O amanhã é o hoje que já não mais é
Continuar lendo
O amanhã é o hoje que já não mais é e sim será num pretérito imperfeito do futuro é o infinito numa tentativa limitada de explicar o infinito
13 frases
O amanhã é o hoje que já não mais é
O amanhã é o hoje que já não mais é e sim será num pretérito imperfeito do futuro é o infinito numa tentativa limitada de explicar o infinito
RISCO N’AGUA Escrevo muito, uma hora algo que preste,
RISCO N’AGUA Escrevo muito, uma hora algo que preste, a ser vida ou defunto, a carne corta a gilete. Em contradição, vive um ser a poetar, homem hoje, inabalável, uma criança amedrontada, de ontem a esperar, no colo da mãe a chorar. E nas cordas, digo em plural, pois a vida de todos que nessa terra vivem, é um risco na água, feito sabor doce sem caldas, hora doce, hora amargo, depende do que ao destino convêm. Seres, todos viveres, e nem sabereis, como sereis, o amanhã de sabores, ou disabores, amores ou dores, apenas o agora, sabemos no respirar, que somos ainda seres a viveres.
Status Dos podres de cada um Só se sabe cada qual
Status Dos podres de cada um Só se sabe cada qual Cada um com sua bobeira Sua vontade de ser mau ou bom E nem num coração se cabe Nesta vida ninguém é igual No exagero e destempero Da vida de um cara legal No final do dia sozinho vem o desespero No desespero , e na desgraça Nisso sim todo mundo é parecido O que vem a mente São coisas totalmente dementes Vontade insanas perseguem Os pobres coitados As pobres pessoas ricas De alma pequena e valores irrelevantes De vida , de ser e estar Status O status é tudo e é nada É o Sabor agradável e é a merda De uma sociedade capitalista E esquisita Onde o amor e a paixão São ilustres visitas
Embalos de um sábado a noite em Araxá Em meu estar presente nas ruas e nos lugares em que gostaria de estar tornou-se pouco comum, depois que fui apresentado e apaixonei-me. Tudo tornou-me a ter uma valor absorto entre tantos valores de ser e tempo e espaço,no confinamento de am…
Embalos de um sábado a noite em Araxá Em meu estar presente nas ruas e nos lugares em que gostaria de estar tornou-se pouco comum, depois que fui apresentado e apaixonei-me. Tudo tornou-me a ter uma valor absorto entre tantos valores de ser e tempo e espaço,no confinamento de amar e poetar. Despido de qualquer quimera ideológica, me vejo um restício de gente seguindo rastros de saudades delirantes. Velhos amigos sinto falta, mas o tédio não faz morada e então me lembro de que tudo é relativo e vivo a poetar, sentado a beira do caminho, uma vida em desnorteio. Na rua de minha cidade sento-me em algum lugar no alto da avenida mais movimentada e badalada, tenho uma visão privilegiada, olhos de águia e cão farejador que a tudo cheira e investiga, e a denuncia não habitam em mim, não sou dedo duro, a isso eu esconjuro. A alma esta alerta a pouca distancia da rua e de seus desfechos em episódios feito nas telas de tramaturgia na TV . Aos meus olhos repousam na matéria a ser impressa são reduzidos pela efervescência da vida, ali dinamicamente humana , minha vida existência de ser um poeta em uma cidadezinha como Araxá em interior do vasto e rico estado de Minas Gerais. Olho,nas calçadas da avenida top dos fins de semana na cidade nos barzinhos mais badalados pela burguesia, nata araxaense, reina muitas vezes a podridão da discriminação social, já nem é mais racia a muito tempol deu lugar a social ,desde que se tenha dinheiro não importa muita coisa pra aquela gente hipócrita, uma burguesia incógnita que cada vez que mais se distancia dos pobres coitados e mais se sentem melhores . Passeiam enrriquietas as burguesinhas , estacionam perplexas , cabelinhos padronizados salto alto Luiz quinze, o rosto todo borrado, feito Pierrô retrocesso , em pingos de brilhos de meiguisse escondendo a fera que a por dentro delas em busca de fama e dinheiro dos otários que se acham ao melhorarem um pouquinho de vida, conseguindo um empreguinho melhor em alguma grande firma ou coisa e tal. Vejo casais de namorados abraçados felizes para os que vêem de fora e infelizes ao extremo por ele mesmos por viverem de aparência , em suas casas deixaram os filhos pequenos com as avós passando necessidades e saíram para festas de patricinhas que pagam muitas caixas de leite para matar a fome dos que ficaram em casa, isso tudo em nome da ostentação. Os que dirigem seus carrões novos zero quilômetros importados , muitas vezes devem muito mais que ganham a vida inteira, hipócrita bobeira. Uns matando aula com cadernos na