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Frases de Evan do carmo

1.430 frases

⁠ Musa de Apolo Com estas palavras, manifesto a minha dedicação e admiração por ti, ó musa inspiradora. Mesmo quando penso que não há espaço para a poesia em meu coração, tua presença intensa e marcante me arrebata e me faz desejar expressar em versos todo o encanto que tu desp…
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⁠ Musa de Apolo Com estas palavras, manifesto a minha dedicação e admiração por ti, ó musa inspiradora. Mesmo quando penso que não há espaço para a poesia em meu coração, tua presença intensa e marcante me arrebata e me faz desejar expressar em versos todo o encanto que tu despertas em mim. Tu és tão bela e enigmática quanto as deusas gregas, que inspiravam os poetas da antiguidade. Sempre que te observo, sinto-me pequeno diante de tua grandeza e beleza. És como uma medula óssea que sustenta e anima todo o meu ser, me levando a novas descobertas e horizontes. Tu és a costela mitológica de Deus, que me faz acreditar na existência de um plano superior que governa os rumos da vida. Tu és uma mulher inconformada, que se recusa a ser reduzida a estereótipos e padrões, e que se afirma em sua essência humana, carregando consigo o calor e a fragilidade que nos tornam tão singulares. Tu és, enfim, a personificação da poesia em sua mais alta expressão. Não se pode falar de poesia sem falar de ti, sem evocar tua imagem delicada e vibrante, que transcende os limites do tempo e do espaço. És a musa de Apolo, cujo canto e beleza inspiram a todos os que te contemplam. Por tudo isso, quero dedicar esta tese a ti, ó minha musa inspiradora. Que minhas palavras possam ser tão belas e intensas quanto a tua presença em minha vida, e que possam expressar todo o meu amor e admiração por ti. Pois tu és a fonte de minha poesia, a razão de minha existência, e a inspiração que me move sempre em direção aos mais altos vôos do espírito.

⁠O que fez o amor Vejam só vocês O que o amor nos fez
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⁠O que fez o amor Vejam só vocês O que o amor nos fez Venceu a batalha de uma só vez A lua e o sol Ele aproximou A noite do dia Inventou histórias Cântico de vitória Versos, poesia Quem supor poderia Que dois seres distintos Em algum instante Se encontrariam Num mesmo caminho Como dois amantes Juntos seguiriam? O amor venceu O medo de sofrer Mudou eu, modou você Nos deu de presente a fantasia Nos fez o milagre De crer no amanhã Vivermos no afã De tanto querer Viver mais um dia.

A lei, reza a constituição, é igual para todo cidadão. Utopia platônica, como a ideia de democracia que nunca foi praticada de fato, com igualdade de direito do povo para o povo. Onde uma minoria eleita pela maioria governa e goza de privilégios especiais. Isso nos faz lembrar a…
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A lei, reza a constituição, é igual para todo cidadão. Utopia platônica, como a ideia de democracia que nunca foi praticada de fato, com igualdade de direito do povo para o povo. Onde uma minoria eleita pela maioria governa e goza de privilégios especiais. Isso nos faz lembrar a fábula dos leões e as lebres. Seguindo o princípio elementar democrático, dos ditos direitos iguais para todos, em uma reunião, as pobres lebres que representam o povo no estado democrático, questionam o fato de serem deixadas para trás, na divisão da comida e citam a leia que lhes conferem igualdades. Os leões, enfurecidos as repreendem dizendo: "Cadê as suas garras?"

O que é um "ideal moderno? Na cultura brasileira, temos necessidade urgente de nos reinventar, precisamos de uma "Semana de Arte", com mais disposição para o novo, um evento que supere o de 1922, resta nos perguntar? Temos, por ventura, um Manoel Bandeira, ou um Osvaldo de Andrad…
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O que é um "ideal moderno? Na cultura brasileira, temos necessidade urgente de nos reinventar, precisamos de uma "Semana de Arte", com mais disposição para o novo, um evento que supere o de 1922, resta nos perguntar? Temos, por ventura, um Manoel Bandeira, ou um Osvaldo de Andrade, Mário de Andrade, um Villa-Lobos, e outros tantos que se aventuraram contra o velho parnasiano?

