço.. espero a brisa leve do anonimato.... é chegada a tua hora.... a hora do meu eu...