Pular para o conteúdo

Frases de Fábio Silva

812 frases

Viviane Gomes Marsolla - E si descobrirmos que somos bruxos,com o passar dos anos,pois as manifestações começam a nos mostrar isso,como posso controlar a luz e a escuridão sem que uma não interfira na outra? Estou sempre com as 2 mas as vezes me assusto um pouco,pois ate pensar…
Continuar lendo

Viviane Gomes Marsolla - E si descobrirmos que somos bruxos,com o passar dos anos,pois as manifestações começam a nos mostrar isso,como posso controlar a luz e a escuridão sem que uma não interfira na outra? Estou sempre com as 2 mas as vezes me assusto um pouco,pois ate pensar é perigoso. Minha resposta: Tua "questão" é digníssima de nota e uma boa observação a ser refletida. As existências do bem e do mal, de certa forma, são forças que atuam SEMPRE e em "perfeita" sintonia antagônica que por sua vez gera um poder de equilíbrio universal. Mas este equilíbrio em si, somente tende a fortalecer a luz e mostrar que ela, é a verdadeira força a ser seguida e a verdadeira fonte de toda a capacidade existencial - incluindo as trevas. Mas por enquanto, deve-se entender que as trevas de certa forma, "trabalharia" apenas como um agente de força que nos impele a enxergar o bem e de certa forma a preferi-lo. No entanto, há um segredo nas trevas!!! Embora sua característica nos seja evidente - e a evidência desta característica seria o fazer o mal - deve-se saber usar suas forças e agregá-las à luz. Como se um marujo navegasse num oceano e extraísse com uma caneca ou uma taça, um pouco de água para se "cozinhar" um peixe, ou lavar o interior do barco, DE DENTRO DELE MESMO, mas sem mergulho; sem adentrar-se nele (no oceano). Entendendo-se que o oceano "seja" as trevas, para se lavar o "barco" ou ainda se "cozinhar" o peixe, neste caso, essas águas nos seriam necessárias como uso. Como apenas uma extração SOB MEDIDA, mas não necessariamente uma necessidade de adentra-se no oceano. Pois poderia neste caso me afogar, e ser totalmente coberto por ele, me impedindo assim de tornar a ver a luz - que é mais forte do que as trevas - e MORRER, ser destruído. Pode-se até mesmo, ou se poderá, usar essas mesmas águas extraídas com uma caneca ou taça, para que,de dentro dele, se possa "lavar-se" a si próprio! Repetindo-se o dito de que nesta analogia ou parábola, entrar totalmente nesse "oceano" seria o mesmo de assinar o atestado de PASSAMENTO/ÓBITO. No entanto, devemos nos lembrar que dois polos: um NEGATIVO e outro POSITIVO, é quem geram a energia. Pois para se ter as habilidades de um "sábio", ou ainda se tornar um - pois é evidente que quem possuir tais habilidades o será, porque o é - ser-lhe-á NECESSÁRIO saber utilizar a "magia" das trevas e agregá-la à "magia" luz. E tempo, muito tempo e dedicação em SENSIBILIDADE, são fatores inestimavelmente IMPRESCINDÍVEIS para a obtenção de um poder equilibrador e totalmente maduro, completo, "perfeito". Tempo este, que facilmente conseguindo-se esperar, dispensará no mago/sábio o PODER de domínio do mundo tenebroso. Pois é preciso chegar-se à autoridade de SABER se valer das trevas, sem, no entanto, estar subjugado a elas. Bem, espero ter ajudado um pouco, cara Viviane. 3 de novembro de 2012 às 09:45 h

Do tempo. O tempo que está por vir, determinará que a situação do homem, será de uma intensa FACILIDADE em TODAS as coisas. Pois TUDO, absolutamente TUDO, ser-lhe-á intensamente fácil. MENOS manter - para aqueles que o têm - o caráter.
Continuar lendo

Do tempo. O tempo que está por vir, determinará que a situação do homem, será de uma intensa FACILIDADE em TODAS as coisas. Pois TUDO, absolutamente TUDO, ser-lhe-á intensamente fácil. MENOS manter - para aqueles que o têm - o caráter. Isto, SER-LHES-Á muito difícil. 3 de novembro de 2012 às 09:31 h

