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Frase de Eduardo Jacob Escritor Araxaense

Ruínas de mim Num giro de olhar desgovernado O coração vem e vai Em devaneios múltiplos Em poesia encarnado Em ruínas escancarando A vida , a morte, a sepultura Mesclando o podre e o sublime E versos virgens e podres escarrando E não adianta subjulgar-se O nada vence o tudo Num fluxo irremediável De piora Com o tempo tudo piora Esmorece, morre apodrece Conto nos dedos O que não se conta Estórias são histórias furtivas E versos são suspiros reprimidos Pelas paixões cativas De mais a mais Tudo acaba, bem ou mal Tudo tudo A carne , e até o osso vira pó Pó de osso, Fim de verso E nesse ócio que são As ruínas de mim Olho para trás e vejo Olho por olho dente por dente E o povo nesse dilema Vai seguindo em frente

Eduardo Jacob Escritor Araxaense

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Pensador.com

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O amanhã é o hoje que já não mais é
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O amanhã é o hoje que já não mais é e sim será num pretérito imperfeito do futuro é o infinito numa tentativa limitada de explicar o infinito

VERSOS PERDIDOS Sem saber escrevo, sem nada que de tudo sobre,
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VERSOS PERDIDOS Sem saber escrevo, sem nada que de tudo sobre, sem nexo, no viver inexorável de um dia, mundo a fora, jazigo em castigo, fazendo a cada uma coisa, doce amarga poesia. Um dia, um vinho, um chatô, um amor, uma decepção, uma poesia, doce amargor de perder uma paixão. Momentos, realentos levados, fazendo perdidas, currutelas em pântanos, poesias aladas, dormindo em prantos. Implicados com os poetas os pagãos de leituras, pobres de leigos, não sorverão de doce amargo, poesias escritas.

Podia Podia ser uma aventura boa Deixar de estar numa vida atoa
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Podia Podia ser uma aventura boa Deixar de estar numa vida atoa Ser algo mais Que alguém Um simples ser Ser dois Não fosse o deixar isso pra depois Um ser e poesia Podia Deixar que o coração Siga essa disritmia Pra paixão a emoção de amar Nunca é coisa tardia Até podia ser Talves até Mas o vento levou O acaso foi Levado evidenciado pela maré Podia Se a atitude reinasse Tão forte quanto a vontade De viver de querer Mesmo sem pensar O pensar não deixou de existir E o vento, a maré, o acaso Tudo levou E na arrebentação Um coração talves dois Os desencontros arrebentaram Deixando-me assim Poesia Em trechos de uma sinestezia Triste como agora, madrugada só Depois da boemia