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Frases de Evan do carmo

1.430 frases

⁠Não importa quantas vezes caiamos Sempre há a chance de recomeçar O medo pode nos paralisar
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⁠Não importa quantas vezes caiamos Sempre há a chance de recomeçar O medo pode nos paralisar Mas é a coragem que nos faz avançar E quando pensamos que tudo está perdido Uma mão se estende para nos levantar Os amigos nos ajudam a encontrar sentido E nos mostram como é possível sonhar Assim, mesmo que a vida seja dura E o caminho se mostre tortuoso Ainda há motivos para sorrir E acreditar no nosso próprio valor Pois cada um de nós tem uma luz Um brilho que é só nosso e de mais ninguém E quando nos permitimos ser quem somos Descobrimos a alegria de ser alguém

⁠Oh, vida tão doce e tão amarga vida, Sou um poeta, maldito, incompreendido, Através das rimas, a dor é desmedida,
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⁠Oh, vida tão doce e tão amarga vida, Sou um poeta, maldito, incompreendido, Através das rimas, a dor é desmedida, E o mundo em volta, é um fardo caído. Charles Baudelaire me ensinou a sonhar, Com o ópio deixa a mente a delirar, Rimbaud mostrou o caminho da loucura, E o café, ah, como ele desperta a ternura! Mas o vinho é a minha droga preferida, Ele me faz esquecer da solidão sofrida, E acalenta a minha alma tão ferida. Ser um poeta é uma sina, é um destino, Com as palavras, eu navego sem tino A minha alma transborda em verso divino.

⁠Seu Júlio, como o chamava. Fazia o melhor café do mundo, sua marca registrada foi a hospitalidade. Companheiro de minha mãe por 49 anos. É melhor ser bom do que ser justo Quando morre um bom eu me pergunto:
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⁠Seu Júlio, como o chamava. Fazia o melhor café do mundo, sua marca registrada foi a hospitalidade. Companheiro de minha mãe por 49 anos. É melhor ser bom do que ser justo Quando morre um bom eu me pergunto: Por que os bons morrem? A vida é um instante fugaz E as nossas ações nos definem Mas o imprevisto sempre nos Surpreende, ninguém consegue Fugir da sorte comum a todo homem. Em um dia de chuva, símbolo perfeito Para definir o homem e sua natureza criadora, Despeço-me do segundo homem bom que conheci.

⁠Diante do absurdo da vida, nos resta aceitar nossa fragilidade intrínseca, como bem disse Montaigne em sua obra.
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⁠Diante do absurdo da vida, nos resta aceitar nossa fragilidade intrínseca, como bem disse Montaigne em sua obra. Nessa inconstância, a verdade se atrapalha. Nossa existência é feita de incertezas, num constante vai-e-vem que não se acalma. Mas não se esqueça, amigo, de Epicuro, que a morte não é nada para nós, já que, enquanto vivos, ela não tem futuro. Assim, devemos viver intensamente, sem medo de que algo nos cause dano, pois a vida é breve, mas é suficiente.

⁠A dor que nos consome é forte, E parece não ter fim, O peito aperta, sufoca,
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⁠A dor que nos consome é forte, E parece não ter fim, O peito aperta, sufoca, E a tristeza toma conta de mim. Perder algo ou alguém querido, É uma dor insuportável de sentir, É como se o mundo tivesse acabado, E tudo ao redor parasse de existir. Às vezes penso que nada mais faz sentido, E me perco em meio às lágrimas de dor, Mas sei que é preciso seguir em frente, Para encontrar a felicidade outra vez, com amor. Por isso, guardo as lembranças boas, E tento esquecer as ruins, Para renascer das cinzas, E seguir em frente, com novos rumos e caminhos. A dor pode até nos ferir, Mas não pode nos fazer desistir, Pois mesmo que a vida nos golpeie, Sempre há uma chance de recomeçar e sorrir

Para um homem bom ⁠Às vezes ser justo machuca E a bondade faz a diferença
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Para um homem bom ⁠Às vezes ser justo machuca E a bondade faz a diferença Basta olhar nos olhos e ver O amor que na alma cresce Os bons são como anjos na Terra Com sua luz e compaixão Tocam a vida de outras pessoas Fazendo brilhar onde era escuridão Os bons não vão, apenas partem Levam consigo um pouco da paz Mas a sua memória e o seu legado Ficam vivos em cada coração Que os amou demais. Então, quando um bom se vai A tristeza nos transborda Mas a saudade não nos aprisiona Pois a sua vida fica marcada Na nossa história. É melhor ser bom do que ser justo Pois a bondade é um de divino E ao seguir esse caminho Os bons mudam o mundo em sua volta Mudam nossa rota, surge outro destino. Para seu Júlio Romão de Melo.