O velho e o aluno. Aluno: ...
Continuar lendo

O velho e o aluno. Aluno: ... -Como faço para achar o caminho da sabedoria, óh! Grande mestre? O velho sábio então responde: - ouse caminhar pela senda onde TODOS rejeitam passar. Aluno: -Mas Tenho MEDO do desconhecido e da desaprovação dos outros. O velho: - Então, morrerás apenas com com este desejo, nada além do que isso... 2 de novembro de 2012 às 19:04 h

Cenário. 16.6.13 (11.55 h) Manhã meio gélida. Eu encima do terraço.
Continuar lendo

Cenário. 16.6.13 (11.55 h) Manhã meio gélida. Eu encima do terraço. Pés encima do telhado da casa, Fazendo deste telhado uma espécie de escabelo. O sol aquece-me o corpo. E este sol, junto com a estação meio gélida, Cria um clima mui agradável. Um vento entre algo perto do cálido e meio gélido, Visita-me num instante! E perdura por um momento. Ouço logo o som da guirlanda, Agitada pelo mesmo vento. Leio uma poesia! E isto tudo acontece-me estando a ler tal néctar dos deuses! (A poesia). O vento dissipa a pouca nuvem. Vê-se a intensidade da aurora e o sol começa a aquecer mais, Dissipando o frio. Ao meu lado, um vasto e verde monte. O aspecto da natureza, torna-se diamantino como seu exuberante brilho! Meus olhos pasmos e reflexivos, a contemplar a exuberância da natureza. Observo os pombos a voar. Eu os observo a se alimentar. Eu mesmo – contrariando a “praga” considerada urbana -, os alimento. O que vivo, é uma espécie de senhor sonho na “imaginação imaginando”. Como se o sonho estivesse imaginado este cenário, na própria imaginação. É algo idílico! Áh! E poderia haver algo mais poético?

Penúria Teu semblante na noite deste dia, É de alguém que sorri, mas no fundo quer chorar!
Continuar lendo

Penúria Teu semblante na noite deste dia, É de alguém que sorri, mas no fundo quer chorar! É de alguém que finge proteger, quando precisa de proteção! É de alguém que finge está alegre, quando está triste! É de alguém que aspira confiança, quando quer enganar! É de alguém que mostra certeza, quando na verdade é sofismável! É de alguém que é puro, quando não é inocente! É de alguém que é novo, com uma mente avançada! É de alguém que diz a verdade, mas no fundo vive a mentira! É de alguém que impressiona, pra no fundo decepcionar! É de alguém que tem tudo para viver socialmente, Mas quer viver solitário! É de alguém que tem todos os requisitos para trabalhar para o bem; Mas prefere ser integrante do mau!...

O palácio das "noivas". 'Breve conto poético' Numa cidade antiga conhecida como "lugar do coração",
Continuar lendo