mão e cigarrinho na outra logo absorvidos pela corrente humana da avenida . Carros em alta velocidade sem preocupar-se com a gasolida que esta em alto preço, so oque importa aos boyzinhos é impressionar as patricinhas doentes por aparências: marcas, motos , alto-padrão de qualidade, forte, barulho,exatidão,e vencedores é o que elas querem. A avenida é um contra-ponto de tudo dois mundos tão distantes e tão juntos igualmente imundos: o céu que é ilusóriamente céu e é na integra o inferno , e o inferno real que é retratado pela falta de tudo , até mesmo da dignidade humana. Homens e mulheres na captura de um final de semana, ciclistas em aceno de reconhecimento ou desejosos de serem reconhecidos por algum figurão da sociedade local e conseguir na segunda feira um horário pra entrevista de emprego. Cãezinhos bem tratados sob a tutela de madames cheirando forte aromas de mulheres velhas e vira-latas esses sim na maior farra , se lixando pra convenções . O mergulho no formigueiro humano lembra-me a poesia escrita, essa agora que agoniza nas etantes de bibliotecass e ninguém quer nem saber que elas existem quanto mais ler. Vez e outra ouço o garçon: mais dois chopes? Dois é claro! Tarde assim dia atípico final de semana movimentado em Araxá coisa inesperada inexplicável , mas é, e assim nasce mais um verso que tanto sonho em escrever , mas para que escrever versos , se ninguém aqui quer saber de outra coisa agora nessa tarde da madrugada, já são quase quatro da manha e só o que se tem são orvalhos , pingos em gotas caídas de graça do céu , a única coisa de graça nessa noite tão poética e sem nenhuma ternura da parte cidadã, é também esta poesia que entre tanta lama e podridão , fez-se um texto poético a que se retrata a verdadeira realidade de vivenciar os embalos de um sábado à noite em Araxá,só nos vem reforçar a efêmera fórmula milenar de que no meio do mais tenrro estrume dessa vida é que se nasce a mais refinada em encantos flor da poesia.
A CONQUISTA E A DERROTA Coisas impessoais, o homem que nesta vida,
A CONQUISTA E A DERROTA Coisas impessoais, o homem que nesta vida, entre lobos, terríveis feras, em melindrosos disfarces cordiais, não se julga também uma delas, inevitavelmente vira alimento, servido sangrando vivo, morto sem nenhuma ferida. Presto atenção nos hipócritas, são gente felizes, pois vivem o que tem de mais na vida, essa vida foi feita, lapidada, a quem tem o dom, de saber não ser bom. Em meu rascunho de vida, vejo o melhor de tudo, pois quando ainda, havia alguma esperança, e nenhuma certeza, ho0je tenho terríveis e abomináveis certezas, e a esperança evapora a cada amanhecer, e entardecer. O meio do caminho que é bom, a busca, a luta, a conquista e a derrota, depois de algum tempo tem o mesmo efeito, o efeito vazio, um vazio gerado pela falta de um tudo, um fruto, verde a madurar, pois depois de maduro, o que se espera se opera é a podridão.
A poesia é o grito do inominável é o urro do imprevisto a poesia e o inicio
A poesia é o grito do inominável é o urro do imprevisto a poesia e o inicio é o fim e do poeta o vício
PREMÍCIAS DE UMA DOCE- AMARGA VIDA EM POESIA Na espreita a luz se acende Alma pura em impura transcende
PREMÍCIAS DE UMA DOCE- AMARGA VIDA EM POESIA Na espreita a luz se acende Alma pura em impura transcende E viva-morta ninguém sente A dor e o prazer de ser gente Nesses caminhos que a inspiração leva-nos Os poetas dormem acordados Fogem da ilusão real E mergulham na ireal ilusão Dos pobres apaixonados A história conta por si so O eterno conto das palavras E amargas emoções doces sabores Deixam na garganta um nó Que se abre em flor de meio-dia Doce amarga poesia Que o sol nascente some E em versos , sentimentos se consome Doce amarga poesia Persistir é imoral Quando a falta nos e fatal Aos olhos alheios Poetar é coisa pra imortal E nessas primicias que les Ves um sonho real Miha singela Doce amarga poesia Brotando a cada dia Flor mais bela do jardim da fantazia Te sigo e te vejo sorrir As lágrimas que choro MINHA DOCE MINHA AMARGA POESIA
Poesias pré-fabricadas Construir uma casa É compor uma poesia
Poesias pré-fabricadas Construir uma casa É compor uma poesia Quero tudo no lugar Onde sonhei desde criança Nada de alugar A poesia é meu lugar Onde deposito toda minha esperança Quero fazer uma poesia Compor uma casa Construindo um futuro melhor Num compor-me desventuroso Aventurar-me na poesia de cada dia As idéias me vem com força de ser Discernimento E é impossível A vontade de escrever conter Da vida social Na eterna terna construção Se abster No meio dessa obra Esse canteiro de cimento verde esperança Indomável inspiração concreta Doce e amarga ferrugem que corrói Os vergalhões da saudade De um tempo de criança Poesias são eternas Como as moradas eternas Poesias se reformam Como as casas se remodelam Coisas que vem do coração Geradas toda hora De instantes descartáveis Poesias afáveis Pré fabricadas na alma