⁠Teu silêncio me confunde Teu sorriso me distrai As vezes penso que estou certo
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⁠Teu silêncio me confunde Teu sorriso me distrai As vezes penso que estou certo Sobre ti, sobre o que queres me dizer Mas de súbito me desperta Quando dizes estar certa Que nada queres de mim Ah, como isso me dói E me faz perder o chão Fico sem saber o que fazer Pois meu coração insiste em te amar Mesmo que tu não queiras me amar Se pudesse mudar o rumo Faria tudo diferente Buscando atender teus desejos E tornar tudo mais coerente Mas a vida é assim, cheia de surpresas E quem sabe um dia, quem sabe Possamos juntos fazer um novo começo Até lá, guardo em meu peito A chama do amor que sinto por ti E continuo a te olhar Com a esperança de que um dia Venhas a perceber Que estou aqui, sempre a te esperar

⁠Amor vale a pena Fernando Pessoa sabiamente disse Que o amor é uma falsa filosofia
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⁠Amor vale a pena Fernando Pessoa sabiamente disse Que o amor é uma falsa filosofia Pois nos engana, nos corrói e entristece Nos fazendo viver em constante agonia Mas será mesmo que o amor é tão ruim? O poeta não conheceu um amor de verdade Aquele que nos faz sentir tão leve e assim Que tira o medo e nos dá felicidade O amor pode ser sim um labirinto Mas sem ele a vida seria vazia Abra seu coração, sinta o seu instinto Deixe a paixão ser sua guia O amor pode ser complicado sim Mas é um risco que vale a pena correr Afinal, sem ele, qual seria o fim? Amar é viver, é se permitir a ser.

⁠Mas a cada lágrima derramada, um verso novo vem à tona, a poesia é a voz da alma,
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⁠Mas a cada lágrima derramada, um verso novo vem à tona, a poesia é a voz da alma, o porto seguro na tempestade. O poeta é o mensageiro dos sonhos, pois através das palavras, ele transforma o mundo, e faz sorrir até quem estava chorando. Seu coração é um oceano de emoções, e suas rimas são como ondas, que vão e vêm sem cessar, tocando a alma dos que as ouvem. Assim, o poeta segue seu caminho, escrevendo e chorando, mas sempre com a certeza, de que sua poesia toca o mundo.

⁠ Soneto amor além da vida Meu coração, por certo, palpita
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⁠ Soneto amor além da vida Meu coração, por certo, palpita Ao te ver tão graciosa e gentil. Que nenhuma outra mulher, acredita, Pode rivalizar com o teu perfil. Tu és o sol que ilumina o meu caminho E a brisa suave que refresca a minha alma, Meu amor, minha musa, meu carinho, Me faz sentir completo e em paz, em calma. E quando a noite chega, meu amor, E o céu se enche de estrelas e luar, Nós dois juntos, sob a luz do amor, Nos entregamos numa paixão sem par. Te amarei além da vida, além da morte Pois és meu sol, minha estrela, minha sorte

QUERO VOCE DESSE JEITO ⁠Eu quero você, como eu quero! E não espero que você seja outro alguém...
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QUERO VOCE DESSE JEITO ⁠Eu quero você, como eu quero! E não espero que você seja outro alguém... Sinto que, se você está por perto, está tudo certo Tá tudo bem. Eu quero você desse jeito... Tão imperfeito... para o meu bem! No fundo, o que importa é ser assim... Você por mim... E o mundo além...! Eu quero você com certeza! Sinto firmeza, e você também! Eu quero você do meu lado Estou cansado... de viver sem Sem um carinho, sem um abraço Você é laço que me faz bem.