O palácio das "noivas". 'Breve conto poético' Numa cidade antiga conhecida como "lugar do coração", Havia sim, um homem imponente, sábio e virtuoso, Chamado também Salomão. Seus pais assim o chamaram, Em homenagem ao grande rei. Porque quando crescesse, diziam seus pais, Ele dirá: grande como ele, também eu serei! O garoto cresceu, e andou por toda a cidade imponente, Garboso, observador e contente. Sempre sorridente, Mostrando com elegância a linda brancura do dente. Observara ele o nobre e extravagante, E sempre se lembrava do Rei Salomão. Pois apesar de tudo, coisas tristes lhe aconteceram, Que serviria para uma grande lição. Então, comparando essas coisas ruins dos nobres e Salomão, Disse: farei a mesma coisa, mas com encantada inversão! Salomão Rei tivera mil mulheres, Que lhe perverteram o coração, Pois eu terei "mil" noivas que me ajudarão a permanecer no caminho da retidão! Vi os nobres de minha cidade, Corromperem-se e casarem-se com a megera luxúria, E o fruto desse nefasto casamento lhes gerou a penúria! Vi que puseram em seu leito a amante inveja, Que sempre deseja o que a ela se supera. Vi em seu leito a paixão desenfreada, Que faz perderem-se os homens de nobreza encantada. Vi o amor ao dinheiro, Que entorpece o coração, E faz com que se cometa os maiores atos de devassidão! Vi a senhora cólera em sua cama, Violentar sua mente. Que lhes deixava sempre desgostosos e com espírito descontente. Observei a mulher mágoa, E a intensa pobreza de alma em que se lhes deixava! Convidaram em seu leito a morte, Acode!!! Porque contra ela, em amarras de pecado, Nunca se pode. Vi acréscimos de núpcias, Dia após dia, Vi a fome insaciável de relacionamento com as volúpias! Vi a maldita traição, Que levava à morte de um irmão. Vi o que foi gerado com o casamento da desregra, Que fazia com que os homens se acabassem numa cela! Vi infanticídio, matricídio, parricídio, Vi o irmão de sangue matando irmão de sangue, Através do fratricídio! Vi homicídio, feminicídio. Vi a desgraça que comete o homicídio! Todos filhos da traição, Que faz as vidas serem ceifadas sem perdão! Daí eu disse: eu não quero isso para minha vida não!!! Casarei com mulheres diferentes, que sempre me deixarão alegre e contente! Mais sorridente, Prudente, Diligente, Inteligente, Sapiente! Relacionar-me-ei com a boa fama, Por que não há um só dentre os homens, Que com ela nunca se encanta! Colocarei em meu leito também a senhora virtude, E montarei um lindo harém cheio de magnitude! Se Salomão teve mil, Mil eu também quero ter, Mas como eu disse em sentido inverso, Para não pôr nada a perder! Quero casar também com a intelectual solidão, Que sempre me faz crescer sozinho, E sair um pouco da multidão! Relacionar-me-ei com a caridade, Que faz os homens casados com ela, Sempre fazerem gestos de piedade. Colocarei em meu leito também a sabedoria, Que a todos os mistérios sempre nos descortina! Que faz o insondável ser sondado, E o importante impenetrável ser com clareza penetrado! Porei em meu leito a fé! Que nos faz acreditar naquilo em que não se pode ver. Com brilhantismo e convicção tal, Que fica mais fácil de perceber! Colocarei em meio leito a prudência. Casarei com a inteligência, Sapiência que nos fazem evitar a DEMÊNCIA. Saciar-me-ei no bom e lícito “bacanal” do permitido! Para que do reino da prosperidade, Eu jamais seja demitido! Deliciar-me-ei do banquete do que a vida pode me dar! E rejeitarei as “prostitutas” da perversão, Que às loucuras levam ao homem, Sem pestanejar! Só colocarei em meu leito noivas virtuosas, Amorosas e que me querem bem, Quanto as outras: NEM VEM QUE NÃO TEM! Quero amar a suavidade, Boa riqueza e prosperidade. Quero a boa fama, A amável sensibilidade. E com ela fazer de tudo na “cama”. Relacionamento com a sensibilidade - Faz a tudo ver com clareza, singeleza, Justeza, nobreza, delicadeza, pureza. Puro desejarei sempre ser, Pois com essas LINDAS “mulheres”, Não haverá como não ser. Essas são noivas para mim mui castas, Puras, santas. Que me fazem saciar-me em mel, Preferir o mel, quando penso em me lambuzar de fel. Como Zeus, que prolongou a noite para deliciar-se com Alcmena em amores, Quero que o rei dos céus prolongue-me os dias com elas, Para que eu não tenha dores. Óh maravilha, Divindades do céu, Concedei-me o que vos peço agora, Para que diante de vós, Eu nunca venha a perder, A intelecção do sábio Aitofel. Aitofel Salomão também conheceu, Pois fora conselheiro de seu pai Davi. Davi significa AMADO, E que sempre amado eu seja óh céu, para TI! 25.10.2015 – 14:35 h

Um justo que comete uma atrocidade, é certo, tipo, uma reportagem com o seguinte tema: "Justo é pego em flagrante, cometendo atrocidades". (?). Mas, se ele comete atrocidades, deixa mesmo de ser justo ou é possível continuar justo quando se comete atrocidades? Um justo deixa de s…
Continuar lendo