Ruínas de mim Num giro de olhar desgovernado O coração vem e vai
Ruínas de mim Num giro de olhar desgovernado O coração vem e vai Em devaneios múltiplos Em poesia encarnado Em ruínas escancarando A vida , a morte, a sepultura Mesclando o podre e o sublime E versos virgens e podres escarrando E não adianta subjulgar-se O nada vence o tudo Num fluxo irremediável De piora Com o tempo tudo piora Esmorece, morre apodrece Conto nos dedos O que não se conta Estórias são histórias furtivas E versos são suspiros reprimidos Pelas paixões cativas De mais a mais Tudo acaba, bem ou mal Tudo tudo A carne , e até o osso vira pó Pó de osso, Fim de verso E nesse ócio que são As ruínas de mim Olho para trás e vejo Olho por olho dente por dente E o povo nesse dilema Vai seguindo em frente
De tudo um louco E a gora faço esses versos Um poema de tudo
De tudo um louco E a gora faço esses versos Um poema de tudo Nessa vida que levo De louco , um pouco Saudade de um amigo Melhor amigo Antes , dias de domingo Sempre comigo A distancia assim É mesmo um castigo E faço nos versos Meu puro e nobre abrigo Deito na cama e sonho Acordado no sofá Pois não sei o que é cochilar Só durmo deitado na cama Ao fechar os olhos Vejo uma linda moça Aquela mesma De meus outros versos E solto aquele sorriso enfadonho E me aperta um aperto no peito Acho que deve ser o coração É paixão Num repente fujo de mim Num rompante saio correndo Versos de amor escrevendo Fundindo amor escrevendo Wisks e vinhos tintos Ao sabor salgado de uma pizza Chorando e saborendo Da noite em solidão Meu triste fim Esperando aquela moça Dela o tão esperado sim Mas de indecisão em indecisão Vou na vida seguindo Sem saber se sigo a mente ou o coração Mas como é bom poetar Me faz muito bem E não há mal nenhum Que possa nos alcançar Quando estamos a poetar Em vida Minha , tua vida minha Meus sonhos mais sinceros e loucos De ontem em ontem Vou perdendo-os aos poucos Mas amanha é dia de labuta Minha história continua A vida é uma luta Mesmo que quando em luto Ainda quero aquela moça nua Escrevo poesia Escrevo assim Ouvindo musica que adoro Assistindo o final da novela Nos caminhos do setor mineral De onde tiro meu sustendo Levo-me ao paraíso ao sair desse tal mundo Esse setor degradante Sonho com aquela moça A tal moça , a minha musa Quero ela Tomo um porre de inspiração Caindo dentro Bem no meio no centro da desilusão Sinto o gosto da solidão Já chorei de decepção De amor, de dor Sinto o perfume da flor Na obra em jardim Em moça de paixonite em paixonite A cada época A poesia, mais abre meu apetite E a escrever a próprio punho É um convite Que esse poeta não resiste
Podia Podia ser uma aventura boa Deixar de estar numa vida atoa
Podia Podia ser uma aventura boa Deixar de estar numa vida atoa Ser algo mais Que alguém Um simples ser Ser dois Não fosse o deixar isso pra depois Um ser e poesia Podia Deixar que o coração Siga essa disritmia Pra paixão a emoção de amar Nunca é coisa tardia Até podia ser Talves até Mas o vento levou O acaso foi Levado evidenciado pela maré Podia Se a atitude reinasse Tão forte quanto a vontade De viver de querer Mesmo sem pensar O pensar não deixou de existir E o vento, a maré, o acaso Tudo levou E na arrebentação Um coração talves dois Os desencontros arrebentaram Deixando-me assim Poesia Em trechos de uma sinestezia Triste como agora, madrugada só Depois da boemia
VERSOS PERDIDOS Sem saber escrevo, sem nada que de tudo sobre,
VERSOS PERDIDOS Sem saber escrevo, sem nada que de tudo sobre, sem nexo, no viver inexorável de um dia, mundo a fora, jazigo em castigo, fazendo a cada uma coisa, doce amarga poesia. Um dia, um vinho, um chatô, um amor, uma decepção, uma poesia, doce amargor de perder uma paixão. Momentos, realentos levados, fazendo perdidas, currutelas em pântanos, poesias aladas, dormindo em prantos. Implicados com os poetas os pagãos de leituras, pobres de leigos, não sorverão de doce amargo, poesias escritas.
Porquê Escrever por quê? No tangenciar
Porquê Escrever por quê? No tangenciar Dias Bastam as letras Porquê Inacabadas então Poesias Estão Estamos a vivenciar Porquê?