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Frase de Eduardo Jacob Escritor Araxaense

De tudo um louco E a gora faço esses versos Um poema de tudo Nessa vida que levo De louco , um pouco Saudade de um amigo Melhor amigo Antes , dias de domingo Sempre comigo A distancia assim É mesmo um castigo E faço nos versos Meu puro e nobre abrigo Deito na cama e sonho Acordado no sofá Pois não sei o que é cochilar Só durmo deitado na cama Ao fechar os olhos Vejo uma linda moça Aquela mesma De meus outros versos E solto aquele sorriso enfadonho E me aperta um aperto no peito Acho que deve ser o coração É paixão Num repente fujo de mim Num rompante saio correndo Versos de amor escrevendo Fundindo amor escrevendo Wisks e vinhos tintos Ao sabor salgado de uma pizza Chorando e saborendo Da noite em solidão Meu triste fim Esperando aquela moça Dela o tão esperado sim Mas de indecisão em indecisão Vou na vida seguindo Sem saber se sigo a mente ou o coração Mas como é bom poetar Me faz muito bem E não há mal nenhum Que possa nos alcançar Quando estamos a poetar Em vida Minha , tua vida minha Meus sonhos mais sinceros e loucos De ontem em ontem Vou perdendo-os aos poucos Mas amanha é dia de labuta Minha história continua A vida é uma luta Mesmo que quando em luto Ainda quero aquela moça nua Escrevo poesia Escrevo assim Ouvindo musica que adoro Assistindo o final da novela Nos caminhos do setor mineral De onde tiro meu sustendo Levo-me ao paraíso ao sair desse tal mundo Esse setor degradante Sonho com aquela moça A tal moça , a minha musa Quero ela Tomo um porre de inspiração Caindo dentro Bem no meio no centro da desilusão Sinto o gosto da solidão Já chorei de decepção De amor, de dor Sinto o perfume da flor Na obra em jardim Em moça de paixonite em paixonite A cada época A poesia, mais abre meu apetite E a escrever a próprio punho É um convite Que esse poeta não resiste

Eduardo Jacob Escritor Araxaense

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Pensador.com

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O amanhã é o hoje que já não mais é
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O amanhã é o hoje que já não mais é e sim será num pretérito imperfeito do futuro é o infinito numa tentativa limitada de explicar o infinito

VERSOS PERDIDOS Sem saber escrevo, sem nada que de tudo sobre,
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VERSOS PERDIDOS Sem saber escrevo, sem nada que de tudo sobre, sem nexo, no viver inexorável de um dia, mundo a fora, jazigo em castigo, fazendo a cada uma coisa, doce amarga poesia. Um dia, um vinho, um chatô, um amor, uma decepção, uma poesia, doce amargor de perder uma paixão. Momentos, realentos levados, fazendo perdidas, currutelas em pântanos, poesias aladas, dormindo em prantos. Implicados com os poetas os pagãos de leituras, pobres de leigos, não sorverão de doce amargo, poesias escritas.

Podia Podia ser uma aventura boa Deixar de estar numa vida atoa
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Podia Podia ser uma aventura boa Deixar de estar numa vida atoa Ser algo mais Que alguém Um simples ser Ser dois Não fosse o deixar isso pra depois Um ser e poesia Podia Deixar que o coração Siga essa disritmia Pra paixão a emoção de amar Nunca é coisa tardia Até podia ser Talves até Mas o vento levou O acaso foi Levado evidenciado pela maré Podia Se a atitude reinasse Tão forte quanto a vontade De viver de querer Mesmo sem pensar O pensar não deixou de existir E o vento, a maré, o acaso Tudo levou E na arrebentação Um coração talves dois Os desencontros arrebentaram Deixando-me assim Poesia Em trechos de uma sinestezia Triste como agora, madrugada só Depois da boemia