Um justo que comete uma atrocidade, é certo, tipo, uma reportagem com o seguinte tema: "Justo é pego em flagrante, cometendo atrocidades". (?). Mas, se ele comete atrocidades, deixa mesmo de ser justo ou é possível continuar justo quando se comete atrocidades? Um justo deixa de ser justo quando está cometendo a atrocidade? Ou mesmo quando se a comete, é apenas um deslize e ele continua justo? Não se é mais justo quando repete sempre esse ato? Mas, um justo, para ser justo, não pode cometer o mesmo erro várias vezes na vida que, deixa de o ser? E no momento ou espaço de tempo entre um ato de atrocidade até o outro; é-se justo nesse tempo e deixa de ser justo quando se volta comete-lo? Em suma: o que de fato faz alguém levar o título de JUSTO - nunca errar, errar pouco ou não viver cometendo o mesmo erro ao longo de sua existência? 28.06.2018 às 18h39

Pensei tatuar, em um dos braços, o símbolo da CAVEIRA. Pois, dos vários de seus significados, tanto pessoais quanto "religiosos", a CAVEIRA, remete à vitória sobre a morte. Pois quem conheceu de perto minha vida, sabe do testemunho real de que a venci. Mas... Venci? O que é viver…
Continuar lendo

Pensei tatuar, em um dos braços, o símbolo da CAVEIRA. Pois, dos vários de seus significados, tanto pessoais quanto "religiosos", a CAVEIRA, remete à vitória sobre a morte. Pois quem conheceu de perto minha vida, sabe do testemunho real de que a venci. Mas... Venci? O que é viver, senão um "eterno" passar pelo "vale da sombra da morte"? Certos acontecimentos, são apenas mais perceptíveis, intensos e tenebrosos, que outros. Mas, a vida, certamente é um constante quase morrer, até que se realmente morra, definitivamente. Não há diferença, por exemplo, entre aquele que passou por uma cirurgia de risco, daquele que acordou muito "bem" hoje, pela manhã. E se pela manhã, antes de acordar, os desígnios do Destino, por um triz, quase ceifou sua vida? E se por um triz, em uma fração de segundos, o Destino, como que dotado de consciência, resolveu prolongar sua vida, que seria extinta naquele último segundo? Não detemos todo o conhecimento do que nos cerca. Não conseguimos, por mais eficazes que sejam nossos golpes de olhar, perceber as ações totais do que nos é imperceptível! E o que nos é imperceptível, é uma "sombra da morte" diária. Portanto, viver, nada mais é, que um quase morrer constante. Até que se morra, DEFINITIVAMENTE. Enquanto se estiver vivo, se estará vencendo sempre a MORTE!!! 02.06.2019 às 17h59

Eis aí sobre tua cabeça, os fios de "ouro" de tua "coroação"/ Mas Não é com o ouro extraído das montanhas da terra, que adornastes-te! / A adornaste com a áurea coma que veio das nuvens douradas do Olimpo!!! As deusas invejaram-te / mas NADA puderam fazer / a não ser ovacionar co…
Continuar lendo

Eis aí sobre tua cabeça, os fios de "ouro" de tua "coroação"/ Mas Não é com o ouro extraído das montanhas da terra, que adornastes-te! / A adornaste com a áurea coma que veio das nuvens douradas do Olimpo!!! As deusas invejaram-te / mas NADA puderam fazer / a não ser ovacionar com sua própria admiração, essa obra de arte humana-feminina-DIVINA. (Obs: Por muito tempo, os antigos mestres do saber, queriam se inteirar totalmente se o pensamento é uma causa externa ou interna. Se é o ser ( de fora) quem exerceria a influência no pensamento do pensador. Respondendo por mim, e sentindo-me como Voltaire quando se dirigira à Sultana, não me restam dúvidas quanto à influência EXTERNA que ativa o dispositivo do pensamento. É o que define o BELO e o SUBLIME da arte! A <beleza> da contemplação, desperta à elevação do <Êxtase>. Eis aqui e agora, a prova EMPÍRICA... desta última observação.) 09.05.2018 - Às 21h33

Depositários do Destino: Às vezes, o Destino deposita em nossas mãos algo que, para nós, no momento, não é de nenhum valor [aparente]. Porém, se guardarmos isso que o Destino nos deposita, mais à frente poderemos ver o quão valioso foi aquilo que Ele guardou em nós. Vale aqui, a…
Continuar lendo

