Inerte, o corpo descansa em paz na terra, Mas a alma vive eterna na memória De quem a beleza e a verdade venera,
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Inerte, o corpo descansa em paz na terra, Mas a alma vive eterna na memória De quem a beleza e a verdade venera, E honra a sua história com fervor e glória. Oh, morte! Não te temo, pois sou imortal Enquanto alguém contar a minha história, E faça ecoar de geração em geração, A mensagem que habitou meu coração. Pois a beleza pode morrer, como eu, A verdade é o legado que sempre prevaleceu. E enquanto houver uma inocente e pura A beleza e a verdade viverão na sepultura E a obra do homem se for nobre perdura Para sempre consciente de que viveu.