⁠Assim pensa o poeta, em meio ao dilema entre fé e razão. Às vezes, ele anseia por acreditar, mas sua razão o leva a questionar a insensatez da fé. De forma inconsciente, a própria razão nega o que a fé propõe. E assim permanece a pergunta eterna: o que se esconde além do horizon…
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⁠Assim pensa o poeta, em meio ao dilema entre fé e razão. Às vezes, ele anseia por acreditar, mas sua razão o leva a questionar a insensatez da fé. De forma inconsciente, a própria razão nega o que a fé propõe. E assim permanece a pergunta eterna: o que se esconde além do horizonte? O que existe atrás dos montes, sejam eles de retóricas ou metafísicos? Essa indagação, por sua mera existência, é capaz de gerar incerteza e dúvida. No entanto, é justamente essa dúvida que impulsiona a pesquisa, a busca e a procura incessante por respostas. O ser racional se lança nessa jornada para compreender tanto o universo material em que está inserido quanto o metafísico em que foi gerado. Embora as respostas possam ser um simples "sim" ou "não", é essa ambiguidade que nos motiva a continuar. Afinal, na mente matemática, há um estímulo em explorar o que reside entre o "sim" e o "não".

⁠O medo de sair de casa me assombra, se pelo menos soubesse que te encontraria, numa esquina qualquer da vida.
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⁠O medo de sair de casa me assombra, se pelo menos soubesse que te encontraria, numa esquina qualquer da vida. Mas, na cidade onde moro, não há esquinas. As ruas são infinitamente movimentadas. [Verso] Medo de sair pela porta Desejando te encontrar com certeza No barulho movimentado desta cidade As ruas não têm mais esquinas [Verso 2] Multidões empurram dia e noite Sentindo falta de lugares onde poderíamos Nos encontrar na luz Mas as sombras roubam nossa luta [Refrão] Cidade sem esquinas Fora de controle Não consigo encontrar amor no trânsito Tudo está tão estático [Ponte] Rostos aleatórios passam por mim Apenas reflexos nos meus olhos Esperando que nossos caminhos se cruzem Mas não há onde se esconder [Verso 3] Ruas intermináveis e solo agitado Não consigo te ouvir no som O ruído da cidade me mantém preso Mas ainda espero que você apareça [Refrão] Cidade sem esquinas Fora de controle Não consigo encontrar amor no trânsito Tudo está tão estático

⁠Sombras da existência Trabalha sem amor, na vida escassa, Caminha sem um norte, em sombras frias.
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⁠Sombras da existência Trabalha sem amor, na vida escassa, Caminha sem um norte, em sombras frias. O tempo se desfaz em agonia, E o olhar se perde, onde nada passa. O sangue, já sem cor, sem fé, sem brasa, Flui lento, em gestos vãos, sem fantasia. Nos corpos que se movem, a apatia, Na rotina apagada, nada abraça. Sonhos desfeitos, vida sem encanto, O grito preso, a voz que já não clama, Na noite que se alonga, só o pranto. E o fim se aproxima, fria trama, A escuridão avança com seu manto, E o que restará? Só a voz que chama.

⁠Mulher Sem Coração Mulher sem coração, quanta ilusão, Me enganaste, que pena, teu sorriso era de esfinge,
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⁠Mulher Sem Coração Mulher sem coração, quanta ilusão, Me enganaste, que pena, teu sorriso era de esfinge, Tua boca sinuosa de alguém que mente, Ser o que não é, ah, mulher sem coração. Roubaste meu sossego, agora vivo só, Em profundo sofrer, queria a verdade, Queria a utopia, que tolo não sabia Que era você, a própria enganação.

⁠Não disse o motivo, nem olhou para trás, Alguém me contou que você se cansou, De viver ao meu lado...
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⁠Não disse o motivo, nem olhou para trás, Alguém me contou que você se cansou, De viver ao meu lado... E eu, que sempre te amei DO MEU JEITO. Agora me pergunto, em dor e SEM JEITO. Qual foi o pecado que cometi, Para te ver partir sem uma despedida? Será que errei em te amar demais, Ou fui frio, distante, sem perceber? O que fiz para merecer teu adeus, Sem um motivo, sem nada a dizer? O vazio que deixaste é um fardo, Um peso que carrego sem saber por quê, E na escuridão do que não entendo, Só me resta a pergunta: onde foi que eu errei?