Depositários do Destino: Às vezes, o Destino deposita em nossas mãos algo que, para nós, no momento, não é de nenhum valor [aparente]. Porém, se guardarmos isso que o Destino nos deposita, mais à frente poderemos ver o quão valioso foi aquilo que Ele guardou em nós. Vale aqui, aquela admoestação crística, onde o mesmo Cristo, diz: "guarda o que tens... ". O guardar, no momento, é de um valor imensurável para nossa pequenina compreensão. apenas o futuro poderá mostrar o verdadeiro valor daquilo que está depositado, no momento, em nós... 17 de março às 18:48 h

Diz-nos Plutarco em sua obra paralela Alexandre e César, que quando o primeiro monarca conquistara e subjugara TODOS os povos, resolveu dar uma grande festa. Então, contratara ele as melhores prostitutas para satisfazerem seus soldados que tão desbravadamente lutaram em combate.…
Continuar lendo

Diz-nos Plutarco em sua obra paralela Alexandre e César, que quando o primeiro monarca conquistara e subjugara TODOS os povos, resolveu dar uma grande festa. Então, contratara ele as melhores prostitutas para satisfazerem seus soldados que tão desbravadamente lutaram em combate. Nunca, Alexandre havia dado tal festa. Bebidas à vontade, Carnes de toda a espécie, Distribuições de joias, Tecidos e tudo o mais para o povo e seus homens! TODOS se alegravam. Porém, pegara Alexandre um jarrão de vinho e isolara-se num canto. Um de seus generais percebeu sua solidão. E quando se aproximava de Alexandre, para ver o motivo de tão insólito isolamento, percebera que o monarca CHORAVA. Lágrimas corriam de seus olhos. Mas logo o general percebeu, que o monarca chorava não de alegria mas de tristeza. Ao que logo perguntara-lhe o general: - por que estás a chorar, óh grande monarca de toda a terra? Visto ser hoje um dia de alegria por termos juntos e sob teu comando, conquistado os povos? Então o monarca, tristemente olhando para ele, replicou: - pois tendo tudo, e não havendo mais nada a conquistar, é o motivo de eu estar chorando. Pergunto, onde nossa conquista e orgulho nos levará? Qual é a nossa meta de vida? E havendo conquistado "TUDO", o que logo após nos restará? Apenas a lágrima de Alexandre!!! 18 de agosto de 2012 às 19:05 h

“Uma mulher ou um homem, que vai à uma "igreja", quando vai, principalmente no dia de domingo - o chamado "die domine" -, JAMAIS deveria dizer: vou à casa do GRANDE Pai. Quando sim, deveria dizer: estou indo fazer uma "viagem" para DENTRO DE MIM MESMO! (Uma viagem que deve ser D…
Continuar lendo

“Uma mulher ou um homem, que vai à uma "igreja", quando vai, principalmente no dia de domingo - o chamado "die domine" -, JAMAIS deveria dizer: vou à casa do GRANDE Pai. Quando sim, deveria dizer: estou indo fazer uma "viagem" para DENTRO DE MIM MESMO! (Uma viagem que deve ser DIÁRIA, diga-se de passagem; não apenas no "die domine"). Pois aí, dentro de cada um, é SUA "grande" MORADA... "Sed non Excelsus in manufactis habitat sicut propheta dicit" ( Actus Apostolorum 7.48) "Dei qui fecit mundum et omnia quæ in eo sunt hic cæli et terræ cum sit Dominus non in manufactis templis inhabitat" (Actus Apostolorum 17.24) 9:43 h 20.02.2017.

Parece que o Destino, tem se preocupado em se mostrar mais ao coração do que ao exterior. A vista exterior, tende à ilusão (pois é <efêmera>); ao passo que os olhos do coração, conseguem enxergar as grandezas <perenes> do "OCULTO"!!! E bem-aventurado o que consegue enxergar o qu…
Continuar lendo

Parece que o Destino, tem se preocupado em se mostrar mais ao coração do que ao exterior. A vista exterior, tende à ilusão (pois é <efêmera>); ao passo que os olhos do coração, conseguem enxergar as grandezas <perenes> do "OCULTO"!!! E bem-aventurado o que consegue enxergar o que está em "OCULTO"!!! 27.10.2019 às 14h19m

