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Frase de fatima j zuanetti

não me venha com meias palavras pois eu quero seus olhos seus silencios ousam tocar minha face de olhares estou ate o pescoço quero a lingua a verter verdades quero não o que sinto mas navegar em aguas que conheço pois fomos um e o seu dentro habita em mim não fujas pois não ha lugar para se esconder que eu não te ache pois estou no dentro das coisas estas que te faz pensar dia apos dia a carne é fresca mas o pensar não se alastra ou a boca não fala... silencio quem é voce para nada dizer que razão ha em não sentir o que o coração clama... seus olhos não os vejo mas sinto a mão que chama.... sinto o entoar das palavras mesmo que diga não elas tambem não entendem a razão querem distancia daquilo que machuca faz doer sangra eu abdico de minhas asas chega de atravessar oceanos arranco-as como se a liberdade estivessem nas penas que caem... liberdade de não ter como alcançar... o que me faz muda o que me atinge tão profundamente que salta os olhos é a dor do silencio pois ele ele não me diz nada.....

fatima j zuanetti

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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deixar-me-ei assim como tentar
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deixar-me-ei assim como tentar parar uma tempestade... encharcada mas feliz pelos pingos da chuva a molhar meu rosto...

uma oração aos demonios que teimam
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uma oração aos demonios que teimam em nos fazer rugir... hereges encapuzados anunciam a vitoria sobre a carne que se contorce... só mais um gole e não temeremos a sede de vingança.... veias que se inflamam procurando a solução um coração a explodir... mentes que somente param quando a droga efeito faz nossas eternas lembranças da qual somos contaminados quando amanhecemos de olhos abertos com espinhos na alma a sangrar pelos vãos... e os sonhos? viraram pó anunciaram que quando pensamos demais ficam acuados esperando as palpebras se cansarem... mais um gole letargico e eis a oração valha meu PAI esta nossa frustração perante ti me prosto tentando entender o sim e o não embora a ignorancia prevaleça sabes a largura da minha fé sabes que do alto vem a luz dando fim a escuridão eis-me aqui perante ti da-me a sua mão....

esquece esquece o mundo as coisas
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esquece esquece o mundo as coisas o lugar aquele em que me perdia em voce as rimas o toque a mão em meu corpo... desliga a vontade o anceio de todas tuas ancoras inclusive do eu... é assim que a paz toma conta da gente... se alastra por todo o caminho andado sozinho esquece o dia em que te deixei... pois eu ja esqueci agora só mantenho umido meus labios o beijo aquele que sonhado e não realizado esquece tudo apaga a luz e sonhe...

só o meu eco escuto nas esquinas
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só o meu eco escuto nas esquinas de minha alma... è um eco alto insano de busca.. pela tradução da verdade em ilusões... um medo exaustivo sorri em meio a alegria letargica... borrada pela espera... e no beco do meu ego aquele que só eu reconheço.. espero a brisa leve do anonimato.... é chegada a tua hora.... a hora do meu eu...