Frase de Eduardo Jacob Escritor Araxaense
Ruínas de mim Num giro de olhar desgovernado O coração vem e vai Em devaneios múltiplos Em poesia encarnado Em ruínas escancarando A vida , a morte, a sepultura Mesclando o podre e o sublime E versos virgens e podres escarrando E não adianta subjulgar-se O nada vence o tudo Num fluxo irremediável De piora Com o tempo tudo piora Esmorece, morre apodrece Conto nos dedos O que não se conta Estórias são histórias furtivas E versos são suspiros reprimidos Pelas paixões cativas De mais a mais Tudo acaba, bem ou mal Tudo tudo A carne , e até o osso vira pó Pó de osso, Fim de verso E nesse ócio que são As ruínas de mim Olho para trás e vejo Olho por olho dente por dente E o povo nesse dilema Vai seguindo em frente
Eduardo Jacob Escritor Araxaense
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Pensador.com
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