“De Angra a Parati! Sonhos e alucinações me são frequentes ao me lembrar do que nunca houve entre nós,
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“De Angra a Parati! Sonhos e alucinações me são frequentes ao me lembrar do que nunca houve entre nós, como um aceno teu, um sorriso complacente de ti para para mim, nem mesmo em pensamentos me foram reveladas as tuas intenções as imagens são curvas, sombras, calafrios às vezes pesadelos. Do teu corpo sinuoso nunca senti sequer o perfume no máximo uma dança, de corpo presente e de alma distante... um aperto de mão um breve adeus, até breve, quem sabe um telefonema. Assim me encontro, impávido, com um incerto destino desafortunado sempre na expectativa enfadonha de um dia voltar a te encontrar como quem anda por estradas perigosas curvas, florestas e praias desertas de Angra a Parati!” ― Evan Do Carmo

“Na busca pela felicidade reside um paradoxo universal da alma humana.
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“Na busca pela felicidade reside um paradoxo universal da alma humana. Todos a querem, buscam avidamente, mas não a compreendem, não sabem o que procuram. Enquanto o espírito ignorar a verdade que há na prática do bem, na doação total e irrestrita, enquanto não se saciar de egoismo, jamais saberá o que significa a expressão: "Há mais felicidade em dar do que em receber."” ―Evan Do Carmo

A porta aberta A porta se abriu, de repente tudo se revelou, o mundo se expôs
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A porta aberta A porta se abriu, de repente tudo se revelou, o mundo se expôs aos olhos do homem, que se encontrava preso. Quebraram-se os grilhões as marravas, removeram a venda dos seus olhos. Mas o homem não tinha pernas nem braços para abraçar o mundo foi lhe dito que poderia ir, estava livre, enfim cumprira sua pena. Mas o homem continuou mudo não disse palavra. Por dias e noites ficou espantado com o tamanho do mundo e com a liberdade da porta aberta em sua frente. Até que seu carcereiro lhe disse: Vaz embora ou ficarás aí até morreres de fome e de sede? O homem tentou respondeu, mas não teve fôlego nem voz. Então, com olhar triste de profundo desânimo olhou para suas amaras, vendas e grilhões e, apontando-os, fez um sinal de que preferia a prisão pois havia perdido o intersere pela liberdade.

“O medo de sair de casa me assombra, se pelo menos soubesse que te encontraria, numa esquina qualquer da vida.
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“O medo de sair de casa me assombra, se pelo menos soubesse que te encontraria, numa esquina qualquer da vida. Mas, na cidade onde moro não há esquinas. As ruas são infinitamente movimentadas. pessoas não param, não se cumprimentam, por isso tenho medo de sair de casa, contudo, a solidão com quem habito em quatro paredes, já começa a me espreitar, como um monstro se aproxima de mim, receio que em breve me devorará.”

Pois sou humano Não me fales de angústias nem de medos, pois sou humano
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Pois sou humano Não me fales de angústias nem de medos, pois sou humano não me fales de equívocos e desengano, pois sou humano… Não me fales de dores, de cabeça ou de consciência, de insônias ou de sonhos abortados, pois sou humano. Não me fales de desejos secretos ou de esperanças vãs, pois, como tu, nasci chorando, assustado com a face tenebrosa da incerteza. Não me fales da miséria cultural que nós herdamos, pois dela me alimento todos os dias e repito os enganos dos meus pais. Não me fales do futuro que me espreita, como uma hiena pronta a estrangular os sonhos das crianças, pois já fui criança, reconheço muito bem o meu passado. Não me fales da estupidez dos homens que mesmo amando às vezes matam ou da meiguice virtuosa das mulheres que por amor fingem tanto e nos maltratam. Não me fales da poesia da aurora pois sou humano, quando devia ser poeta. Não me fales dos enigmas que não queremos decifrar, do medo da guerra que esquecemos, se à noite é o dinheiro que nos impede de sonhar. Não, não me fales destas coisas sem importância, pois na vida, cedo ou tarde tudo perde a importância, a convivência com a humanidade me fez indiferente, insensível às dores do meu semelhante, todavia, não me julgues, não me queiras mal, pois afinal, eu sou humano.