⁠Depois das palavras que ouvi, Teu rosto mudou, se afastou de mim, O amor que era fogo e abrigo,
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⁠Depois das palavras que ouvi, Teu rosto mudou, se afastou de mim, O amor que era fogo e abrigo, Agora é silêncio, vazio e frio. Vivo ao teu lado, mas me sinto só, Cada palavra tua já não entendo, O abismo entre nós é um golpe, um soco no estômago. Quem és tu, que já não reconheço? Será que mudaste, ou fui eu que mudei? Ou sempre foste assim, só eu que não via? Esse estranhamento é uma ferida que arde em meu peito. E me pergunto se um dia ainda te acharei.

⁠Ensinar ao surdo é como soprar no vento, Palavras se perdem em um espaço vazio. Na mente que não escuta, não há entendimento,
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⁠Ensinar ao surdo é como soprar no vento, Palavras se perdem em um espaço vazio. Na mente que não escuta, não há entendimento, E o esforço se desintegra em um silêncio frio. "Sim" ao insensato é um eco sem retorno, Onde a ignorância se ergue, altiva e sem paz. O saber se perde no cansaço eterno, E o fardo se torna um peso que o tempo não desfaz. O diálogo se torna um grito no abismo, A paciência se esgota onde não há um sim. A luz se apaga no obstinado desatino, E o saber se dissolve na luta sem fim.

⁠O Dilema da Sabedoria Perdida Tentando ensinar ao que não quer aprender, É como dar pérolas a porcos, um esforço vão,
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⁠O Dilema da Sabedoria Perdida Tentando ensinar ao que não quer aprender, É como dar pérolas a porcos, um esforço vão, Pois na mente fechada, a sabedoria não há de penetrar, E o risco é sempre duplo, um jogo sem chão. Quando dizemos "sim" ao que não entende, O simples assentimento pode até agradar, Mas se a incompreensão é o que se defende, A agressão, o acusar, não tardará a se manifestar. É um esforço inglório, o confronto com o insensato, Pois cedo ou tarde, a razão se esgota, se esmorece. Seja pela força brutal ou pelo cansaço, um fato: O desgaste é inevitável, e o desgaste, a vitória concede. Tentativas de convivência se tornam um fardo pesado, E a razão, em sua luta, pode se perder. O estúpido, com sua ignorância e peito inflado, É uma tempestade em que a sabedoria se vê a desaparecer. O dilema é claro: a sabedoria não se impõe, Mas a resistência e a negação têm seu preço. Em cada tentativa, o risco se reescreve, e então, O caminho do entendimento se torna um triste excesso.

⁠Canto de um Mundo Silenciado Nas ruas, ecoa um canto, suave e profundo, Por praças e becos, voa ao vento seu som.
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⁠Canto de um Mundo Silenciado Nas ruas, ecoa um canto, suave e profundo, Por praças e becos, voa ao vento seu som. Nos bares, na torre do mundo, um hino imundo, Ninguém para, ninguém ouve, enquanto o caos toma a razão. Sua voz, um fio de ouro, se perde no ar, Melodia de sonhos que se desfaz em guerra. Nos acordes, a dor de um tempo a desmoronar, A beleza se desintegra, como um lamento que se enterra. Os muros, cúmplices silenciosos, não lhe prestam ouvidos, Seus versos são vapores, dissolvidos na bruma da noite. No mundo se espalha a discórdia, os gritos, os ruídos, Enquanto sua canção é um sussurro que se esconde da luz. No palco dos bares, o eco é um triste refrain, No silêncio das praças, um lamento esquecido. O canto se mistura à grita, um trágico desdém, E o mundo em sua dança de caos, ignora o gemido. No cume da torre, um eco sem destino, Enquanto o mundo se parte, ela canta e se desfaz. Mas sua voz, como um farol, brilha em desatino, Esperando, talvez um dia, um coração que a abrace em paz.

⁠Soneto da Eternidade No manto azul da noite, o sonho invade, Trazendo a paz de estrela cintilante,
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⁠Soneto da Eternidade No manto azul da noite, o sonho invade, Trazendo a paz de estrela cintilante, O tempo se dissolve em eterno instante, E o coração se acalma no leito da saudade. Na voz do vento, ouço a eternidade, Que sussurra segredo, calmante. Enquanto o céu desenha, radiante, A essência pura da imortalidade. Na vastidão do ser profundo, Mergulho em pensamentos infinitos, Buscando a verdade além do mundo. Pois sei que no silêncio dos aflitos, Há um eco de luz que nos inunda, E torna eternos nossos gritos.