Será que os "atores" brasileiros MODERNOS, são verdadeiros "artistas"? Existe uma verdade OBJETIVA na arte. "Corrompe-se" esta verdade objetiva - ou melhor, AUTO-CORROMPE-SE, quando, aquele que se diz artista, faz da verdadeira arte, uma barganha, uma moeda de troca. Pois barat…
Continuar lendo

Será que os "atores" brasileiros MODERNOS, são verdadeiros "artistas"? Existe uma verdade OBJETIVA na arte. "Corrompe-se" esta verdade objetiva - ou melhor, AUTO-CORROMPE-SE, quando, aquele que se diz artista, faz da verdadeira arte, uma barganha, uma moeda de troca. Pois barateia-se a sublime ARTE, quando eu a vendo por uns míseros trocados, apresentando ao público não o que a arte exige em si, mas, o que a populaça o quer! Em nome do sucesso, os atuais "artistas" se vendem, não representando a arte como ela requer que se seja apresentada, mas, dando ao público, única e exclusivamente, o seu gosto; MAU gosto, diga-se de passagem. Pois a arte atual, tem sido tratada por quem deveria por ela VELAR, como uma mera mercadoria. Um produto de consumo que deva passar pelo crivo dos "fregueses". Um produto capital onde, se eu não apresento o gosto do populacho, ela “não” valeria nada. Mas, e o povo, sabe realmente o que é ARTE? Temos então dois problemas: 1- um povo que não sabe o que é a verdadeira arte. 2- Representantes da arte que deixam de a representar quando, se descaracterizam de verdadeiros artistas, ao rebaixamento de meros amadores, dando ao público de mau gosto, o que eles exigem. Mas estes últimos são piores que os primeiros. Uma vez que se vendem para obterem fama, a custo da falsa arte! O que faz com que o povo que não entende nada dela, pense que saiba, e, assim, perpetuar-se uma falsa glória fragmentada pelo tempo. O que a arte exige do artista? Que encare a multidão dos sem gosto. Que a preserve a qualquer modo – ainda com o amargo custo do desprezo! Somente os que estiverem dispostos a pagarem tal preço, é que poderão levar o nome de artistas! Comparem-se as épocas! Não digo que a verdadeira arte nunca será apreciada por uma grande multidão. Mas afirmo que se nos dias de hoje, as poucas verdadeiras artes que existem, se é que existem, não são valorizadas, é porque se tem uma GRANDE multidão de mau-gosto. A verdadeira arte no passado era mais apreciada, porque indubitavelmente, havia na população, uma suavidade estética, para tal apreciação. Havia, por assim dizer: um gosto mais APURADO. O tempo foi passando e, ao [contrário] de um vinho, quanto mais se passava, pior ficava! A inclinação do populacho foi perdendo seu refinado paladar. A arte é um SABOR, seu sabor é imutável. Se não aprendi a saborear tal gosto, a deficiência encontra-se em MEU paladar. O sabor da arte é clássico! O que é clássico, tem glória ETERNA. É preciso que se resgate o verdadeiro paladar de cada um, que ainda se encontre distante de seu verdadeiro “sabor” ! É preciso resgatar o verdadeiro paladar, que saberá apreciar o verdadeiro sabor, da verdade OBJETIVA da SUPREMA arte. No entanto, enquanto tivermos maus artistas, que se vendam e iludam o povo, e enquanto tivermos um povo que exige porcarias da arte, nunca teremos uma população que tenha o seu paladar estético, bem direcionado. Mas a arte clássica está por aí, preservada, intacta esperando ser CORRETAMENTE apreciada. Nunca ela se venderá. Nunca se barateará. Estará no baú dos tesouros secretos, esperando seu admirador. Que a admire a ponto de representá-la até achar os eleitos que a representem, assim, como ela REALMENTE É! Aqui está o protótipo do verdadeiro artista! E quem não o for, que tome uma SURRA “de seu senhor”; uma surra do mau gosto do populacho, que não entende NADA de arte!

O homem comum, civil espiritual, não compreende a patente dos "militares" do sobrenatural! O fascínio pelo mundo metafísico, bem como a vivência nele, é viciante. Uma atração que te impulsiona apenas pra frente, sem direito a retorno. Uma força tal, que faz com que todos os poder…
Continuar lendo

O homem comum, civil espiritual, não compreende a patente dos "militares" do sobrenatural! O fascínio pelo mundo metafísico, bem como a vivência nele, é viciante. Uma atração que te impulsiona apenas pra frente, sem direito a retorno. Uma força tal, que faz com que todos os poderes terrestres humanos, virem uma mera brincadeira de criança!!! 04.09.2019 às 05h28m

A prova de que com a leitura não se desenvolve o intelecto, é que com o advento da internet, o brasileiro mostrou que tem uma mente atrofiada. Pelo tempo de escritas que circulam por todos os lados nas redes sociais virtuais, e o que se lê nelas diariamente, chego à conclusão de…
Continuar lendo

A prova de que com a leitura não se desenvolve o intelecto, é que com o advento da internet, o brasileiro mostrou que tem uma mente atrofiada. Pelo tempo de escritas que circulam por todos os lados nas redes sociais virtuais, e o que se lê nelas diariamente, chego à conclusão de que a mente do brasileiro, possui mesmo, déficit de entendimento. 13.08.2018 às 21h17m

Não pense que o caminho da "magia" é fácil. Sua caminhada, em maior parte, é solitária, penosa, melancólica, confusa, triste, desilusoria... Nada neste caminho vem de forma simples, sem esforço, dificuldades! É um caminho de abandono, descrédito, motes, escárnio, ridicularização,…
Continuar lendo

Não pense que o caminho da "magia" é fácil. Sua caminhada, em maior parte, é solitária, penosa, melancólica, confusa, triste, desilusoria... Nada neste caminho vem de forma simples, sem esforço, dificuldades! É um caminho de abandono, descrédito, motes, escárnio, ridicularização, intenso e constante sacrifício! Incansável busca pelo saber. Lapidação interior e obtenção contínua de sabedoria, por meio de alta e renunciosa observação e contemplação meditativa. Esses são alguns dos básicos requisitos, para se poder avançar no espinhoso caminho da "magia". Uma vez começando os resultados, agora, resta a eterna humildade em saber usar os seus recursos. Tudo com moderação e equilíbrio. Magia fácil é para incautos! Para uma turba empolgada sem nenhum compromisso com o preço exigido, muito menos pago, aquele que o exige! "Magia" não é para moleques que querem usá-la para proveito próprio. Os que tais atos almejam, nunca serão os verdadeiros depositários de seus infindáveis e indecifráveis, porém mui prazerosos, segredos! Como disse um dos maiores magistas de todos os tempos, Eliphas Levi: "Vós, pois, que procurais na magia o meio de satisfazer vossas paixões, PARAI nesse caminho FUNESTO... O magista deve, pois, ser impassível, sóbrio e CASTO, desinteressado, impenetrável e inacessível a toda espécie de preconceitos ou terror. Deve [...] estar à prova de TODAS as contradições e de TODOS os sofrimentos. A primeira e MAIS importante das obras mágicas é chegar a esta rara superioridade." (Fábio Silva) "Os verdadeiros filósofos são "amadores do espetáculo da verdade". Mas aquele que deseja prontamente provar de todas as ciências e se atirar ao estudo com prazer e sem se saciar, a esse chamaremos com justiça, filósofo." (Platão)

'Sabedoria oculta' Se falas em pensamento, Estou em tua mente.
Continuar lendo

'Sabedoria oculta' Se falas em pensamento, Estou em tua mente. Se falas embaixo da coberta, estou em teu colchão. Se falas embaixo do chuveiro, Estou na água que cai sobre tua cabeça. Se falas caminhando ao ar livre, Estou no vento que sussurra em teu ouvido. Se falas no alto da montanha, Estou na elevação. Se consegues falar abaixo da água do mar, Estou no sal, nas algas marinhas e nos diminutos peixes que nadam invisivelmente, perto de ti. Se falas nas árvores, Estou nas folhas. Se falas perto das rosas, Estou em seus espinhos. Se consegues viajar ao cosmos, e lá falas, Estou nas galáxias, nos astros. Nos buracos negros, nos quasares e nos abismos univérsicos. Nas estrelas cadentes, nos cometas e todos os mundos! Se falas dormindo, Estou dentro de Teu sono, sonho e dentro de Teu PESADELO. 22.06.2019 às 09h45min